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Conheça o SEC, novo app da Cultura SP!

Aplicativo gratuito informa sobre a programação cultural em todo o Estado

A Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo já dispõe de um aplicativo que possibilita o acesso a programações e instituições culturais. O anúncio foi feito no dia 21/11 pelo secretário da Cultura do Estado Romildo Campello, durante o Congresso Brasileiro de Tecnologia da Informação e Meio Ambiente (CBTIMAM), realizado pela Associação Paulista de Municípios (APM-SP). O aplicativo, batizado como SEC – Sistema Estadual da Cultura já pode ser baixado gratuitamente na plataforma Google Play e, em breve, na App Store.

A iniciativa tem o objetivo de aproximar ainda mais o público dos eventos realizados em todo o território paulista (capital, interior e litoral), além de instituições culturais.

O usuário terá acesso a festivais, concertos, exposições, peças de teatro, shows musicais, apresentações circenses, dança, contação de histórias e oficinas culturais, entre outros eventos, além de informações sobre teatros, museus, bibliotecas, salas de espetáculos e patrimônios históricos. Como uma das funcionalidades do aplicativo, ele poderá ter acesso direto a eventos de seu interesse. O usuário também descobrirá como chegar aos lugares, acessará fotos e preços das atividades.

Secretário Romildo Campello durante CBTIMAM - Foto: Joca Duarte
“A ideia é que o aplicativo funcione em rede e que a população possa ter as informações com geolocalização, não apenas sobre eventos da Secretaria, mas também sobre ações de produtores independentes, desde que cadastradas na plataforma Estado da Cultura, criada pela Secretaria.”
Romildo Campello
Secretário da Cultura do Estado de São Paulo

Domingo é dia de SP Cultura na Rua em Cidade Tiradentes

Quem passa pela Avenida Paulista aos domingos já se acostumou com as inúmeras apresentações musicais no percurso da via. No entanto, em bairros mais afastados do centro, atividades culturais nas ruas, apesar de regulamentadas, não acontecem com tanta frequência. Com o objetivo de mudar este cenário, a Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo criou o projeto “SP Cultura na Rua”, que leva shows gratuitos para as periferias de São Paulo.

A iniciativa já passou pelos bairros Cidade Tiradentes, Vila Nova Cachoeirinha, Capão Redondo, Jardim São Luís, Brasilândia, Belém e Jaçanã, e retorna para Cidade Tiradentes no próximo domingo, 2 de dezembro, na Praça Maria da Graça dos Reis, das 13h00 às 17h00, com os cantores Cinnamon Tapes e Ikke Flesch e as bandas 4.0 Hey e Red Label Society.

Cinnamon Tapes é o nome artístico da cantora, compositora e instrumentista brasileira Susan Souza, que apresenta “Nabia”, disco de estreia em parceria com o norte-americano Steve Shelley. O álbum, gravado em Hoboken, nos Estados Unidos, reúne canções sobre aprendizados, desafios e valorização do feminino.

Ikke Flesch, recém-chegado de turnê na Inglaterra e Escócia, volta a São Paulo para shows solo em formato voz e violão. Seu repertório inclui músicas autorais com o melhor do rock britânico e hits clássicos do rock’n roll.

O grupo 4.0 Hey, composto por Adriano Black Music e Piri Passinho, tem como principais estilos musicais o hip hop, o funk, o pop e o R&B. O nome “4.0” foi escolhido em referência aos quatro gêneros principais de suas músicas. 

Red Label Society, banda cover de Black Label Society, obteve sucesso rapidamente com fãs e casas de show, devido a sua fidelidade tanto na imagem quanto nas músicas da banda norte-americana. O grupo lota os espaços pelos quais passa levando sua produção e qualidade sonora, e é considerado o melhor cover da banda internacional atualmente.

Neste fim de semana, Virada Cultural Paulista celebra Dia do Samba!

Neste final de semana de 1 e 2 de dezembro, as cidades que recebem a Virada Cultural Paulista terão, ao menos, um show de samba para lembrar o ritmo que é comemorado no domingo, 2 de dezembro como o Dia Nacional do Samba.

Além do samba, forró, blues, MPB, pop, circo, festa, jongo, hip hop, orquestras e bandas locais são algumas das linguagens do evento que, este ano, apresenta também o novo palco Experimente SP.

Palco Experimente SP

Comemorando doze anos de Virada Cultural no interior paulista, a Secretaria da Cultura está inovando com um novo palco para  apresentar novas experiências e novos artistas do cenário cultural paulista, o Experimente SP

O objetivo do palco Experimente SP é difundir as artes e coletivos urbanos das mais variadas linguagens culturais, como coletivos artísticos, grupos de cultura tradicional, enfim, novas experiências culturais e sensoriais. Muito mais do que shows, a ideia é que o público vivencie a diversidade da arte contemporânea, especialmente nas novas cidades do circuito.

Confira a programação completa aqui!

Últimos finais de semana

A Virada Cultural Paulista teve início em 01 de novembro, levando música e manifestações culturais a 33 cidades do interior de São Paulo, durante os finais de semana. Entra agora, em seus dois últimos finais de semana, com a versatilidade dos palcos Experimente SP em 13 novas cidades do circuito, com novas variações de linguagens e experiências.

Estéreo MIS com Mombojó em dezembro!

Na sexta-feira, 14 de dezembro, o MIS recebe show da banda recifense Mombojó. A apresentação ocorre dentro do projeto mensal do Museu dedicado à música independente, o Estéreo MIS.

Veteranos da música independente brasileira, o grupo, que está na estrada há 17 anos, mostra que se reinventar é preciso. Dessa vez, acabam de lançar o projeto MMBJ12, que conta com a parceria do Lenine no o single ‘Nunca vai embora’. A letra, composta por Felipe S. e Diego Matos, fala sobre a saudade de um amor, que a pessoa tenta, mas que não consegue esquecer.

Formada no começo dos anos 2000 em Recife, o Mombojó teve a oportunidade de conhecer diversos lados do mercado da música ao longo de seus 17 anos de carreira. O grupo conta com cinco álbuns. Envolvidos atualmente com a vontade e a necessidade de fazer um novo trabalho, o grupo se descobre em uma situação bem diferente da que gestou seus trabalhos anteriores. Atualmente espalhada por três estados, Pernambuco, São Paulo e Bahia, a família Mombojó também não para de crescer, com uma prole à beira de ultrapassar o número de discos e integrantes. Atualmente, a banda é formada por: Felipe S – guitarra e voz; Chiquinho Moreira – teclado e vocoder; Marcelo Machado – guitarra e voz; Vicente Machado – bateria e voz; Missionário José – baixo e voz.

A apresentação será às 21h no Auditório MIS. Os ingressos, de R$ 14 (inteira) e R$ 7 (meia), podem adquiridos a partir do dia 4.12, às 12h, no site da Ingresso Rápido e na recepção do Museu.

 

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Inscrições abertas para cursos de música do Projeto Guri no interior e litoral paulista

O Projeto Guri abre matrículas para cursos gratuitos de música. As inscrições serão realizadas entre os dias 09 de novembro e 07 de dezembro. Crianças e adolescentes de 6 a 18 anos podem se inscrever nos polos de ensino do interior e litoral de São Paulo. São mais de 30 opções de cursos de música gratuitos.

Para se matricular, os interessados devem comparecer ao polo onde desejam estudar, acompanhados dos responsáveis, portando RG ou certidão de nascimento e comprovante de matrícula escolar e/ou declaração de frequência escolar referente ao primeiro semestre de 2019. Não é preciso ter conhecimento prévio de música, nem possuir instrumentos ou realizar testes seletivos. As aulas começam de acordo com a data de inscrição de cada aluno**.

*Em alguns polos as matrículas podem ocorrer em datas diferentes.

**Consulte cursos, vagas disponíveis, data de início das aulas e horário de funcionamento diretamente com o polo de sua cidade. Para mais informações acesse www.projetoguri.org.br/matriculas/

Orquestra Pinheiros e Coral do Esporte Clube Pinheiros no Museu da Casa Brasileira

O Museu da Casa Brasileira apresenta no dia 09 de dezembro, domingo, às 11h, o concerto “Tempo de Natal” com a Orquestra Pinheiros e o Coral do Esporte Clube Pinheiros.

Com intuito de celebrar o final de ano e encerrar a 19ª temporada do projeto Música no MCB, a orquestra executará um repertório em homenagem à felicidade, tendo como tema principal a composição “Ode à Alegria” (Ludwig van Beethoven – 9ª Sinfonia). O roteiro, a regência e a direção são de Murilo Alvarenga. Outras canções como “Noite Feliz (Sereno)”, de Luiz Inácio, e “Feliz Natal”, de Alvarenga & Ranchinho, fazem parte do repertório da apresentação.

Neste dia, o terraço do museu receberá 65 pessoas, divididas entre 33 músicos na orquestra e pianista, 27 cantores no coral, preparador vocal e o maestro. O show contará também com a participação especial das cantoras Ana Taglianetti, Catarina Mar e Rita Valente.

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“Experimente SP”: conheça o novo palco da Virada Cultural Paulista

Comemorando doze anos de Virada Cultural no interior paulista, a Secretaria da Cultura está inovando com um novo palco para apresentar novas experiências e novos artistas do cenário cultural paulista, o Experimente SP.

O objetivo do palco Experimente SP é difundir as artes e coletivos urbanos das mais variadas linguagens culturais, como coletivos artísticos, grupos de cultura tradicional, enfim, novas experiências culturais e sensoriais.

Muito mais do que shows, a ideia é que o público vivencie a diversidade da arte contemporânea, especialmente nas novas cidades do circuito.

Biblioteca Parque Villa-Lobos comemora 4 anos com programação especial!

A Biblioteca Parque Villa-Lobos comemora 4 anos com festa para todos! A celebração acontecerá no dia 15/12, sábado, das 9h30 às 17h, com atividades gratuitas para públicos de todas as faixas etárias. Das 9h às 17h, os palhaços Jacinto & Sandoval promovem intervenções lúdicas pelo espaço da biblioteca. Das 10h às 12h30, a intervenção é poética: a artista plástica Renata Moura constrói, com os frequentadores da BVL, uma árvore de livros, a partir de frases dos visitantes. Das 11h30 às 13h30, a oficina minichef com Andy Giacometti, indicada para crianças até 10 anos, reúne gastronomia e aprendizados. Na programação de comemoração ainda há homenagem aos sócios (às 15h40) e apresentação do espetáculo Reprise, com a Cia. La Mínima, às 16h.

A BVL também participa da Virada Inclusiva com a Hora do Conto, no dia 2, domingo, às 16h, com a Cia. Fantoccini interpretando (inclusive em Libras) Lila e o segredo da chuva, de David Conway. Quem gostaria de conhecer mais e até aprender caligrafia conta com oficina em dezembro, na BVL, com Carlos Gustavo Araújo do Carmo, residente do coworking da biblioteca, em projeto com o Acessa Campus. A atividade acontece no dia 6, quinta-feira, das 10 às 13h. No mesmo dia, também como parte da Virada, haverá Equoterapia em espaço específico no Butantã, para pessoas com deficiência. Saiba os detalhes no descritivo da programação, a seguir.

Quem curte fotografia encontrará na biblioteca mostra sobre a arquitetura modernista de Kaunas, a partir de imagens. Apresentada pelo Consulado Geral da Lituânia em São Paulo, e em parceria com a Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo e a BVL, a exposição será aberta no dia 8, sábado, e reúne fotografias da arquitetura do início do século XX de Kaunas – segunda maior cidade da Lituânia. 

 

Programação

 

Intervenções lúdicas e divertidas durante todo o dia. Não é necessário fazer inscrição. Das 9 às 17 horas. 

Intervenção poética em homenagem à biblioteca. Para compor essa árvore, cada pessoa pode colaborar com uma frase. Deixe registrada a sua mensagem! Com Renata Moura. Não é necessário fazer inscrição. Das 10 às 12h30. 

Você sabe qual a origem da festa de aniversário? Nesta oficina lúdica e gastronômica o chef Andy Giacometti responde à pergunta e conta outras curiosidades sobre a comemoração. A criançada pode ainda participar preparando canapés e docinhos. Com o chef Andy Giacometti. Indicado para crianças até 10 anos. Vagas limitadas, preenchidas por ordem de chegada. Das 11h30 às 13h30.

A BVL presta homenagem os sócios que mais prestigiam a biblioteca. Não é necessário fazer inscrição. Às 15h40.

Ao chegar no lugar onde deve se apresentar, um palhaço descobre que outro palhaço também havia sido contratado, pela mesma pessoa, para se exibir. No mesmo local e no mesmo horário. Depois de inúmeras tentativas de provar um ao outro quem tem prioridade no picadeiro, os dois decidem realizar o trabalho juntos e percebem, durante o show, que seus talentos se multiplicam. Retirar senhas com 1 hora de antecedência na porta do auditório. Com a Cia. La Mínima. Às 16h. 

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Inscrições para processo seletivo EMESP abertas até 26/11

A Escola de Música do Estado de São Paulo – Tom Jobim está com inscrições abertas para o processo seletivo 2019. Todos os cursos são gratuitos e os interessados têm até 26 de novembro para se candidatar.

São duas modalidades de cursos regulares: Formação e Especialização. A primeira é dividida em três ciclos destinados aos estudantes que buscam aprendizado com foco na prática de instrumento musical ou canto. São vagas para instrumentos variados para as áreas de popular e erudito, do violino ao acordeão, por exemplo. Já o curso de Especialização é para aqueles que completaram sua formação e querem se aprimorar em disciplinas específicas nas áreas de Composição, Regência, Música Antiga, Academia de Ópera, Prática Instrumental Avançada (erudito e popular) e Canto (erudito e popular).

As modalidades são independentes e não é necessário que o candidato tenha passado pelos ciclos anteriores. Aos interessados, basta ter os conhecimentos necessários exigidos para ingresso no curso desejado.

As inscrições podem ser feitas no site da EMESP Tom Jobim. Acesse a página e confira todas as informações do edital: cursos, datas das provas e conteúdos programáticos. O candidato pode se inscrever em um único curso e a prova da primeira fase acontece nos dias 3 e 4 de dezembro, enquanto que a segunda será na semana seguinte, de 10 a 13. A lista dos aprovados será publicada em 17 de janeiro de 2019 e as matrículas devem ser feitas entre os dias 28 a 31 do mesmo mês.

 A Secretaria Acadêmica da EMESP Tom Jobim manterá um plantão de atendimento ao público para questões relativas ao Processo Seletivo até 23 de novembro. O funcionamento é de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h às 18h. Outro canal para mais informações é o telefone (11) 3221-0750 ou (11) 3585-9889 nos mesmos dias e horários, exceto aos finais de semana e feriados.

Cursos disponíveis

 

Formação: dividido em três ciclos, cada um para uma faixa etária, focam no ensino de um instrumento musical ou canto, além de oferecer disciplinas de apoio para o aproveitamento completo do aprendizado de música. O 1º ciclo destina-se para candidatos com até 13 anos, com aulas nos períodos matutino ou vespertino. Já o 2º é voltado a jovens de até 16 anos de idade e as aulas são no período da tarde e o 3º ciclo, a alunos de até 21 anos de idade e oferece aulas nos períodos matutino, vespertino ou noturno.

Especialização: os candidatos podem escolher entre Composição, Música Antiga, Prática Instrumental Avançada e Regência Coral. Com uma grade de 6 horas semanais, os cursos têm durações que variam de dois a quatro anos. Interessados em ingressar na Academia de Ópera do Theatro São Pedro, outro equipamento cultural gerido pela Santa Marcelina Cultura, que tenham até 30 anos de idade também podem se candidatar para o curso de 12 horas-aula semanais. Há opções nos três períodos, matutino, vespertino e noturno, e os cursos envolvem disciplinas práticas, seja individual ou coletivo, e disciplinas teóricas.

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Virada Cultural Paulista: confira as cidades participantes!

A Virada Cultural Paulista 2018 começa no próximo fim de semana, dias 3 e 4 de novembro! Até 9 de dezembro, durante seis finais de semana consecutivos, 34 municípios de São Paulo serão palco da Virada Cultural Paulista, o maior evento cultural do estado, com uma programação variada, de qualidade e totalmente gratuita.

Começando por Ilha Solteira, no sábado e domingo 3 e 4 de novembro, a programação da Virada Cultural Paulista segue nos demais finais de semana, contando não só com mais 12 cidades como também com uma novidade: os palcos Experimente SP, idealizados especialmente para apresentações inovadoras de dança, video mapping, artes integradas, DJs, coletivos artísticos, grupos de cultura tradicional e novas estrelas desses municípios.

Integram o circuito desta edição as seguintes cidades: Andradina, Assis, Bauru, Birigui, Botucatu, Cananéia, Casa Branca, Cerquilho, Dracena, Franca, Garça, Guarulhos, Ibitinga, Iguape, Ilha Solteira, Indaiatuba, Itapetininga, Joanópolis, Limeira, Marília, Mogi das Cruzes, Olímpia, Pedreira, Registro, Santa Bárbara D’Oeste, Santos, São Caetano do Sul, São Carlos, São Sebastião, São Vicente, Sertãozinho, Sorocaba, Taubaté e Votuporanga.

Além de música, a expressão artística mais tradicional do evento, a Virada terá também apresentações de coletivos artísticos, grupos de cultura tradicional e novas estrelas, novas bandas e ritmos, artes plásticas, dança, vídeo Mapping, circo, artes integradas e DJs.

 

Palco Experimente SP

Comemorando doze anos de Virada Cultural no interior paulista, a Secretaria da Cultura está inovando com um novo palco para apresentar novas experiências e novos artistas do cenário cultural paulista, o Experimente SP.

O objetivo do palco Experimente SP é difundir as artes e coletivos urbanos das mais variadas linguagens culturais, como coletivos artísticos, grupos de cultura tradicional, enfim, novas experiências culturais e sensoriais. 

Muito mais do que shows, a ideia é que o público vivencie a diversidade da arte contemporânea, especialmente nas novas cidades do circuito.

 

Realizadores

A Virada Cultural Paulista é uma realização do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, que investe na programação artística principal. Os municípios são correalizadores, ficando responsáveis pela montagem da infraestrutura de palco, som, segurança e limpeza, além de reforço à programação artística. O evento é produzido pela APAA – Associação Paulista dos Amigos da Arte, organização social de cultura parceira da Secretaria.

 

Histórico

Criada em 2007 pelo Governo do Estado de São Paulo, a Virada Cultural Paulista tornou-se o mais relevante evento cultural do interior e litoral paulistas, com a proposta de promover um grande festival gratuito e simultâneo em várias cidades do estado. Desde o princípio, a Virada tem buscado proporcionar ao público o acesso às melhores produções artísticas do País, nas mais variadas linguagens e experiências. Até 2017, ao longo de doze anos, mais de 11 milhões de espectadores estiveram presentes em mais de 7 mil espetáculos.

Toda a programação da Virada é gratuita e é confirmada em etapas, tanto as datas de realização como as atrações programadas. Acompanhe os sites www.cultura.sp.gov.br e www.omelhordaculturasp.com

 

VIRADA CULTURAL PAULISTA 2018

 

03 e 04/11

Ilha Solteira

 

10 e 11/11

Indaiatuba – Itapetininga – Franca – Mogi das Cruzes – Votuporanga – Taubaté

 

17 e 18/11

Assis – Limeira – Marília – Santos – São Carlos   

 

24 e 25/11

Bauru – Botucatu – Joanópolis – Pedreira – Registro – Santa Bárbara d´Oeste – São Caetano do Sul – Sorocaba

 

01 e 02/12

Andradina – Dracena – Ibitinga  – Iguape – São Sebastião – São Vicente – Sertãozinho

 

08 e 09/12

Birigui  – Cananéia – Casa Branca – Cerquilho – Garça – Guarulhos – Olímpia

Secretaria da Cultura recebe show do britânico Michael Walker

Na próxima quarta-feira, 31 de outubro, das 16h às 17h30, o músico de rua inglês Michael Walker realiza pocket-show e bate-papo sobre a música de rua e sua experiência na Inglaterra no auditório da Secretaria da Cultura do Estado, com entrada gratuita.

O cantor e guitarrista Michael Walker, baseado em Leeds, no Reino Unido, se apresenta nas ruas há mais de 12 anos. Irmão do pioneiro Jonny Walker, formou-se em Artes Cênicas pela Universidade de Liverpool e começou a tocar nas ruas da cidade. 

Michael é defensor dos direitos dos músicos e artistas de rua, e entre suas influências estão The Beatles, Leonard Cohen, The Smiths, Radiohead, Bob Dylan, Neil Young, The Rolling Stones, Simon and Garfunkel, Jimi Hendrix, David Bowie, Oasis, Coldplay, Nirvana, John Lennon, Carole King, Bob Marley, Pearl Jam e Pink Floyd.

O movimento de músicos de rua foi acolhido em 2017 pela Secretaria de Cultura do Estado, com a realização de projetos como o SP Cultura na Rua, que leva shows gratuitos para as periferias da cidade, e o SP Cultura no Metrô, que abriu inscrições para músicos de rua profissionais e amadores realizarem apresentações em estações.

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Jovens do Projeto Guri retornam de intercâmbio cultural na Noruega, Malawi e Moçambique

Após participarem do programa do intercâmbio MOVE (Musicians and Organizers Volunteer Exchange), criado pela JM Norway e promovido no Brasil pela organização não governamental Amigos do Guri, jovens músicos do Projeto Guri retornam ao Brasil com histórias sobre o período de dez meses que passaram na Noruega, Malawi e Moçambique.

Maior programa sociocultural brasileiro, mantido pela Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, o Projeto Guri promove esse intercâmbio uma vez ao ano. Inicialmente, todos os jovens passam por um período de imersão na Noruega nos 15 primeiros dias, onde conhecem os demais intercambistas e entendem detalhadamente os objetivos e responsabilidades durante a experiência. Na sequência, são distribuídos em dupla para países distintos. Toda a viagem e despesas são totalmente gratuitas para os selecionados.

Marcelo Brito, de 21 anos, ex-aluno de violão do Polo Cerquilho e Renan Dias, de 25 anos, percussionista e ex-aluno do Polo Birigui, ficaram em Moçambique, onde lecionavam no abrigo S.O.S. para moradores de aldeias. Pessoas de qualquer idade podiam participar. Sem estrutura para todos, os músicos revezavam os instrumentos para que todos pudessem tocar.

 

Marcelo trabalhou como voluntário no projeto Massana, mantido por três americanas, no centro da cidade, para crianças a partir de 5 anos que viviam nas ruas. Para lidar com esse público, o jovem adaptou sua linguagem e metodologia. Foi assim que criou o Tás A Ver, projeto de metodologia prática do ensino de música. “Estava me prendendo muito à parte técnica que aprendi no conservatório e com o tempo percebi que não funcionaria com eles. Cada dia tinha um rosto diferente na sala e tive que mudar a minha abordagem, deixá-la prática”, disse o violonista.

 

Os jovens foram responsáveis por estruturar uma Move Band com outros intercambistas noruegueses e malauianos. Tocaram bossa nova e funk para representar o Brasil e diversificaram o repertório com rock, música pop da Noruega e música infantil do Malawi. “Fizemos shows em lugares privilegiados, como a embaixada do Brasil e na Fundação Fernando Leite Couto”, contou Renan.

 

Confira o vídeo feito pelos intercambistas em Moçambique: https://www.youtube.com/watch?v=IQRbQAMIARA&feature=youtu.be

 

Parceiros locais: Prefeitura Municipal Cerquilho.

 

Projeto Guri www.projetoguri.org.br

 

Sobre o Projeto Guri

Mantido pela Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, o Projeto Guri é considerado o maior programa sociocultural brasileiro e oferece, nos períodos de contraturno escolar, cursos de iniciação musical, luteria, canto coral, tecnologia em música, instrumentos de cordas dedilhadas, cordas friccionadas, sopros, teclados e percussão, para crianças e adolescentes entre 6 e 18 anos (até 21 anos nos Grupos de Referência e na Fundação CASA). Cerca de 50 mil alunos são atendidos por ano, em quase 400 polos de ensino, distribuídos por todo o estado de São Paulo. Os mais de 330 polos localizados no interior e litoral, incluindo os polos da Fundação CASA, são administrados pela Amigos do Guri, enquanto o controle dos polos da capital paulista e Grande São Paulo fica por conta de outra organização social. A gestão compartilhada do Projeto Guri atende a uma resolução da Secretaria de Cultura que regulamenta parcerias entre o governo e pessoas jurídicas de direito privado para ações na área cultural. Desde seu início, em 1995, o Projeto já atendeu mais de 710 mil jovens na Grande São Paulo, interior e litoral.

 

Jovens do Projeto Guri retornam de intercâmbio cultural na Noruega, Malawi e Moçambique

Karoline Ribas com as crianças do abrigo Adziwa. Foto: divulgação Karoline Ribas

 

Após participarem do programa do intercâmbio MOVE (Musicians and Organizers Volunteer Exchange), criado pela JM Norway e promovido no Brasil pela organização não governamental Amigos do Guri, jovens músicos do Projeto Guri retornam ao Brasil com histórias sobre o período de dez meses que passaram na Noruega, Malawi e Moçambique.

Maior programa sociocultural brasileiro, mantido pela Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, o Projeto Guri promove esse intercâmbio uma vez ao ano. Inicialmente, todos os jovens passam por um período de imersão na Noruega nos 15 primeiros dias, onde conhecem os demais intercambistas e entendem detalhadamente os objetivos e responsabilidades durante a experiência. Na sequência, são distribuídos em dupla para países distintos. Toda a viagem e despesas são totalmente gratuitas para os selecionados.

Karoline Ribas, de 23 anos, que atua como percussionista e é ex-aluna do Polo Regional Presidente Prudente, conviveu em Lilongwe, no Malawi, com o ex-aluno do Grupo de Referência de São Carlos e pianista, Gabriel dos Santos, de 19 anos.

 

Lá, tiveram aula do idioma africano chichewa. Durante duas semanas, os jovens planejaram atividades com os alunos da escola Music Crossroads. Karoline desenvolveu um workshop de percussão brasileira e Gabriel lecionava aulas de teoria musical.

 

Aos fins de semana, os músicos participavam de um trabalho voluntário na cidade de Dedza, em uma comunidade católica, onde Gabriel conduzia aulas de arranjo coral e Karoline de percussão brasileira para jovens de 15 a 25 anos. “Por uma questão cultural, no Malawi não é comum as meninas tocarem tambor. Por isso, sempre incentivava muito todas para que continuassem indo às aulas”, contou a percussionista.

 

Juntos, os jovens trabalharam no abrigo Adziwa, mantido com a ajuda dos atores Bruno Gagliasso e sua esposa Giovanna Ewbank. Lá, deram aula de musicalização para as crianças de 2 a 4 anos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Parceiros locais: Prefeitura Municipal de Presidente Prudente.

 

Projeto Guri www.projetoguri.org.br

 

Sobre o Projeto Guri

Mantido pela Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, o Projeto Guri é considerado o maior programa sociocultural brasileiro e oferece, nos períodos de contraturno escolar, cursos de iniciação musical, luteria, canto coral, tecnologia em música, instrumentos de cordas dedilhadas, cordas friccionadas, sopros, teclados e percussão, para crianças e adolescentes entre 6 e 18 anos (até 21 anos nos Grupos de Referência e na Fundação CASA). Cerca de 50 mil alunos são atendidos por ano, em quase 400 polos de ensino, distribuídos por todo o estado de São Paulo. Os mais de 330 polos localizados no interior e litoral, incluindo os polos da Fundação CASA, são administrados pela Amigos do Guri, enquanto o controle dos polos da capital paulista e Grande São Paulo fica por conta de outra organização social. A gestão compartilhada do Projeto Guri atende a uma resolução da Secretaria de Cultura que regulamenta parcerias entre o governo e pessoas jurídicas de direito privado para ações na área cultural. Desde seu início, em 1995, o Projeto já atendeu mais de 710 mil jovens na Grande São Paulo, interior e litoral.

 

 

Jovens do Projeto Guri retornam de intercâmbio cultural na Noruega, Malawi e Moçambique

Após participarem do programa do intercâmbio MOVE (Musicians and Organizers Volunteer Exchange), criado pela JM Norway e promovido no Brasil pela organização não governamental Amigos do Guri, jovens músicos do Projeto Guri retornam ao Brasil com histórias sobre o período de dez meses que passaram na Noruega, Malawi e Moçambique.

Maior programa sociocultural brasileiro, mantido pela Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, o Projeto Guri promove esse intercâmbio uma vez ao ano. Toda a viagem e despesas são totalmente gratuitas para os selecionados.

Igor Crecci, de 24 anos, educador de percussão no Polo Pedreira, se estabeleceu na cidade norueguesa de Trondheim com sua companheira de intercâmbio, Cintia Galan. Mesmo sem falar inglês, o jovem deu aulas de percussão, se comunicando apenas com a linguagem musical. “Apesar do desespero por não falar inglês e nem norueguês, a música foi a forma que encontrei para interagir com as pessoas”, contou o jovem.

 

Juntos, os jovens conseguiram reproduzir um Carnaval na Noruega, na escola Trøndertun Folkehogskole. Lá, compartilharam informações sobre a cultura brasileira, em inglês, e promoveram um show com ritmos como frevo, marchinhas de Carnaval e bateria de escola de samba.

 

Ambos participam de um curso de produção musical e puderam colocar em prática os aprendizados em um Festival chamado FARK – Festival og arrangementskontoret Trondheim.

 

 

Parceiros locais: Prefeitura Municipal Jaguariúna.

 

Projeto Guri www.projetoguri.org.br

 

Sobre o Projeto Guri

Mantido pela Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, o Projeto Guri é considerado o maior programa sociocultural brasileiro e oferece, nos períodos de contraturno escolar, cursos de iniciação musical, luteria, canto coral, tecnologia em música, instrumentos de cordas dedilhadas, cordas friccionadas, sopros, teclados e percussão, para crianças e adolescentes entre 6 e 18 anos (até 21 anos nos Grupos de Referência e na Fundação CASA). Cerca de 50 mil alunos são atendidos por ano, em quase 400 polos de ensino, distribuídos por todo o estado de São Paulo. Os mais de 330 polos localizados no interior e litoral, incluindo os polos da Fundação CASA, são administrados pela Amigos do Guri, enquanto o controle dos polos da capital paulista e Grande São Paulo fica por conta de outra organização social. A gestão compartilhada do Projeto Guri atende a uma resolução da Secretaria de Cultura que regulamenta parcerias entre o governo e pessoas jurídicas de direito privado para ações na área cultural. Desde seu início, em 1995, o Projeto já atendeu mais de 710 mil jovens na Grande São Paulo, interior e litoral.

 

 

Jovens do Projeto Guri retornam de intercâmbio cultural na Noruega, Malawi e Moçambique

Após participarem do programa do intercâmbio MOVE (Musicians and Organizers Volunteer Exchange), criado pela JM Norway e promovido no Brasil pela organização não governamental Amigos do Guri, jovens músicos do Projeto Guri retornam ao Brasil com histórias sobre o período de dez meses que passaram na Noruega, Malawi e Moçambique.

Maior programa sociocultural brasileiro, mantido pela Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, o Projeto Guri promove esse intercâmbio uma vez ao ano. Inicialmente,  os jovens passam por um período de imersão na Noruega nos 15 primeiros dias, onde conhecem os demais intercambistas e entendem detalhadamente os objetivos e responsabilidades durante a experiência. Na sequência, são distribuídos em dupla para países distintos. Toda a viagem e despesas são totalmente gratuitas para os selecionados.

Ex-aluno do Grupo de Referência de São Carlos e pianista, Gabriel dos Santos, de 19 anos, teve a vivência juntamente com Karoline Ribas, de 23 anos, que atua como percussionista e é ex-aluna do Polo Regional Presidente Prudente. Ambos viveram em Lilongwe, no Malawi.

 

Lá, tiveram aula do idioma africano chichewa. Durante duas semanas, os jovens planejaram atividades com os alunos da escola Music Crossroads. Karoline desenvolveu um workshop de percussão brasileira e Gabriel lecionava aulas de teoria musical.

 

Aos fins de semana, os músicos participavam de um trabalho voluntário na cidade de Dedza, em uma comunidade católica, onde Gabriel conduzia aulas de arranjo coral e Karoline de percussão brasileira para jovens de 15 a 25 anos. “Por uma questão cultural, no Malawi não é comum as meninas tocarem tambor. Por isso, sempre incentivava muito todas para que continuassem indo às aulas”, contou a percussionista.

 

 

Juntos, os jovens trabalharam no abrigo Adziwa, mantido com a ajuda dos atores Bruno Gagliasso e sua esposa Giovanna Ewbank. Lá, deram aula de musicalização para as crianças de 2 a 4 anos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Parceiros locais: Prefeitura Municipal de São Carlos.

