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Março no Theatro São Pedro tem concertos sinfônico, cênico, de música de câmara e recital solo de violão

Entre os destaques da agenda, a Orquestra do Theatro São Pedro recebe o maestro Luis Otavio Santos e a soprano Marília Vargas. Serão 10 apresentações ao todo, com ingressos a preços acessíveis e entrada gratuita

Neste mês, o Theatro São Pedro – equipamento ligado à Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo gerido pela Santa Marcelina Cultura – apresenta uma programação para todos os públicos, com diversidade de estilos e espetáculos. Da música de concerto ao melhor do repertório popular brasileiro e jazzístico. Além da Orquestra do Theatro São Pedro, o teatro recebe o violonista tcheco Vladislav Bláha em recital solo, e a Orquestra Jovem Tom Jobim, grupo artístico de bolsistas da Emesp Tom Jobim, que abre sua temporada. Serão 10 apresentações ao todo, com ingressos a preços acessíveis e entrada gratuita.

Só no final de semana de 22 a 24 de março serão seis espetáculos. Nos dias 23 e 24, a Orquestra do Theatro São Pedro recebe uma dupla que fez sucesso na temporada 2018 da casa: o maestro Luis Otavio Santos e a soprano Marília Vargas, dois especialistas em música antiga e que integraram a elogiada montagem de Alcina, de Händel.

Desta vez, eles estão no programa Contrapontos, que relaciona os períodos Clássico e Romântico por meio de árias de concerto de Mozart e a Sinfonia nº 4 de Mendelssohn. No sábado, o concerto ocorre às 20h, e no domingo, às 17h. Os ingressos custam até R$ 30. Antes, na sexta 22, tem ensaio aberto e com entrada gratuita, às 11h.

Também no dia 23, sábado, acontece o recital do violonista Vladislav Bláha, um dos músicos mais relevantes da República Tcheca na atualidade. Sua riqueza de expressão aliado ao virtuosismo de suas interpretações chamam a atenção da crítica especializada dos países por onde se apresenta.

Por aqui, ele vai interpretar grandes compositores da música de seu país como Leoš Janáček, Jaroslav Ježek, Štěpán Rak além de peças do russo Nikita Koshkin, do britânico John W. Duarte e até um clássico de Tom Jobim, Felicidade. Ele sobe ao palco às 11h e o público pode retirar os ingressos gratuitos duas horas antes na bilheteria. Este programa tem o apoio do Consulado Geral da República Tcheca em São Paulo.

Outra atração deste fim de semana é a Orquestra Jovem Tom Jobim, um dos grupos artísticos de bolsistas da Escola de Música do Estado de São Paulo – Emesp Tom Jobim, instituição também ligada à Secretaria e gerida pela Santa Marcelina Cultura. O ensemble formado por jovens bolsistas tem por característica trabalhar repertórios temáticos e “mergulhar” em álbuns, compositores e estilos, com arranjos elaborados especialmente para a orquestra. E para o programa de abertura da temporada a Tom Jobim faz uma homenagem ao premiado pianista Amilton Godoy e conta com a participação especial da flautista Léa Freire.

Tido como um dos responsáveis por trazer a linguagem jazzística para o samba na década de 1960 com a música instrumental do Zimbo Trio, Amilton estará à frente da Tom Jobim como solista. No repertório estão grandes temas da música popular brasileira como Canção do Amor de Mais, de Antonio Carlos Jobim e Vinícius de Moraes, e uma suíte com canções de Milton Nascimento. Sob a batuta do maestro Tiago Costa, a Orquestra também recebe a flautista Léa Freire.

As apresentações da Orquestra Jovem Tom Jobim acontecem na sexta, 22, às 20h, e no domingo, mais cedo, às 11h. Os ingressos custam até R$ 20.

E fechando a programação de março, o Theatro São Pedro apresenta, nos dias 29, 30 e 31, o programa Schumann ou Os Amores do Poeta pela série de Música de Câmara.  O espetáculo que une música e dança volta ao palco do Theatro São Pedro após sucesso na temporada de 2018.

Em dois atos, “Neoclássico” e “Contemporâneo”, serão apresentadas canções de diferentes ciclos do compositor Robert Schumann, com adaptações de Ricardo Ballestero, coreografia de Milton Coatti e Cassi Abranches, iluminação de Caetano Vilela e concepção cênica de William Pereira em parceria com a São Paulo Companhia de Dança, dirigida por Inês Bogéa. Entre os solistas, estão a soprano Carla Cottini, a mezzo Luciana Bueno, o tenor Daniel Umbelino e o barítono Johnny França.

Serão três apresentações: na sexta e sábado, às 20h, e no domingo, às 17h. Os ingressos custam até R$ 40, mas na véspera da estreia, na quinta, 28 de março, tem concerto didático, às 15h, com entrada franca.

