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Comunidades japonesas de Lins e Avaré são assunto de livro sobre a imigração japonesa no Brasil

Contemplado pelo Programa de Ação Cultural – ProAC de Difusão de Acervos Museológicos no Estado de São Paulo, o projeto “Retratos da Infância na Imigração Japonesa ao Brasil” resultou em um livro ilustrado dos autores Monica Musatti Cytrynowicz e Roney Cytrynowicz, que será lançado no próximo dia 3 de março, em São Paulo, no Museu Histórico da Imigração Japonesa no Brasil (Rua São Joaquim, 381 – 9º andar). A obra abrange todo o estado, incluindo imagens e informações sobre municípios que receberam imigrantes japoneses e comunidades nipo-brasileiras, como Bastos, Cotia, Lins, Avaré, Mogi das Cruzes, Paraguaçu Paulista, Birigui e Santos.

Foto: Crianças participam de apresentação durante a longa travessia de navio até o Brasil (crédito: Acervo MHIJB)

Com seleção de fotografias e imagens de objetos, livros e outros itens, o livro é uma amostra do extenso acervo do Museu Histórico da Imigração Japonesa no Brasil – que contém, além dos itens expostos de forma permanente em seus três andares, um extenso arquivo histórico, uma biblioteca e uma reserva técnica.

Foram selecionadas 250 fotografias e imagens de brinquedos, kimonos, livros escolares e de ficção, quadros e outros itens que contam a história do cotidiano das crianças imigrantes desde 1908 até a celebração dos 50 anos da imigração japonesa, em 1958. Com base na pesquisa, foram definidos capítulos sobre a emigração e a viagem no navio, o trabalho nas fazendas e colônias agrícolas, a escola, os livros, brinquedos e brincadeiras, festas e celebrações, esportes, passeios, lazer, o cotidiano da casa e os anos do pós-guerra. Ao lado das imagens, uma pesquisa e seleção de textos de memória, de literatura e de história compõem uma narrativa que complementa e procura uma aproximação com o universo da infância imigrante.

Pesquisa mostra hábitos culturais dos moradores do Grande ABC

Foto: Logo J.Leiva Cultura & Esporte

A consultoria J.Leiva Cultura & Esporte entrevistou 1.595 pessoas, com 12 anos ou mais, de sete cidades da Região do Grande ABC em busca de informações sobre os hábitos culturais e de lazer na região. Entre junho e julho de 2017, os entrevistados responderam a mais de 50 perguntas sobre diferentes aspectos da vida cultural, levadas a campo pelo Instituto Datafolha. Nas sete cidades pesquisadas – Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra – vivem cerca de 2,8 milhões de habitantes, aproximadamente 6% da população do estado de São Paulo.

O estudo “Cultura no Grande ABC”, realizado pela JLeiva Cultura & Esporte, pelo Ministério da Cultura e pela Secretaria de Estado da Cultura, foi viabilizado por meio das Leis Rouanet e ProAC ICMS. Teve o patrocínio da Braskem e do Instituto CCR e contou com o apoio do Consórcio Intermunicipal Grande ABC e do Sesc-SP.

O lançamento da pesquisa será em 6 de março, no Sesc Santo André, onde os principais resultados do estudo serão divulgados em evento aberto ao público e gratuito.

Entre os resultados obtidos a partir do questionário baseado nos parâmetros do IBGE e do Critério Brasil, 30% dos entrevistados declararam espontaneamente preferir realizar atividades culturais no tempo livre, como ler, assistir a filmes e séries e ir ao cinema. Esse percentual representa cerca de 640 mil pessoas da região, considerando os dados do Censo de 2010. A pesquisa mostra também que o cinema é a atividade cultural mais realizada fora de casa e que, entre as cidades pesquisadas, São Caetano do Sul tem os maiores índices de acesso à cultura.  

Foto: Atividade realizada no Sesc Santo André – créditos: Guilherme Luiz de Carvalho

A pesquisa pergunta sobre o grau de conhecimento de 19 equipamentos culturais da região e os mais lembrados são Sesc Santo André (74%), Teatro Lauro Gomes, em São Bernardo do Campo (65%), e Teatro Municipal de Santo André (60%).  

Na pergunta sobre os estilos de música mais ouvidos, o sertanejo ficou em primeiro lugar (50%), seguido pelo rock (27%) e pela MPB (25%). Entre os jovens, na faixa de 12 a 15 anos, o funk e o pop lideram, nessa ordem.  

Quando analisados a partir dos tradicionais recortes de escolaridade e renda, os dados revelam que a educação reduz a exclusão cultural e que a renda influencia o acesso a atividades culturais e de lazer. Outros dados relevantes da pesquisa serão divulgados durante o seu lançamento.

Este é o segundo levantamento realizado pela JLeiva Cultura & Esporte para conhecer melhor o comportamento, interesses e conhecimento cultural dos moradores da Região do ABC paulista.

“O objetivo é gerar informações capazes de alimentar o trabalho do poder público, pesquisadores, produtores e patrocinadores para desenvolver ações que levem em consideração as características, os desejos e as necessidades da população”,  afirma João Leiva, sócio-diretor da JLeiva Cultura & Esporte e idealizador do estudo.  

Programação de lançamento da pesquisa

Sesc Santo André – Terça-feira (06.03)  

Endereço: R. Tamarutaca, 302 – Vila Guiomar, Santo André

Evento aberto ao público e gratuito

As inscrições deverão ser feitas no portal do Sesc Santo André a partir do dia 22 de fevereiro.

SEFAZ-SP reabre sistema PAC para novas emissões de Boletos do ProAC ICMS

Em decorrência, a emissão de boletos do Programa de Ação Cultural (PAC)  será reativado no sistema da SEFAZ, a partir das 10h do dia 18 de Dezembro de 2017 (segunda-feira).
A Secretaria da Fazenda atualizou a apuração do montante efetivamente destinado a projetos culturais e esportivos credenciados, neste exercício, constatando a possibilidade de novos patrocínios, sem contrariar o limite global fixado por resolução do Secretário da Fazenda.

Prorrogadas as inscrições do ProAC ICMS

As inscrições para o ProAC ICMS foram prorrogadas até o dia 30 de Novembro.

Foi estendido até 30 de novembro o prazo para cadastro de projetos interessados na captação de recursos via ProAC ICMS, uma das vertentes do programa de fomento à cultura do Governo do Estado de São Paulo. “Isso permitirá que os produtores culturais possam planejar melhor a captação de recursos para a realização dos projetos”, afirma Aldo Valentim, coordenador da Unidade de Fomento e Economia Criativa da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo.

Criado em 2006, o ProAC ICMS funciona por meio de patrocínios subsidiados pelo Estado: as empresas que concordam em patrocinar projetos aprovados recebem de volta o valor investido, na forma de isenção do ICMS devido.

As propostas devem ser inscritas no sistema de cadastramento disponível no site www.proac.sp.gov.br. Após inclusão no sistema, a Secretaria da Cultura do Estado realiza a análise de documentos e o projeto é avaliado pela Comissão de Análise de Projetos (CAP). Caso seja aprovado, o proponente é autorizado a captar recursos durante dois anos fiscais e executar o projeto, devendo, posteriormente, apresentar a prestação de contas.

Este ano, o Estado destinou R$ 100 milhões ao programa. Em 2017, 1431 propostas de linguagens como cinema, teatro, dança, circo, literatura e artes plásticas já foram aprovadas.

Acesse o link para solicitar o cadastramento: http://www.proac.sp.gov.br/proac_icms/sistema-de- cadastramento/