 

Projeto Guri www.projetoguri.org.br

 

 

Sobre o Projeto Guri

Mantido pela Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, o Projeto Guri é considerado o maior programa sociocultural brasileiro e oferece, nos períodos de contraturno escolar, cursos de iniciação musical, luteria, canto coral, tecnologia em música, instrumentos de cordas dedilhadas, cordas friccionadas, sopros, teclados e percussão, para crianças e adolescentes entre 6 e 18 anos (até 21 anos nos Grupos de Referência e na Fundação CASA). Cerca de 50 mil alunos são atendidos por ano, em quase 400 polos de ensino, distribuídos por todo o estado de São Paulo. Os mais de 330 polos localizados no interior e litoral, incluindo os polos da Fundação CASA, são administrados pela Amigos do Guri, enquanto o controle dos polos da capital paulista e Grande São Paulo fica por conta de outra organização social. A gestão compartilhada do Projeto Guri atende a uma resolução da Secretaria de Cultura que regulamenta parcerias entre o governo e pessoas jurídicas de direito privado para ações na área cultural. Desde seu início, em 1995, o Projeto já atendeu mais de 710 mil jovens na Grande São Paulo, interior e litoral.

 

 

Jovens do Projeto Guri retornam de intercâmbio cultural na Noruega, Malawi e Moçambique

Após participarem do programa do intercâmbio MOVE (Musicians and Organizers Volunteer Exchange), criado pela JM Norway e promovido no Brasil pela organização não governamental Amigos do Guri, jovens músicos do Projeto Guri retornam ao Brasil com histórias sobre o período de dez meses que passaram na Noruega.

Maior programa sociocultural brasileiro, mantido pela Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, o Projeto Guri promove esse intercâmbio uma vez ao ano. Toda a viagem e despesas são totalmente gratuitas para os selecionados.

Diretamente de Ribeirão Preto, Cintia Galan, de 21 anos, que foi violonista do Polo Cravinhos do Projeto Guri, conseguiu reproduzir um Carnaval na Noruega, na escola Trøndertun Folkehogskole, com seu companheiro de intercâmbio, Igor Crecci. Lá, compartilharam informações sobre a cultura brasileira, em inglês, e promoveram um show com ritmos como frevo, marchinhas de Carnaval e bateria de escola de samba.

 

Ambos participam de um curso de produção musical e puderam colocar em prática os aprendizados em um Festival chamado FARK – Festival og arrangementskontoret Trondheim.

 

 

Parceiros locais: Prefeitura Municipal Cravinhos.

 

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Sobre o Projeto Guri

Mantido pela Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, o Projeto Guri é considerado o maior programa sociocultural brasileiro e oferece, nos períodos de contraturno escolar, cursos de iniciação musical, luteria, canto coral, tecnologia em música, instrumentos de cordas dedilhadas, cordas friccionadas, sopros, teclados e percussão, para crianças e adolescentes entre 6 e 18 anos (até 21 anos nos Grupos de Referência e na Fundação CASA). Cerca de 50 mil alunos são atendidos por ano, em quase 400 polos de ensino, distribuídos por todo o estado de São Paulo. Os mais de 330 polos localizados no interior e litoral, incluindo os polos da Fundação CASA, são administrados pela Amigos do Guri, enquanto o controle dos polos da capital paulista e Grande São Paulo fica por conta de outra organização social. A gestão compartilhada do Projeto Guri atende a uma resolução da Secretaria de Cultura que regulamenta parcerias entre o governo e pessoas jurídicas de direito privado para ações na área cultural. Desde seu início, em 1995, o Projeto já atendeu mais de 710 mil jovens na Grande São Paulo, interior e litoral.

 

 

Jovens do Projeto Guri retornam de intercâmbio cultural na Noruega, Malawi e Moçambique

Após participarem do programa do intercâmbio MOVE (Musicians and Organizers Volunteer Exchange), criado pela JM Norway e promovido no Brasil pela organização não governamental Amigos do Guri, jovens músicos do Projeto Guri retornam ao Brasil com histórias sobre o período de dez meses que passaram na Noruega, Malawi e Moçambique.

Maior programa sociocultural brasileiro, mantido pela Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, o Projeto Guri promove esse intercâmbio uma vez ao ano. Inicialmente, todos os jovens passam por um período de imersão na Noruega nos 15 primeiros dias, onde conhecem os demais intercambistas e entendem detalhadamente os objetivos e responsabilidades durante a experiência. Na sequência, são distribuídos em dupla para países distintos. Toda a viagem e despesas são totalmente gratuitas para os selecionados.

Renan Dias, de 25 anos, percussionista e ex-aluno do Polo Birigui, e Marcelo Brito, de 21 anos, ex-aluno de violão do Polo Cerquilho, ficaram em Moçambique, onde lecionavam no abrigo S.O.S. para moradores de aldeias. Pessoas de qualquer idade podiam participar. Sem estrutura para todos, os músicos revezavam os instrumentos para que todos pudessem tocar.

 

Os jovens foram responsáveis por estruturar uma Move Band com outros intercambistas noruegueses e malauianos. Tocaram bossa nova e funk para representar o Brasil e diversificaram o repertório com rock, música pop da Noruega e música infantil do Malawi. “Fizemos shows em lugares privilegiados, como a embaixada do Brasil e na Fundação Fernando Leite Couto”, contou Renan.

 

Parceiros locais: Prefeitura Municipal de Birigui.

 

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Sobre o Projeto Guri

Mantido pela Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, o Projeto Guri é considerado o maior programa sociocultural brasileiro e oferece, nos períodos de contraturno escolar, cursos de iniciação musical, luteria, canto coral, tecnologia em música, instrumentos de cordas dedilhadas, cordas friccionadas, sopros, teclados e percussão, para crianças e adolescentes entre 6 e 18 anos (até 21 anos nos Grupos de Referência e na Fundação CASA). Cerca de 50 mil alunos são atendidos por ano, em quase 400 polos de ensino, distribuídos por todo o estado de São Paulo. Os mais de 330 polos localizados no interior e litoral, incluindo os polos da Fundação CASA, são administrados pela Amigos do Guri, enquanto o controle dos polos da capital paulista e Grande São Paulo fica por conta de outra organização social. A gestão compartilhada do Projeto Guri atende a uma resolução da Secretaria de Cultura que regulamenta parcerias entre o governo e pessoas jurídicas de direito privado para ações na área cultural. Desde seu início, em 1995, o Projeto já atendeu mais de 710 mil jovens na Grande São Paulo, interior e litoral.

 

 

 

Advogados músicos realizam apresentação descontraída no MCB

Sob regência do Maestro Antunes, a OABAND – Big Band da OAB-SP, formada por advogados músicos, se apresentará no Museu da Casa Brasileira, instituição da Secretaria da Cultura do Estado, gerido pela Sociedade Civil através da A Casa Museu de Artes e Artefatos Brasileiros, no dia 29 de julho, domingo, às 11h, com entrada gratuita.

 

Com um repertório que inclui músicas do ABBA, Jorge Ben Jor e Tim Maia, a OABAND se contrapõe ao perfil da advocacia. A frente do grupo desde 2009 está a regência de José Antunes da Silva Filho, graduado em Composição e Regência e músico pela Corporação Musical Imaculada Conceição. Antunes também atua como regente do Coral na OAB-CAASP (Caixa de Assistência dos Advogados de São Paulo).

 

Formado em 2007, a OABAND foi criada para realizar apresentações dentro da própria OAB. Mas, com o aumento da sua popularidade, a big band alcançou outros segmentos e hoje se apresenta em festivais, como o Revelando São Paulo, encontro de bandas realizado anualmente em Iguape (SP).

 

Sobre o projeto Música no MCB
Com edições contínuas desde 1999, o projeto Música no MCB já beneficiou mais de 240 mil pessoas, que tiveram acesso gratuito a shows de grupos como Pau Brasil, Zimbo Trio, Projeto Coisa Fina, Orquestra Bachiana Jovem, Grupo Aum, Mawaca e Traditional Jazz Band, entre outros. As apresentações, que serão realizadas em palco montado no terraço do Museu da Casa Brasileira entre os meses de março e dezembro, reúnem atualmente cerca de 400 espectadores em média a cada domingo.

 

Sobre o MCB
O Museu da Casa Brasileira, instituição da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, dedica-se à preservação e difusão da cultura material da casa brasileira, sendo o único museu do país especializado em arquitetura e design. A programação do MCB contempla exposições temporárias e de longa duração, com uma agenda que possui também atividades do serviço educativo, debates, palestras e publicações contextualizando a vocação do museu para a formação de um pensamento crítico em temas como arquitetura, urbanismo, habitação, economia criativa, mobilidade urbana e sustentabilidade. Dentre suas inúmeras iniciativas, destacam-se o Prêmio Design MCB, principal premiação do segmento no país, realizado desde 1986; e o projeto Casas do Brasil, de resgate e preservação da memória sobre a rica diversidade do morar no país.

SERVIÇO:

Música no MCB – 19ª temporada

 

JULHO

29/07 – OABAND, Big Band da OAB-SP – Regência Maestro Antunes

 

 

 

AGOSTO

12/08 – Danilo Gonzaga Moura

19/08 – Brazú Quintê

26/08 – Mawaca

 

Dia e Horário: Domingos, sempre às 11h00

Entrada gratuita

Local: Museu da Casa Brasileira

Av. Faria Lima, 2.705 – Jd. Paulistano

Tel.: (11) 3032.3727

 

VISITAÇÃO
De terça a domingo, das 10h00 às 18h00
Ingressos: R$ 10 e R$ 5 (meia-entrada) | Crianças até 10 anos e maiores de 60 anos são isentos | Pessoas com deficiência e seu acompanhante pagam meia-entrada
Gratuito aos finais de semana e feriados

Acessibilidade no local
Bicicletário com 40 vagas | Estacionamento pago no local

 

Visitas orientadas: (11) 3026.3913 | agendamento@mcb.org.br | www.mcb.org.br

 

Informações para a imprensa – Museu da Casa Brasileira

Suzana Gnipper – (11) 3026-3910 | comunicacao@mcb.org.br

Jaqueline Caires – (11) 3026-3900 | analistacomunicacao@mcb.org.br

Diane Nascimento – (11) 3026-3900 | estcomunicacao@mcb.org.br

 

Informações para a imprensa – Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo

Stephanie Gomes – (11) 3339-8243 | stgomes@sp.gov.br

Elisabete Alina – (11) 3339-8164 | betealina.culturasp@gmail.com

 

 

 

Jovens do Projeto Guri retornam de intercâmbio cultural na Noruega, Malawi e Moçambique

Após dez meses, músicos voltam falando inglês, com habilidades musicais desenvolvidas e compartilham as experiências vividas

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Theatro São Pedro apresenta Kátia Kabanová pela primeira vez no Brasil

Obra do século XX sobre uma trágica história de amor escrita pelo compositor tcheco Leos Janácek terá direção musical do maestro norte-americano Ira Levin, e direção cênica e concepção de figurinos de André Heller-Lopes

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Camerata de Violões do Projeto Guri se apresenta na 7ª edição do Santos Jazz Festival

Os alunos do Grupo de Referência de Santos – Camerata de Violões se apresentarão na 7ª edição do Santos Jazz Festival, no dia 28 de julho às 15h30, no Centro Histórico de Santos – Arcos do Valongo.

 

O show dos alunos do Projeto Guri – maior programa sociocultural brasileiro, mantido pela Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo –, será composto pelas músicas Oremos/Abertura do Circo Místico, A Bela e A Fera, Meu Namorado, Circo Místico, Valsa dos Clowns, Opereta do Casamento e O Tatuador.

 

A 7ª edição do Santos Jazz Festival tem como objetivo homenagear os 70 anos da Declaração Universal dos Direitos e traz como tema a liberdade. O evento acontece de 26 a 29 de julho.

 

SERVIÇO

Quando: 28 de julho

Horário: 15h30

Local: Centro Histórico de Santos – Arcos do Valongo

Endereço: R. Comendador Neto, 3 – Centro, Santos

Gratuito e aberto ao público.

 

 

Parceiros locais: Prefeitura Municipal Santos.

 

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Patrocinadores e apoiadores do Projeto Guri – Amigos do Guri: Instituto CCR por meio da CCR AutoBAn e CCR SPVias; CTG Brasil; VISA; VALGROUP; Supermercados Tauste; AES Tietê; Microsoft; WestRock; Novelis; Usina Colorado; Banco Votorantim; Capuani do Brasil; Caterpillar; Grupo Maringá; Pinheiro Neto; EMS; Sky; Magazine Luiza; Mercedes-Benz; ASTA; Catho; CODESP; Raízen; Arteris; Supermercados Rondon; Castelo Alimentos; Hasbro.

 

Sobre o Projeto Guri

Mantido pela Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, o Projeto Guri é considerado o maior programa sociocultural brasileiro e oferece, nos períodos de contraturno escolar, cursos de iniciação musical, luteria, canto coral, tecnologia em música, instrumentos de cordas dedilhadas, cordas friccionadas, sopros, teclados e percussão, para crianças e adolescentes entre 6 e 18 anos (até 21 anos nos Grupos de Referência e na Fundação CASA). Cerca de 50 mil alunos são atendidos por ano, em quase 400 polos de ensino, distribuídos por todo o estado de São Paulo. Os mais de 330 polos localizados no interior e litoral, incluindo os polos da Fundação CASA, são administrados pela Amigos do Guri, enquanto o controle dos polos da capital paulista e Grande São Paulo fica por conta de outra organização social. A gestão compartilhada do Projeto Guri atende a uma resolução da Secretaria de Cultura que regulamenta parcerias entre o governo e pessoas jurídicas de direito privado para ações na área cultural. Desde seu início, em 1995, o Projeto já atendeu mais de 710 mil jovens na Grande São Paulo, interior e litoral.

 

Com música, circo e teatro, Secretaria da Cultura do Estado e Metrô realizam projeto SP Cultura no Metrô – confira a programação

Iniciativa leva apresentações artísticas para estações do Metrô; inscrições estão abertas para músicos de rua que desejam se apresentar

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MCB promove show ‘Retalhos do Brasil – Um piano e onze vozes’ de Christianne Neves

O Museu da Casa Brasileira, instituição da Secretaria da Cultura do Estado, gerido pela Sociedade Civil através da A Casa Museu de Artes e Artefatos Brasileiros, apresenta o show “Retalhos do Brasil – Um piano e onze vozes” com a pianista Christianne Neves, no dia 22 de julho, domingo, às 11h, e entrada gratuita.

 

Inspirada no álbum “Pure Ella” (1994), da cantora Ella Fitzgerald ao lado do pianista Ellis Larkins, Christianne propôs a realização de um CD autoral, também em piano e voz, porém brasileiro. O resultado se concretizou no projeto “Retalhos do Brasil”, que contou com investimento próprio e na valorização de novos compositores.

 

Para a apresentação no MCB, Christianne Neves, que além de pianista é compositora, arranjadora, diretora musical e mestre em Música pela Unicamp, será acompanhada pelos cantores Adriana Godoy, Bia Mendes, Carmina Juarez, Cecilia Rezende, Claudio Curi, Daisy Cordeiro, Fernando Janson, Fernanda Porto (artista convidada), Sonia Polonca, Sueli Vargas e Tania Velloso. No repertório estão inclusas músicas autorais do projeto e também canções do sambista Noel Rosa (1910- 1937) e de Johnny Alf (1929-2010), um dos pioneiros da bossa nova.

 

Em sua trajetória musical, Christianne participou de festivais como o “Nomos Jazz Festival” e “Festival Treterre”, ambos na Itália, e no “Festival de Lapataia”, no Uruguai. A pianista também já se apresentou em países como Escócia, Portugal, Inglaterra e Finlândia.

 

Sobre o projeto Música no MCB
Com edições contínuas desde 1999, o projeto Música no MCB já beneficiou mais de 240 mil pessoas, que tiveram acesso gratuito a shows de grupos como Pau Brasil, Zimbo Trio, Projeto Coisa Fina, Orquestra Bachiana Jovem, Grupo Aum, Mawaca e Traditional Jazz Band, entre outros. As apresentações, que serão realizadas em palco montado no terraço do Museu da Casa Brasileira entre os meses de março e dezembro, reúnem atualmente cerca de 400 espectadores em média a cada domingo.

Sobre o MCB
O Museu da Casa Brasileira, instituição da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, dedica-se à preservação e difusão da cultura material da casa brasileira, sendo o único museu do país especializado em arquitetura e design. A programação do MCB contempla exposições temporárias e de longa duração, com uma agenda que possui também atividades do serviço educativo, debates, palestras e publicações contextualizando a vocação do museu para a formação de um pensamento crítico em temas como arquitetura, urbanismo, habitação, economia criativa, mobilidade urbana e sustentabilidade. Dentre suas inúmeras iniciativas, destacam-se o Prêmio Design MCB, principal premiação do segmento no país, realizado desde 1986; e o projeto Casas do Brasil, de resgate e preservação da memória sobre a rica diversidade do morar no país.

SERVIÇO:

Música no MCB – 19ª temporada

 

JULHO

22/07 – Christianne Neves e Vozes – Retalhos do Brasil

29/07 – OABAND, Big Band da OAB-SP – Regência Maestro Antunes

 

 Dia e Horário: Domingos, sempre às 11h00

Entrada gratuita

Local: Museu da Casa Brasileira

Av. Faria Lima, 2.705 – Jd. Paulistano

Tel.: (11) 3032.3727

 

VISITAÇÃO
De terça a domingo, das 10h00 às 18h00
Ingressos: R$ 10 e R$ 5 (meia-entrada) | Crianças até 10 anos e maiores de 60 anos são isentos | Pessoas com deficiência e seu acompanhante pagam meia-entrada
Gratuito aos finais de semana e feriados

Acessibilidade no local
Bicicletário com 40 vagas | Estacionamento pago no local

 

Visitas orientadas: (11) 3026.3913 | agendamento@mcb.org.br | www.mcb.org.br

 

Informações para a imprensa – Museu da Casa Brasileira

Suzana Gnipper – (11) 3026-3910 | comunicacao@mcb.org.br

Jaqueline Caires – (11) 3026-3900 | analistacomunicacao@mcb.org.br

Diane Nascimento – (11) 3026-3900 | estcomunicacao@mcb.org.br

 

Informações para a imprensa – Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo

Stephanie Gomes – (11) 3339-8243 | stgomes@sp.gov.br

Elisabete Alina – (11) 3339-8164 | betealina.culturasp@gmail.com

Guri da capital e Grande São Paulo abre inscrições para os cursos de música no 2º semestre

A partir da próxima semana, crianças e adolescentes podem ser matriculados nas dezenas de cursos oferecidos por um dos principais programas de formação de SP

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SP Cultura no Metrô

SP CULTURA NO METRÔ:   música, dança, manifestações artísticas e visitas orientadas a obras de arte.   Tudo dentro das estações do Metrô. 

O programa SP Cultura no Metrô é uma parceria da Secretaria da Cultura e o Metrô de São Paulo que oferece arte e cultura da melhor qualidade aos usuários do Metrô.

Entre a segunda quinzena de agosto e a primeira semana de dezembro de 2018 músicos e artistas da melhor qualidade estarão se apresentando em estações pré-determinadas do Metrô, com destaque para o programa projeto Músicos de Rua, aberto a inscrições para profissionais ou amadores.

O programa se estende também às obras de arte que estão expostas nas instalações do Metrô e, agora, disponíveis à visitações orientadas nos finais de semana até o dia 16 de dezembro. São quatro roteiros que compõem o programa Museu Subterrâneo – Levando cultura, transportando emoções

Músicos de Rua

O projeto SP Cultura no Metrô está com inscrições abertas para músicos de rua, profissionais ou amadores, que desejam participar de apresentações que serão realizadas em estações das linhas 1-Azul, 2-Verde e 3-Vermelha do Metrô até a primeira semana de dezembro de 2018.

CLIQUE AQUI PARA ACESSAR O EDITAL

CLIQUE AQUI PARA ACESSAR O FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO

ÚLTIMO FINAL DE SEMANA!
Museu Subterrâneo - Levando cultura, transportando emoções

 

Que tal dedicar pouco mais de uma hora do seu final de semana a embarcar em uma viagem cultural pelas estações do Metrô?

Entre uma viagem e outra, você já deve ter observado obras de arte espalhadas pelas estações do Metrô de São Paulo e não conseguiu parar para contemplar. E é isso o que o projeto Museu Subterrâneo oferece nos finais de semana: visitas orientadas a esse acervo de obras de renomados artistas plásticos. São esculturas, painéis, pinturas e instalações que se integram à arquitetura das estações e, agora, convidam o usuário a uma visita, em seis roteiros a escolher, saindo das estações Ana Rosa, República e Sé, aos sábados e domingos.

Todas as obras de arte dos roteiros estão localizadas nas áreas pagas do Metrô. Assim, com apenas um bilhete, o visitante pode iniciar e terminar a sua viagem cultural.

CLIQUE AQUI E VEJA O REGULAMENTO

Escolha abaixo o roteiro de seu interesse e clique para preencher a ficha de inscrição.

A visita a cada obra de arte leva em média 10 minutos. Os educadores conversam sobre os contextos históricos, biográficos e artísticos e acolhem o repertório dos participantes do grupo.O

SÁBADO - DIA 15 DE DEZEMBRO

Tempo de visita: 1h12 | 6 obras de arte a serem visitadas
Saída: às 10h00, na Estação Ana Rosa, Nível B – Mezanino, próximo à Linha de Bloqueios

 Estação Ana Rosa
  • Glauco Pinto de Moraes (Engates Laterais) – painel – óleo sobre tela
  • Luiz Gonzaga Mello Gomes (A Sagração da Primavera) – painel escultórico – chapa de aço, resina sintética e pigmentos
Estação Brigadeiro
  • Cícero Dias (Cores e Formas) – painel – lajotas de cerâmica pintadas a revolver
  • Fernando Lemos (Des-aceleração) – painel – lajotas de cerâmica pintadas a revolver
Estação Clínicas
  • Geraldo de Barros (Jogo de Dados) – painel – laminado plástico sobre madeira
Estação Sumaré
  • Alex Flemming (Estação Sumaré) – instalação – fotografias ensolarizadas e textos impressos com tinta vinílica sobre vidro
CLIQUE AQUI PARA SE INSCREVER

Tempo de visita: 1h22 | 5 obras de arte a serem visitadas
Saída: às 10h00, na Estação Sé, Nível B – Mezanino – após as escadas

 Estação Sé
  • Alfredo Ceschiatti (Sem Título) – escultura em bronze
  • Mário Gruber Correia (Como Sempre Esteve, o Amanhã está em Nossas Mãos) – mural – acrílica e vinílica sobre concreto
  • Waldemar Zaidler (Fiesta) – painel – acrílica sobre madeira
Estação Tatuapé
  • Cícero Dias (Cores e Formas) – painel – lajotas de cerâmica pintadas a revolver
  • Fernando Lemos (Des-aceleração) – painel – lajotas de cerâmica pintadas a revolver
Estação Anhangabaú
  • Mário Fraga (In Vitro) – instalação – pintura sobre polivinil butiral, vidro laminado e espelho
CLIQUE AQUI PARA SE INSCREVER

Tempo de visita: 1h42 | 8 obras de arte a serem visitadas
Saída: às 10h00, na Estação Sé, Nível B – Mezanino, após as escadas

Estação Sé
  • Alfredo Ceschiatti (Sem Título) – escultura em bronze
  • Mário Gruber Correia (Como Sempre Esteve o Amanhã está em Nossas Mãos) – mural – acrílica e vinílica sobre concreto
  • Waldemar Zaidler (Fiesta) – painel – acrílica sobre madeira
Estação Paraíso
  • Renato Brunello (Equilíbrio) – escultura – mármore
  • Odiléa Toscano (Raios de Sol) – mural – acrílica sobre concreto
Estação Chácara Klabin
  • Marcos Lopes (Tótem Flora Fauna) – painel – chapas de alumínio pintadas
Estação Trianon-Masp
  • Francisco Brennand (Pássaro Rocca) – escultura
  • Wesley Duke Lee (Um Espelho Mágico da Pintura no Brasil) – E-print sobre lona vinílica
CLIQUE AQUI PARA SE INSCREVER

Tempo de visita: 1h22 | 13 obras de arte a serem visitadas
Saída: às 10h00, na Estação República, Nível B – Mezanino, em frente à Linha de Bloqueios

Estação República
  • Bené Fonteles (Século XXI – Resíduos e Vestígios – Vitrine / Cápsulas) – instalação – vitrine com elementos naturais, artesanais, tais como seixos rolados, corais marinhos, cocho de madeira, hastes de madeira e cerâmica
  • Luiz Hermano (Século XXI – Resíduos e Vestígios) – duas obras – instalação – estrutura em ferro soldado, vergalhões e tela de ferro
  • Roberto Mícoli (Século XXI – Resíduos e Vestígios – Grande Cocar) – instalação – alumínio, fibra de vidro, madeira, tinta e resina acrílica
  • Xico Chaves (Século XXI – Resíduos e Vestígios – Luz da Matéria) – mural – pintura e aplicação de materiais diversos sobre fibra de vidro e sobre concreto
Estação Marechal Deodoro
  • Gontran Guanaes Netto (Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão) – painel 4 – óleo sobre compensado naval
  • Gontran Guanaes Netto (Traços das Populações Brasileiras – painel 5 – óleo sobre compensado naval
  • Gontran Guanaes Netto (Marianne) – painel 6 – óleo sobre compensado naval
  • Gontran Guanaes Netto (Marianne) – painel 7 – óleo sobre compensado naval
Estação Palmeiras-Barra Funda
  • Cláudio Tozzi (Movimento) – painel – acrílica sobre tela
  • Emanoel Araújo (A Roda) – escultura – aço carbono
  • José Roberto Aguilar (Senhores do Movimento) – painel – acrílica sobre tela
  • Valdir Sarubbi (Meditação Labiríntica) – painel – acrílica sobre tela e madeira
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DOMINGO - DIA 16 DE DEZEMBRO

Tempo de visita: 1h12 | 6 obras de arte a serem visitadas
Saída: às 10h00, na Estação Ana Rosa, Nível B – Mezanino, próximo à Linha de Bloqueios

 Estação Ana Rosa
  • Glauco Pinto de Moraes (Engates Laterais) – painel – óleo sobre tela
  • Luiz Gonzaga Mello Gomes (A Sagração da Primavera) – painel escultórico – chapa de aço, resina sintética e pigmentos
Estação Brigadeiro
  • Cícero Dias (Cores e Formas) – painel – lajotas de cerâmica pintadas a revolver
  • Fernando Lemos (Des-aceleração) – painel – lajotas de cerâmica pintadas a revolver
Estação Clínicas
  • Geraldo de Barros (Jogo de Dados) – painel – laminado plástico sobre madeira
Estação Sumaré
  • Alex Flemming (Estação Sumaré) – instalação – fotografias ensolarizadas e textos impressos com tinta vinílica sobre vidro
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Tempo de visita: 1h42 | 8 obras de arte a serem visitadas
Saída: às 10h00, na Estação Sé, Nível B – Mezanino, após as escadas

Estação Sé
  • Alfredo Ceschiatti (Sem Título) – escultura em bronze
  • Mário Gruber Correia (Como Sempre Esteve o Amanhã está em Nossas Mãos) – mural – acrílica e vinílica sobre concreto
  • Waldemar Zaidler (Fiesta) – painel – acrílica sobre madeira
Estação Paraíso
  • Renato Brunello (Equilíbrio) – escultura – mármore
  • Odiléa Toscano (Raios de Sol) – mural – acrílica sobre concreto
Estação Chácara Klabin
  • Marcos Lopes (Tótem Flora Fauna) – painel – chapas de alumínio pintadas
Estação Trianon-Masp
  • Francisco Brennand (Pássaro Rocca) – escultura
  • Wesley Duke Lee (Um Espelho Mágico da Pintura no Brasil) – E-print sobre lona vinílica
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Tempo de visita: 1h22 | 13 obras de arte a serem visitadas
Saída: às 10h00, na Estação República, Nível B – Mezanino, em frente à Linha de Bloqueios

Estação República
  • Bené Fonteles (Século XXI – Resíduos e Vestígios – Vitrine / Cápsulas) – instalação – vitrine com elementos naturais, artesanais, tais como seixos rolados, corais marinhos, cocho de madeira, hastes de madeira e cerâmica
  • Luiz Hermano (Século XXI – Resíduos e Vestígios) – duas obras – instalação – estrutura em ferro soldado, vergalhões e tela de ferro
  • Roberto Mícoli (Século XXI – Resíduos e Vestígios – Grande Cocar) – instalação – alumínio, fibra de vidro, madeira, tinta e resina acrílica
  • Xico Chaves (Século XXI – Resíduos e Vestígios – Luz da Matéria) – mural – pintura e aplicação de materiais diversos sobre fibra de vidro e sobre concreto
Estação Marechal Deodoro
  • Gontran Guanaes Netto (Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão) – painel 4 – óleo sobre compensado naval
  • Gontran Guanaes Netto (Traços das Populações Brasileiras – painel 5 – óleo sobre compensado naval
  • Gontran Guanaes Netto (Marianne) – painel 6 – óleo sobre compensado naval
  • Gontran Guanaes Netto (Marianne) – painel 7 – óleo sobre compensado naval
Estação Palmeiras-Barra Funda
  • Cláudio Tozzi (Movimento) – painel – acrílica sobre tela
  • Emanoel Araújo (A Roda) – escultura – aço carbono
  • José Roberto Aguilar (Senhores do Movimento) – painel – acrílica sobre tela
  • Valdir Sarubbi (Meditação Labiríntica) – painel – acrílica sobre tela e madeira
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“Essa parceria permitirá o acesso de milhões de pessoas a múltiplas intervenções culturais. A produção cultural do estado multiplicada e compartilhada ao vivo e em cores. Atrações de qualidade e gratuitas para a população”, comemora Romildo Campello, Secretário da Cultura do Estado de São Paulo.

“O Metrô é um sistema de transportes sempre aberto às manifestações culturais e artísticas. Já na década de 1970, obras de arte foram instaladas nas estações. Temos obras de renomados artistas, como Tomie Ohtake, Alex Flemming, Antonio Peticov, Claudio Tozzi e Francisco Brennand. Agora vamos abrir espaço para a música, dança e teatro, levando ainda mais opções para nossos usuários”, explica o secretário de Transportes Metropolitanos Clodoaldo Pelissioni.

O Metrô de São Paulo foi pioneiro em estimular os diferentes tipos de projetos na área cultural. Tudo começou com a escultura “Garatuja”, do artista Marcelo Nitsche, exposta na estação Sé, desde 1978. Atualmente, o acervo do Metrô conta com 91 obras de arte dispostas em 37 estações do sistema. O programa Linha da Cultura, a partir de 1986, passou a disponibilizar gratuitamente nas estações espaços para manifestações artísticas das mais variadas formas – artes visuais, exposições fotográficas, performances, apresentações musicais e teatrais.

MCB promove show ‘Retalhos do Brasil – Um piano e onze vozes’ de Christianne Neves

O Museu da Casa Brasileira, instituição da Secretaria da Cultura do Estado, gerido pela Sociedade Civil através da A Casa Museu de Artes e Artefatos Brasileiros, apresenta o show “Retalhos do Brasil – Um piano e onze vozes” com a pianista Christianne Neves, no dia 22 de julho, domingo, às 11h, e entrada gratuita.

 

Inspirada no álbum “Pure Ella” (1994), da cantora Ella Fitzgerald ao lado do pianista Ellis Larkins, Christianne propôs a realização de um CD autoral, também em piano e voz, porém brasileiro. O resultado se concretizou no projeto “Retalhos do Brasil”, que contou com investimento próprio e na valorização de novos compositores.

 

Para a apresentação no MCB, Christianne Neves, que além de pianista é compositora, arranjadora, diretora musical e mestre em Música pela Unicamp, será acompanhada pelos cantores Adriana Godoy, Bia Mendes, Carmina Juarez, Cecilia Rezende, Claudio Curi, Daisy Cordeiro, Fernando Janson, Fernanda Porto (artista convidada), Sonia Polonca, Sueli Vargas e Tania Velloso. No repertório estão inclusas músicas autorais do projeto e também canções do sambista Noel Rosa (1910- 1937) e de Johnny Alf (1929-2010), um dos pioneiros da bossa nova.

 

Em sua trajetória musical, Christianne participou de festivais como o “Nomos Jazz Festival” e “Festival Treterre”, ambos na Itália, e no “Festival de Lapataia”, no Uruguai. A pianista também já se apresentou em países como Escócia, Portugal, Inglaterra e Finlândia.

 

Sobre o projeto Música no MCB
Com edições contínuas desde 1999, o projeto Música no MCB já beneficiou mais de 240 mil pessoas, que tiveram acesso gratuito a shows de grupos como Pau Brasil, Zimbo Trio, Projeto Coisa Fina, Orquestra Bachiana Jovem, Grupo Aum, Mawaca e Traditional Jazz Band, entre outros. As apresentações, que serão realizadas em palco montado no terraço do Museu da Casa Brasileira entre os meses de março e dezembro, reúnem atualmente cerca de 400 espectadores em média a cada domingo.