A programação completa do mês está disponível na internet, acesse theatrosaopedro.org.br.

Serviços:

 

Orquestra do Theatro São Pedro – Contrapontos

Luis Otavio Santos, regente

Marília Vargas, solista

Datas: 22*, 23 e 24 de março

Horários: sábado, às 20h e domingo, às 17h00

Local: Theatro São Pedro

Endereço: Rua Barra Funda, 161 – Barra Funda, São Paulo/SP

Ingressos: R$30 (inteira) e R$15 (meia) para todos os setores (Plateia Central, 1º e 2º Balcão) Classificação indicativa: Livre

Duração: 75 minutos mais intervalo de 20 minutos (aproximadamente)

Mais informações: (11) 3661-6600

Capacidade: 636 lugares

Acessibilidade: Sim

*No dia 22, sexta-feira, às 11h, acontece o ensaio geral, aberto e gratuito para o público

 

Orquestra Jovem Tom Jobim visita Amilton Godoy (Participação especial: Léa Freire)

Tiago Costa, regente

Amilton Godoy, piano

Léa Freire, flauta

Datas: 22 e 24 de março

Horários: sexta, às 20h e domingo, às 11h00

Local: Theatro São Pedro

Endereço: Rua Barra Funda, 161 – Barra Funda, São Paulo/SP

Ingressos: R$20 (inteira) e R$10 (meia) para todos os setores (Plateia Central, 1º e 2º Balcão)

Classificação indicativa: Livre

Duração: 80 minutos sem intervalo (aproximadamente)

Mais informações: (11) 3661-6600

Capacidade: 636 lugares

Acessibilidade: Sim

Música de Câmara – Schumann ou Os Amores do Poeta

William Pereira, concepção e direção cênica

Inês Bogéa, Direção artística da São Paulo Companhia de Dança

Ricardo Ballestero, direção musical

Cassi Abranches e Milton Coatti, coreografia

Caetano Vilela, iluminação

Carla Cottini, soprano

Luciana Bueno, mezzo-soprano

Daniel Umbelino, tenor

Johnny França, barítono

Bailarinos da São Paulo Companhia de Dança (SPCD): Ana Paula Camargo ou Artemis Bastos, Ana Silva, Diego de Paula, João Inocêncio, Kaique Barbosa, Luan Barcelos, Matheus Queiroz, Paula Alves ou Larissa Guerra e Poliana Souza ou Michelle Molina

Datas: 28*, 29, 30 e 31 de março

Horários: sexta e sábado, às 20h e domingo, às 17h

Local: Theatro São Pedro

Endereço: Rua Barra Funda, 161 – Barra Funda, São Paulo/SP

Ingressos: Plateia Central R$40 (inteira) e R$20 (meia)

1º Balcão R$25 (inteira) e R$12,50 (meia)

2º Balcão R$15 (inteira) e R$7,50 (meia)

Classificação indicativa: Livre

Duração: 90 minutos mais intervalo de 20 minutos (aproximadamente)

Mais informações: (11) 3661-6600

Capacidade: 636 lugares

Acessibilidade: Sim

*No dia 28, quinta-feira acontece o Concerto Didático às 15h, aberto e gratuito para o público

 

Série Música de Câmara – Vladislav Bláha 

Vladislav Bláha, violão

Data: 23 de março

Horário: sábado, às 11h

Local: Theatro São Pedro

Endereço: Rua Barra Funda, 161 – Barra Funda, São Paulo/SP

Entrada Gratuita

Classificação indicativa: Livre

Duração: 90 minutos mais intervalo de 20 minutos (aproximadamente)

Mais informações: (11) 3661-6600

Capacidade: 636 lugares

Acessibilidade: Sim

Sobre a Santa Marcelina Cultura

Criada em 2008, a Santa Marcelina Cultura é uma associação sem fins lucrativos, qualificada como Organização Social, qualificada como Organização Social de Cultura pelo Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado. É responsável pela gestão do Guri Capital e Grande São Paulo e da Escola de Música do Estado de São Paulo – Tom Jobim (EMESP Tom Jobim). O objetivo da Santa Marcelina Cultura é desenvolver um ciclo completo de formação musical integrado a um projeto de inclusão sociocultural, promovendo a formação de pessoas para a vida e para a sociedade. Desde maio de 2017, a Santa Marcelina Cultura também gere o Theatro São Pedro, desenvolvendo um trabalho voltado a montagens operísticas profissionais de qualidade aliado à formação de jovens cantores e instrumentistas para a prática e o repertório operístico, além de se debruçar sobre a difusão da música sinfônica e de câmara com apresentações regulares no Theatro.

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