Sobre o MCB
O Museu da Casa Brasileira, instituição da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, dedica-se à preservação e difusão da cultura material da casa brasileira, sendo o único museu do país especializado em arquitetura e design. A programação do MCB contempla exposições temporárias e de longa duração, com uma agenda que possui também atividades do serviço educativo, debates, palestras e publicações contextualizando a vocação do museu para a formação de um pensamento crítico em temas como arquitetura, urbanismo, habitação, economia criativa, mobilidade urbana e sustentabilidade. Dentre suas inúmeras iniciativas, destacam-se o Prêmio Design MCB, principal premiação do segmento no país, realizado desde 1986; e o projeto Casas do Brasil, de resgate e preservação da memória sobre a rica diversidade do morar no país.

SERVIÇO:

Música no MCB – 19ª temporada

 

JULHO

22/07 – Christianne Neves e Vozes – Retalhos do Brasil

29/07 – OABAND, Big Band da OAB-SP – Regência Maestro Antunes

 

 

 

 

Dia e Horário: Domingos, sempre às 11h00

Entrada gratuita

Local: Museu da Casa Brasileira

Av. Faria Lima, 2.705 – Jd. Paulistano

Tel.: (11) 3032.3727

 

VISITAÇÃO
De terça a domingo, das 10h00 às 18h00
Ingressos: R$ 10 e R$ 5 (meia-entrada) | Crianças até 10 anos e maiores de 60 anos são isentos | Pessoas com deficiência e seu acompanhante pagam meia-entrada
Gratuito aos finais de semana e feriados

Acessibilidade no local
Bicicletário com 40 vagas | Estacionamento pago no local

 

Visitas orientadas: (11) 3026.3913 | agendamento@mcb.org.br | www.mcb.org.br

 

Informações para a imprensa – Museu da Casa Brasileira

Suzana Gnipper – (11) 3026-3910 | comunicacao@mcb.org.br

Jaqueline Caires – (11) 3026-3900 | analistacomunicacao@mcb.org.br

Diane Nascimento – (11) 3026-3900 | estcomunicacao@mcb.org.br

 

Informações para a imprensa – Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo

Stephanie Gomes – (11) 3339-8243 | stgomes@sp.gov.br

Elisabete Alina – (11) 3339-8164 | betealina.culturasp@gmail.com

 

 

Guri da capital e Grande São Paulo abre inscrições para os cursos de música no 2º semestre

A partir da próxima semana, crianças e adolescentes podem ser matriculados nas dezenas de cursos oferecidos por um dos principais programas de formação de SP

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Maratona Infantil do MIS entra em clima de suspense na edição de Julho

Evento integra a programação paralela da exposição Hitchcock – Bastidores do suspense, recém-inaugurada. Além das atividades dentro da temática, a Maratona traz música, fotografia, cinema e artes visuais para toda a família

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Castello Branco é a atração do Estéreo MIS de Julho

Carioca se apresenta no dia 20 de julho, sexta-feira. Os ingressos podem ser adquiridos a partir do dia 13.07, às 12h, no site da Ingresso Rápido e na recepção do Museu

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Com música, circo e teatro, Secretaria da Cultura do Estado e Metrô realizam projeto SP Cultura no Metrô – confira a programação

Iniciativa leva apresentações artísticas para estações do Metrô, além do projeto “Músicos de Rua”

 

Desde o dia 28 de junho, quem passa por estações do Metrô da capital paulista se surpreende com uma programação cultural especial. O projeto SP Cultura no Metrô leva atrações para estações das linhas 1-Azul, 2-Verde e 3-Vermelha do Metrô e agita o cotidiano da cidade mais populosa do Brasil.

 

Na próxima semana, as estações São Judas, Luz, Ana Rosa, Paraíso, Tatuapé, Brás, Sé, República e Marechal Deodoro receberão apresentações de música, circo e teatro. Confira a programação:

 

PROGRAMAÇÃO – 16 a 20 de julho

 

16 de julho, segunda-feira

 

Estação São Judas – Linha 1 Azul

17h00 – Yunei Rosa (MPB/Black) [música]

 

Estação Ana Rosa – Linha 2 Verde

12h00 – Paulo Neto canta Belchior [música]

 

Estação Tatuapé – Linha 3 Vermelha

17h00 – Suellen Luz (MPB) [música]

 

17 de julho, terça-feira

 

Estação Luz – Linha 1 Azul

17h00 – Nélio Henrique (Sertanejo) [música]

 

Estação Brás – Linha 3 Vermelha

12h00 – Trio Beijo de Moça (Forró) [música]

 

Estação República – Linha 3 Vermelha

17h00 – Paulo Neto canta Belchior [música]

 

18 de julho, quarta-feira

 

Estação Paraíso – Linha 2 Verde

12h00 – Fabiano Rodrigues (Sertanejo) [música]

 

Estação Sé – Linha 3 Vermelha

17h00 – Cia. Bubiô Ficô Lô apresenta “Tuingo e Bastião – Uma dupla de Baião” [circo]

Estação Marechal Deodoro – Linha 3 Vermelha

10h00 – Três cenas do espetáculo “Insones”, de Victor Nóvoa [teatro]

 

19 de julho, quinta-feira

 

Estação São Judas – Linha 1 Azul

17h00 – Trio Beijo de Moça (Forró) [música]

 

Estação Ana Rosa – Linha 2 Verde

12h00 – Suellen Luz (MPB) [música]

 

Estação Tatuapé – Linha 3 Vermelha

17h00 – Cia. Bubiô Ficô Lô apresenta “Tuingo e Bastião – Uma dupla de Baião” [circo]

 

20 de julho, sexta-feira

 

Estação Luz – Linha 1 Azul

12h00 – Trio Beijo de Moça (Forró) [música]

 

Estação Brás – Linha 3 Vermelha

12h00 – Suellen Luz (MPB) [música]

 

Estação Sé – Linha 3 Vermelha

17h00 – Banda Rarefeito 011 (Rock) [música]

 

As atividades vão até dezembro de 2018 e serão divididas em duas frentes:

 

Arte Cultura nas Estações – apresentações de teatro, música e dança em estações do Metrô. Até dezembro, serão realizadas 75 intervenções culturais.

 

Músicos de Rua – apresentações de músicos profissionais ou amadores nas estações do Metrô. Os interessados deverão se inscrever em chamamento disponível em breve no site da Secretaria da Cultura – www.cultura.sp.gov.br.

 

“Esta parceria permite o acesso de milhões de pessoas a múltiplas intervenções culturais. A produção cultural do estado multiplicada e compartilhada ao vivo e em cores. Atrações de qualidade e gratuitas para a população”, comemora Romildo Campello, secretário da Cultura do Estado de São Paulo.

 

“O Metrô é um sistema de transportes sempre aberto às manifestações culturais e artísticas. Já na década de 1970, obras de arte foram instaladas nas estações. Temos obras de renomados artistas, como Tomie Ohtake, Alex Flemming, Antonio Peticov, Claudio Tozzi e Francisco Brennand. Agora vamos abrir espaço para a música, dança e teatro, levando ainda mais opções para nossos usuários”, explica o secretário de Transportes Metropolitanos Clodoaldo Pelissioni.

 

O Metrô de São Paulo foi pioneiro em estimular os diferentes tipos de projetos na área cultural. A primeira é a escultura “Garatuja”, do artista Marcelo Nitsche, na estação Sé, desde 1978. Atualmente, o acervo do Metrô conta com 91 obras de arte dispostas em 37 estações do sistema. O programa Linha da Cultura, a partir de 1986, passou a disponibilizar gratuitamente espaços para manifestações artísticas das mais variadas formas – artes visuais, exposições fotográficas, performances, apresentações musicais e teatrais – nas estações.

 

O sistema metroviário paulista possui 89,7 quilômetros de extensão e 79 estações, transportando 4,5 milhões de usuários por dia. Pela quarta vez consecutiva, foi eleito como o melhor serviço de transporte da cidade de São Paulo em pesquisa realizada do Instituto Datafolha.

 

Mais informações à imprensa
Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo – Assessoria de Imprensa

Stephanie Gomes (11) 3339-8243 | stgomes@sp.gov.br

Bete Alina (11) 3339-8164 | betealina.culturasp@gmail.com

 

 

Orquestra do Theatro São Pedro apresenta programa de câmara com a temática das constelações do zodíaco

Grupo interpreta peças de Stockhausen, Pärt, Lindberg e Barber em espetáculo que une música, performance e jogo de luzes especial, nos dias 21 e 22 de julho

 

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Grupos Infantis e Juvenis do Guri se apresentam em diversos espaços culturais da capital paulista durante as férias de julho

Serão dez concertos até o fim do mês, da música clássica a popular, com convidados brasileiros e internacionais de importantes instituições como a Juilliard School (EUA) e o projeto El Sistema (Venezuela), integrando crianças e adolescentes do Guri com a EMESP Tom Jobim, outro programa de formação musical gerido pela Santa Marcelina Cultura. Todos com entrada gratuita

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Projeto Guri faz apresentação no Festival de Música e Literatura de Taubaté

Projeto Guri estará presente em evento que receberá outros 1500 artistas

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2º semestre: Fábricas de Cultura abrem inscrições para ateliês de diversas linguagens artísticas

Música, artes visuais, multimeios, criatividade e tecnologia, literatura, circo, dança e teatro fazem parte das aulas gratuitas, oferecidas para crianças e jovens. Faça sua inscrição!

 

Quer fazer aulas de circo, dança ou teatro? As Fábricas de Cultura das zonas Norte e Sul da cidade estão com inscrições abertas para ateliês de diversas linguagens artísticas, como música, artes visuais, multimeios, criatividade e tecnologia, literatura, circo, dança e teatro, para o segundo semestre. Todas as atividades das Fábricas – instituições da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo, gerenciadas pela Poiesis – são gratuitas e são oferecidas para crianças e jovens até 21 anos. As inscrições devem ser feitas na recepção de cada unidade, e recomenda-se ligar antes para checar o número de vagas disponíveis. Confira os principais destaques:

 

A Fábrica de Cultura Capão Redondo oferece aulas de artes visuais, que propõem a vivência de técnicas artísticas para impressão de estampas em tecido, por meio do carimbo, estêncil, bordado, serigrafia, pintura e colagem. Os ateliês vão de 8 de agosto a 10 de outubro, às quartas-feiras, das 17h30 às 20h30. São oferecidas 15 vagas para maiores de 14 anos.

 

Ainda na zona Sul, a Fábrica de Cultura Jardim São Luis terá aulas de danças urbanas e de capoeira de Angola. As primeiras tratarão das variações da cultura hip hop, que foi importada; já as outras abordarão as origens da cultura brasileira com a capoeira, ao som de berimbaus, pandeiros e cantigas. Todas as aulas serão de 11 de agosto a 24 de novembro, aos sábados, das 14h às 17h. As danças urbanas são oferecidas para maiores de 14 anos e a capoeira para maiores de 12 anos.

 

A Fábrica de Cultura Brasilândia realiza ateliês de literatura e escrita criativa, de 7 de agosto a 29 de novembro, às terças e quintas-feiras, das 14h às 16h45. Por meio de jogos e brincadeiras, os aprendizes irão criar quadrinhos, contos, músicas ou histórias. São oferecidas 20 vagas para crianças de 8 a 12 anos.

 

Na Fábrica de Cultura Jaçanã, os aprendizes de 8 a 15 anos podem participar dos ateliês de iniciação de circo, de 7 de agosto a 27 de novembro, às terças e quintas-feiras, das 9h às 11h45. A proposta é promover a experimentação e o aprimoramento do controle motor e do desenvolvimento físico e psicossocial, por meio das técnicas circenses.

 

E, por fim, na Fábrica de Cultura Vila Nova Cachoeirinha, acontecerão as aulas de teatro para crianças de 8 a 12 anos, de 8 de agosto a 30 de novembro, das 9h às 11h45. A partir de jogos teatrais e infantis, será estimulado o desenvolvimento da imaginação, autonomia, cidadania e coletividade. A iniciação da criação teatral também promove reflexões sobre o mundo, o país, a comunidade, a família e até sobre si mesmo.

 

SOBRE AS FÁBRICAS DE CULTURA

As Fábricas de Cultura são espaços de acesso gratuito que disponibilizam diversas atividades artísticas. Criadas com o objetivo de ampliar o conhecimento cultural por meio da interação com a comunidade, as Fábricas oferecem uma programação cultural diversificada. Em cada unidade você encontrará: cursos e atividades, bibliotecas e estúdios de gravação.

Em 2018, as unidades das zonas norte e sul (Brasilândia, Capão Redondo, Jaçanã, Jardim São Luís e Vila Nova Cachoeirinha) contam com o patrocínio da Via Varejo – Casas Bahia por meio da Lei Rouanet. O apoio contribui com atividades de formação, saídas pedagógicas, programação cultural e projetos de tradução em Libras.

 

SOBRE A POIESIS

A Poiesis – Organização Social de Cultura é uma organização social que desenvolve e gere programas e projetos, além de pesquisas e espaços culturais, museológicos e educacionais, voltados para a formação complementar de estudantes e do público em geral. A instituição trabalha com o propósito de propiciar espaços de acesso democrático ao conhecimento, de estímulo à criação artística e intelectual e de difusão da língua e da literatura.

 

Telefone: (11) 5822-5240

 

Fábrica de Cultura Vila Nova Cachoerinha

Rua Franklin do Amaral, 1575

Telefone: (11) 2233-9270

 

Fábrica de Cultura Jardim São Luís

Rua Antônio Ramos Rosa, 651

Telefone: (11) 5510-5530

 

Fábrica de Cultura Brasilândia

Avenida General Penha Brasil, 2508

Telefone: (11) 3859-2300

 

Fábrica de Cultura Jaçanã

Entrada 1: Rua Raimundo Eduardo da Silva, 138

Entrada 2: Rua Albuquerque de Almeida, 360

Telefone: (11) 2249-8010

 

Funcionamento de todas as unidades: de terça a sexta-feira, das 9h às 20h, e finais de semana e feriados das 12h às 17h

Site: www.fabricasdecultura.org.br

 

Poiesis – Assessoria de Imprensa

Carla Regina – Coordenação | (11) 4096-9827 | carlaregina@poiesis.org.br

Marcela Reis | (11) 4096-9857 | marcelareis@poiesis.org.br

Victória Durães | (11) 4096-9810 | victoriaoliveira@poiesis.org.br

 

Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo – Assessoria de Imprensa

Stephanie Gomes – stgomes@sp.gov.br  – (11) 3339-8243

Bete Alina Skwara – betealina.culturasp@gmail.com – (11) 3339-8164

 

Conjunto de Metais do Conservatório de Tatuí faz concerto no Metrô de São Paulo

Grupo encantou a plateia na Estação da Sé na última quarta-feira, dia 04, pelo projeto “SP Cultura no Metrô”

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Com música, dança e teatro, Secretaria da Cultura do Estado e Metrô lançam projeto SP Cultura no Metrô

Iniciativa levará apresentações artísticas para estações do Metrô, além do projeto “Músicos de Rua”
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Notas Contemporâneas do MIS recebe Sérgio Reis em julho

Cantor e compositor conhecido por clássicos da música sertaneja como ‘Menino da porteira’, ‘Panela ‘ e ‘Pinga ni mim’ recebe o público para um bate-papo musical sobre sua carreira, enquanto a Banda MIS interpreta suas canções. Evento acontece no dia 18, quarta-feira, às 20h, com entrada gratuita

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Museu Felícia Leirner e Auditório Claudio Santoro recebem Coral das Meninas Cantoras de Campos do Jordão

Apresentação acontece no domingo, 15 de julho, das 11h às 12h, na Concha Acústica das instituições

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Grupo Noneto de Casa lança o álbum ‘Rebuscando’ no Museu da Casa Brasileira

No repertório da apresentação, que acontece no dia 08 de julho, estão músicas do novo CD e canções de Hermeto Pascoal

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Conheça os novos projetos culturais e a campanha ambiental do GovernoSP!

As secretarias de Estado da Cultura e do Meio Ambiente lançam, no dia 4/7, quarta-feira, às 10h, no auditório da Biblioteca de São Paulo, os projetos SP Cultura no Parque e SP Circo no Parque, e a campanha #SOMOSPRIMATAS.

Cultura – No evento serão assinadas as resoluções criando  dois programas culturais que terão inscrições abertas nas próximas semanas.  O objetivo das ações culturais é valorizar a apresentação cultural, artística e circense em espaços públicos, aproximando artistas e usuários dos parques urbanos, além de estimular a difusão das manifestações culturais. A SMA cederá os parques urbanos sob sua administração e a Cultura ficará responsável por credenciar artistas interessados em se apresentar nesses espaços. Estarão abertas inscrições para: circo, teatro, dança, música, manifestações folclóricas e da cultura popular, música, dança, literatura e poesia, lutas de exibição, inclusive capoeira, artes visuais e produção de artesanato.

Meio Ambiente – Para sensibilizar e educar a população quanto às dificuldades enfrentadas pelos primatas (a violência em razão da febre amarela é um exemplo) e propor ações para sua proteção e conservação será lançada a campanha #SOMOSPRIMATAS.  O foco da campanha são 10 espécies paulistas seriamente ameaçadas: Muriqui-do-sul, Bugio-ruivo, Mico-leão-preto, Mico-leão-da-cara-preta, Macaco-prego, Bugio-preto, Sauá ou Guigó, Sagui-da-serra-escuro, Sagui-de-tufos-pretos, Sagui-de-tufos-brancos. Na ocasião haverá também o lançamento do Guia de Observação de Primatas de São Paulo, que traz uma relação das Unidades de Conservação onde esses macacos podem ser avistados, e da 2ª edição do Passaporte Trilhas de São Paulo, com informações atualizadas sobre as trilhas nos parques do estado.

Apresentação musical – A artista Aidée Cristina e a BaseRegional fará uma apresentação no espaço. Nascida em São Paulo e vinda de família Pernambucana, Aidée Cristina, sempre esteve junto aos ritmos brasileiros como percussionista, compositora e integrante da banda Samba de Rainha. Em 2016 reuniu todas as suas influências musicais também abrangendo o baião, o carimbó, o maracatu, o xaxado, para dar corpo ao projeto intitulado AidéeCristina e aBaseRegional,  desta vez, apresentando-se como intérprete e cantora.

No repertório deste projeto, um passeio sobre o cancioneiro nacional visitando canções de ponta a ponta do país, ora cantando baiões de Luiz Gonzaga, forrós de Dominguinhos, ora trazendo canções do recôncavo baiano, de Jackson do Pandeiro, contemporâneos como Marisa Monte, Roberta Sá, Zeca Baleiro, Elba Ramalho, Carlinhos Brown e duas pinceladas de músicas autorais cheias de balanço, sempre com arranjos focados no ritmo esfuziante do Brasileiro Regional. Uma apresentação para se alegrar e dançar.

 

Onde

Apresentações gratuitas de música e dança em Cidade Tiradentes

Quem passa pela Avenida Paulista aos domingos já se acostumou com as inúmeras apresentações musicais no percurso da via. No entanto, em bairros mais afastados do centro, atividades culturais nas ruas, apesar de regulamentadas, não acontecem com tanta frequência. Com o objetivo de mudar este cenário, a Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo criou o projeto “SP Cultura na Rua”, que leva shows gratuitos para as periferias de São Paulo.

A iniciativa já passou pelos bairros Cidade Tiradentes, Vila Nova Cachoeirinha, Capão Redondo, Jardim São Luís, Brasilândia, Belém e Jaçanã, e retorna para Cidade Tiradentes no próximo sábado, 30 de junho, no coreto da Av. dos Metalúrgicos, das 13h00 às 17h00, com os cantores Juci Nascimento, Rachell Luz e Karin Martins e o grupo de dança Mickey Dancers.

 

Conheça os artistas

Música

Juci Nascimento já atuou em Big Bands cantando os mais variados estilos musicais. Desde 2010, se apresenta em cruzeiros marítimos pela costa brasileira e Europa. Atualmente, também é vocalista na Seleção Brasileira de Rock’n Roll – projeto que reúne grandes nomes do Rock nacional e internacional – e desenvolve seu trabalho solo em voz e violão em bares e hotéis de São Paulo, com repertório que inclui pop rock nacional e internacional e MPB.

Rachell Luz, cantora e compositora paulistana, foi vocalista da banda de forró “Forrueiros”. Morou nos Estados Unidos por quase cinco anos, onde formou-se como cantora e compositora e gravou seu primeiro disco autoral “Kel”, em 2016, com a participação de Seu Jorge. Suas músicas mesclam influências brasileiras com o pop norte-americano. Rachell já dividiu o palco e projetos com Marcos Valle, Guinga e Seu Jorge e atua com grande influência de ídolos como Milton Nascimento, Marisa Monte, Gilberto Gil, Tim Maia, Lenine, Fagner, Elba Ramalho e Elis Regina.

Foto: Mike Bonfim

Karin Martins despertou para a música aos três anos de idade, quando dedilhou as cordas do violão de seu avô e tirou as primeiras melodias. Começou a estudar música ainda criança e, mais tarde, conquistou a Argentina, onde foi convidada para tocar músicas brasileiras em diversas casas. Karin, que divide seu tempo entre a carreira musical e a preparação vocal de cantores e atores, mistura as raízes da MPB com Samba Jazz e Groove. Seu primeiro álbum, “Quem é você?”, foi lançado em 2016.

Dança

O grupo de dança Mickey Dancers apresenta coreografias diversas, especialmente zumba e ritmos, nas Fábricas de Cultura da Zona Leste. O grupo existe há cinco anos e é formado por dez integrantes

Onde

Osesp recebe Anna Caterina Antonacci para apresentações na Sala São Paulo

Na última semana de junho, a Osesp recebe a soprano italiana Anna Caterina Antonacci em dois concertos da Temporada 2018. Sob o comando de Marin Alsop, Regente Titular e Diretora Musical da Orquestra, as apresentações acontecem nos dias 28 e 29 e também contam com a participação do Coro da Osesp. Os ingressos custam entre R$50,00 e R$222,00, e podem ser adquiridos no site da Ingresso Rápido ou na bilheteria da Sala São Paulo.

Antonacci será solista em duas obras do compositor italiano Hector Berlioz, A Cativa, Op.12 e A Morte de Cleópatra, esta última baseada no poema de Pierre-Ange Vieillard. Considerada uma das mais destacadas sopranos de sua geração, a italiana já venceu importantes prêmios como o Voci Verdiane e o Grand Prix Maria Callas e é presença constante nas temporadas das mais importantes casas de ópera do mundo, como o La Scala de Milão, Royal Opera de Londres, Grand Théâtre de Genebra e Ópera de Viena.

Seu repertório operístico inclui os principais papéis em peças de Rossini, Mozart, Gluck, Berlioz, Bizet entre outros. E, como se não bastasse, ao longo de sua carreira, tem se apresentado com nomes como Riccardo Muti, John Eliot Gardiner, Antonio Pappano e Daniel Oren.

Completando o repertório das apresentações em São Paulo, o Coro da Osesp junta-se à Orquestra na obra Daphnis et Chloé: Suíte nº 2, de Ravel, uma das obras-chave da música moderna. O programa conta ainda com Don Juan, Op.20, de Richard Strauss, e a orquestração de André Caplet da obra Clair de Lune, de Debussy.

 

Onde

Inscrições abertas para o Festival de Música Instrumental de Araçatuba

Em 2018, o MIA – Festival de Música Instrumental de Araçatuba convida o público para se inscrever e apresentar-se na 4º edição do Festival! Estão convidados artistas solos, duos, trios, quartetos e coletivos instrumentais do interior, litoral e região metropolitana do Estado de São Paulo. Para cadastrar sua proposta de apresentação musical, basta acessar http://bit.ly/festivalmia

Neste ano, o MIA desenvolve seu flerte com a inovação e a experimentação na música independente, e consolida a ocupação de sua programação pelos espaços públicos de Araçatuba, por meio de 13 Pontos Instrumentais. A programação, focada em atividades formativas e Pontos Instrumentais, será definida em breve.  A atividade é uma realização das Oficinas Culturais, programa da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo gerenciado pela Poiesis, em parceria com a Prefeitura Municipal de Araçatuba.

Edições anteriores

 

Em 2014, a POIESIS – Instituto de Apoio à Cultura, à Língua e à Literatura, por meio de seu Programa Oficinas Culturais, criou a festa da música instrumental no interior do estado de São Paulo. O projeto, que nasceu com o intuito de ser uma itinerância anual, teve sua primeira edição em Presidente Prudente, sob o título de MIPP (Música Instrumental em Presidente Prudente), levando nomes como Trio Corrente, Raul de Souza, David Feldman, Fúlvio Oliveira, Helton Ribeiro e Ricardo Herz.

Em 2015, seguindo o propósito de itinerância pelo estado, o evento aconteceu na cidade de Araçatuba, com público de quatro mil pessoas, em oito shows e dez atividades formativas, focadas nas áreas de guitarra, percussão, produção e fotografia de shows, realizadas em Araçatuba, Andradina, Birigui, Ilha Solteira e Penápolis. A programação foi composta por Duofel, Leo Gandelman, Ronaldinho do Cavaquinho, Mano a Mano Trio, Zé Renato Gimenes e Cássio Martins, JAZZA4, Catimba Manouche, Grupo 12MÃOs, Marco Aurélio Olímpio, Rômulo Nardes e Gustavo Cék (Bixiga 70), Marcus Almeida, Heraldo Paarmann, Jacques Figueras, Júlio Mouro e Daniel Freitas. Com a efervescência de sua música instrumental local, uma nova marca é criada e o Brasil passa a ter um novo momento de promoção, visibilidade e celebração do instrumento na música: MIA – Festival de Música Instrumental de Araçatuba.

No mês de agosto de 2016, a terceira edição do festival levou diferentes públicos e estilos: rock, jazz, choro, forró, samba, funk, fusion e música caipira. Compuseram a programação: Thiago Espirito Santo, Orquestra Paulistana de Viola Caipira, Fulvio Oliveira Trio, Mauricio Zottarelli Quarteto, e ainda os araçatubenses Fast Fusion, Gigantes da Boemia e Zé Renato Gimenes. Além da troca entre músicos e plateia, o festival ainda contemplou os estudiosos com atividades formativas de bateria, guitarra e improvisação musical.

Em setembro de 2017, a quarta edição apontou o novo rumo do Festival, passando a flertar com a inovação e a experimentação na música independente. Numa troca de gerações, recebeu o show do Grupo Pau Brasil com a Quartabê, workshops de Mariá Portugal, Ricardo Mosca, Edu Ribeiro, Arismar do Espirito Santo, além de bate-papo, apresentação e itinerância regional da banda ATR. E, ainda, realizou a proposta piloto de pulverizar a programação, com apresentações de solos, duos, quartetos e trios araçatubenses em oito espaços públicos da cidade, como terminais rodoviários, centros comerciais, ruas e praças.

“SP Cultura no Metrô” leva música, dança e teatro para diversas estações

A partir do dia 28/6, o projeto SP Cultura no Metrô levará programação especial para diversas linhas do Metrô da capital paulista. Além de espetáculos de teatro, música e dança, também serão realizadas apresentações de músicos profissionais ou amadores, que poderão se inscrever através de chamamento que estará disponível em breve no site da Secretaria da Cultura do Estado.

O lançamento da iniciativa acontece no dia 28/6, às 10h, na Estação da Sé da Linha 3-Vermelha, com apresentação da Big Band da Orquestra Jazz Sinfônica. Participam da abertura o secretário da Cultura do Estado Romildo Campello, o secretário de Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni e o presidente do Metrô, Paulo Menezes.

As atividades vão até dezembro de 2018 e serão divididas em duas frentes:

  • Músicos de Rua – apresentações de músicos profissionais ou amadores nas estações do Metrô.
  • Arte Cultura nas Estações – apresentações de teatro, música e dança em estações do Metrô. Na primeira semana, serão realizados 13 espetáculos – confira a agenda abaixo. Até dezembro, serão realizadas 75 intervenções culturais.

 

PROGRAMAÇÃO – 28 e 29 de junho

Linha 3 – Vermelha

 

Estação Sé

9h00 – Caco Mattos, “Dança Comigo” [dança]

10h00 – Big Band da Orquestra Jazz Sinfônica [música]

Estação República

12h00 – Vanitta, cover da Anitta [música]

Estação Marechal Deodoro

12h00 – Quarteto de Cordas da Academia da OSESP [música]

Estação Tatuapé

12h00 – Jazz Sinfônica [música]

Estação Brás

17h00 – Nélio Henrique e Alan [sertanejo]

 

Linha 1 – Azul

 

Estação Luz

11h00 – São Paulo Companhia de Dança, “Pivô [dança]

Estação São Judas

17h00 – Trio Beijo de Moça [Forró]

 

Linha 2 – Verde

 

Estação Paraíso

15h00 – Suellen Luz, “Um Passeio Pela Música Brasileira” [pop]

Estação Ana Rosa

16h00 – Caminho Suave [reggae]

Linha 3 – Vermelha

 

Estação República

12h00 – Quarteto de Metais da Academia da OSESP [música]

Estação Tatuapé

15h00 – Banda Sinfônica da Fábrica de Cultura Sapopemba [música]

 

Linha 1 – Azul

 

Estação Luz

17h00 – Power Mix Crew [dança de rua]

“A parceria permitirá o acesso de milhões de pessoas a múltiplas intervenções culturais. A produção cultural do estado multiplicada e compartilhada ao vivo e em cores. Atrações de qualidade e gratuitas para a população.”
Romildo Campello
Secretário da Cultura do Estado

“O Metrô é um sistema de transportes sempre aberto às manifestações culturais e artísticas. Já na década de 1970, obras de arte foram instaladas nas estações. Temos obras de renomados artistas, como Tomie Ohtake, Alex Flemming, Antonio Peticov, Claudio Tozzi e Francisco Brennand. Agora vamos abrir espaço para a música, dança e teatro, levando ainda mais opções para nossos usuários”, explica o secretário de Transportes Metropolitanos Clodoaldo Pelissioni.

O Metrô de São Paulo foi pioneiro em estimular os diferentes tipos de projetos na área cultural. A primeira é a escultura “Garatuja”, do artista Marcelo Nitsche, na estação Sé, desde 1978. Atualmente, o acervo do Metrô conta com 91 obras de arte dispostas em 37 estações do sistema. O programa Linha da Cultura, a partir de 1986, passou a disponibilizar gratuitamente espaços para manifestações artísticas das mais variadas formas – artes visuais, exposições fotográficas, performances, apresentações musicais e teatrais – nas estações.

O sistema metroviário paulista possui 89,7 quilômetros de extensão e 79 estações, transportando 4,5 milhões de usuários por dia. Pela quarta vez consecutiva, foi eleito como o melhor serviço de transporte da cidade de São Paulo em pesquisa realizada do Instituto Datafolha.

Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão estreia sua 49ª edição!

Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão chega a sua 49ª edição em 2018. De 30 de junho a 29 de julho, o maior evento de música clássica da América Latina oferece uma extensa programação de concertos para todos os gostos e plateias. Grandes obras do repertório sinfônico e camerístico, recitais solo e música coral estão entre as atrações – que já é um clássico das férias de inverno em São Paulo.

A abertura oficial será no próximo dia 30, às 20h30, no Auditório Claudio Santoro, com um concerto da Osesp sob a regência de sua diretora musical e regente titular Marin Alsop. Já no dia 07/07 (Auditório Claudio Santoro), a Osesp, regida mais uma vez por Marin Alsop, se apresenta com a participação dos bolsistas mais bem classificados dessa edição.

São cerca de 90 apresentações – a maioria gratuita –, que acontecem tanto nos palcos de Campos do Jordão (Auditório Claudio Santoro, Praça do Capivari, Capela do Palácio e Igreja de Santa Terezinha), quanto da capital paulista (Sala São Paulo e Sala do Coro), reunindo prestigiados artistas nacionais e internacionais, entre solistas convidados, grupos de câmara em diversas formações, e orquestras de São Paulo e de outros estados.  A programação completa está aqui.

Parte fundamental do Festival é seu núcleo pedagógico, que mais uma vez, está concentrado na Sala São Paulo: são 198 bolsistas de todo o Brasil e de diversas partes do mundo que, além de participarem de aulas e ensaios com mais de 50 professores brasileiros e estrangeiros, se apresentam durante todo o mês de julho integrando os três principais grupos do evento – a Orquestra do Festival, a Camerata do Festival e o Grupo de Música Antiga do Festival – e ainda em concertos de câmara gratuitos ao lado de seus professores.

OSESP + Marin Alsop - Foto: Natalia Kikuchi

“O repertório da Orquestra do Festival é exigente, ambicioso, não costuma fazer parte da vida de orquestras jovens”, diz o violonista Fábio Zanon, coordenador artístico do festival, que, gerido pela Fundação Osesp, tem direção de Arthur Nestrovski, Marcelo Lopes e consultoria de Marin Alsop.

No final do mês, a Osesp faz mais dois concertos especiais: dias 26/07 (qui, 20h30, Sala São Paulo) e 27/07 (sex, 20h30, Auditório Claudio Santoro), sob a batuta do britânico Alexander Shelley (regente associado da Royal Philharmonic Orchestra de Londres), com os violinistas Emmanuele Baldini e Davi Graton como solistas.

O 49º Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão é uma realização da Secretaria de Cultura do Governo do Estado de São Paulo, em parceria com a Fundação Osesp, a Prefeitura de Campos do Jordão e um mix de empresas da iniciativa privada. A direção executiva é de Marcelo Lopes; a direção artística é de Arthur Nestrovski; a coordenação artístico-pedagógica é de Fábio Zanon; e a consultoria artística é de Marin Alsop.

"O Festival de Campos de Jordão, em sua 49ª edição, se consolida como o maior festival de música clássica da América Latina. Mais do que isso, oferece também a possibilidade de intercâmbio de conhecimento entre os alunos de vários estados e países, bem como a oportunidade de aprendizado com os maiores nomes da música erudita contemporânea."
Romildo Campello
Secretário de Cultura do Estado

Onde

Museu da Casa Brasileira celebra São João com Xaxado Novo

O Museu da Casa Brasileira traz a música nordestina no Dia de São João, 24/6, domingo, às 11h, com o grupo Xaxado Novo em uma apresentação especial gratuita para lançamento do CD “Xaxado Novo Ao Vivo”.

Formado em 2013, o grupo vai além da sonoridade e se caracteriza com figurino regional durante os shows, entre chapéus e coletes que remetem aos caboclos, vaqueiros e cangaceiros. Em 2016, o grupo lançou o seu primeiro álbum, “Sertão Cigano”, com músicas próprias e releituras.

Composto por músicos pesquisadores de culturas tradicionais, o Xaxado Novo tem influências da história de diversos povos, como os ciganos e árabes, grupos fomentadores da música nordestina. Além disso, há a valorização de tradições ao utilizar instrumentos como a rabeca, que se espalhou pelo Nordeste no século XVIII, e também do souzafone, o surdo de samba e o davul.

 

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Alunos da EMESP apresentam recital de piano no MuBE

Quinze alunos da classe de piano da EMESP Tom Jobim – Escola de Música da Secretaria da Cultura do Estado – participarão no próximo domingo, dia 24/6, às 16h, da série “Recitais de Piano” do Museu Brasileiro de Escultura e Ecologia (MuBE). Os jovens pianistas se apresentam no auditório do museu (Rua Alemanha, 221 – Jd. Europa), em programação gratuita e aberta ao público.

Participam do recital crianças e adolescentes, com idades entre 8 e 23 anos: Gabriel Matte, Emilly Alberto, Tiago Bovo, Lucca Verdi, Helen Rocha, Caio Vital, Jonathan Marim, Mariana Amato, Sara Bello, Fernando Gomes, Daniel Pereira, Gabriel Beck, Huiyi Feng, Eric Bueno e Ingrid Uemura. O repertório da apresentação será focado em compositores clássicos, com peças de diferentes níveis de complexidade, abrangendo Bach, Villa-Lobos, Tchaikovsky, Haydn, Schubert, Debussy, entre outros.

Luiz Guilherme Pozzi, professor da EMESP e diretor da série ‘Recitais de Piano’ do MuBE, frisa o quanto essa experiência deve ser valorizada por músicos que estão iniciando sua trajetória. “É muito importante para os alunos que passam pela EMESP saírem de dentro da escola e se apresentarem para o público, principalmente em um palco onde grandes pianistas já se apresentaram. Isso oferece aos alunos uma prévia da atmosfera da vida  profissional”, afirma Pozzi.

A Emesp Tom Jobim oferece formação musical tanto nas áreas da música erudita e popular. Os recitais, além de proporcionar experiência e vivência musical – pilares do projeto artístico-pedagógico da Escola – oferecem ao público a oportunidade de conhecer os novos talentos da música brasileira, muitos deles vencedores de concursos internacionais.

 

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Foto: Fabiana de Sousa

Aniversário da Fábrica de Cultura da Brasilândia terá programação especial

Há quatro anos a Fábrica de Cultura Brasilândia, a mais nova das unidades da zona norte, iniciava seus trabalhos na região. Para celebrar a data, a instituição realiza no dia 23/6, sábado, a partir das 9h, diversas atividades especialmente pensadas para o público.

A programação reúne shows com a banda Calango Brabo e Sinfônica infanto-juvenil do Guri, oficina de zumba, espetáculos de dança cigana e afro-brasileiras,  apresentação do espetáculo circense “Cabaré Palha Assada”, sessões de cinema da Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental e apresentação com o Mágico Rodrigo.

No “Cabaré palha assada”, os Filhos da Trupe contam histórias com muita música e se envolvem em diversas trapalhadas em um espetáculo para toda a família. A apresentação, que acontece às 11h30, une acrobacias, mágicos e muita palhaçada.

Em Dança: forma, técnica e diásporas africanas, o grupo Identidade e Movimento conta a história da escravização na época da colonização europeia. O espetáculo, apresentado às 13h30, mescla técnicas de dança contemporânea, africana, capoeira e hip-hop.

Misturando ritmos regionais nordestino com rock, a banda Calango Brabo apresenta às 14h30 o rock do sertão, que traz no repertório a predominância do baião, maracatu, maculelê, coco e forró, sobrepostos pelas guitarras e bateria presentes no rock, pop e reggae.

 

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Banda Tuyo se apresenta no Estéreo MIS de junho

Na sexta-feira, 29/6, o Museu da Imagem e do Som – MIS SP, instituição da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, recebe show com o trio paranaense Tuyo. A apresentação acontece dentro do projeto mensal do Museu dedicado à música independente, o Estéreo MIS.

Tuyo é um trio de folk futurista que cria uma fusão entre o orgânico e o sintético num labirinto de voz, violão e beat. Com um som flutuante, letras existenciais e elementos lo-fi, o trio de compositores paranaenses mescla o violão denso de Jean Machado com o trabalho vocal audacioso das irmãs Lio e Lay Soares. Sem medo de sair da superfície, Lio, Lay e Jean dialogam ora com a poesia da América Latina, ora com a ferocidade irônica que a vida exige.

Em 2017, a Tuyo lançou o clipe do single “Amadurece e Apodrece” e seu EP de estreia, “Pra Doer”. Com quatro faixas, o álbum apresenta um trabalho consistente e carregado de identidade, trazendo a fluidez entre o antigo e o recente.

O show acontece no dia 29 de junho, às 21h30, no Auditório MIS (172 lugares). Os ingressos podem ser adquiridos a partir da sexta-feira, 22.06, às 12h00, no site da Ingresso Rápido e na recepção do MIS.

 

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Toquinho é o convidado do Notas Contemporâneas de junho no MIS

Em Junho, o programa Notas Contemporâneas do MIS, instituição da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, convida o cantor e compositor Toquinho – autor de grandes clássicos da música brasileira, como Aquarela, O Caderno e Tarde em Itapuã, para um bate-papo sobre sua carreira, mediado por Cleber Papa, curador do projeto, enquanto a Banda MIS interpreta seus sucessos no palco. O público presente poderá interagir e enviar perguntas a Toquinho durante o evento.

O Notas Contemporâneas acontece no dia 20/6, às 20h, no Auditório MIS (172 lugares). O ingresso, gratuito, deve ser retirado com 1h de antecedência na bilheteria do Museu.

Foto: Rafael Ferreira

Sobre o artista

Nascido em São Paulo no dia 6 de julho de 1946, com o nome de Antonio Pecci Filho, na primeira infância a mãe o chamava de “meu toquinho de gente”. E o apelido Toquinho permaneceu, identificando-o depois como um dos mais expressivos artistas da música popular brasileira. Começou cedo a se interessar pelo violão. Aos 14 anos já tinha aulas com seu principal mestre, Paulinho Nogueira, que o introduziu no caminho do violão, quando compreendeu a descoberta da passagem do acompanhamento para o solo. Então, com Edgard Gianullo, enriqueceu conhecimentos harmônicos, e aprimorou esses conhecimentos em função da amizade com Oscar Castro Neves.

Em meio a apresentações amadoristas em clubes e faculdades, levado por Paulinho Nogueira, Toquinho iniciou sua carreira durante os anos de 1964 e 1965. No que se refere a Toquinho, a atividade profissional passou a ser mais palpável e definida a partir de um show realizado em São José do Rio Preto, quando recebeu seu primeiro cachê. Naquela época, o radialista Walter Silva soube como reunir artistas como Elis Regina, Zimbo Trio, Marcos Valle, Bossa Jazz Trio, Taiguara, Ivete, Tuca, Geraldo Cunha, Chico Buarque, e aproveitar e expandir seus talentos em marcantes shows no palco do Teatro Paramount. Toquinho cultiva até hoje com Chico Buarque uma forte amizade iniciada aos 17 anos, época em que compuseram juntos a canção “Lua cheia”, a primeira melodia de Toquinho a receber uma letra, e que se constituiria, em 1967, na sua primeira canção gravada em disco, no LP da RGE, Chico Buarque de Holanda – Volume 2. Experimentaria a emoção de ter seu primeiro LP gravado pela Fermata, um LP instrumental: O Violão do Toquinho. Assina contrato com a Excelsior para o programa “Ensaio Geral”, comandado por Gilberto Gil, e depois participa dos grandes musicais da TV Record e de seus importantes Festivais da Canção Popular. Em 1970, compôs, com Jorge Ben, seu primeiro grande sucesso, Que Maravilha. Ainda nesse ano, Vinicius de Moraes o convidou para participar de espetáculos em Buenos Aires, formando uma sólida parceria que durou onze anos (e encerrou-se com a morte de Vinicius de Moraes), 120 canções, 25 discos e mais de mil espetáculos. Entre as composições da parceria destacam-se: O Bem-amado, Como dizia o poeta, Carta ao Tom 74, entre outras. Já em 1983, compôs seu grande sucesso: Aquarela

 

Onde

Parceria com OSESP leva música para a Pinacoteca

A Pinacoteca de São Paulo, museu da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, apresenta, no dia 20/6, o Quinteto de Sopros Zephyros, segundo concerto da Série BNP Paribas de Música de Câmara, realizado em parceria com a OSESP – Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo. O grupo é formado pelos músicos da Osesp Cláudia Nascimento (flauta), Arcádio Minczuk (oboé), Ovanir Buosi (clarinete) e Fábio Cury (fagote) e apresentará obras de WOLFGANG AMADEUS MOZART (Fantasia em Fá Maior, KV 608), CARL NIELSEN (Quinteto, Op.43) e de RONALDO MIRANDA (Variações Sérias Sobre um Tema de Anacleto de Medeiros).

Confira a programação:

A Pinacoteca receberá o Quinteto de Sopros Zephyros, formado pelos músicos da Osesp Cláudia Nascimento (flauta), Arcádio Minczuk (oboé), Ovanir Buosi (clarinete) e Fábio Cury (fagote). O grupo apresentará obras de WOLFGANG AMADEUS MOZART (Fantasia em Fá Maior, KV 608), CARL NIELSEN (Quinteto, Op.43) e de RONALDO MIRANDA (Variações Sérias Sobre um Tema de Anacleto de Medeiros).

Data: 20/06 – quarta-feira

Horário: às 19h30min

Local: Pina Luz, Átrio – 2º andar

Entrada gratuita mediante retirada de ingressos 30 minutos antes do concerto.

O grupo executará peças de HEITOR VILLA-LOBOS (Cinco Prelúdios para Violão e Quinteto de Cordas) e CLAUDE DEBUSSY (Sonata para Flauta, Viola e Harpa). Cláudia Nascimento (flauta), Ederson Fernandes (viola), Suelen Sampaio (harpa), Adrian Petrutiu (violino), Adriana Holtz (violoncelo) e Fábio Zanon (violão).

Data: 29/08 – quarta-feira

Horário: às 19h30min

Local: Pina Luz, Átrio – 2º andar

Entrada gratuita mediante retirada de ingressos 30 minutos antes do concerto.

Fundado em 2011, o Camaleon Bassoons é composto pelos integrantes do naipe de fagotes da Osesp Alexandre Silvério, José Arion Liñarez, Francisco Formiga e Romeu Rabelo, incluindo a convidada, também fagotista, Mariana Bergenstein.

Desde a sua criação, o Camaleon Bassons visa difundir o som do fagote através de um repertório inovador e criativo, incluindo desde obras originais para essa formação, até arranjos e transcrições inovadoras. O grupo apresentará, no Átrio da Pina Luz, peças de JOHANN SEBASTIAN BACH (Prelúdio e Fuga, BWV 553-560 – arranjo de Romeu Rabelo), ALLAN STEPHERSON (Divertimento), HEITOR VILLA-LOBOS (Choro n.5 – arranjo de Romeu Rabelo), TOM JOBIM E VINÍCIUS DE MORAES (Orfeu da Conceição: Abertura – arranjo de Romeu Rabelo), LEONARD BERNSTEIN (Wonderful Town: Abertura – arranjo de Romeu Rabelo), RICHARD RODGERS (My Favorite Things – arranjo de Alexandre Silvério), DUKE ELLINGTON (In a Sentimental Mood – arranjo de Alexandre Silvério) e PAUL DESMOND (Take Five – arranjo de Alexandre Silvério).

Data: 12/09 – quarta-feira

Horário: às 19h30min

Local: Pina Luz, Átrio – 2º andar

Entrada gratuita mediante retirada de ingressos 30 minutos antes do concerto.

Fundado em 2008, o Quarteto Osesp reúne o spalla da Orquestra, Emmanuele Baldini, o violinista Davi Graton, o violista Peter Pas e a violoncelista Heloisa Meirelles. Desde sua fundação, o Quarteto Osesp tem sua própria série na Sala São Paulo, na qual são apresentadas obras clássicas e propostas inovadoras e criativas. Seu repertório é extremamente vasto, incluindo obras que vão da época barroca até os jovens compositores contemporâneos. Apresentarão obras de FRANZ SCHUBERT (Quartettsatz, D 703), EDINO KRIEGER (Telas Sonoras) e LUDWIG VAN BEETHOVEN (Quarteto, Op.59).

Data: 24/10 – quarta-feira

Horário: às 19h30min

Local: Pina Luz, Átrio – 2º andar

Entrada gratuita mediante retirada de ingressos 30 minutos antes do concerto.

Com uma formação inusitada, reunindo violino, contrabaixo, piano e vibrafone, o Escualo Ensemble dedica-se a explorar o tango com arranjos e interpretações sofisticadas. O grupo é composto pelos músicos da Osesp Amanda Martins (violino), Claudio Torezan (contrabaixo) e Rubén Zúñiga (vibrafone) e pelos convidados Daniel Grajew (piano). Finalizando a Série BNP Paribas de Música de Câmara, o grupo apresentará um repertório especial de tango contemporâneo, com peças de compositores icônicos do gênero como ASTOR PIAZZOLLA (Escualo, Milonga en Re e Zum), OSVALDO FRESEDO (Mi Viejo Reloj), DANIEL GRAJEW (Milonga Cuera), DIEGO SCHISSI (Astor de Pibe), OSVALDO PUGLIESE (Negracha), LEOPOLDO FEDERICO (Cabulero) e HORACIO SALGÁN (A fuego lento).

Data: 05/12 – quarta-feira

Horário: às 19h30min

Local: Pina Luz, Átrio – 2º andar

Entrada gratuita mediante retirada de ingressos 30 minutos antes do concerto.

Onde

MASP recebe shows gratuitos do Projeto Guri

Nos dias 25 e 26/6, o Projeto Guri e a organização não governamental Jeunesses Musicales International (JMI) promovem shows gratuitos e abertos ao público no MASP – Museu de Arte de São Paulo.

No dia 25, às 20h30, o baixista e produtor internacional Janek Gwizdala, o pianista Salomão Soares e o baterista Edu Ribeiro farão um concerto no auditório do MASP. Os ingressos devem ser retirados com uma hora de antecedência na bilheteria.

Já no dia 26, às 18h, integrantes do Festival Ethno Brazil farão um show no vão livre do museu. O espetáculo resultará da imersão cultural vivenciada por músicos de dez nacionalidades, em Bragança Paulista/SP.

As apresentações integram o seminário FOR ALL: JUVENTUDE E CONEXÕES MUSICAIS, realizado entre os dias 25 e 27/6, com a missão de discutir a música como instrumento de transformação e integração social. O evento, que inclui oito painéis com renomados especialistas nacionais e internacionais, será realizado no Auditório do Masp.

 

Onde

Mês do Futebol: confira a programação especial da #CulturaSP

Em junho, os museus, salas de concerto e bibliotecas da Secretaria da Cultura do Estado capricharam em atividades sobre dois temas: futebol e cultura russa. São jogos, exposições, oficinas e muito mais. Confira o que fazer quando o Brasil não estiver jogando a aproveite!

MUSEUS

 

O Museu do Futebol terá um mês repleto de atividades relacionadas ao campeonato. Já está em cartaz a exposição “A Primeira Estrela: o Brasil na Copa de 1958”, que conta a história da primeira conquista da seleção brasileira no mundial. Durante todo o mês, o museu também exibirá 39 jogos do campeonato em um espaço decorado especialmente para a competição. No dia 23 de junho, às 10h00, inicia-se a 1ª Feira Foot, evento gratuito que vai reunir uma feira retrô de itens de futebol, venda de memorabília, bate-papo sobre memórias do esporte e troca de artigos colecionáveis. Para fechar o mês, o 3º Arraial do Charles Miller, com entrada gratuita, vai juntar festa junina e futebol na Praça Charles Miller nos dias 30 de junho e 1º de julho (sábado e domingo).

No Museu Afro Brasil, está em cartaz a exposição “Isso É Coisa de Preto – 130 Anos da Abolição da Escravidão”, que ressalta a competência, o talento e a resistência negra nos esportes e em outros campos, como a arquitetura e as artes. Entre os jogadores homenageados na mostra estão alguns dos principais responsáveis pelas três primeiras conquistas mundiais do Brasil, como Pelé, Djalma Santos, Garrincha e Jairzinho. No acervo de longa duração, há esculturas, fotografias, ilustrações, bolas e outros objetos que contam a história do futebol brasileiro. Já na área externa, um grande painel reúne fotografias e ilustrações de Pelé, Leônidas, Chocolate, Didi, Djalma Santos, Zizinho, Garrincha, Paulo César Caju, Barbosa e Baltazar, além de uma série de caricaturas feitas pelo cartunista baiano Miécio Caffé.

O Museu de Arte Sacra vai celebrar o mundial com atividades para todas as idades no dia 16 de junho, à partir das 15h00. O público terá a oportunidade de participar de uma brincadeira sobre a relação entre os santos padroeiros e o futebol, jogar uma partida de futebol de botão ou de mini pebolim entre Brasil e Croácia e aprender o significado das camisas destes times. Para participar é necessário realizar inscrição no site http://museuartesacra.org.br.

No Museu da Imagem e do Som – MIS, a família toda vai poder aproveitar a “Maratona Infantil”, no dia 24, das 10h00 às 17h00, com atividades que envolvem o mundo do futebol e as festas juninas. Em “Intervenção Futebolando”, às 10h30, 12h30 e 14h00, dois palhaços futebolísticos vão convidar o público a praticar atividades físicas utilizando jargões do esporte. Das 10h00 às 16h00, as crianças também poderão expressar a paixão pelo esporte nas oficinas temáticas “Flipbook Bola no Gol”, para criação de livretos animados com o tema futebol, e “Compactor de Pintura”, na qual serão feitas pinturas temáticas do campeonato.

No Museu Índia Vanuíre, em Tupã, os visitantes vão curtir oficinas culturais gratuitas em todos os sábados e domingos de junho, das 9h00 às 16h00. Especialmente neste mês, as oficinas terão como tema o país sede do mundial, com a proposta de confeccionar um chaveiro em formato de matrioska, representando a colônia russa, que tem importante contribuição na identidade de Tupã.

bibliotecaS

 

Na Biblioteca Parque Villa-Lobos, em todas as sextas-feiras de junho, das 16h30 às 18h00, a atividade “Chute de Letra” oferece jogos e brincadeiras com o tema futebol. Nas sextas, sábados e domingos, de 1º de junho a 2 de julho, das 14h00 às 17h00, o espaço será ponto de troca de figurinhas para colecionadores. Nas sextas-feiras, de 1º a 22 de junho, o “Brincando e Aprendendo” terá brincadeiras temáticas. E nos dias 23 e 25 de junho, das 10h00 às 17h00, o “Festival de Jogos Antigos” disponibiliza pebolim e futebol de botão para o público. Todas as atividades são gratuitas e não é necessário realizar inscrição.

A Biblioteca de São Paulo também realiza a atividade “Chute de Letra” em todas as quintas-feiras de junho, das 16h00 às 17h30. A troca de figurinhas será nas sextas, sábados e domingos, de 1º de junho a 29 de julho, das 14h00 às 17h00, e o “Festival de Jogos Antigos” nos dias 15 e 16 de junho, das 10h00 às 17h00. No dia 17, a “Hora do Conto” será às 12h30, com a apresentação do conto russo “Formosa Vassilissa”, sobre uma menina que perdeu a mãe e ganhou uma boneca para ajudá-la a lidar com sua madrasta e irmãs postiças. No dia 20, das 15h00 às 16h00, todos poderão jogar o “Futebol de Cego”, e no dia 21, no mesmo horário, visitantes serão convidados a confeccionar bandeiras de diversos países. Todas as atividades são gratuitas e não é necessário realizar inscrição.

Quem gosta de ler encontrará nas bibliotecas diversas obras de autores russos, como “Os Demônios”, de Fiódor Dostoiévski, e livros sobre a história do futebol, como “O planeta Neymar: um perfil”, de Paulo Vinícius Coelho e “O Brasil nas Copas”, de Marcos Sérgio Silva. O catálogo e a programação das bibliotecas pode ser conferido nos sites: https://bsp.org.br e https://bvl.org.br/.

sala são paulo

 

Durante o mês, a Temporada 2018 da OSESP apresentará na Sala São Paulo diversas obras de compositores russos, como Prokofiev, Shostakovich e Tchaikovsky. Haverá Concertos Sinfônicos Osesp nos dias 21 e 22, às 20h30, e no dia 23, às 16h30, sob regência de Neil Thomson e Fabio Martino no piano. O programa inclui “Romeu e Julieta, Op.17: Romeu só – Grande Festa na Casa dos Capuletos”, de Hector Berlioz, “Peça de Concerto para Piano em fá menor, Op.79”, de Carl Maria von Weber, “Fantasia Brasileira nº 4”, de Francisco Mignone e “Romeu e Julieta – Abertura-fantasia”, de Pyotr Il’yich Tchaikovsky.

E no dia 24, às 19h00, o Coro da Osesp se apresenta sob a regência de Valentina Peleggi, com “Crucifixus pro nobis, Op.38: Drop, drop, slow tears”, de Kenneth Leighton, “Concerto para Coro: Ó mestre de tudo o que vive”, de Alfred Schnittke, “Miserere Mei, Deus”, de Gregorio Allegri, “Miserere, Op.44: Miserere nobis” e “Totus Tuus, Op.60”, de Henryk Górecki e “Canção para Atena”, de John Tavener.

Os ingressos para os concertos estão à venda no site https://www.ingressorapido.com.br

Quem visitar a Sala São Paulo pode aproveitar para conferir os livros, CDs e DVDs de autores e artistas russos disponíveis na Loja Clássicos, localizada dentro do prédio da Sala. Entre os CDs, é possível encontrar a gravação da Osesp sob regência de Marin Alsop das Sinfonias de Serguei Prokofiev. Na seção de livros, encontram-se “Crime e castigo”, de Fiódor Dostoiévski e “Anna Karenina”, de Liev Tolstói. Nos DVDs, uma ampla seleção de filmes russos, como o clássico “Alexander Nevsky”, de Serguei Eisenstein, “Dersu Uzala”, de Akira Kurosawa, e “Arca Russa”, de Aleksándr Sokúrov.

fábricas de cultura

 

As Fábricas de Cultura Jaçanã e Vila Nova Cachoeirinha, na Zona Norte, realizam diversas atividades gratuitas sobre futebol e cultura russa no mês de junho.

No dia 27, às 15h00, na unidade do Jaçanã, acontece o bate-papo “O mundial e você: protagonismo negro e marcos históricos”, em que os participantes terão oportunidade de conhecer a história de jogadores e jogadoras de futebol negros – Marta, Formiga, Cafu, Pelé, entre outros. Em seguida, será proposta uma oficina de estêncil para produzir cartazes com a história desses esportistas.

Na Fábrica Vila Nova Cachoeirinha, a instalação “Bandeiras dos países participantes do mundial de 2018” reúne as bandeiras dos 32 países que participam da disputa, de 5 a 30 de junho. A exposição “Diversidade Futebol Clube – No nosso time joga todo mundo” fica em cartaz na unidade de 8 a 30 de junho. A mostra traz fotografias de Roberto Setton, que registrou entre 2008 e 2012 o “Futebol das Drags”, evento de aniversário da boate Blue Space com um jogo de futebol entre drag queens e funcionários nas ruas da Barra Funda (SP). Encerrando a programação, entre 16 e 30 de junho, será exibida a “Homenagem a Mário Américo”, uma mostra de fotografias do ex-massagista da Seleção Brasileira, que acompanhou sete campeonatos mundiais, entre 1950 e 1974.

oficinas culturais

 

A Oficina Cultural Oswald de Andrade vai unir o teatro e o futebol em uma programação gratuita especial. Entre os dias 14 de junho e 19 de julho, às terças e quintas-feiras, às 18h30, o público poderá participar da oficina “Lendo o Jogo” e criar uma cena dramática, ficcional ou informativa, envolvendo teatro e futebol. As inscrições para as atividades devem ser realizadas no site: http://www.oficinasculturais.org.br/oswald-de-andrade.

são paulo companhia de dança

 

A São Paulo Companhia de Dança realiza performance em meio a uma exposição com bonecas de 2,60 de altura por 1,35 de largura, pintadas por artistas brasileiros como Albertina Prates, Simone Michielin, Elisa Vieira Queiroz, Maramgoni, Thuany Kolbach e Wagner da Silva. As apresentações serão nos dias 15, às 12h00, e no dia 16, às 16h00 e às 19h00.

O repertório será formado por Fada do Amor (1993), de Márcia Haydée e Pivô (2016), de Fabiano Lima. Fada do Amor, de Marcia Haydée, une a energia e a delicadeza do amor da fada pelo ser humano. Já Pivô, de Fabiano Lima, faz referência ao basquete, ao hip hop e à dança contemporânea, e traz para a cena o ambiente brasileiro, por meio de sonoridades conhecidas.

A exposição fica em cartaz no Átrio do Shopping Morumbi, na zona sul de São Paulo, no período de 15 de junho a 15 de julho, e reúne réplicas das chamadas Matrioshkas Gigantes, símbolos da Rússia que representam família, felicidade e boa sorte.

Projeto Guri oferece novos cursos de música para crianças e adolescentes

O Projeto Guri, mantido pela Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, se prepara para receber matriculas em mais de 30 novas turmas de cursos gratuitos de música para crianças e adolescentes de 6 a 18 anos. De 18 a 29/6, o público poderá se inscrever em mais de 9 mil vagas para cursos gratuitos em mais de 280 polos de ensino no interior e litoral do Estado.

Há cursos de educação musical nas modalidades de: canto coral, iniciação musical, lutheria, instrumentos de cordas dedilhadas e friccionadas, sopros, teclados e percussão. Além das aulas, os estudantes participam de apresentações e outras atividades socioeducativas e culturais. Não é preciso conhecimento prévio para se matricular, apenas se interessar por música.

Hoje, o Projeto Guri atende cerca de 35 mil estudantes em 336 polos situados em 279 municípios do Estado. Entre eles, há 58 polos em unidades da Fundação Casa, nos quais os internos podem se inscrever até os 21 anos. Os cursos oferecidos em cada unidade podem ser encontrados no site: www.projetoguri.org.br

“A educação musical tem objetivo não somente de promover a aquisição de habilidades e conhecimentos necessários à formação de músicos profissionais, mas de contribuir para o desenvolvimento integral do ser humano, em sua dimensão física, psicológica e social.”
Claudia Freixedas
Diretora educacional do Projeto Guri
Foto: Projeto Guri / Divulgação

“É importante que os alunos adquiram consciência e percebam o processo de construção dos conhecimentos adquiridos, de sua atuação em sala de aula, em relação aos seus colegas e em relação a sua própria vida, desenvolvendo a autonomia, o respeito e a cidadania”, enfatiza a diretora.

Não se tratam apenas de aulas de formação. O Guri promove também concursos, como o de composição musical, que teve inscrições abertas recentemente. Deborah Lobo, assessora de projetos especiais do Guri e responsável pela gestão da atividade, contou que a iniciativa quer, acima de tudo, instigar a elaboração e a autonomia dos alunos. “O objetivo é estimular a criação individual e coletiva dos Guris. A ideia é potencializar a ousadia e o exercício criativo”, ela explica.

Periodicamente, os alunos também participam de apresentações públicas e festivais de música. No Guri, as aulas acontecem no contra turno escolar. O único requisito para a inscrição é a comprovação de frequência regular na escola.

“Os repertórios dos grupos infantis e juvenis são desenvolvidos especificamente para cada grupo, respeitando-se sempre o nível técnico dos alunos e alunas que passaram na seleção para a temporada. Além de obras e arranjos do repertório tradicional e contemporâneo, são encomendadas peças e arranjos inéditos para todas as formações vocais e instrumentais. É uma maneira de fomentar a produção musical para os públicos infantil e juvenil, dando oportunidade para os alunos realizarem estreias de obras e trabalharem em parceria com os compositores e arranjadores.”
Giuliana Frozoni
Gestora pedagógica dos polos do Projeto Guri na capital

O ex-aluno de trombone, Vinícius Ioti Rossi, de 17 anos, é integrante do Grupo de Referência de Jundiaí e contou um pouco de sua experiência junto ao projeto. “O Guri me proporciona crescimento pessoal e musical, e o que eu mais gosto é de participar das apresentações musicais, interagir com os alunos. Gosto também dos encontros de bandas, entre outras coisas. No momento minha maior motivação é participar do GR, que nos dá essa experiência de tocar com uma orquestra. Futuramente, meus planos são fazer aula na Emesp e entrar para uma faculdade de música”.

 

Adquira já seu ingresso para o Festival de Inverno de Campos do Jordão!

Foto: Divulgação

Está chegando mais uma edição do Festival de Inverno de Campos do Jordão. De 30 de junho a 29/7, o maior festival de música clássica da América Latina oferece uma extensa programação de concertos para todos os gostos e plateias. Grandes obras do repertório sinfônico e camerístico, recitais solo e música coral estão entre as atrações imperdíveis desse evento, que já é um clássico das férias de inverno de São Paulo.

Os concertos gratuitos na Praça do Capivari (ao ar livre), na Igreja de Santa Terezinha (200 lugares), na Capela do Palácio do Governo (120 lugares) e na Sala do Coro (150 lugares) têm retirada de ingressos duas horas antes de cada concerto, limitados a dois por pessoa e à capacidade do local.

Os concertos pagos no Auditório Claudio Santoro (1050 lugares) têm valores que variam entre R$ 25 a R$ 100,00 e estarão à venda online a partir do dia 7/6 [CLIQUE AQUI], nas bilheterias do Auditório nos dias dos concertos, duas horas e meia antes do início, sujeitos à disponibilidade, e na Praça do Capivari, a partir de 25/06/18, diariamente das 10h às 18h. Para os concertos gratuitos no Auditório Claudio Santoro, a retirada de ingressos será duas horas antes das apresentações, limitados a dois por pessoa e à capacidade do local.

Os concertos pagos na São Paulo (1484 lugares) têm valores que variam de R$ 10 a R$ 20,00 e também estarão à venda online a partir do dia 7/6 [CLIQUE AQUI], e na bilheteria do estacionamento, no dia da apresentação, duas horas e meia antes do início. Para os concertos gratuitos na Sala São Paulo, a retirada de ingressos é na bilheteria do estacionamento, duas horas e meia antes de cada apresentação, limitados a dois por pessoa e à capacidade do local.

Há também a opção de compra através do número (11) 3777-9721 – de segunda a sexta, das 12h às 18h.

Benefício de meia-entrada para estudantes; idosos; jovens pertencentes a famílias de baixa renda; pessoas
com deficiência; professores, diretores, coordenadores pedagógicos, supervisores e titulares da rede pública
estadual e municipal de ensino, mediante identificação no ato da compra e no dia da apresentação.

Público poderá subir ao palco da Sala São Paulo no dia 10/6!

Os próximos convidados da OSESP são vocês! No domingo, dia 10/6, o Coro da Orquestra, sob a regência de Valentina Peleggi e participação do pianista Fernando Tomimura, convida o público para mais  uma de suas já conhecidas leituras públicas.

A entrada é gratuita, onde o público poderá subir ao palco da Sala São Paulo e cantar ao lado dos integrantes do grupo (os interessados deverão trazer a sua própria partitura). Serão apresentadas as peças Glória em Ré Maior, RV 589, de Antonio Vivaldi; os excertos “Dies Irae” e “Lacrimosa” do Réquiem, KV 626, de Wofgang Mozart;  e O Messias: Aleluia, de Georg Friedrich Händel. Mais informações sobre a retirada de ingressos através do telefone (11) 3223-3966

 

Clique aqui para fazer o download das partituras

 

A série Concertos Matinais Gratuitos é uma iniciativa fundamental para a formação e a ampliação das plateias de música clássica. A Temporada 2018 tem mais de 34 concertos programados, dentre eles 9 apresentados pelos grupos da Osesp, e complementam a programação concertos de diversas orquestras parceiras.

 

Onde

Foto: OSESP / Divulgação

Dobradinha com Louis Langrée na Sala São Paulo

Foto: AJ Waltz / Divulgação

Entre os dias 7 e 16 de junho, a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo – Osesp receberá um dos mais atuantes regentes franceses para duas semanas de concertos e atividades. Louis Langrée é, atualmente, regente de Sinfônica de Cincinnati e diretor musical do Mostly Mozart Festival, no Lincoln Center, em Nova York. Já esteve em turnês pela Ásia e Europa e em alguns dos mais importantes festivais e casas de ópera do mundo, como o BBC Proms, Festival de Edimburgo, Lyric Opera de Chicago e Dresden Staatsoper. Entre outras, já regeu as Filarmônicas de Berlim, Viena e Londres e as Orquestras de Paris e Sinfônica NHK. Foi Regente Titular da Camereta Salzburg e Diretor Musical da Ópera Nacional de Lyon.

Com a Osesp fará dois programas diferentes. Nesta primeira semana, de 7 a 9/6, apresenta a Sinfonia nº 1 de Mozart, Danças de Galanta de Kodály, o Concerto nº 2 de Shostakovich, uma das obras mais leves e divertidas do compositor, com a participação do pianista escocês Steven Osbourne, além da Sinfonia nº 1 de Beethoven, que faz parte do projeto As Nove Sinfonias, que apresentará todas as sinfonias do compositor alemão ao longo da Temporada 2018.

Na segunda semana, 14 a 16/6, Langrée volta ao palco da Sala São Paulo, agora com O Aprendiz de Feiticeiro, de Paul Dukas, obra que ficou reconhecida em todo o mundo por fazer parte de um dos momentos mais marcantes do filme Fantasia (1940), de Walt Disney. O repertório se completa com a Dança Macabra, de Sains-Saëns, e duas obras de Cesar Franck, a Sinfonia em Ré Menor e o poema sinfônico O Caçador Maldito.

Mais informações sobre preços e venda de ingressos no site da OSESP.

 

Steven Osborne

Dono de um repertório abrangente e com interpretações consideradas notáveis em concertos e recitais, Osborne já tocou com orquestras como a Sinfônica Alemã e Mozarteum de Salzburgo; e em salas consagradas como a Konzerthaus, em Viena; Concertgebouw, de Amsterdam; Philharmonie Berlim e Carnegie Hall, em Nova York. Entre os prêmios conquistados ao longo da carreira destacam-se o de “Instrumentista do Ano” pela Sociedade Filarmônica Real (Reino Unido) e dois Gramophones.

 

Onde

Série EMESP: “Concertos pela TV e o surgimento de uma paixão”

Terceira parte da série com os alunos da Escola de Música do Estado de São Paulo (Emesp Tom Jobim) e da Orquestra Jovem do Estado, aprovados na Royal Academy of Music, de Londres (a violinista Jamile Destro e o violista Christian Santos), e na Duquesne University, no estado da Pensilvânia, Estados Unidos (Ryellen de Souza Joaquim).

Nesta reportagem, a seção Transformadores Culturais, do portal da Secretaria de Estado da Cultura, conversou com a Jamile, que iniciou sua formação no Projeto Guri, o maior programa sócio-cultural brasileiro, mantido pela Secretaria de Estado da Cultura.

Para ajudar no custeio das despesas do dia a dia no exterior (moradia, alimentação e transporte), Jamile começou uma campanha para arrecadar doações. O link está ao final da reportagem.

“Os concertos pela TV e o surgimento de uma paixão”

“Ainda não caiu a ficha”, avalia Jamile Destro, violinista. Aos 18 anos, ela chefia o naipe dos 2os violinos da Orquestra Jovem do Estado (OJE), resultado da formação iniciada no Projeto Guri – programa da Secretaria de Estado da Cultura voltado a crianças e adolescentes de baixa renda – e continuada na Emesp, onde ingressou em 2013. “Passei quatro anos no Projeto Guri. Mas lá eu não aprendi somente a tocar meu instrumento, eu pude me socializar e me tornar uma pessoa melhor”, conta.

Em 2013, Jamile teve uma primeira e rápida experiência internacional, ao ser selecionada para um curso intensivo na Julliard School, em Nova York (EUA), o que despertou seu sonho de estudar no exterior. Agora, o período será bem maior: quatro anos, o tempo de uma graduação inteira.

A ligação de Jamile com a música começou bem cedo, aos quatro anos, quando ganhou uma flauta doce. Aos seis, ao ganhar um teclado de brinquedo, chamou a atenção da mãe quando tentava passar para o novo instrumento as músicas que tocava na flauta. Como resultado, foram cinco anos de curso de piano.

O violino, no entanto, Jamile descobriu de uma forma inusitada: “Assistia aos concertos da Osesp (Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo) transmitidos pela TV Cultura. Me apaixonei pelo violino e decidi que seria o meu instrumento”, conta.

Jamile sempre teve o apoio da mãe e também dos tios. Bem-humorada, ela afirma: “eles querem que eu seja feliz, por isso eles não veem a hora de eu ir embora”.

Foto: Joca Duarte / Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo

Série EMESP: “Determinação para superar dificuldades”

Na segunda parte da série com os alunos da Escola de Música do Estado de São Paulo (Emesp Tom Jobim) e da Orquestra Jovem do Estado, Christian contou sua história para a seção Transformadores Culturais, do portal da Secretaria de Estado da Cultura. 

Para ajudar no custeio das despesas do dia a dia no exterior (moradia, alimentação e transporte), Jamile, Christian e Ryellen começaram campanhas individuais para arrecadar doações. Os links estão ao final de cada reportagem.

“Determinação para superar dificuldades”

Antes de descobrir a viola, Christian Santos quase vira esportista: fazia natação, capoeira e jiu-jitsu. Aos doze anos, porém, ingressou em um projeto de música em sua cidade natal, a pequena Duartina, no interior paulista, e passou a fazer parte da orquestra de crianças e jovens. O futuro esportista deu lugar ao violista.

“Comecei a trilhar meu caminho”, conta Christian, hoje com 19 anos. “Mas entrei na orquestra porque eu pude ter um instrumento gratuito para estudar, já que meu pai não poderia comprá-lo”, ressalta o jovem, filho de um lavrador que trabalha com cana-de-açúcar.

Para compensar as dificuldades financeiras, que o impediam também de ter um professor regular, Christian corria atrás da música: frequentava festivais realizados em cidades do interior paulista – ocasiões em que procurava fazer cursos e masterclasses.

Christian também precisou superar outra dificuldade, desta vez física: aos cinco anos sofreu um acidente e perdeu parte do dedo mindinho da mão esquerda. Foi o professor Willian Cunha, de quem Christian foi aluno em 2015, na Escola de Música de Ourinhos, que o ajudou a adaptar o dedilhado da viola para facilitar a execução das peças. “Eu já tinha noção do que fazer e de como fazer, mas não era organizado didaticamente com isso. Quando comecei a fazer aulas com o Willian, começamos a organizar o que eu sabia, a por no papel (partituras, métodos que eu estudava) essas ideias: a mão esquerda baseada em  mudança de posição com agilidade, médias e grandes extensões e substituições dos dedos”, conta.

Dois anos depois, Christian viu seus esforços recompensados: foi aprovado nos exames seletivos da Emesp Tom Jobim e na Orquestra Jovem do Estado. “No ano de 2017 eu cresci muito”, avalia. “O repertório da Orquestra Jovem é de alto nível, diversificado e bem difícil. E sempre temos regentes e músicos solistas convidados, nacionais e internacionais”.

O dia a dia na Emesp não fica atrás em termos de qualidade. Foi em uma masterclass oferecida pela instituição que Christian conheceu Jon Thorne, professor da Royal Academy of Music. “Foi quando decidir fazer o processo seletivo da Royal”, conta.

Foto: Joca Duarte / Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo

Como ajudar?

 

Link da campanha de Christian para ajudar nas despesas em Londres: https://bit.ly/2F2eM1T

 

Conheça aqui a primeira reportagem da série, com a Ryellen Joaquim!

Museu Felícia Leirner propõe reconexão com a natureza

Para celebrar a Semana Mundial do Meio Ambiente, o Museu Felícia Leirner realiza o I Festival da Terra: Reconexão e Sustentabilidade nos dias 31 /5, 01 e 02/6. A ação irá refletir sobre as possibilidades de criação de ambientes e rotinas de vida mais sustentáveis, pautadas no respeito aos seres vivos e ao planeta.

O evento será desenvolvido em parceria com artistas, produtores e terapeutas, e tem como intuito despertar reflexões sobre as possibilidades de ações mais sustentáveis a partir de diálogos, partilha de experiências, palestras, vivências ao ar livre e workshops. A programação vai levar o público a rever os estilos de vida com a maior amplitude de olhares possível, acolhendo ideias, incentivando propostas, promovendo debates e interações qualitativas.

"Melhorar a sociedade e cuidar do meio ambiente é o que nos motivou a reunir pessoas e ideias afins em um lugar tão especial. Repensar o consumismo e o desperdício nas suas mais variadas formas, compartilhar ideais, reconectar-se com valores essenciais e dividir experiências construtivas na criação de um mundo mais justo são as propostas que norteiam a composição do Festival."
Marina Falsetti
Gerente do Museu Felícia Leirner e Auditório Claudio Santoro

Programação

Abertura da exposição fotográfica “Relaxa o Cérebro” com discotecagem do DJ Matt Sander

A exposição “Relaxa o Cérebro”, do fotógrafo e instrutor de yoga Marco Cidale, é composta por imagens que transportam a mente ao estado de relaxamento e convida a uma proposta de reconexão com a verdadeira beleza, que é simples e natural. A abertura contará com a apresentação do DJ Matt Sander, com um repertório composto pelos estilos Indy, New age, lounge e silent.

Abertura: 16h

Horário visitação: 09h às 18h

 

Visita Noturna ao Jardim de Esculturas

Partindo de uma experiência pouco comum, neste dia excepcionalmente, os educadores do Museu Felícia Leirner e Auditório Claudio Santoro realizarão uma visita multissensorial noturna, com foco nos sons e luzes que habitam o Museu e que até então não foram explorados. Será uma oportunidade única de vivenciar um novo olhar sobre as obras de Felícia Leirner, em harmonia com o ambiente noturno. Os seis educadores possuem formações acadêmicas que correspondem às três vertentes do museu – artes plásticas, música e meio ambiente.

Horário: 18h

 

Apresentação Musical “Trio Pedra Branca”

O grupo Pedra Branca (São Paulo) toca instrumentos étnicos e timbres eletrônicos para criar música contemporânea brasileira. O conceito surge com a busca da world music na própria cultura brasileira miscigenada, bem como nas suas ligações com as músicas do mundo, afirmando suas raízes nacionais através da execução de ritmos brasileiros com instrumentos de outras nações. Produzido desde 2001 por Luciano Sallun, hoje a banda pode ser vista como um dos maiores nomes brasileiros do “world music” e, sem dúvida, o maior grupo de “chillout/lounge” brasileiro. Esta apresentação tem formato pocket instrumental com sitar (indiano), alaúde (árabe), saz (turco), didgeridoo (australiano), tabla (indiano), darbuka (árabe), djembe (africano), pandeiro, berimbal, cuíca e caxixi (brasileiro), junto a beats e programações eletrônicas.

Horário: 20h

Workshop Vivências Xamânicas e a Reconexão com a Vida

A vivência ministrada por Narayani Devi Dasi e por Jaya Deva Das convida o público a resgatar os bálsamos de cura das quatro direções apontadas pela filosofia Neo Xamã, estimulando assim expressões de variadas maneiras na forma simples e criativa da escrita, da dança, do canto e da meditação. Traz, de maneira natural, a importância de honrar o chão que pisamos e de respeitar os elementos que compõem a terra e o nosso corpo. Narayani Devi Dasi (Campos do Jordão) é terapeuta clínica xamânica e terapeuta holística, facilitadora de movimentos voltados ao empoderamento de mulheres. Jaya Deva Das (Bragança Paulista), residente há oito anos na cidade de Campos do Jordão, é terapeuta holístico, terapeuta clínico xamânico, instrutor de yoga e facilitador de dança terapêutica.

Horário: 09h

 

Família no Museu: Plantio de Mudas Nativas

O Museu Felícia Leirner está inserido em uma área de aproximadamente 35 mil m² de Mata Atlântica e, desde 2015, já foram plantadas mais de 500 mudas de árvores nativas no local. Em comemoração à Semana do Meio Ambiente convidamos a todos a fazerem parte desta iniciativa de cuidar e preservar a nossa natureza, conhecendo as árvores originárias da região e participando de mais um plantio de mudas cultivadas no viveiro da instituição.

Horário: 10h

 

Feira Raízes da Mantiqueira

O evento “Raízes da Mantiqueira”, de Santo Antonio do Pinhal, é inspirado na terra que acolhe quem busca viver com amor e respeito a ela. É uma reunião de artistas, artesãos e microprodutores com visão e produção alinhadas com a proposta. A feira, além da compra e venda de produtos extraordinários, é um território de diálogos, troca de conhecimentos, boa música e encontro da comunidade local.

Horário: 11h às 17h

  

Encontros com Arte: Oficina Tinta de Terra – Ivy Chiarelli

Ministrada por Ivy Camargo Chiarelli, a oficina convida para a produção da nossa própria tinta, de forma lúdica, criando autonomia para desenvolver a tinta com materiais locais e de baixo custo, sem produtos tóxicos e sem agredir ao meio ambiente. O objetivo é fomentar a criatividade, o respeito mútuo e a sensibilidade em relação à Terra, apresentando outras formas artísticas e de baixo impacto ambiental. Ainda, promove a interação entre a arte e a sustentabilidade por meio da aplicação dos conhecimentos adquiridos na prática, utilizando diversos tipos de materiais para pintura. Serão criados desenhos individuais ou coletivos e o material poderá ficar exposto no local ou ser levado para casa.

Horário: 11h

 

Vivência Diálogo e Presença

No atual contexto global que vivemos de intensa comunicação virtual e desafios sociais, políticos, econômicos e ambientais, por vezes nos esquecemos do valor inestimável das trocas presenciais, dos encontros humanos, de bons diálogos nos quais existe empatia, escuta e construção conjunta de ideias, pensamentos, reconhecimento e integração. A vivência visa relembrar e fortalecer, através de dinâmicas lúdicas, a qualidade de se relacionar com o outro e com o meio de forma plena, onde existam trocas positivas. São jogos e dinâmicas baseados e inspirados no teatro (clown), na comunicação não violenta, em meditação ativa e integração pelo ritmo para ampliar a percepção de si mesmo e do outro e exercitar a escuta empática e o diálogo construtivo. A ação será conduzida por Daniel Moray, clown, músico multi-instrumentista especializado em instrumentos étnicos, compositor e educador brincante.

Horário: 13h

 

Palestra “Alimentação e Sustentabilidade”, com Guilherme Carvalho

Ação em parceria com o Hotel Serra da Estrela e Restaurante Alquimia, patrocinador do Festival da Terra – Reconexão e Sustentabilidade. O palestrante é Guilherme Carvalho, biólogo formado pela UFPE e pós-graduado em Gestão Empresarial pela FIA-SP. Secretário-executivo da Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB) e sócio-proprietário do restaurante vegano Pop Vegan Food. Ele também é coordenador nacional da ONG norte-americana The Pollination Project no Brasil.

Horário: 14h

 

Roda de Conversa “Sagrado Feminino e Ginecologia Natural”

O encontro propõe um resgate ancestral de um tempo em que as mulheres eram consideradas sagradas, vistas como Deusas, senhoras do seu próprio destino. Um tempo em que homens e mulheres se respeitavam e se reverenciavam. Resgata e conversa sobre o Sagrado Feminino que habita cada uma de nós, a reconexão com nossa própria essência, a consciência dos ciclos femininos, a harmonia com a natureza, a união de mulheres e seu poder na sociedade. É o despertar interior, o autoconhecimento que nos traz o poder de cura. Ação será conduzida por Ivy Camargo Chiarelli.

Horário: 15h

 

Palestra: “As borboletas ameaçadas de extinção da Serra da Mantiqueira”

A palestra apresenta o que são espécies ameaçadas, quais as borboletas ameaçadas da Serra da Mantiqueira e por que essas espécies estão em risco de extinção. Augusto Henrique Batista Rosa, condutor da ação, é biólogo pela Universidade de Taubaté (Unitau), mestre em Ecologia pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e aluno de Doutorado em Biologia Animal pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Horário: 16h

 

Cantos e Danças da Paz Universal

Por meio dos cantos e das danças, desenvolvemos o respeito, a compreensão e a admiração por cada cultura. Conduzidas por Cecília Valentim, as Danças da Paz Universal são compostas por cantos e danças sagradas e celebrativas de diversas tradições espirituais do Planeta. Criadas na década de 1960 – na América do Norte, por Samuel Lewis – para promover a paz por meio da arte, hoje são um movimento que se espalha ao redor do mundo. No coração de cada dança há uma frase sagrada de alguma tradição. Em três momentos – canto, dança e canto-dança -, são realizadas em círculo e fáceis de aprender.

Horário: 17h

Exposição fotográfica “Relaxa o Cérebro”

A exposição “Relaxa o Cérebro”, do fotógrafo e instrutor de Yoga Marco Cidale, é composta por imagens que transportam a mente ao estado de relaxamento e convida a uma proposta de reconexão com a verdadeira beleza, que é simples e natural.

Horário: 09h às 18h

 

Palestra “Alimentação e Sustentabilidade”, com Guilherme Carvalho

Ação em parceria com o Hotel Serra da Estrela e Restaurante Alquimia, patrocinador do Festival da Terra – Reconexão e Sustentabilidade. O palestrante é Guilherme Carvalho, biólogo formado pela UFPE e pós-graduado em Gestão Empresarial pela FIA-SP. Secretário-executivo da Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB) e sócio-proprietário do restaurante vegano Pop Vegan Food. Ele também é coordenador nacional da ONG norte-americana The Pollination Project no Brasil.

Horário: 09h

 

Contação de História do Livro “A Semente da Verdade”, de Patrícia Engel Secco

Para escolher seu sucessor, o Imperador convoca todas as crianças do reino e lhes dá a missão de plantar e cuidar de uma semente, até que se torne uma linda planta. A criança que lhe trouxesse, depois de um ano, a mais bela planta, seria escolhida para viver no reino e torna-se o futuro imperador. Thai – um garoto muito dedicado à terra – se esforça bastante, mas a semente não vinga. O que dizer ao Imperador? Seguindo os conselhos do avô, um velho jardineiro, o menino decide falar a verdade e tem uma revelação surpreendente. História contada por Maria Rosa Sampaio da Cia. Pachamama de Circo e Artes.

Horário: 10h

 

Exibição do Vídeo “Criança, a Alma do Negócio” e roda de conversa

A publicidade infantil é associada a impactos negativos na infância, como a diminuição de brincadeiras livres e criativas, consumismo, obesidade infantil, formação de valores materialistas e distância da criança com a natureza. O programa Criança e Consumo, do Instituto Alana, atua, desde 2006, para sensibilizar toda a sociedade sobre os temas do consumismo infantil e da publicidade direcionada a crianças, fomentando a reflexão sobre a força que a mídia e a comunicação mercadológica, dirigidas ao público infantil, possuem na vida, nos hábitos e nos valores dessas pessoas ainda em formação. A proposta é, após a apresentação do documentário, conversar com os participantes sobre a relação existente entre publicidade direcionada as crianças e a falta de sustentabilidade.

Horário: 11h

 

Vivência Música Circular

Vivência musical que traz prática e reflexão sobre a cooperação como possibilidade de convivência. Serão usadas as ferramentas disponíveis para cocriar música a partir de zero. Para explorar o potencial expressivo será buscada afinação do grupo com aquecimento musical e sintonização corporal. A ação será desenvolvida por Daniel Moray, que é clown, músico multi-instrumentista especializado em instrumentos étnicos, compositor e educador brincante formado pelo Instituto Brincante e pós-graduado em Educação Comunitária pela U.A.M., e Jean-Francois, que é um artista ambulante francês que oferece pelo mundo sua presença de ser humano lírico, empático e amoroso, oferecendo um espaço íntimo, leve e profundo para quem busca liberdade de expressão.

Horário: 13h

 

Prática de Yoga e Meditação

A proposta de Daniela Paulo é uma prática de Hatha Yoga completa, seguida de uma meditação curta. A atividade tem duração de uma hora e meia e inclui a prática de ásanas (posturas físicas), pranayamas (exercícios que envolvem a respiração), relaxamento e meditação. Independente de religião ou crença, o yoga é uma poderosa ferramenta que nos torna mais inteiros, uma vez que, entendendo e trabalhando nossa respiração e nosso corpo através dos pranayamas e ásanas, iniciamos uma jornada rumo ao autoconhecimento.

Horário: 14h

 

Recital “O Pulso da Terra”

Recital autoral de Daniel Moray, com canções de devoção à natureza e composições instrumentais arranjadas para diferentes instrumentos étnicos, permeados por reflexões poéticas sobre a vida na Terra e simbologias acerca dos elementos e reinos naturais. Inspirado na interdependência dos seres vivos, a apresentação poético-musical traz canções para o sol e a lua, as águas, as pedras, montanhas e os ciclos da natureza juntamente com paisagens instrumentais (realizadas com o suporte de um pedal de loop/overdub, que permite desenvolver diferentes camadas sonoras ao vivo) e poesias e textos inspirados na ecologia, filosofia e nas relações de diferentes culturas do mundo com a natureza.

Horário: 15h

 

Heart Chakra Meditation

Uma meditação ativa que pode ser praticada individualmente ou em grupo, preferencialmente em ambientes externos. É um exercício baseado na tradição Sufi, com centenas de anos, e sua prática é muito simples, utilizando recursos de respiração e movimento. É uma meditação guiada que utiliza a expansão das mãos e contribui para o alívio da tensão do dia a dia, permitindo que a energia do coração flua novamente de forma livre e ampliada. Ela é praticada em quatro estágios iniciais com o objetivo de renovar a energia através das ações em direção aos pontos cardeais e tocando o chakra do coração. Marcio Comenale é quem conduz a ação. Ele é jornalista e escritor, pós-graduado em jornalismo pela Fundação Cásper Líbero.

Horário: 17h

 

Apresentação Musical: Hindus Project

Nesta apresentação, a “Hindus Project” proporciona ao público uma experiência meditativa e reflexiva. A música idealizada conduz o espectador a uma jornada para dentro de si em busca da luz, do silêncio e de conexões ancestrais. É como uma narrativa sonora que atravessa instantes de serenidade, conforto, drama, caos e harmonia. Ela desenvolve-se a partir de temas pré-estabelecidos, porém executados de forma improvisada, provocando experiências de bem estar e uma reflexão sobre uma existência mais sustentável. Formação: André Boaretto (guitarra, voz e didgeridoo), Thiago Altafini (baixo e synthetizador), JR Rocha (percussão, efeitos e bowls tibetanos), Cláudia  Ognibene (flauta) e Fábio Kideshi (cítara).

Horário: 18h

 

Grand Jam Session

A Grand Jam Session é um espaço privilegiado para seres humanos livres. O público entra na grande vibração do som e do silêncio, intensificando a presença e experimentando a magia que surge na improvisação artística coletiva. Entregues, confiantes e alegres. Todos são convidados para participar e podem trazer qualquer instrumento, pequeno ou grande, rítmico ou melódico, bonito ou feio, novo ou velho. O facilitador da Soul Jam Session é Jean-Francois, artista ambulante francês que oferece pelo mundo sua presença de ser humano lírico, empático e amoroso, em um espaço íntimo, leve e profundo para quem busca liberdade de expressão. 

Horário: 19h

Visite

Coral Jovem do Estado abre temporada 2018 na Sala São Paulo!

No primeiro final de semana de junho, o Coral Jovem do Estado, grupo ligado à EMESP Tom Jobim, abre a sua temporada de concertos. Com apresentações nos dias 2 e 3/6, no Auditório Masp e na Sala São Paulo respectivamente, o conjunto volta aos palcos apresentando o programa Coração de Pássaro, que vai do barroco de Monteverdi ao tropicalismo de Gilberto Gil. No sábado, o espetáculo começa às 16h e os ingressos custam R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia). Já no domingo, o concerto é às 11h e a entrada é gratuita.

Sob regência de Tiago Pinheiro de Souza e preparação vocal de Marília Vargas, o grupo apresenta um repertório bem diversificado, refletindo a proposta artístico-pedagógica do conjunto, que trabalha não apenas a voz dos alunos, mas também performance e interpretação vocal, como a sensibilidade musical e também a expressão corporal.

O programa abrange diversos compositores clássicos e contemporâneos, caminhando entre a música antiga de Henry Purcell e Claudio Monteverdi, o romantismo de Brahms e a estética moderna de Eric Whitacre. O grupo de bolsistas da EMESP Tom Jobim terá a companhia de músicos convidados: Bruno Migotto (contrabaixo), Juliana Ripke (piano) e Wagner Vasconcellos (bateria), grandes representantes da cena jazzística instrumental brasileira.

Ópera Alcina estreia em junho no Theatro São Pedro

No dia 22/6, o Theatro São Pedro terá a estreia da segunda montagem lírica de 2018. O barroco vai invadir o palco com a ópera Alcina, de Georg Friedrich Händel, com apresentação às 20h, com ingressos entre R$ 20,00 e R$ 80,00. A ópera será apresentada em cinco datas: 22, 24, 27 e 29/6, e 1o/7. Todos os detalhes estão no site http://theatrosaopedro.org.br.

Foto: Heloísa Bortz / Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo

A montagem dramática com linguagem pós-moderna terá direção e cenografia de William Pereira, o maestro Luis Otavio Santos à frente da Orquestra do Theatro São Pedro – dois profissionais apaixonados pelo repertório barroco – além da soprano Marília Vargas, formada pela Schola Cantorum Basiliensis (Suíça) e também especialista em música barroca, no papel principal. O elenco reúne nomes brasileiros e internacionais, como a soprano Thayana Roverso (Morgana), a mezzo-soprano Carolina Faria (Bradamante), o tenor Caio Duran (Oronte), o contratenor israelense David Feldman (Ruggiero) e o baixo austríaco Norbert Steidl (Melisso).

Com libreto de Antonio Marchi, a ópera é composta por três atos e conta a história da feiticeira Alcina, uma maga sedutora e soberana na ilha em que vive, que tem como costume transformar seus amantes em rochas ou feras selvagens assim que se cansa deles, condenando-os à prisão eterna na ilha. Baseada no poema épico Orlando Furioso, de Ludovico Ariostos, a ópera estreou no Royal Opera House de Covent Garden, em Londres, em 1735.

William Pereira, diretor da montagem, tem no currículo trabalhos importantes, como as estreias mundiais das óperas A Tempestade de Ronaldo Miranda, Olga de Jorge Antunes, Onheama e Natividade de J.G. Ripper.  “As pessoas têm interesse por óperas, só não tem mais porque não tem oferta. Precisamos de um projeto sério de formação de plateia, para ensinar o que é ópera, para as pessoas entenderem que linguagem é essa e o quanto isso pode ser interessante. Deveríamos ter mais títulos e um público a ser conquistado”, explica Pereira.

No teatro dirigiu grandes sucessos, entre eles, O Burguês Fidalgo e Dom Juan, de Molière e conquistou diversos prêmios, como Shell e da APCA. No ano passado, dirigiu no Theatro São Pedro o programa duplo inédito com o balé Pulcinella e a ópera Arlecchino, de Igor Stravinksy e Ferruccio Busoni, respectivamente. “O nascimento da ópera é no barroco e eu acho importante fazer esse repertório porque no Brasil ele não é muito feito. Aqui são feitas obras compostas pelo repertório da ópera italiana, então é importante quebrar um pouco essa hegemonia da ópera romântica e propor novas épocas”, afirma.

Uma ilha transformada em outro planeta. A cenografia traz uma proposta neutra, com piso e paredes brancas. O ponto de partida é um espaço vazio representado pelo intenso branco, preenchido por um jogo de luzes coloridas.

Atriz que interpreta Alcina na montagem, Marília Vargas reforça que a música do período barroco é muito viva, cheia de nuances e cores, e tem ganhado espaço nos teatros e casas de ópera. Acho que o Brasil está seguindo esta tendência e neste ponto o Theatro São Pedro está sendo pioneiro. Ano passado com Juditha Triumphans, este ano com Alcina, com artistas e direção musical de especialistas no assunto. Estou muito honrada em fazer parte deste time e tenho certeza que esta montagem fará história”, comenta Marília.

O tenor Caio Duran aposta que as pessoas que nunca assistiram a uma ópera não sabem o quanto podem gostar. É muito importante trazer produções de óperas barrocas para os palcos, assim como de qualquer outro período. É um trabalho delicado que exige grande flexibilidade e domínio do estilo pelos artistas, pois foram escritas para instrumentos da época com uma afinação um pouco mais baixa. Hoje o mundo é muito mais “ruidoso”, deste modo, a afinação dos instrumentos foi sendo elevada com o passar do tempo”, detalha Duran.

O público já está na expectativa. “Acredito que exista, ainda, uma imagem muito inacessível e elitizada em torno das óperas. Particularmente, quero aproveitar essa oportunidade para quebrar meus preconceitos e entender melhor como o gênero funciona. Acredito que vou me surpreender e a expectativa está grande”, comenta a analista de marketing Thaís Tigre.   

 

Onde

Festa do Imigrante acontece em junho no Museu da Imigração!

Consolidada no calendário cultural da cidade de São Paulo, a Festa do Imigrante, promovida pelo Museu da Imigração, chega a sua 23ª edição e acontecerá nos dias 9, 10 e 16/6, reunindo tradições e heranças de mais de 50 nacionalidades. Em 2017, cerca de 20 mil pessoas participaram do evento e vivenciaram a gastronomia, a dança, a música e o artesanato de comunidades de imigrantes e descendentes.

Nesse ano, o público encontrará 49 expositores de alimentação, 29 de artesanato e 46 grupos de dança e música, além de diversas outras programações, que ocuparão todo o complexo histórico onde funcionava a antiga Hospedaria dos Imigrantes do Brás, no fim do século XIX e início do século XX.

“Ao conversar com outras pessoas, expositores ou público, vemos que todo mundo tem uma história de família e de vida pra contar”, comenta Marcia de Souza, representante da gastronomia italiana na Festa. Bart Vanderwalld, imigrante belga, complementa: “Quando jovem, viajei bastante para a Ásia, África e Europa. Aqui tenho a oportunidade de entrar em contato com as culturas das quais sinto falta.”

Entre os três dias de festa, os visitantes poderão prestigiar apresentações artísticas no palco localizado no jardim do Museu, além de participar de oficinas de artesanato, como a de pintura de ovos com técnica da Lituânia, a pintura em vidro do Senegal, pompons peruanos para decoração, entre outros. Os workshops de dança apresentarão diversos ritmos estrangeiros: entre eles, a polca do Paraguai, a marrabenta de Moçambique, as tradições madeirenses e o Flamenco, tão característico da Espanha.

O destaque dessa edição é o Empório, um novo espaço idealizado especialmente para oferecer produtos artesanais que poderão ser levados para casa. Nesse local, o público encontrará pães e doces italianos, cervejas japonesas exclusivas, vinhos portugueses, itens da charcutaria espanhola – como morcilla e chorizo – e potes de homus, coalhada e babaganuche, da Síria.

“Nós trazemos um pouco da nossa casa, do que aprendemos com os nossos avós. Estamos muito felizes por poder compartilhar”, declara Giovanna Topic, expositora.

Valorizando ainda mais a diversidade gastronômica de São Paulo, os interessados poderão participar de oficinas ministradas por cozinheiros de comunidades imigrantes. Entre as receitas, o público aprenderá a preparar, citando alguns exemplos, o spätzle com molho quatro queijos (Alemanha), o tandoori chicken (Índia), o missô lámen (Japão) e a torta mil hojas (Chile).

No espaço “Faz e Conta”, a criançada irá se divertir e aprender sobre outras culturas com as contações de histórias. Entre as narrativas, que abordarão temáticas ligadas à migração, estão os contos sobre Frida Kahlo, mitologia japonesa e sobre um menino que faz uma viagem com seu amigo Inca. As histórias são apresentadas pelos grupos “As Clês”, “Agrupamento Teatral” e “Teatro por um Triz” nos três dias do evento, sempre às 12h00 e às 15h00. Os pequenos poderão também brincar com piscina de bolinhas, amarelinha, jogos educativos e desenhos para colorir.

“É sempre bom poder visitar a Festa e o Museu, e ver o que nossos antepassados viveram na antiga Hospedaria”, comenta Vanessa Surita, que passou pela edição anterior da Festa. “Muito legal ver toda essa diversidade cultural por aqui. Nem vimos a hora passar, de tão divertido que foi!”, finaliza Manolo Amado, que também esteve no evento em 2017.

Acessibilidade

 

No dia 9/06 (sábado), a 23ª Festa do Imigrante contará com oficinas de artesanato, de culinária e workshops de dança com tradução em libras. Já no dia 10/06 (domingo), o evento disponibilizará recurso de audiodescrição para as apresentações artísticas, das 13h às 18h. Nos três dias de festa, estará disponível o folder com a programação transcrito em braille, assim como uma equipe dedicada ao atendimento de pessoas com deficiências auditiva e visual. Para agendamento de grupos, é preciso entrar em contato pelo e-mail: museudaimigracao@museudaimigracao.org.br.

Informações

 

A programação completa da 23ª Festa do Imigrante está disponível no site: www.museudaimigracao.org.br/festa-do-imigrante/. Os ingressos podem ser adquiridos nos dias de evento e custam R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia-entrada). A festa ocorre das 10h às 18h, sendo que a bilheteria encerra o seu funcionamento às 17h.

 

Visite

Fábricas de Cultura lançam coletânea com produção musical da periferia

Incentivar a produção musical por meio de parcerias e oferecer novas possibilidades de divulgação e distribuição musical para os jovens talentos frequentadores de espaços culturais da periferia da cidade. Esses são alguns dos objetivos do Atalhos Sonoros, iniciativa inédita das Fábricas de Cultura em parceria com a Tratore, maior distribuidora de música independente do Brasil.

Sludge Hands, Marilu e o Velotrol, Lilia Garcia, Guto Andrade Trio, Marlon Machado, Nica Ortega, Harlley, Acauã, Viviane Abrahão, Bianca Cincinato, JF e mais seis artistas convidados pela Tratore, Craca, NU – Naked Universe, Kátya Teixeira, São Yantó, NÃ e Apolo, formaram o time de peso do projeto em 2017. Em cada uma das cinco primeiras edições, dois artistas convidados pelas Fábricas de Cultura trabalharam em parceria com um artista convidado pela Tratore. O sucesso do projeto gerou uma sexta edição especialmente para a SIM Transforma, projeto da Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM SP), considerada uma das maiores feiras de música da América Latina.

“Esse projeto é de extrema importância e uma motivação para pessoas que sonham em ter sua música divulgada. Na minha carreira, será um grande incentivo.”
Lilia Garcia

O resultado do trabalho pode ser ouvido pelo público na coletânea Fábricas de Cultura e Tratore Apresentam: Atalhos Sonoros 2017, disponibilizada em mais de 100 plataformas digitais por todo o mundo, como Spotify e Google Play Music. Todas as músicas foram produzidas e gravadas nos estúdios das Fábricas de Cultura Brasilândia, Capão Redondo, Jaçanã, Jardim São Luis e Vila Nova Cachoeirinha. Os valores arrecadados com as vendas e execuções são diretamente repassados pela Tratore aos artistas participantes.

Muita música e dança em Cidade Tiradentes nesse sábado!

Que tal um sábado cheio de música e dança? No próximo sábado, dia 19/5, o projeto “SP Cultura na Rua” leva apresentações gratuitas para o coreto da Av. dos Metalúrgicos, em Cidade Tiradentes! A partir das 15h, o público poderá conferir o som do músico Marcelo Gross, da banda Picanha de Chernobill, da dupla sertaneja Evelyn & Isabela e assistir o grupo de dança Just Dance Team.

 

Conheça os artistas!

Marcelo Gross, ex-guitarrista da banda Cachorro Grande, vai apresentar o show de lançamento de seu novo álbum duplo “Chumbo & Pluma”, que mistura o acústico e o rock’n’roll e inclui músicas de seu primeiro disco solo “Use o Assento para Flutuar”.

A dupla sertaneja Evelyn & Isabela está na estrada há dois anos apresentando músicas que expressam sentimentos. Já se apresentaram na Fábrica de Cultura Vila Curuçá e em diversos bares da cidade.

Picanha de Chernobill, consagrada banda de urban rock’n’roll com influência de blues, folk e música brasileira, formada pelos músicos gaúchos Matheus Mendes, Chico Rigo e Leonardo Ratão, foi premiada como melhor banda independente no Sul pela marca Polar e já realizou mais de 600 shows, incluindo turnê pela Europa em 2017 (França, Bélgica e Alemanha).

Just Dance Team é um grupo formado por dez professores de dança da região do Itaim Paulista que apresentam coreografias de diversos ritmos. Desde 2016, o grupo vem realizando apresentações nas Fábricas de Cultura da Zona Leste da cidade.

Iguape recebe 6ª edição do Festival Literário

A 6ª edição do Festival Literário de Iguape (FLI) acontece entre os dias 24 e 26 de maio na cidade de Iguape, região sul do Estado de São Paulo. O festival, que é realizado pelas Oficinas Culturais, Programa da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, gerenciada pela Poiesis e em parceria com a Prefeitura Municipal de Iguape, tem uma programação dedicada a discussões sobre conceitos de territórios e identidade.

O FLI conta com show, sarau e conversas com a presença de artistas como Conceição Evaristo, Djamila Ribeiro, Elisa Lucinda, Ellen Oléria, Larissa Luz, Sandra de Sá e Daniel Munduruku, que discutem sobre identidade, ancestralidade e pluralidade de narrativas. Os eventos são gratuitos e serão na Praça da Basílica e Biblioteca Pública Municipal, além da programação preparada para as escolas municipais, bem como oficinas e workshops em sete municípios do Vale.

Segundo Fernando Fado, coordenador de Programação das Oficinas Culturais, ao longo das últimas cinco edições, o Festival tem se consolidado na cidade de Iguape e passado por um processo de capilarização pelo Vale do Ribeira. “É a manutenção e abertura constante de diálogos com escritores, educadores, gestores, artistas e moradores da região. O trabalho se dá na busca pelo estreitamento das relações com a população, e o reflexo disso está na concepção dessa sexta edição do evento”, comenta.

Além disso, a riqueza do Vale do Ribeira, compreendida, dentre outros fatores, por seus patrimônios históricos, seus povos tradicionais, suas culturas populares, sua preciosidade ambiental, além do fato de possuir o maior número de comunidades remanescentes de quilombos do Estado de São Paulo, diz muito sobre Identidade, decorrente da história deste território secular.

“A abordagem dessa temática é consequência do percurso do Festival, criado em 2013, e que, aos poucos, foi se conectando com a geografia local. Quando falamos do reflexo na concepção dessa sexta edição, falamos de um filho que se reconhece em sua casa, na artesania do cotidiano caiçara, quilombola, indígena, caboclo, ribeirinha etc”, reforça Fado.

Durante os três dias de Festival, o público encontra no Ponto do Livro um espaço de troca de livros infantis, adultos e gibis. O que é lugar de fala e qual a importância de buscar outros olhares que rompam com a história única? Para falar sobre o assunto, Djamila Ribeiro participa do bate-papo sobre seu livro O que é lugar de fala? (2017), que acontece na quinta-feira (24) às 20h00. Sexta-feira (25) às 21h30, Conceição Evaristo fala sobre sua trajetória como escritora, refletindo sobre o papel da mulher negra na literatura brasileira. As conversas têm mediação da escritora Bianca Santana, autora do livro Quando me descobri negra.

Para trazer um panorama da literatura do Vale do Ribeira, explorando a poesia, meios de publicação e a relação com outras expressões e linguagens artísticas, Filoh Poeta, Julio Cesar da Costa, Marcos Mendes e Osvaldo Matsuda participam da conversa Literatura do Vale sexta-feira (25) às 20h00 com mediação de Lisângela Kati do Nascimento.

Em Território e identidade, o público reflete, a partir de perspectivas quilombolas, indígenas, caiçaras, caboclas e negras, sobre ancestralidade, relações sociais e valorização das culturas tradicionais. A conversa ocorre no sábado (26) às 14h00. Encerrando as conversas do Festival, Elisa Lucinda, Luiz Silva (Cuti) e Vagner Amaro participam do Vozes de desconstrução e falam sobre a desconstrução de narrativas colonizadas, subversão de pensamentos e construção de representações plurais na literatura. O bate-papo acontece às 21h00 do sábado.

“A partir da ideia de pertencimento e no aprofundamento da conexão com o Vale do Ribeira, sendo este, por si só, fonte de conteúdo do Festival, esta edição representa um importante momento de construção efetiva de pontes: da população com o FLI e do FLI com a população.”
Thiago Saraiva
Superintendente das Oficinas Culturais

Música e teatro

Na quinta-feira (24) às 14h00, o grupo Morabeza Nação apresenta o espetáculo 3Áfricas – As rainhas do tempo, que transforma a história dos Três Reis Magos – Melchior (rei da Pérsia), Gaspar (rei da Índia) e Baltazar (rei da Arábia) – em uma narrativa sobre três rainhas, cada uma de um país africano: Cabo Verde, Moçambique e Senegal. O trabalho une teatro e música com tambores e instrumentos de cordas que compõem a trilha sonora ao vivo. A partir das 22h00, Roberta Estrela D’Alva, slammer e apresentadora do programa “Manos e Minas”, comanda o FLISARAU, encontro poético com microfone aberto para todos que quiserem ler e recitar textos, autorais ou não.

Uma das principais escritoras da literatura brasileira é homenageada no espetáculo Canto de vida e obra: Conceição Evaristo, que transforma a história da escritora em uma narrativa literária e musical. O trabalho é apresentado ao público na sexta-feira (25) às 22h30.

Sons do Guarani reúne mais de 60 indígenas para um espetáculo de celebração da cultura guarani. O show rola às 11h00 e abre as atividades de sábado (26). Às 17h00, o Quilombo do Morro Seco, que recebeu do Ministério da Cultura em 2017 o Prêmio Culturas Populares – Edição Leandro Gomes de Barros, apresenta o tradicional Fandango.

A cantora Larissa Luz convida Sandra de Sá e Ellen Oléria para show no sábado (26) às 22h30. No repertório, canções de seu último trabalho Território Conquistado (2016), indicado como Melhor Álbum de Pop Contemporâneo em Língua Portuguesa no Grammy Latino 2016. Para encerrar o FLI 2018, às 23h40 a Comunidade Jongo Tiduca convida a todos para uma grande roda de jongo, dança de roda brasileira praticada ao som de tambores.

Programação 

14h00 | Espetáculo: 3Áfricas – As Rainhas do tempo

18h00 | Ponto do Livro

20h00 | Bate-papo: O que é lugar de fala? com Djamila Ribeiro

22h00 | FLISARAU com Roberta Estrela D’Alva

22h00 | Sessão de Autógrafo com Djamila Ribeiro (O que é lugar de fala?)

18h00 | Ponto do Livro

18h00 | Sessão de Autógrafo com Conceição Evaristo

20h00 | Bate-papo: Literatura do Vale com Filoh Poeta, Julio Cesar da Costa, Marcos Mendes e Osvaldo Matsuda

21h30 | Bate-papo: Escrevivência com Conceição Evaristo

22h30 | Espetáculo: Canto de vida e obra – Conceição Evaristo

11h00 | Ponto do Livro

11h00 | Espetáculo: Sons do Guarani com as aldeias Pindo Ty, Takuari Ty e Itapoã

14h00 | Bate-papo: Território e identidade com Antonio Diegues, Benedito da Silva, Claudionor Henrique Pedroso, Daniel Clayton Pedro Rodrigues, Daniel Munduruku, Hermes Modesto Pereira, Maíra Silva, Rodrigo Marinho, Tatiana Cardoso e Timóteo Verá Tupã Popyguá

17h00 | Espetáculo: Fandango do Morro Seco

17h00 | Sessão de Autógrafo com Timóteo Verá Tupã Popyguá (Yvyrupa – A terra uma só) e Lisângela Kati do Nascimento (O lugar do lugar no ensino da geografia)

20h00 | Sessão de Autógrafo com Fátima Cristina Pires (Ariú), Lydia da Silva Gonçalves (A flor que encanta) e Isabel Campos (Árvore para passarinhos).

21h00 | Bate-papo: Vozes de desconstrução com Elisa Lucinda, Luiz Silva (Cuti) e Vagner Amaro

22h30 | Show: Larissa Luz convida Sandra de Sá e Ellen Oléria

23h40 | Show: Roda de Jongo com Jongo Tiduca

Participe 

Dia do Turismo: Conheça alguns destinos cheios de cultura!

Hoje é celebrado o Dia Nacional do Turismo! A data é uma homenagem ao dia 8 de maio de 1916, quando o Estado do Paraná oficializou um pedido para que as terras próximas às Cataratas do Iguaçu fossem desapropriadas para criação de uma zona turística.

São Paulo é repleto de destinos turísticos para todos os gostos, e muitos deles contam com espaços da Secretaria da Cultura do Estado. Está pensando em viajar nos próximos dias? Então confira as dicas:

Santos

Santos é a maior cidade do litoral de São Paulo, com 7km de praias. O jardim da orla santista é o maior desse tipo em extensão do mundo, de acordo com o Livro dos Recordes. Além da flora, Santos também possui diversos pontos turísticos super conhecidos, entre eles, o Museu do Café!

Inaugurado em 1922, o espaço funcionava como Bolsa Oficial do Café, onde eram negociadas riquezas do mercado cafeeiro para o país. O Museu promove exposições e atividades sobre a história do produto ao longo dos anos, além de abrigar lindas obras do artista Benedito Calixto.

O Museu do Café fica no Centro Histórico de Santos e é parada obrigatória para quem quer conhecer a essência da cidade! Fica na Rua XV de Novembro e funciona de terça a sábado, das 9h às 17h, e aos domingos, das 10h às 17h.

Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo

Brodowski

Brodowski é uma das cidades que surgiram com a expansão da Companhia Mogiana de Estradas de Ferro no século XIX. Seu nome é uma homenagem ao engenheiro polonês Alexandre Brodowski, responsável pelo encaminhamento do pedido e pela construção da estação que deu início ao município.

Apesar disso, Brodowski é conhecida como “Terra de Portinari” por ser o local de nascimento do famoso pintor Cândido Portinari. A casa do artista é um dos maiores pontos turísticos da cidade. Preserva em seu interior diversas obras, incluindo murais nas parede e em uma capela nos jardins da residência, além de toda a história de Cândido. 

Vai passar por Brodowski? Não deixe de visitar a Casa de Portinari! O Museu fica na Praça que também leva o nome do pintor, e funciona de terça a domingo, das 9h às 18h, inclusive em feriados. O ingresso é voluntário, ou seja, pague o quanto – e se – puder.

Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo

Campos do Jordão

Com o inverno e o friozinho se aproximando, Campos do Jordão se torna destino certo de muitas famílias! A subida da Serra da Mantiqueira e as baixas temperaturas características do município tem suas vantagens: além da gastronomia, as paisagens são de tirar o fôlego. E o céu de Campos do Jordão? Eternizado por muitos fotógrafos e apaixonados em cartões postais, é show garantido!

Entre os encantos da cidade, uma das quinze consideradas estâncias climáticas pelo Governo do Estado, está o Museu Felícia Leirner! Mesclando natureza e arte, o espaço abriga um conjunto de 85 obras de Felícia Leirner, de bronze, cimento branco e granito, está distribuído ao ar livre. Esse conjunto revela a paixão da artista pela natureza e pelo local, que foi considerado um dos mais importantes do gênero no mundo pela Revista Sculpture, do International Sculpture Center, de Washington D.C. (EUA), em 1987.

O Museu Felícia Leirner fica na Av. Dr. Luís Arrobas Martins, 1880, e funciona de terça a domingo, das 9h às 18h. Visite!

Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo

Tupã

De origem indígena, o nome Tupã –  do Tupi-Guarani, Deus – faz uma homenagem aos nativos locais, os índios, que ainda hoje, habitam reservas na cidade. A cidade, fundada em 1929, atualmente é considerada estância turística. Seu crescimento se deve ao avanço da Companhia Paulista de Estradas de Ferro, que durante muitos anos levou a produção de café para outras partes do Brasil.

Para preservar e propagar a cultura indígena, tão forte na região, foi criado o Museu Índia Vanuíre. Seu nome é uma homenagem à Índia, considerada uma heroína pelo povo Kaingang, que ainda abriga a região. De acordo com a lenda, Vanuíre subia em um jequitibá de dez metros de altura, onde permanecia do nascer do dia ao cair da tarde entoando cânticos de paz.

Além das exposições permanentes e temporárias, o Museu Índia Vanuíre promove atividades de conscientização para aproximar o público das tradições indígenas de diversas tribos que ainda habitam o interior paulista. O espaço fica na Rua Coroados, 521, no centro da cidade, e funciona de terça a domingo, das 9h às 17h, inclusive em feriados. Assim como o Museu Casa de Portinari, também trabalha com o sistema de ingresso voluntário.

Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo

Araras

Fundada pelo Barão de Araras e seu irmão, Barão de Itatiba, na década de 1860, fazia parte da Fazenda São Joaquim (no Município de Limeira) – propriedade que pertence até hoje a seus descendentes. Seu nome foi escolhido em referência ao nome do rio que corta a cidade, e também devido ao grande número dessa ave que havia na região. Assim como aconteceu com tantos outros municípios paulistas, Arara se expandiu por causa do cultivo do café e pela grande chegada de imigrantes italianos.

Para promover a cultura na cidade, o Governo do Estado possui o Teatro Estadual de Araras. Ao longo do ano, o espaço realiza programação diversificada, recebendo diversos espetáculos de dança, música, circo e muito mais. Inaugurado em 1991, o teatro foi projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer e leva o nome do maestro italiano Francisco Paulo Russo, que escolheu Araras para residir e lá inaugurou cursos, dirigiu corporações musicais, e muito mais.

O Teatro Estadual de Araras fica na Av. Dona Renata, 401, e a programação pode ser acessada aqui. Vai passar pela cidade? Adquira seu ingresso na bilheteria e aproveite o espetáculo!

Intercambistas do projeto Move se apresentam em Ilhabela e Paraibuna!

Nesta sexta-feira, 4 de maio, jovens do Malawi, Moçambique e Noruega, participantes do programa de intercâmbio Move (Musicians and Organizers Volunteer Exchange) irão se apresentar na cidade de Paraibuna, no Mercadão Municipal de Paraibuna, às 16h. No sábado, 5, será a vez de Ilhabela receber o projeto na Praça Coronel Julião de Moura Negrão, às 19h.

Quem promove os eventos, que são gratuitos e abertos ao público, é o Projeto Guri, maior programa sociocultural brasileiro, mantido pela Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo. Os artistas internacionais que irão se apresentar estão há quase 10 meses vivenciando o intercâmbio musical em São Carlos e São José dos Campos.

São eles: Valentino Salimo, mais conhecido por Valé Valentão (Moçambique), Waliko Gondwe (Malawi), Kristoffer Dokka (Noruega), Calisto Ricardo (Moçambique), John Mchiswe (Malawi) e Hannah Larsen (Noruega).

Os instrumentos que fazem parte da banda Move são bateria, percussão, trompete, saxofone, guitarra e baixo. Serão apresentados sucessos dos países de cada intercambista, além de faixas autorais.

Para a Alessandra Costa, diretora executiva da Amigos do Guri, o programa MOVE consiste no desenvolvimento e troca de experiências dos alunos, educadores e o local de vivência durante o intercâmbio: “É uma oportunidade única para o desenvolvimento da prática musical. Além de ajudar aos alunos e educadores do Projeto Guri a adquirir novas habilidades musicais, trata-se também de um momento para trocas culturais e de experiências, já que o MOVE proporciona uma intensa e rica vivência dos lugares para onde esses jovens são designados. Todos ganham com isso”, afirma Alessandra.

 

Confira a programação

Quando: dia 4/5

Horário: às 16h

Local: Praça do Mercadão Municipal de Paraibuna

Endereço: Praça Manoel Antonio de Carvalho, 69 – Paraibuna/SP

Entrada gratuita e aberto ao público

Quando: dia 5/5

Horário: às 19h

Local: Praça Cel. Julião de Moura Negrão

Endereço: Praça Cel. Julião de Moura Negrão, Vila (Centro Histórico) – Ilhabela/SP

Entrada gratuita e aberto ao público

“O Matrimônio Secreto” estreia no Theatro São Pedro

O Theatro São Pedro apresenta a primeira ópera da temporada 2018. O Matrimônio Secreto (1792), de Domenico Cimarosa (1749-1801), estreia no mês de maio. 

A ópera é uma preciosidade do classicismo, e conta a história de um velho pai, já meio surdo e turrão, que recebe uma ótima notícia: um nobre deseja se casar com sua filha mais velha. Até aí tudo bem. O problema é quando o nobre homem muda de ideia e decide se casar com a mais nova, que já é secretamente casada com um empregado. 

Toda essa confusão, cheia de ciúmes e reviravoltas, sobe ao palco do São Pedro nos dias 4, 6, 9, 11 e 13 de maio, com encenação de Caetano Vilela. Na direção musical e à frente da Orquestra do Theatro São Pedro estará a maestrina Valentina Peleggi. Cenografia de Duda Arruk, figurinos de Fause Haten e caracterização de Edu VonGomes.

No elenco, a soprano Caroline de Comi como Carolina, a soprano Joyce Martins como Elisetta, a mezzo Ana Lucia Benedetti como Fidalma, o tenor Jean William como Paolino, o barítono Michel de Souza como Conde Robinson e o baixo Pepes Do Valle como Geronimo.

Os ingressos custam de R$30 a R$80 e podem ser adquiridos na bilheteria do Theatro ou no site da Ingresso Rápido.

Temporada 2018 do Theatro São Pedro

 

Criada de forma colaborativa, com participação dos músicos da Orquestra do Theatro São Pedro na definição de programas e convidados, a Temporada 2018 do Theatro São Pedro tem como objetivo aproximar público e artistas, transformando o São Pedro no #NossoTheatro.

Uma das novidades é a programação de ensaios abertos, realizados sempre nas vésperas de estreias de óperas e de concertos sinfônicos, às 11h, com entrada gratuita. Confira abaixo os destaques da programação lírica e sinfônica e se programe!

 

Óperas

Dias 4, 6, 9, 11 e 13 de maio
Valentina Peleggi, direção musical
Caetano Vilela, direção cênica
Elenco: Caroline De Comi,  Jean William, Joyce Lima, Ana Lucia Benedetti, Pepes do Valle e Michel de Souza

Dias 22, 24, 27 e 29 de junho, e 1º de julho
Luis Otavio Santos, direção musical
William Pereira, direção cênica
Elenco: Marília Vargas, Thayana Roverso, Carolina Faria, Caio Duran, Norbert Steidl e David Feldman

Dias 17, 19, 22, 24 e 26 de agosto
Ira Levin, direção musical
André Heller-Lopes, direção cênica
Elenco: Gabriella Pace, Cláudia Riccitelli, Savio Sperandio, Eric Herrero, Luisa Francesconi, Giovanni Tristacci, Daniel Umbelino, Ana Maria Ribeiro, Fernanda Nagashima e Vinicius Atique

Dias 10, 12**, 14, 16 e 18 de novembro
Cláudio Cruz, direção musical
Jorge Takla, direção cênica
Elenco: a ser anunciado

Concertos Sinfônicos

No Theatro São Pedro, os concertos sinfônicos e as récitas das óperas acontecem sempre nos mesmos horários:
Domingos, às 17h; demais dias, às 20h.

** Exceto a récita do dia 12/11, que ocorrerá às 14h.

Orquestra do Theatro São Pedro
Ligia Amadio, regente convidada
Ana Lúcia Benedetti, mezzo-soprano
Repertório:
Abertura Coriolano, de Ludwig van Beethoven
Rückert-Lieder, de Gustav Mahler
Sinfonia nº 3, Renana, de Robert Schumann

Orquestra do Theatro São Pedro
Roberto Tibiriçá, regente convidado
Eliane Coelho, soprano
Repertório:
Aberturas, árias e excertos de óperas de Giuseppe Verdi e Richard Wagner

Orquestra do Theatro São Pedro
Ricardo Bologna, regente convidado
Manuela Freua, soprano
Repertório:
Tríptico da Passagem, de Silvio Ferraz
Folk Songs (versão para orquestra e voz), de Luciano Berio
A Menina que Virou Chuva, de Valéria Bonafé
Variações Concertantes, de Alberto Ginastera

Orquestra do Theatro São Pedro
Ricardo Kanji, regente convidado
Antonio Meneses, violoncelo
Repertório:
Sinfonia em Ré Menor, de Wilhelm Friedemann Bach
Concerto para Violoncelo em Lá Menor, de Carl Philipp Emanuel Bach
Concerto para Violoncelo em Si Bemol Maior, de Carl Philipp Emanuel Bach
Concerto para Violoncelo em Lá Maior, de Carl Philipp Emanuel Bach

Músicos paulistas brilham no exterior e exaltam projeto social

A música não é feita apenas para nos relaxar, dançar e inspirar. Para muita gente, a arte das melodias e canções é sinônimo de oportunidade. Jovens talentosos de nosso país veem a música como a mais apaixonantes das carreiras, uma arte sinônimo de sustento e futuro. O Projeto Guri, maior programa sociocultural do Brasil, mantido pela Secretaria de Cultura do Estado, aponta que 36% de seus ex-alunos estudam para ser músicos profissionais ou já estão no setor.

Um dos exemplos disso vem de Memphis, nos Estados Unidos, mas poderia muito bem ser de Bauru, interior de São Paulo, cidade de origem de Marcos Santos. Aos 29 anos, o ex-integrante do Projeto Guri hoje trabalha como violinista da Iris Orchestras e Memphis Symphony Orchestra, na cidade norte-americana.

O bauruense conta que quando começou a atuar como educador no Projeto Guri, aos 18 anos, não imaginava que a música poderia levá-lo ao exterior. “Posso dizer que sou extremamente feliz na minha carreira.  Viajei e ainda viajo, conheci e conheço pessoas e lugares incríveis. Não há preço que pague essa realização profissional: ser reconhecido pelo que faço.”

Ele ressalta o apoio da família na em toda a carreira, incluindo os vários concursos que enfrentou para ganhar bolsas de estudos. Durante a vitoriosa trajetória, já fez grandes apresentações, como “Concerto para dois Violinos em Ré Menor”, de Bach com a IRIS Orchestra e Joshua Bell.

Embora seja um orgulho ver um paulista brilhar nos Estados Unidos, no Brasil, as possibilidades de emprego formal na área são limitadas. Contudo, de acordo com o Sindicato dos Músicos, dentre os filiados do Estado de São Paulo apenas 650 têm carteira assinada. O Projeto Guri é um dos principais participantes neste cenário, no papel de grande empregador que é. Seus quadros atuais possuem 870 educadores musicais registrados conforme a CLT, trabalhando nos mais de 380 polos de ensino.

Aos 13 anos, Guilherme Pelaes começou a frequentar aulas no Polo Guapiaçu do Projeto Guri. Depois de alguns anos de aprendizado, ele se tornou bacharel em contrabaixo pela Unesp, e também ultrapassou as fronteiras do Brasil ao conquistar o Diplôme National Supérieur de Musicien Professionnel e o Diplôme d’Etat de professor de música, ambos na França.

Hoje aos 29 anos, 16 depois de ingressar no Projeto Guri, ele é músico e professor no Conservatório de Saint-Omer, no Projet Démos de la Métropole Lilloise e no projet Orchestre à l’école à Noeux-les-Mines, no país europeu, e relembra que, como seus pais não tinham condições financeiras para ajudá-lo, conciliou o trabalho como bolsista na Banda Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo (EMESP) com uma vaga de garçom.

“Acredito que o ponto alto de um profissional é quando se sente reconhecido pela sua capacidade. Se for porque conseguiu ganhar um concurso e fazer parte de uma orquestra, ótimo. Mas pode ser também porque dá aulas, cria, compõe”, afirma o contrabaixista.

"Há uma frase do filósofo Confúcio que diz: ‘Escolha um trabalho que você ama e você nunca terá que trabalhar um dia sequer na vida’. Considero que o mais importante é a pessoa ser feliz no que escolher.”
Guilherme Pelaes

Além da França, o ex-aluno do Guri já se apresentou em Portugal e Bélgica e já dividiu o palco com artistas consagrados como o maestro Jean Claude Casadesus, além dos pianistas Jean Michel Dayez e Thomas Enhco.

Os paulistas Marcos e Guilherme destacam que, além de perseverança e foco para seguir na carreira, a realização de projetos é essencial para continuidade em um talento. Interessados em seguir carreira musical no Projeto Guri podem consultar as oportunidades abertas em http://www.projetoguri.org.br/trabalhe-conosco/.

Estéreo MIS apresenta show da banda Trupe Chá de Boldo em abril

Banda paulista se apresenta no dia 27 de abril, sexta-feira. Os ingressos podem ser adquiridos a partir do dia 15.04, às 12h00, no site da Ingresso Rápido e na recepção do Museu

Capa do CD Presente (2015)

Na sexta-feira, 27 de abril, o MIS – instituição da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo – realiza show da banda paulista Trupe Chá de Boldo. A apresentação acontece dentro do projeto mensal do Museu dedicado à música independente, o Estéreo MIS.

Formada em 2006, em São Paulo, a Trupe Chá de Boldo surgiu como uma banda festiva, de som eclético e carnavalesco. Com um trabalho coletivo e de permanente experimentação, o grupo sempre apresentou uma sonoridade híbrida, que foge a classificações fáceis, resultado de processos em que cada integrante contribui com múltiplas referências. Com o último álbum, “verso” (2017), o grupo segue em turnê pelo país.

Trupe Chá de Boldo é formada por: Ciça Góes, Felipe Botelho, Filipe Nader, Gustavo Cabelo, Gustavo Galo, Guto Nogueira, Julia Valiengo, Leila Pereira, Marcos Ferraz, Pedro Gongom, Rafael Werblowsky, Cuca Ferreira, Remi Chatain e Tomás Bastos.

O show acontece no dia 27 de abril, às 21h30, no Auditório MIS (172 lugares). Os ingressos podem ser adquiridos a partir da sexta-feira, 15.04, às 12h00, no site da Ingresso Rápido e na recepção do MIS.

SERVIÇO

Estéreo MIS | Abril | Trupe Chá de Boldo

Data 27 (sexta-feira)

Horário 21h30

Local  Auditório MIS (172 lugares)

Ingresso R$14 (inteira) R$7 (meia) na Recepção MIS (terça a sábado das 10h00 às 21h30; domingos e feriados das 9h00 às 20h30) e pelo site www.ingressorapido.com.br

Classificação Livre

Museu da Imagem e do Som – MIS

Avenida Europa, 158, Jardim Europa, São Paulo| (11) 2117 4777 | www.mis-sp.org.br

Estacionamento conveniado: R$ 18. Acesso e elevador para cadeirantes. Ar condicionado.

Concurso de Composição Musical do Projeto Guri está chegando!

Atenção, gurizada! Entre os dias 16/4 e 11/5, alunos e alunas do Projeto Guri matriculados em polos do interior e do litoral poderão se inscrever no 3º Concurso de Composição Musical!

“O objetivo do Concurso é estimular a criação individual e coletiva dos Guris. A ideia é potencializar a ousadia e o exercício criativo.”
Deborah Lobo
Assessora de Projetos Especiais do Guri

Como participar?

Cada candidato ou grupo precisam entregar uma composição autoral e inédita, de qualquer estilo musical, com até 3 minutos de duração. A inscrição pode ser feita em duas categorias:

  • Infantil, para crianças de 6 a 11 anos
  • Infantojuvenil, para jovens de 12 a 21 anos

“No caso da faixa etária mista, a categoria será definida por dois critérios: se a composição for coletiva, será definida pela faixa etária predominante no grupo (acima de 50% dos integrantes). Se a composição for de um dos alunos, executada coletivamente, determinará a categoria a idade do compositor”, explica a gestora.

A música a ser inscrita deve ser registrada em áudio ou vídeo, com boa qualidade sonora, e disponibilizada por meio de um link no formulário de inscrição, seja do Youtube, Soundcloud, Vimeo ou outros sites similares de divulgação de música. Cada aluno pode participar com apenas uma composição. O material será avaliado por um Comitê de Avaliação e Seleção multidisciplinar, composto por profissionais da Amigos do Guri, que seguirão os seguintes critérios:

  • Materiais Sonoros:Exploração e manipulação com riqueza dos elementos sonoros;
  • Forma:Conexão entre as partes: desenvolvimento da forma da música;
  • Fluência:Domínio do discurso com desprendimento e propriedade;
  • Originalidade:Inovação dentro do estilo musical proposto.

 Entende-se por composição a combinação de silêncios e sons em diferentes dinâmicas e timbres dentro de um espaço de tempo, seja instrumental ou com letra.

E a premiação?

Ambas as faixas etárias serão premiadas:

1º lugar: gravação da composição em estúdio profissional, com finalização e masterização, qualificado para difusão eletrônica. 

2º lugar: workshop voltado à carreira artística com duração de até 6 horas e crédito de R$ 70 para cada compositor utilizar na loja virtual do Guri.

3º lugar: workshop voltado à carreira artística com duração de até 6 horas.

Foto: Projeto Guri / Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo

Mais sobre o Projeto Guri

Criado em 1995 pela Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, o Projeto Guri é um programa de formação cultural e inclusão social que disponibiliza cursos gratuitos de iniciação musical a crianças e adolescentes de 6 a 18 anos de todo o Estado que possuam frequência regular na escola. As aulas, de teoria musical, coral e instrumentos de cordas, madeiras, sopro e percussão, acontecem no contraturno escolar. Os materiais didáticos e instrumentos musicais, oferecidos gratuitamente, garantem uma melhor instrução e preparação dos alunos, que periodicamente, também participam de apresentações públicas e festivais de música.

“O guri me proporciona crescimento pessoal e musical, e o que eu mais gosto – no projeto – é de participar das apresentações musicais, interagir com os alunos… gosto também dos encontros de bandas, entre outras coisas. No momento minha maior motivação é participar do GR, que nos dá essa experiência de tocar com uma orquestra. Futuramente, meus planos é fazer aula na Emesp e entrar para uma faculdade de música”afirma Vinícius Ioti Rossi, de 17 anos, ex-aluno de trombone do Polo Vinhedo e atual integrante do Grupo de Referência de Jundiaí.

“Os repertórios dos grupos infantis e juvenis são desenvolvidos especificamente para cada grupo, respeitando-se sempre o nível técnico dos alunos e alunas que passaram na seleção para a temporada. Além de obras e arranjos do repertório tradicional e contemporâneo, são encomendadas peças e arranjos inéditos para todas as formações vocais e instrumentais."
Giuliana Frozoni
Gestora Pedagógica dos polos do Projeto Guri na capital
"A prática coletiva de música, da forma que acontece no Projeto Guri, ajuda a potencializar diversas outras características positivas do aluno. Há relatos dos pais dos alunos e dos professores, dizendo que a concentração e atitude na escola também melhoram após a frequência ao Guri. Também, percebemos um impacto nas relações familiares: os pais sentem imenso orgulho das apresentações dos filhos, o que ajuda a fortalecer os vínculos.”
Marisa Gianetti
Assessora de planejamento do Projeto Guri

Banda Sinfônica do Conservatório de Tatuí lança projeto “Música e literatura”

Público presente no concerto desta quarta-feira, 11/04, será convidado a criar um personagem e escrever uma história sobre uma das peças do programa

A Banda Sinfônica do Conservatório de Tatuí – instituição da Secretaria da Cultura do Estado – apresenta-se nesta quarta-feira, dia 11 de abril, às 20h00, no Teatro Procópio Ferreira. Na oportunidade, será lançado o projeto “Música e literatura”, que contará com a participação da plateia. Durante todo o ano, o público presente nos concertos será convidado a criar um personagem e uma história para uma das músicas do programa. Os autores das melhores redações receberão brindes.

O maestro Dario Sotelo explica que, a cada ano, ele seleciona um tema diferente para as atividades pedagógicas do grupo musical. “Em 2018, vamos trabalhar com Música e Literatura. Ao longo o ano, em vários concertos, a Banda Sinfônica tocará uma marcha conhecida mundialmente. São várias marchas famosas que deram origem a uma grande sinfonia, a ‘Symphony on Themes of John Philip Sousa’, composta por Ira Hearshen”, comenta.

“A cada concerto, nós vamos fazer um recorte desta obra. Vamos apresentar a marcha original e o movimento correspondente da sinfonia. A novidade é que convidaremos o público a se envolver com essas músicas, a criar um personagem para cada marcha e a escrever uma história para a sinfonia. Vamos acompanhar essas criações ao longo do ano e ver o que teremos como resultado no final. Os autores das melhores histórias receberão brindes especiais, então, queremos que as pessoas venham ver o concerto e criem seus próprios personagens”, incentiva.

A marcha escolhida para esta apresentação é “The Thunderer”, de John Philip Sousa, seguida pelo segundo movimento da Sinfonia de Ira Hearshen – “After The Thunderer”. O repertório trará ainda “Concerto para sax barítono e sopros”, de Frigyes Hidas, com solo do saxofonista Giancarlo Medeiros; “Fourth Symphony”, de Alfred Reed; “Hill Dance”, de David Avshalomov; e “Gagarin”, de Nigel Clarke.

A Banda Sinfônica do Conservatório de Tatuí foi criada em 1992, composta por alunos e professores da instituição, além de músicos convidados. Até 1996, era o único grupo que oferecia aos estudantes a oportunidade de interagir com instrumentistas profissionais. De lá para cá, o grupo já gravou vários CDs, além de se apresentar em diversos eventos importantes, frequentemente acompanhado por músicos renomados.

O grupo é regido e coordenado pelo maestro Dario Sotelo, formado em piano, violino e viola, mestre em regência orquestral pela City University (Londres). Ano passado, tornou-se o primeiro latino-americano a presidir a Associação Mundial de Bandas Sinfônicas e Conjuntos de Sopros – Wasbe (World Association for Symphonic Bands and Ensembles). Também atua como professor de regência instrumental no Conservatório de Tatuí.

Apoio cultural – O Conservatório de Tatuí orgulha-se em receber apoio cultural de CCR SPVias e Coop.

SERVIÇO
Banda Sinfônica do Conservatório de Tatuí
Projeto “Música e Literatura”
Giancarlo Medeiros, saxofonista solo
Dario Sotelo, regência
Data: 11 de abril, quarta-feira
Horário: 20h00
Local: Teatro Procópio Ferreira
Rua São Bento, 415, Centro, Tatuí/SP
Ingressos: R$ 12 (meia-entrada: R$ 6)

Cidade Tiradentes recebe shows do “SP Cultura na Rua” em abril

Iniciativa leva artistas de rua para as periferias da capital;

apresentações gratuitas serão no coreto da Avenida dos Metalúrgicos

 

LP Dance (foto: divulgação)

Quem passa pela Avenida Paulista aos domingos já se acostumou com as inúmeras apresentações musicais no percurso da via. No entanto, em bairros mais afastados do centro, atividades culturais nas ruas, apesar de regulamentadas, não acontecem com tanta frequência. Com o objetivo de mudar este cenário, a Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo criou o projeto “SP Cultura na Rua”, que leva shows gratuitos para as periferias de São Paulo.

A iniciativa já passou pelos bairros Cidade Tiradentes, Vila Nova Cachoeirinha, Capão Redondo, Jardim São Luís, Brasilândia, Belém e Jaçanã, e retorna para Cidade Tiradentes no próximo sábado, 14 de abril, no coreto da Av. dos Metalúrgicos, das 13h00 às 17h00, com a banda Pássaro Vadio e o músico Rafa Godoi. Essa edição contará também com apresentações de dança dos grupos LP Dance, Cia X, The Crazy e Geral Dança.

Pássaro Vadio (foto: divulgação)

Música

A banda Pássaro Vadio, formada pelos músicos Ramiro, Jojô e Dani Neves, apresenta um repertório que vai de ritmos folclóricos da música brasileira ao dream-pop e folk psicodélico, com composições próprias que misturam sonoridades de diferentes tempos e lugares e fazem referência a Caetano Veloso, Devendra Banhart, Fela Kuti, Tame Impala e Tom Jobim.

O músico, cantor e compositor Rafa Godoi apresenta músicas autorais da sua banda Triskell na voz e no violão. O artista já se apresentou no Reino Unido, Itália, Escócia e Irlanda.

Geral Dança (foto: divulgação)

Dança

O grupo de dança LP Dance, do município de Poá, existe há mais de dez anos e já realizou diversas apresentações nas Fábricas de Cultura.

A Cia X e o The Crazy, grupos de street dance e danças urbanas, também se apresentam nas Fábricas de Cultura da Zona Leste.

O Geral Dança, grupo conhecido por seus vídeos online, faz sucesso na internet ensinando coreografias de músicas famosas.

SERVIÇO

SP Cultura na Rua na Cidade Tiradentes

Data: 14 de abril, sábado

Horário: 13h00 às 17h00

Local: Av. dos Metalúrgicos, s/n

VEJA MAIS SOBRE ESTES SHOWS EM  NOTÍCIAS 

Para conhecer a programação cultural de todo o estado,

acesse o site da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo – www.cultura.sp.gov.br

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SP Cultura na Rua leva música e dança à Cidade Tiradentes

Foto: Pássaro Vadio - Divulgação

Quem passa pela Avenida Paulista aos domingos já se acostumou com as inúmeras apresentações musicais no percurso da via. No entanto, em bairros mais afastados do centro, atividades culturais nas ruas, apesar de regulamentadas, não acontecem com tanta frequência. Com o objetivo de mudar este cenário, a Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo criou o projeto SP Cultura na Rua, que leva shows gratuitos para as periferias de São Paulo.

A iniciativa já passou pelos bairros Cidade Tiradentes, Vila Nova Cachoeirinha, Capão Redondo, Jardim São Luís, Brasilândia, Belém e Jaçanã, e retorna para Cidade Tiradentes no próximo sábado, 14 de abril, no coreto da Av. dos Metalúrgicos, das 13h às 17h, com a banda Pássaro Vadio e o músico Rafa Godoi. Essa edição contará também com apresentações de dança dos grupos LP Dance, Cia X, The Crazy e Geral Dança.

 

Conheça os Artistas

MÚSICA ———————>

 

A banda Pássaro Vadio, formada pelos músicos Ramiro, Jojô e Dani Neves, apresenta um repertório que vai de ritmos folclóricos da música brasileira ao dream-pop e folk psicodélico, com composições próprias que misturam sonoridades de diferentes tempos e lugares e fazem referência a Caetano Veloso, Devendra Banhart, Fela Kuti, Tame Impala e Tom Jobim.

O músico, cantor e compositor Rafa Godoi apresenta músicas autorais da sua banda Triskell na voz e no violão. O artista já se apresentou no Reino Unido, Itália, Escócia e Irlanda.

DANÇA ———————>

 

O grupo de dança LP Dance, do município de Poá, existe há mais de dez anos e já realizou diversas apresentações nas Fábricas de Cultura.

A Cia X e o The Crazy, grupos de street dance e danças urbanas, também se apresentam nas Fábricas de Cultura da Zona Leste.

O Geral Dança, grupo conhecido por seus vídeos online, faz sucesso na internet ensinando coreografias de músicas famosas.

Foto: Geral Dança / Divulgação

Cantora de Piracicaba vence votação popular do Prêmio Governador do Estado para a Cultura

A Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo anunciou, em cerimônia realizada no Teatro Sérgio Cardoso no dia 26 de março, os vencedores do Prêmio Governador do Estado para a Cultura 2018. Criada como uma forma de valorizar e incentivar a produção cultural paulista, a iniciativa do Governo do Estado premiou artistas, companhias e instituições em nove categorias: arte para crianças, artes visuais, cinema, circo, dança, música, teatro, territórios culturais e instituições culturais, além do “Destaque Cultural do Ano”, que homenageou o gestor cultural Eduardo Saron.

Thereza Alves (Crédito: Lucas Mercadante)

Thereza Alves, cantora que cresceu no bairro Vila Rezende, em Piracicaba, venceu a votação popular com 88,1% dos votos na categoria “Música”. A artista recebeu um troféu exclusivo confeccionado pela artista Edith Derdyk.

Os vencedores escolhidos pelo júri especializado receberam, no total, R$ 580 mil em prêmios, o que faz da premiação uma das maiores do país no segmento cultural. Além da premiação em dinheiro, no valor individual de R$ 60 mil, os vencedores escolhidos tanto pelo júri quanto pelo voto popular receberam um troféu exclusivo confeccionado pela artista Edith Derdyk.

A votação popular foi realizada no site www.premiogovernador.sp.gov.br e contou com mais de 95,5 mil votos (a edição anterior contabilizou 71,3 mil).

VENCEDORES

Conheça os contemplados da edição 2018 do Prêmio Governador do Estado para a Cultura:

Escolhidos pelo júri especializado

Arte para Crianças: Lizette Negreiros

Artes Visuais: Tomoshige Kusuno

Cinema: Cinemateca Brasileira

Circo: Grupo La Mínima

Dança: Companhia de Danças de Diadema – “EU por detrás de MIM”

Música: Jonnata Doll & Os Garotos Solventes

Teatro: Lenise Pinheiro

Territórios Culturais: Coletivo Cultural Cenário Urbano

Escolhidos pelo voto popular

Arte para Crianças: Trupe Banana’s

Artes Visuais: Tomoshige Kusuno

Cinema: Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental

Circo: Circo Escola de Diadema

Dança: Cia. Discípulos do Ritmo

Música: Thereza Alves

Teatro: Grupo Caixa Preta de Teatro

Territórios Culturais: Hangar 110

Instituição Cultural (categoria eleita apenas por voto popular): Instituto Alfa de Cultura – Teatro Alfa

13/04 é Dia dos Jovens: conheça iniciativas da #CulturaSP para esse público!

Okinosmov / Núcleo Luz - Foto: Gasbox Studio

Para celebrar o Dia do Jovem (13/4), reunimos aqui algumas atividades realizadas por espaços da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo que são voltadas para esse público!

MÚSICA

Conservatório de Tatuí

Oferece cursos nas áreas de música, luteria e artes cênicas, de formação continuada com duração média de seis anos. A escola está localizada no município de Tatuí, a 131 quilômetros da capital paulista, e recebe estudantes de todas as regiões brasileiras e também de fora do país.

Mais informações: http://www.conservatoriodetatui.org.br

Escola de Música do Estado de São Paulo (EMESP)

Localizada no centro da capital paulista, oferece cursos de iniciação musical e prática de instrumentos desde 1989. Seu primeiro reitor e presidentefoi o maestro Antonio Carlos Jobim. Todas as atividades são gratuitas.

Mais informações: http://www.emesp.org.br

Projeto Guri

Programa de formação cultural que oferece cursos de teoria musical, coral, instrumentos de cordas, madeiras, sopro e percussão para jovens até 18 anos. Possui vários polos, distribuídos na capital, no litoral e no interior do Estado.

Mais informações: http://gurisantamarcelina.org.br/ (para polos da capital e região metropolitana) e http://www.projetoguri.org.br/ (para polos do interior e litoral)

Conservatório de Tatuí - Foto: Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo

DANÇA

Núcleo Luz

O projeto oferece a jovens de baixa renda a oportunidade de vivenciarem a linguagem da dança de maneira mais aprofundada. A participação é gratuita mediante inscrição e processo seletivo.

Mais informações: http://fabricasdecultura.org.br/nucleo-luz/

São Paulo Companhia de Dança

Criada em 2008, a Cia faz espetáculos no Estado de São Paulo, no Brasil e no exterior. De tempos em tempos, a SPCD promove workshops, palestras, oficinas e audições.

Mais informações: http://www.spcd.com.br/

São Paulo Cia. de Dança - Conservatório de Tatuí - Foto: João Caldas/Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo

TEATRO

SP Escola de Teatro

Oferece cursos gratuitos de formação em teatro abrangendo as mais diversas áreas das artes cênicas, dentre elas Atuação, Cenografia e Figurino, Direção, Dramaturgia, Humor, Iluminação, Sonoplastia e Técnicas de Palco. Além disso, a Escola mantém o Programa Kairós, que distribui bolsas de estudos e estágios para parte dos aprendizes, além de intercâmbios culturais.

Mais informações: www.spescoladeteatro.org.br

SP Escola de Teatro - Foto: Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo

LITERATURA

Bibliotecas de São Paulo e do Parque Villa-Lobos

As bibliotecas-modelo do Governo do Estado de São Paulo – uma, localizada no Parque da Juventude, e a outra, no Parque Villa-Lobos – oferecem diversas atividades voltadas para o público jovem, além do seu acervo de livros e jogos. Entre elas, oficinas de escrita criativa, de fotografia e de literatura. Há também o Luau, atividade regular que apresenta aos jovens temas relacionados à música, literatura e poesia, e oferece um espaço para apresentações musicais. Todas as atividades são gratuitas.

Mais informações: https://bsp.org.br/ e https://bvl.org.br/

Biblioteca do Parque Villa-Lobos - Foto: Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo

FORMAÇÃO E DIFUSÃO CULTURAL

Fábricas de Cultura

Programa de difusão e formação cultural que oferece cursos gratuitos e atividades de difusão cultural para toda a comunidade. O programa conta com 10 unidades espalhadas pelas zonas norte, sul e leste, e suas atividades contemplam diversas linguagens, como teatro, dança, música, circo, artes visuais, literatura e multimeios.

Mais informações: http://fabricasdecultura.org.br/

Oficinas Culturais

As quatro unidades do programa realizam atividades gratuitas de formação e difusão cultural em diferentes linguagens artísticas, como artes visuais, circo, dança, fotografia, literatura, música, teatro, entre outras.

Mais informações: http://www.oficinasculturais.org.br/

No Theatro São Pedro, trilhas sonoras de filmes de Charlie Chaplin

Seguindo com a série Música de Câmara, o Theatro São Pedro, apresenta um programa especial que une cinema e música. Nos dias 7 e 8 de abril, um Quinteto de Metais e Bateria da Orquestra do Theatro São Pedro será responsável por musicar duas produções de um dos grandes nomes da sétima arte: os curtas O Balneário e O Imigrante, de Charlie Chaplin, que em abril celebramos 129 anos de seu nascimento. As apresentações ocorrem no sábado, às 20h00 e domingo, mais cedo, às 17h00, e a entrada é gratuita.

Os filmes serão exibidos com trilha sonora dos músicos Fábio Simão e Fábio de Oliveira (trompetes), Rafael Nascimento (trompa), Maurício Martins e Ricardo Pacheco (trombones) e Rubens de Oliveira (bateria), que estarão no palco. Para acompanhar as histórias de Carlitos, eles interpretam obras dos séculos 19 e 20 escritas por Claude Debussy, Edgar Dowell, Léo Debiles, Scott Joplin, entre outros.

Esta programação de Música de Câmara do Theatro, intitulada Cine São Pedro, visa preservar com frescor a relação do público com o cinema mudo, tendo a música como principal elemento de cena e promover o contato com a sétima arte em uma sala de concerto. O espetáculo também tem por objetivo resgatar a história centenária do São Pedro, inaugurado em 1917 como cinema

O Imigrante

Em O Imigrante, Carlitos chega aos Estados Unidos ou “a terra das oportunidades”, onde é mais um imigrante que foi tentar a vida. No navio conhece uma jovem, que acompanha sua mãe, e os dois se apaixonam. Ao término da viagem, os dois se separam. Ele tenta encontrá-la, e o encontro acontece em um restaurante. De lá, partem para um dos poucos finais felizes de Chaplin.

Direção e Roteiro: Charles Chaplin

Elenco: Charles Chaplin, Edna Purviance, Eric Campbell

Duração: 20 minutos

 

 

O Balneário

Em O Balneário, que se passa em uma estação de águas térmicas, vemos Carlitos, bem trajado, porém bêbado, tentando entrar por uma porta giratória, em uma das cenas clássicas do cinema. Neste curta, ele encarna um homem que tenta se recuperar da bebedeira, em um local que deveria emanar saúde. Um funcionário do hotel descobre que a mala de Carlitos traz, na verdade, diversas bebidas, e a joga pela janela. As bebidas vão parar na fonte de águas, e todos os hóspedes acabam bêbados.

Direção Charles Chaplin

Roteiro: Charles Chaplin, Vincent Bryan

Elenco: Charles Chaplin, Edna Purviance, Eric Campbell, Henry Bergman

Duração: 19 minutos

Show de despedida da banda Ócio no MIS

No próximo sábado, 7 de abril, o MIS  recebe o show da banda Ócio. Formado por Daniel Furlan (vocal/guitarra), Rodrigo Larica (baixo/vocal) e Patrick Preato (bateria), o grupo anuncia seu fim e faz seu último show em São Paulo na data. O show acontece às 16h00 na área externa e tem entrada gratuita.

O Ócio surgiu em Vitória, em 2006, com o lançamento de seu primeiro disco, Mood Swings. Em 2007, a banda partiu para Londres numa sequência de shows e gravações. Deu certo e acabaram retornando só no final de 2011. Em meio a apresentações regulares em casas londrinas, turnês e festivais pela Europa e eventuais vindas ao Brasil, o Ócio gravou seu segundo álbum, Guilty Beat. As sessões do disco se deram no Brasil (Estúdio Casa da Floresta com Ricardo “Cachalote” Mendes) e Inglaterra (Urchin Studios, do lendário Gordon Rafael), com produção de Dan Cox e Matt Ingram.

 

No show o grupo apresenta músicas de seus dois álbuns e do recém-lançado single Pump Up The Jam. O novo e derradeiro trabalho, que já está disponível em vinil pela página da banda e nas plataformas digitais, traz uma versão para o sucesso oitentista de house music Pump Up The Jam do Technotronic, além de dois b-sides numa pegada bem mais suave do que a banda estava acostumada: I’ll Set Rob’s Mercedes On Fire Again e No One.  Pump Up The Jam acabou de ganhar um clipe, ironicamente apocalíptico, dirigido por Furlan e pela artista de Curitiba Giovana Giacomini. Confira: www.youtube.com/ociovideos

 

 

 

 

Daniel Furlan (vocal/guitarra): Originalmente cartunista da revista Quase, até falir a MTV criando O Último Programa do Mundo e quebrar a internet com o Choque de Cultura.

 

 

 

 

 

 

Patrick Preato (bateria): Tocava em diversas bandas de metal de Vitória até ser salvo pelo Ócio.

 

 

 

 

Rodrigo Larica (baixo/vocal): Originalmente tocava em big bands de jazz em Vitória, até ser estragado pelo Ócio.

Projeto Guri beneficia jovens de todo Estado com formação musical!

Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo

Criado em 1995 pela Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, o Projeto Guri é um programa de formação cultural e inclusão social que disponibiliza cursos gratuitos de iniciação musical a crianças e adolescentes de 6 a 18 anos de todo o Estado que possuam frequência regular na escola. As aulas, de teoria musical, coral e instrumentos de cordas, madeiras, sopro e percussão, acontecem no contraturno escolar. Os materiais didáticos e instrumentos musicais, oferecidos gratuitamente, garantem uma melhor instrução e preparação dos alunos, que periodicamente, também participam de apresentações públicas e festivais de música.

“Os repertórios dos grupos infantis e juvenis são desenvolvidos especificamente para cada grupo, respeitando-se sempre o nível técnico dos alunos e alunas que passaram na seleção para a temporada. Além de obras e arranjos do repertório tradicional e contemporâneo, são encomendadas peças e arranjos inéditos para todas as formações vocais e instrumentais. É uma maneira de fomentar a produção musical para este tipo de grupo, dando a oportunidade para os alunos realizarem estreias de obras, trabalhar em parceria com os compositores e arranjadores."
Giuliana Frozoni
Gestora Pedagógica dos polos do Projeto Guri na capital

Para possibilitar a continuidade da formação musical dos jovens, a Secretaria de Cultura investiu, em 2017, mais de R$92 milhões no Guri. Ao longo dos anos, o Projeto atendeu 324 mil crianças e adolescentes em seus 384 polos (46 na Capital e Grande São Paulo e 338 no interior, litoral e unidades da Fundação Casa). “O guri me proporciona crescimento pessoal e musical, e o que eu mais gosto – no projeto – é de participar das apresentações musicais, interagir com os alunos… gosto também dos encontros de bandas, entre outras coisas. No momento minha maior motivação é participar do GR, que nos dá essa experiência de tocar com uma orquestra. Futuramente, meus planos é fazer aula na Emesp e entrar para uma faculdade de música”, afirmou, o ex-aluno de trombone do Polo Vinhedo e atual integrante do Grupo de Referência de Jundiaí, Vinícius Ioti Rossi, de 17 anos.

Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo
"Aprender a tocar um instrumento ou a cantar já é por si só um grande benefício: quem conhece música está dominando uma nova linguagem, ou seja, está expandindo suas possibilidades de comunicação. Além disso, a prática coletiva de música, da forma que acontece no Projeto Guri, ajuda a potencializar diversas outras características positivas do aluno. Quando o guri pratica em conjunto aprende a respeitar diferenças, percebe os distintos papéis que cada elemento de um grupo tem no todo, aprende a ser protagonista, além de apoiar o protagonismo do outro. Há relatos dos pais dos alunos e dos professores, dizendo que a concentração e atitude na escola também melhoram após a frequência ao Guri. Também, percebemos um impacto nas relações familiares: como a música é uma atividade muito associativa, os pais sentem imenso orgulho das apresentações dos filhos, o que ajuda a fortalecer os vínculos.”
Marisa Gianetti
Assessora de planejamento do Projeto Guri

Dia Mundial de Conscientização do Autismo: música auxilia no desenvolvimento

No dia 2 de abril é celebrado o Dia Mundial da Conscientização do Autismo, também conhecido como Transtornos do Espectro Autista (TEA). São transtornos que causam problemas no desenvolvimento da linguagem, nos processos de comunicação, na interação e comportamento social da criança.  Estima-se que 70 milhões de pessoas no mundo todo possuem algum tipo de autismo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), no Brasil, esse número passa para 2 milhões. Esse transtorno não possui cura e suas causas ainda são incertas, porém ele pode ser trabalhado, reabilitado, modificado e tratado para que, assim, o paciente possa se adequar ao convívio social e às atividades acadêmicas o melhor possível.

Entre as terapias, a música é uma das indicadas para auxiliar no desenvolvimento de pessoas com TEA. Segundo a terapeuta ocupacional, Dayane Sanches de Castro, do Grupo São Cristóvão Saúde, estudos mostram que a musicoterapia abre o canal de comunicação em diversos sentidos sensoriais, “além de auxiliar na atenção e autonomia, desenvolvendo suas habilidades de comunicação, cognitivas, motoras e sociais”, completa. E o Projeto Guri, maior programa sociocultural brasileiro mantido pela Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, é um desses lugares procurados por pais e cuidadores de crianças e jovens com TEA. O programa recebe jovens de 6 a 18 anos independentemente de qualquer deficiência, síndrome ou transtorno. Segundo pesquisa de perfil dos alunos, do total de alunos que passaram pelo Guri, 857 possuíam alguma deficiência. Destes, 8,4% possuíam diagnóstico de TEA.

“O TEA apresenta uma multiplicidade de gradações. O que quer dizer que cada criança atingida pelo autismo tem características muito particulares que devem ser observadas pelos educadores para o seu melhor desempenho. É por esse motivo que contamos, na nossa equipe pedagógica, com alguns profissionais engajados com o tema.”
Valéria Zeidan
Gerente pedagógica da Amigos do Guri

A trajetória de Maria Clara Oliveira, 11 anos, mostra como a música pode auxiliar no processo de desenvolvimento. Filha única, Maria Clara só começou a falar com 9 anos. Após a investigação de vários profissionais de saúde, a mãe, Maria de Fátima Oliveira, recebeu o diagnóstico do Transtorno do Espectro do Autismo. Foi a própria filha que se interessou pela música ao tomar conhecimento do Guri, mas a mãe acreditava que a dificuldade motora seria um impeditivo. Há um ano no Projeto, a aluna de violoncelo do Polo São Roque se esforça cada vez mais para avançar nos níveis de aprendizado. “Faz pouco tempo que ela voltou a falar e ainda assim se comunica com todos no Guri, faz amizade. No começo, ela gritava na aula, era muito hiperativa e tímida. Agora, está centrada, disciplinada e se esforça cada vez mais por conta da dificuldade motora”, comemora Maria de Fátima.

O aluno João Vitor de Souza, 13 anos, foi diagnosticado com TEA aos 7 anos. Os pais encontraram na musicoterapia um apoio para o desenvolvimento do garoto, que sempre gostou de música, inclusive clássica, mas nunca suportou barulho. Mesmo com a resistência de João, os pais insistiram e incentivaram sua entrada no Projeto Guri. Ele hoje estuda percussão no Polo Itararé. “Sinto que a música mudou sua autoestima, ele sente que está fazendo algo especial e eu o recordo sempre de que esse desafio o torna corajoso para investir cada vez mais em seu potencial próprio”, conta a mãe, Márcia Jesus de Souza. 

João se desenvolveu tanto que já faz parte de uma turma avançada. Socializa com os colegas e até ajuda quem está com dificuldade. O educador do adolescente, Alan Lessa, conta que o menino também o ensina: “Aprendo com ele em cada aula e dou mais atenção para que ele esteja no ritmo dos outros alunos e não desanime. Parte de seu aprendizado é muito rápida. Só preciso dar uma atenção maior na parte teórica e tentar mantê-lo sempre focado”, pontua o educador

Aluna Maria Clara Oliveira
“É nas relações entre os diferentes que construímos nossa visão de mundo em sociedade. Ao longo de 22 anos de experiência, utilizando salas de ensino mistas, coletivas e inclusivas, percebemos o quanto é fundamental e saudável para o desenvolvimento humano equilibrado esta convivência.”
Fabiola Formicola
Gerente de Desenvolvimento Social da Amigos do Guri

Alunos do Projeto Guri participam do musical “Os Addams Vem Aí”

Alunos e alunas de coral dos polos São Carlos e Araraquara do Projeto Guri participarão do musical “Os Addams Vem Aí”, que acontece no dia 5/4, às 19h30, no Teatro Municipal de São Carlos. Os estudantes do maior programa sociocultural brasileiro, mantido pela Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, dividirão o palco com a Cia. Musicale. Logo na abertura, cantarão a música Pra Quem é Addams e, durante o espetáculo, apresentarão A Lua e Eu, Morte Ali na Esquina e Segue Atrás das Trevas.

 “A ideia é proporcionar aos Guris a vivência de palco, permitindo a interação entre artistas profissionais e aprendizes em um espetáculo completo onde todos cantam, dançam e atuam. Eles ajudarão os personagens principais a contar a história da Família Addams, que tem gosto muito peculiar por tudo o que é sombrio”, disse Aniela Rovani, diretora do musical e supervisora educacional do Projeto Guri.

 

Serviço: Os Addams Vem Aí

Quando: 05 de abril, quinta-feira

Horário: 19h30

Local: Teatro Municipal de São Carlos “Dr. Alderico Vieira Perdigão”

Endereço: R. Sete de Setembro, 1.735, Centro – São Carlos/SP

Entrada: R$ 10,00 (meia) / R$ 20,00 (inteira)

Pontos de vendas: Highstil (Shopping Iguatemi), Shoemix Calçados (R. Jesuíno de Arruda, 1.978) e no dia, na porta do Teatro.

Evento aberto ao público

Conheça o Curso de DJ das Fábricas de Cultura!

A Fábrica de Cultura de Sapopemba disponibiliza gratuitamente uma oficina que promete sacudir a galera: O Curso de DJ com o educador Jefferson Mendes, mais conhecido como DJ Smockey, é para jovens, crianças e adultos – incluindo pais e avós!

“O curso tem 4 meses de duração, e neste período os alunos vão do primeiro contato com o equipamento à discotecagem”, explica Smockey, que fez parte de um dos grupos de hip hop do país, o Doctor MC’s. “Trabalho na Fábrica de Cultura há 4 anos e muitas turmas já se formaram neste lugar”. Com ênfase na história dos DJ’s no Brasil e no mundo, o curso também fala sobre ritmos, percepção musical, mixagem, especificações dos equipamentos, além de estudos sobre os diferentes estilos musicais, como eletrônica, rap, MPB, rock, R&B, samba rock, soul, entre outros gêneros.

"Fico contente pois desde que eu me tornei educador eu sempre tento passar para os meus alunos tudo o que deu certo para mim."
Jefferson Mendes | DJ Smockey
DJ Profissional e Educador das Fábricas de Cultura

Um DJ é um profissional que vai além de levar agitação e euforia, mas também cria diferentes composições, mixa músicas, seleciona e produz sua playlist de forma que consiga contagiar o público ouvinte, seja em pistas de dança, bailes, clubes, boates e/ou  danceterias. “Eu sou DJ desde o final da década de 70, comecei a tocar quando era bem jovem. Sempre conto minha trajetória para os alunos como forma de ensiná-los e incentivá-los a seguir seus sonhos. Hoje o DJ é muito valorizado, tanto publicamente como legalmente, e isso é muito importante para eles”, afirmou Jefferson.

 “A Fábrica de Cultura tem uma grande importância, pois está oferecendo um curso muito bom, gratuito, difícil de achar”, afirma o aluno Guilherme Faria, de 16 anos. Guilherme Reis, de 17 anos, complementa: “A história do professor é demais! Eu sempre quis trabalhar como DJ, isso ia ser muito difícil se a Fábrica de Cultura não estivesse disponibilizando esse curso”.

A presença feminina faz grande diferença nas aulas. “É bem difícil encontrar uma mulher DJ. Os meninos ficam chocados com a nossa presença. Passei a ter vontade de aprender essa profissão através dos vídeos de DJ’s famosas”, afirma Beatriz dos Santos, de 17 anos, que está em seu segundo semestre de curso.

Em visita ao curso para uma oficina especial, o DJ Ronaldinho da Rádio Energia 97FM elogiou a estrutura e a iniciativa: “Achei o projeto sensacional e vou indicar pra um monte de gente. É uma iniciativa de vida, onde você dá uma direção para as pessoas. Isso é importante para estimular o gosto das pessoas e sugerir como uma profissão a seguir”.

"Isso é uma homenagem a nós, DJ’s!"
Isso é uma homenagem a nós, DJ’s
Rádio Energia 97FM

Conheça a Fábrica de Cultura de Sapopemba!

 

A unidade funciona de terça a domingo, e fica na Rua Augustin Luberti, 300 (esquina com a rua André Thevet).

Gabriela Montero volta a São Paulo para concertos, recital e masterclass gratuita na OSESP

Entre os dias 12 e 14 de abril, a Osesp apresenta três concertos sob a regência do maestro britânico Alexander Shelley e com a participação da pianista venezuelana Gabriela Montero. A solista também ministrará uma masterclass gratuita no dia 9 e apresentará um recital solo no dia 10, onde tocará obras de Schumann, Shostakovich e Chick Corea, além das suas já tradicionais e conhecidas improvisações sobre temas diversos (por vezes propostos pelo público, vezes propostos pela própria artista).

Nas apresentações com a Osesp, Montero será solista no Concerto nº 14 para Piano em Mi bemol maior, KV 449, de Mozart. O repertório destes concertos se completa com duas obras que fazem parte das séries especiais da Temporada 2018: O Barbeiro de Sevilha: Abertura, do italiano Gioacchino Rossini, que faz parte da homenagem aos 150 anos de morte do compositor; e a Sinfonia nº 4, de Beethoven, parte do projeto As Nove Sinfonias, que apresentará, ao longo da temporada, todas as sinfonias do compositor alemão.

Nascida na Venezuela, Gabriela Montero formou-se pela Royal Academy of Music, em Londres, onde foi aluna de Hamish Milne. Já se apresentou com as sinfônicas de Chicago, Viena, Sydney e da Cidade de Birmingham, e também com as filarmônicas de de Roterdã, da Rádio Holandesa e Real de Liverpool, entre muitas outras. Seu CD “Bach and Beyond” obteve dois prêmios Echo Klassik. Muita ativa em movimentos por direitos humanos, foi nomeada Consul Honorária da Anistia Internacional e é uma forte opositora da atual situação de seu país.

Já o maestro londrino Alexander Shelley estudou violoncelo e regência na Alemanha e foi regente titular da Sinfônica de Nuremberg, com a qual esteve na Itália, Bélgica e China. Em 2015, assumiu a regência principal na  Royal Philharmonic, de Londres, e regularmente está à frente das Orquestras de Gewandhaus de Leipzig e as Filarmônicas de Estocolmo, Hong Kong e Melbourne. Em 2016, foi consagrado com o prêmio ECHO, pela gravação de “Pedro e o Lobo”.

 

Informações sobre os concertos

Recital Gabriela Montero: 10/abr (ter), às 20h30. Ingressos: R$ 50,00 a R$ 122,00.

Mais informações

Concerto Osesp, Shelley e Montero: 12/abr (qui) e 13/abr (sex), às 20h30; 14/abr (sáb), às 16h30. Ingressos: R$ 50,00 a R$ 222,00.

Ensaio Aberto: 12/abr (qui), às 10h00. Ingressos: R$ 12,00.

Mais informações

Masterclass

09 ABR segunda (11h às 13h)

Gabriela Montero (piano)

Inscrições (gratuitas) abertas para executantes e ouvintes através do e-mail academia@osesp.art.br.

 

Os concertos da Osesp são uma realização do Governo do Estado de São Paulo, por intermédio da Secretaria de Estado da Cultura, e contam com o patrocínio do Itaú Personnalité, Banco Votorantim, BBMapfre, Facebook, Ultra, Via Varejo, Mattos Filho e Deloitte.

Saiba quem são os vencedores do Prêmio Governador do Estado para a Cultura 2018!

Aconteceu na noite do dia 26/3 a cerimônia do Prêmio Governador do Estado para a Cultura 2018! Os finalistas concorreram em nove categorias: arte para crianças, artes visuais, cinema, circo, dança, música, teatro, territórios culturais e instituições culturais. 

Os vencedores escolhidos pelo júri especializado receberam, no total, R$ 580 mil em prêmios, o que faz da premiação uma das maiores do país no segmento cultural. Além da premiação em dinheiro, no valor individual de R$ 60 mil, os vencedores escolhidos tanto pelo júri quanto pelo voto popular receberam um troféu exclusivo confeccionado pela artista Edith Derdyk.

A votação popular foi realizada no site www.premiogovernador.sp.gov.br e contou com mais de 95,5 mil votos, 25% a mais que na edição anterior, que contabilizou 71,3 mil.

Quer saber quem foram os grandes vencedores da noite? Acompanhe a matéria:

Destaque Cultural

A categoria homenageou o gestor cultural Eduardo Saron. Mestre em Administração e gestor cultural há 16 anos, Saron é diretor superintendente do Instituto Itaú Cultural e diretor da Associação Nacional de Entidades Culturais Não Lucrativas (ANEC). É também conselheiro do Museu de Arte de São Paulo (MASP), da São Paulo Companhia de Dança e membro do Conselho Nacional de Política Cultural (CNPC) do Ministério da Cultura, além de vice-presidente executivo da Fundação Bienal de São Paulo. O prêmio foi um reconhecimento à sua trajetória profissional e por sua contribuição para a democratização do acesso, incentivo, difusão e valorização da arte e da cultura. O troféu foi entregue pelo secretário da Cultura do Estado, José Luiz Penna, que celebrou a escolha e destacou a importância do evento. “Estamos em um dia de festa, mas também de resistência. A cultura é fundamental para enfrentar, com uma onda de alegria e criatividade, a situação atual do país”, declarou Penna.

"A gente vem pontuando por muitos anos uma coisa que é importante e fundamental: a democratização do acesso à arte e cultura do Brasil."
Eduardo Saron
Gestor do Instituto Itaú Cultural

Arte para Crianças

Lizette Negreiros

Escolhida pelo júri. É responsável pela programação de teatro do Centro Cultural São Paulo, onde desenvolve projetos para o teatro infantojuvenil, recebe e coordena temporadas de grupos e artistas há mais de trinta anos. Foi presidente da Associação Paulista de Teatro para a infância e juventude – APTIJ, jurada de vários festivais de teatro e do Prêmio Femsa. No cinema, participou, entre outros, dos filmes “Eles não usam black-tie”, “Vera” e “A Hora da Estrela”.

Trupe Banana's

Escolhida por votação popular. O grupo foi fundado em 2010 na cidade de Atibaia, interior de São Paulo. Com foco no público infantil, o grupo busca levar diversão e reflexão não só para as crianças, mas também aos adultos que as acompanham. Os espetáculos da Trupe são interativos e dinâmicos, quebrando a barreira entre palco para levar cultura e risadas para todo o país e todas as classes sociais.

"Arte para crianças é o que a gente carrega, que transforma e que queremos que elas vivenciem."
Lizette Negreiros
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Artes Visuais

Tomoshige Kusuno

Escolhido pelo júri e pelo voto popular. Desenhista, pintor, artista visual, professor e gravador, foi parte do Núcleo de Arte de Vanguarda, em Tóquio, Japão, na década de 1950. Imigrou para o Brasil em 1960, onde trabalhou como orientador de atividades artísticas na Comunidade Yuba, além de participar ativamente de exposições que deram ao movimento artístico nacional e internacional condições de se desenvolverem. Já realizou 36 exposições individuais em diversos países e participou de diversas coletivas e salões.

Cinema

Cinemateca

Escolhida pelo júri. Criada em 1946, possui o maior acervo audiovisual da América do Sul e é responsável pela preservação da produção audiovisual brasileira, além de documentação não fílmica da área, do acesso e da difusão deste acervo. Abriga 240 mil rolos de filme – cerca de 42 mil títulos – de obras de ficção, documentários, cinejornais, filmes publicitários e registros familiares produzidos desde 1913. O acervo não fílmico começou a ser constituído também em 1946 e reúne mais de um milhão de documentos.

Mostra Ecofalante de

Cinema Ambiental

Escolhida pelo voto popular. A Mostra é conhecida por fomentar discussões sobre os assuntos mais urgentes da atualidade, e promove exibições gratuitas em salas de cinema, espaços públicos, além de instituições culturais e de ensino. Desde sua primeira edição, em 2012, a Mostra Ecofalante e as atividades educativas da ONG já atingiram diretamente mais de 190 mil pessoas. Foram exibidos 424 filmes, de todos os continentes, em 26 cidades paulistas.

"Essa é maior mostra gratuita de cinema de São Paulo que, há 7 anos, promove o debate com a sociedade. No ano passado conquistamos um público de 77 mil pessoas."
Chico Guariba - representante da Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental
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Circo

Grupo La Mínima

Escolhido pelo júri. A companhia de circo e teatro foi fundada por Domingos Montagner e Fernando Sampaio em 1997. O circo e a arte do palhaço de picadeiro conduzem o trabalho do grupo com um repertório de 14 espetáculos, sendo o último “Pagliacci”, de 2017, em comemoração aos seus 20 anos de história. Ao longo de sua trajetória já passou pelos mais renomados festivais nacionais e internacionais, como Festival Paulista de Circo, Festival de Curitiba, Festival Mundial de Circo de Demain, Teatralia e Festclown, e recebeu alguns dos mais importantes prêmios da categoria.

Circo Escola de Diadema

Escolhido pelo voto popular. Fundado em 2008 por um grupo de artistas circenses, técnicos e arte educadores, atualmente é o carro chefe da Associação Cultural e Educacional Circense Tápias Voadores. O resultado do trabalho pode ser visto no atendimento a 1800 pessoas nas faixas etárias de três a 80 anos, garantindo a perpetuação da arte circense nas suas diversas modalidades, por meio das suas nuances e estética. O Circo Escola de Diadema é uma referência desde as suas estruturas, qualificação técnica e parcerias com o poder público, colaboradores e sociedade civil.

"O La Mínima tem o pé fincado na tradição - Stankovich e Circo dos Sonhos que estão aqui presentes - temos o maior respeito por todos. Estar aqui hoje só aumenta a nossa dívida com o Circo."
Fernando Sampaio - representante do Grupo La Mínima
Destaque na categoria "Circo"

Dança

Companhia de Danças de Diadema

Escolhido pelo júri. Criada em 1995 por Ivonice Satie, realiza espetáculos, oficinas, mostras e projetos de dança por todo o país. Desenvolve um programa que proporciona o acesso à linguagem da dança e das artes em geral, valorizando a inclusão cultural, incentivando a produção artística e fomentando o interesse de novas plateias, sempre com o apoio da Prefeitura do Município de Diadema e outros colaboradores. Os profissionais da Companhia, além de bailarinos, são também artistas orientadores, ministrando oficinas de danças de diversos estilos para os integrantes da comunidade local.

Cia. Discípulos do Ritmo

Escolhido pelo voto popular. A companhia de danças urbanas foi criada em 1999 pelo diretor por Frank Ejara e é o primeiro grupo brasileiro a trabalhar danças urbanas nas artes cênicas de forma híbrida e profissional. A intenção da companhia desde o princípio não foram os festivais competitivos e as batalhas de dança, mas a defesa das danças urbanas em prol das artes cênicas. A Cia. Discípulos do Ritmo tem em seu repertório espetáculos como “Tá Limpo”, “Fresta”, "Urbanóides 2.0", “O Som do Movimento”, “Caixa Preta” e “Lemniscata”.

"Essa trajetória não seria traçada sem a equipe que acompanha a Companhia, criada por Ivonice Satie, saudosa bailarina que teve uma ideia a frente do seu tempo."
Ana Bottosso - representante do Companhia de Danças de Diadema
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Instituição Cultural

Instituto Alfa de Cultura

Única categoria eleita somente por voto popular. A instituição privada e sem fins lucrativos, que administra o Teatro Alfa, tem 20 anos de existência. O teatro foi pioneiro na oferta de espetáculos culturais diversificados e de alta qualidade. Além de produzir e receber espetáculos de dança, teatro infantil, música e teatro musical, o instituto desenvolve amplo trabalho com as escolas e ONGs do entorno. As crianças e jovens são convidados a assistir e participar de programas que visam aproximá-los das artes cênicas, tanto do ponto de vista técnico quanto artístico.

"Recebemos, ao longo desses anos, 3,5 milhões de pessoas em mais de 7,5 mil espetáculos. O prêmio é um incentivo para que continuemos desenvolvendo um trabalho de grande importância social para todos."
Fernando Guimarães - representante do Instituto Alfa de Cultura
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Música

Jonnata Doll &

Os Garotos Solventes

Escolhido pelo júri. Surgida em 2009 em Fortaleza e residindo em São Paulo, a banda traz uma música baseada na subcultura punk e na biografia dos excluídos, mostrando rock em estado bruto. Seja nos palcos pelo Brasil – ou mesmo no teatro ou nas telas de cinema – a performance do quinteto é intensa e visceral, de quem desnuda a alma. Jonnata Doll andrógino, canta, dança, cai, arrasta-se no palco. Suas letras são ecos de literatura beat e de filmes de terror, amores perdidos, misturados a uma biografia de excessos.

Thereza Alves

Escolhido pelo voto popular. Cresceu no bairro da Vila Rezende em Piracicaba e aprendeu a cantar junto da mãe, ouvindo os programas de rádio da Mayrink Veiga, Tupi e da Rádio Nacional. Com 15 anos, iniciou sua carreira artística na Rádio Difusora de Piracicaba, cantando em programas de calouro. Cantou na Rádio e TV Record de São Paulo, nos programas de Geraldo Blota e Iani Junior. Gravou o LP “Roda de Violeiros” em 1961 e um 78 rotações pela gravadora RCA Camden como prêmio musical da Rádio Bandeirantes. Apresentou-se ao lado de grandes nomes da música popular no Brasil e no exterior.

"Quero dedicar esse prêmio à galera que dorme no chão, às mulheres, ao movimento negro, ao movimento LGBT e a todo o rock 'n' roll de São Paulo, que ainda tem muito a dizer sobre as diferenças."
Jonnata - representante da banda Jonnata Doll & Os Garotos Solventes
Destaque na categoria "Música"

Teatro

Lenise Pinheiro

Fotógrafa paulistana especializada em teatro, vem retratando, desde 1983, o que há de mais expressivo nos palcos brasileiros. Já trabalhou para José Celso Martinez Corrêa, Antunes Filho, Daniela Thomas, Antônio Araújo, Fauzi Arap, Enrique Díaz, Mário Bortolotto, Deborah Colker, Marco Antonio Rodrigues, José Possi Neto, Miguel Falabella, Marco Antonio Braz, Gabriel Villela, Marcelo Drummond, Gerald Thomas e muitos outros. Em suas exposições, manteve o foco no teatro, participando ao todo de 38 mostras, sendo oito coletivas e 30 individuais.

Grupo Caixa Preta de Teatro

Fundado por Fernando Barbosa e Fabiano Muniz há 24 anos, o grupo produz atividades que potencializam e desenvolvem a educação e a cultura na Região do Vale do Ribeira, promovendo ações independentes de caráter sociocultural. O grupo já produziu cerca de 25 espetáculos e se apresentou por diversos estados do Brasil, tendo sido convidado em novembro de 2017 a produzir e dirigir o espetáculo “Romeu Ma Julieta – Uma Tragédia Crioula”, na cidade de Mindelo, Cabo Verde, para a abertura do 23º Mindelact – Festival Internacional de Teatro do Mindelo.

"Dei início aos meus trabalhos aqui, no Teatro Sérgio Cardoso. Receber um prêmio dessa magnitude faz com que nossos ânimos se renovem!"
Lenise Pinheiro
Destaque na categoria "Teatro"

Territórios Culturais

Coletivo Cultural Cenário Urbano

O grupo atua há 17 anos, realizando grandes e pequenos eventos, além de manifestações culturais como Consciência Negra e Aniversário do Bairro. Desde 2014 vem focando na reeducação ambiental, tendo a cultura como valorização do espaço. A grande mídia, prefeituras e até uma empresa de lixo urbano deram apoio, tendo visto no projeto um grande potencial de reunir famílias para falar de arte, de consciência ambiental e de como o lixo pode nos prejudicar. Os eventos realizados pelo Coletivo Cultural Cenário Urbano contam sempre com a participação de todos os presentes.

Hangar 110

Foi inaugurado em outubro de 1998, com o intuito de abrir espaço para o cenário artístico underground. Além de shows de música alternativa, o espaço sediou palestras, exposições de fotos e feiras de gravadoras independentes, entre outros eventos. O Hangar tornou-se uma referência do rock nacional e internacional – passaram por seu palco nomes como Ratos de Porão, Inocentes, Cólera, Titãs, Raimundos, CPM 22, NX Zero, Dead Fish, Marky Ramone, CJ Ramone e Ritchie Ramone, Shelter, Toy Dolls e New York Dolls. Foram mais de 9000 shows em 19 anos de atividades.

"Através do diálogo, o Cenário Urbano conseguiu fazer com que um ponto de lixo virasse espaço para a cultura, para a poesia, para o hip hop, para o graffitti, para a arte de rua."
Coletivo Cultural Cenário Urbano
Destaque na categoria "Territórios Culturais"

Orquestra Tom Jobim abre temporada no final de semana com repertório dedicado a Chico Buarque

Com participação especial da cantora Mônica Salmaso e do Madrigal do Coral Jovem do Estado, grupo se apresenta sexta, no Theatro São Pedro e domingo, na Sala São Paulo, este com entrada gratuita (mais…)

Ex-aluno do Conservatório de Tatuí apresenta recital de piano

Felipe de Souza, que segue seus estudos na Alemanha, visita a instituição para mostrar um pouco da sua experiência no exterior (mais…)

Orquestra do Theatro São Pedro recebe maestro Carlos Gomes

Grupo recebe o maestro Cláudio Cruz, para interpretar obras do maior nome do Romantismo brasileiro nos dias 24 e 25 de março (mais…)

Sambaranda concorre ao maior prêmio de música a cappella do mundo

O sexteto de jazz vocal que concorre ao CARA (Contemporary A Cappella Recording Awards), maior prêmio de música a cappella do mundo, realizou apresentação na Secretaria da Cultura do Estado no último dia 9 de março. Os artistas estarão em Boston, nos Estados Unidos, no dia 8 de abril, para participar da premiação.

Confira trecho da apresentação do Sambaranda na sede da Secretaria da Cultura do Estado:

 

“Só Samba” é o novo concerto da Jazz Sinfônica no Memorial

O Memorial da América Latina será novamente palco para duas inéditas apresentações da Orquestra Jazz Sinfônica Brasil. Os concertos serão apresentados nos dias 23 e 24/3 no Auditório Simón Bolívar. Os ingressos tem preço promocional único de R$ 20 e podem ser adquiridos pelo site: www.ingressorapido.com.br.

A temática do repertório, sempre na tradicional linha de prestar homenagem aos grandes compositores, dessa vez contempla a interpretação de 12 dos mais consagrados sucessos da fina flor do samba nacional.  

Sob a regência do maestro Fábio Prado, a Jazz preparou arranjos à altura das obras de autores que fizeram história na MPB dos últimos 60 anos. Na apresentação, serão apreciados sucessos de Adoniran Barbosa, Ary Barroso, Chico Buarque, Gilberto Gil, entre muitos outros. 

Confira o programa completo para as duas noites de concerto:

 

Camisa Listrada – Assis Valente

Conselho de Mulher – Adoniran Barbosa

Corcovado – Tom Jobim

Deixa a Menina –  Chico Buarque

É Luxo Só – Ary Barroso e Luís Peixoto

Espinha de Bacalhau – Severino Filho

Incompatibilidade de Gênios – Aldir Blanc &João Bosco

Meio de Campo – Gilberto Gil

Preciso Me Encontrar – Candeia

Serenou – Délcio Carvalho

Vai Passar – Chico Buarque e Francis Hime

Vou Festejar – Dida e Jorge Aragão

Regência: Fábio Prado

Solista: Michel Moraes

Conexão Índia-Brasil na #CulturaSP!

Em janeiro de 2018, a Oficina Cultural Oswald de Andrade recebeu a Masterclass do coreógrafo indiano Astad Deboo. A aula contou com bailarinos com diferentes níveis de experiência, que tiveram a oportunidade de conhecer um pouco da história da dança indiana e da experiência de Astad, que tem uma trajetória de mais de 40 anos na área. A atividade foi fruto de uma parceria entre a Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo e o Consulado Geral da Índia. Deboo e o grupo de tocadores também se apresentaram no Clube Hebraica.

“Tenho um enorme carinho pelo Brasil. É uma cultura muito rica, tenho uma forte relação com a música e a dança daqui e aprecio a alegria de viver dos brasileiros.”
Astad Deboo
Coreógrafo

Para os alunos que participaram da aula, ficou a sensação de terem vivenciado uma experiência única. Daniel Reca, integrante da São Paulo Companhia de Dança desde 2013, comenta que é interessante observar a maneira como Astad fundiu a dança contemporânea com a dança tradicional indiana e trazer estes elementos para a própria realidade. “Acho muito legal para nós, bailarinos, enriquecermos nossa bagagem cultural com esse tipo de experiência, que nos traz mais recursos na hora de improvisar e de criar elementos para o nosso trabalho aqui dentro da companhia”, afirma Daniel.

 

 

 

O Clube Hebraica recebeu também, em fevereiro de 2018, o violinista L. Subramaniam e a sua esposa cantora Kavita Krishnamurthya. O casal apresentou o espetáculo de música clássica Indiana e Global Fusion, encerrando a noite com uma belíssima interpretação de “Asa Branca”. Confira!

Música ao vivo em Cidade Tiradentes no fim de semana!

Quem passa pela Avenida Paulista aos domingos já se acostumou com as inúmeras apresentações musicais no percurso da via. No entanto, em bairros mais afastados do centro, atividades culturais nas ruas, apesar de regulamentadas, não acontecem com tanta frequência. Com o objetivo de mudar este cenário, a Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo criou o projeto SP Cultura na Rua, que leva shows gratuitos para as periferias de São Paulo.

A iniciativa já passou pelos bairros Cidade Tiradentes, Vila Nova Cachoeirinha, Capão Redondo, Jardim São Luís, Brasilândia, Belém e Jaçanã, e retorna para Cidade Tiradentes no próximo sábado, 17/3, no coreto da Av. dos Metalúrgicos, das 13h às 17h, com as bandas Quixote, Cantigas de Nylon, Cidadão de Bem e Banda Fhilin.

 

Conheça os artistas!

 

Quixote, artista que começou na música aos 12 anos e estudou poesia na Casa das Rosas, apresenta uma mistura de rap, samba, reggae, MPB, rock e jazz, em voz e violão. Suas canções expressam positividade e sentimentos sobre a vida urbana, a alma e o amor.

Cantigas de Nylon, grupo de reggae, MPB e fóreggae (mistura de forró com reggae), formado por músicos independentes da periferia da Zona Norte de São Paulo, leva mensagens de paz e amor para a rua, o metrô e eventos culturais da cidade.

Cidadão de Bem apresenta repertório eclético do pop rock nacional e internacional misturando o estilo country e o rock em músicas autorais.

A Banda Fhilin, composta por quatro integrantes, apresenta diversos estilos musicais no formato acústico, com músicas autorais e covers. O grupo já se apresentou em todas as Fábricas de Cultura da Zona Leste e em praças da região.

Projeto Guri valoriza igualdade de gênero!

O Dia Internacional da Mulher, comemorado em 8/3, levanta discussões sobre igualdade de gênero. E o Projeto Guri – maior programa sociocultural brasileiro, mantido pela Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo – realizou levantamento interno para analisar a representatividade feminina na música. Ao todo, 50,1% das crianças e jovens que fazem aula no projeto são meninas. As alunas são incentivadas a escolher todo o tipo de instrumento, sem distinção alguma. Assim, constata-se que os cursos de coral, cordas friccionadas, cordas dedilhadas, madeiras e teclas apresentam maior presença feminina entre os alunos matriculados em 2016, com mais de 60% de predominância de meninas.

Além disso, 60% dos cargos de liderança e 42% dos educadores do projeto são mulheres. Exemplo disso é a Lívia Gastardel, de 30 anos, educadora de saxofone do Polo Regional Jundiaí há 5 anos. Com 18 anos, ela entrou no Conservatório de Tatuí, mas fazia as aulas apenas por hobby.

“Me encantei com aquela escola e com o mundo maravilhoso da música. Quando percebi já estava tão ligada ao instrumento que não me imaginava fazendo outra coisa a não ser musicista. Não foi fácil, mas sei que não seria tão feliz como sou se fizesse outra coisa. A música se tornou minha vida. Devido a ela, tenho uma profissão, conheci há 7 anos meu marido na Banda Sinfônica de Hortolândia, e agora teremos um filho".
Lívia Gastardel
Educadora de saxofone do Projeto Guri - Polo Regional Jundiaí

A jovem passou por algumas dificuldades como a instabilidade financeira. “Meu pai sempre foi muito rígido e preocupado com o meu futuro, meus trabalhos não tinham estabilidade nenhuma. Até que com 25 anos, eu me tornei educadora do Projeto Guri, que emprega com regime CLT e pude me estabelecer melhor financeiramente”, contou.

Ao iniciar os estudos, Livia era uma das duas únicas mulheres presentes na turma de música. “Havia desconfiança da nossa capacidade. Por isso, sempre me dediquei muito para mostrar que podia ser mulher e ser uma excelente instrumentista”, concluiu.

Dia Mundial do DJ: comemoração no Largo da Batata!

Na próxima sexta-feira, 9/3, a Secretaria da Cultura do Estado realizará uma ação no Largo da Batata, em comemoração ao Dia Mundial do DJ.

Das 12h às 19h, DJ’s de diversas vertentes da música eletrônica se apresentarão em frente à estação Faria Lima do metrô. O objetivo do evento é destacar a dar maior visibilidade à profissão. As apresentações serão realizadas em um soundtruck (caminhão-palco) estacionado no local, com a presença dos DJ’s Mau Mau, Paula Chalup, Ryonn, Andy, Roger Jordan e a dupla Jay P & Vini Pistori.

Programação 

Durante mais de uma década, Roger Jordan desbravou o mercado DJing no Japão onde tornou-se residente de clubs renomados. De volta ao Brasil, envolveu-se em produção musical e sound design, além de percorrer diversos clubs e eventos. Atualmente é A&R de gravadora e descobre novos talentos nacionais e os lança para o mundo.

Um dos responsáveis pela disseminação da música eletrônica no Brasil, Ryonn abriu o mercado das grandes lojas para a música eletrônica com lançamentos importados que inspiraram o surgimento de gravadoras brasileiras voltadas para o segmento. Com discografia extensa, o artista se apresenta em eventos no Brasil e no exterior e está ligado a diversos eventos e produções de estúdio.

DJ Andy é considerado um dos “papas” do Drum N´Bass (gênero de música eletrônica similar ao Twist com ritmos mais acelerados) e foi responsável pela expansão da música eletrônica na periferia de São Paulo, atraindo jovens para outras partes da cidade.

Paula Chalup fez parte da geração clubber dos anos 90, e de lá para cá desenvolveu diversos projetos musicais, incluindo parceria com o DJ Mau Mau. Participa de grandes eventos e festivais – como Rock In Rio – e divide seu tempo como produtora musical, DJ, A&R de selo e empresária.

A dupla Jay P & Vini Pistori se apresenta no formato back 2 back, utilizando dois mixers e quatro CDJ´s (aparelho do tipo CD Player que possui recursos para utilização por DJs) fazendo apresentações únicas. Na produção musical, conseguiram destaque e apoio de nomes internacionais como Sasha, Hernan Cattaneo, Marco Carolla e Joris Voorn.

Com 30 anos de carreira, DJ Mau Mau é um dos maiores DJ’s do Brasil, conhecido por ter realizado releitura da Ópera O Guarani e a Parada da Paz, evento dos anos 90 que pregava a cultura da música eletrônica e a ocupação de espaços públicos.

Orquestra Jazz Sinfônica – Tributo a Tom Jobim

No mesmo palco em que fez seu concerto de estreia, em 1990, a Orquestra Jazz Sinfônica realizará um concerto em Tributo a Tom Jobim, no  Auditório Simón Bolívar, do Memorial da América Latina e Governo do Estado, no domingo, 11 de março de 2018, 12h.

Foto: Tom Jobim

Antonio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim mais conhecido pelo seu nome artístico Tom Jobim, foi um compositor, maestro, pianista, cantor, arranjador e violinista brasileiro.  É considerado o maior expoente de todos os tempos da Música popular brasileira e um dos criadores e principais forças do movimento da Bossa Nova.

Serviço

Orquestra Jazz Sinfônica Brasil

Concerto: Tributo a Tom Jobim

Regência: João Maurício Galindo

Solistas: Paula Valente, Marcelo Ghelfi e Sidmar Vieira.

Local: Auditório Simon Bolívar – Memorial da América Latina

Data: 11/03 às 12h.

Ingressos: R$ 10,00 inteira e R$ 5,00 meia entrada (memorial definirá amanhã como será a venda);

Estacionamento no Local

São Roque recebe apresentação do Projeto Guri no Dia Internacional da Mulher

No dia 7 de março, às 16h00, alunos do Polo São Roque do Projeto Guri realizam apresentação em homenagem ao Dia Internacional da Mulher no Paço Municipal (Rua São Paulo, 966), em São Roque. A Orquestra homenageará as mulheres que trabalham na prefeitura da cidade com a música “Além do Arco-Íris”. A participação é gratuita.

Orindiúva recebe apresentação do Projeto Guri em homenagem ao Dia Internacional da Mulher

No dia 12 de março, às 19h00, alunos de Percussão e Violão  do Polo Orindiúva do Projeto Guri realizam apresentação em homenagem ao Dia Internacional da Mulher no Anfiteatro Municipal de Orindiúva (Av da Saudade,s/n). Os grupos farão uma apresentação com repertório em homenagem às mulheres do município.

 

Tem show gratuito de música ao vivo em Jaçanã no fim de semana!

Quem passa pela Avenida Paulista aos domingos já se acostumou com as inúmeras apresentações musicais no percurso da via. No entanto, em bairros mais afastados do centro, atividades culturais nas ruas, apesar de regulamentadas, não acontecem com tanta frequência. Para mudar este cenário, a Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo criou o projeto “SP Cultura na Rua”, que leva shows gratuitos para as periferias de São Paulo!

As apresentações acontecem no dia 24/2, na Praça João Batista Vasques (mais conhecida como Praça do Jaçanã, em frente ao Museu do Jaçanã), das 14h às 17h, com a artista Mariana Degani e as bandas Tão São Quanto Francisco e Pássaro Vadio.

 

CONHEÇA OS ARTISTAS

A música da cantora e compositora Mariana Degani combina criações visuais com sonoridades tropicais e urbanas. Inspirada por diferentes atmosferas, a artista aproveita o simbolismo das cores, dos pássaros e de fatos reais para criar suas canções. Seu primeiro disco, “Furtacor”, foi lançado em São Paulo e apresentado em festivais na França, Espanha e Portugal.

Foto: Jorge Bispo
Foto: Jorge Bispo

A banda Tão São Quanto Francisco, formada por Gabriel Peri, Renão, Renato Pascoal e Kleyton Mendes, é conhecida por suas apresentações performáticas e a união harmoniosa da banda com o violão de nylon.

Foto: Tão São Quanto Francisco
Foto: Tão São Quanto Francisco

A banda Pássaro Vadio, formada pelos músicos Ramiro, Jojô e Dani Neves, apresenta um repertório que vai de ritmos folclóricos da música brasileira ao dream-pop e folk psicodélico, com composições próprias que misturam sonoridades de diferentes tempos e lugares e fazem referência a Caetano Veloso, Devendra Banhart, Fela Kuti, Tame Impala e Tom Jobim.