secretaria da cultura do estado de são paulo

Museu do Futebol

Em julho, Museu do Futebol tem programação de férias voltada a outras formas de vivenciar o esporte

Equipe de educadores oferece atividades com diferentes maneiras de se relacionar com essa modalidade esportiva

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Equipe de educadores oferece atividades com diferentes maneiras de se relacionar com essa modalidade esportiva

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Museu do Futebol realiza festa julina em clima de final da Copa 2018

Arraial terá música ao vivo, comidas típicas, bingo e transmissão dos dois últimos jogos do Mundial da Rússia

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Museu do Futebol e Metrô de SP em clima de Mundial!

Os usuários do Metrô e da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) têm mais uma razão para entrar no clima da Copa de 2018. A agência Lew’Lara/TBWA criou para o Museu do Futebol, instituição da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, uma campanha que leva ao transporte público a memória do futebol brasileiro. Trata-se da Seleção no metrô”,  uma coleção de 56 pôsteres exclusivos, alusivos aos maiores nomes do país em Mundiais, colocados nas linhas de 1 a 11 para criar uma conexão entre passado e presente do esporte mais popular do país.

O material faz um paralelo entre o número da linha do metrô e as camisas usadas por grandes jogadores brasileiros em Copas. Nesse contexto, por exemplo, a linha 1 terá pôsteres sobre os grandes goleiros; a linha 9, imagens de grandes centroavantes. Cada peça tem texto explicativo sobre o que o público vai encontrar naquele percurso: “aproveite que você está na linha 10 e conheça todos os craques que já vestiram a camisa 10 da seleção”, por exemplo.

“O amor pelo futebol se manifesta nos espaços públicos: nas avenidas fechadas para as comemorações e nas calçadas tomadas de gente em frente aos bares com televisão nos dias de jogos. Usar o metrô para homenagear os grandes jogadores que foram da seleção é transformar esse comportamento em campanha e em design. Quem passar pelo metrô passará também pela história do nosso futebol e será convidado a ir ao Museu, que é a maior manifestação de amor ao futebol”, comenta Felipe Luchi, CCO e sócio da Lew’Lara\TBWA.

Os pôsteres foram criados por 19 diretores de arte e retratam nomes como Leônidas da Silva, Nilton Santos, Garrincha, Zico e Taffarel. As peças serão expostas nas plataformas, dentro dos vagões e em filmetes animados de mídia interna. A campanha será veiculada até 18 de julho e as artes também serão expostas no Museu do Futebol.

A Primeira Estrela: o Brasil na Copa de 1958

 

Com esse apelo histórico, a campanha “Seleção no metrô” conecta os usuários do transporte público ao sentido de memória do Museu do Futebol, que tem uma exposição temporária em cartaz sobre a Copa de 1958, ano em que o Brasil conquistou o primeiro título mundial de sua história.

Aberta ao público até 09 de setembro, a mostra “A Primeira Estrela: o Brasil na Copa de 1958” é uma exposição audiovisual com conteúdo inédito sobre o Mundial que revelou ao mundo craques como a dupla Pelé e Garrincha, o uniforme azul da seleção e a própria imagem de um país vencedor no futebol.

“A Copa de 1958 não foi transmitida pela televisão no Brasil. Então, esta exposição é uma chance de as pessoas verem o que o país só ouviu pelo rádio. É uma chance de conectar passado, presente e futuro, tendo como elos a beleza e a emoção que o futebol proporciona”, explica Eric Klug, diretor-executivo do IDBrasil, organização social responsável pela gestão do Museu.

O clima de Copa no Museu do Futebol ainda conta com um espaço para transmissão dos jogos de 2018. A sala Jogo de Corpo, que tem atrações como o Futebol Virtual e o Chute a Gol, recebeu novos aparatos interativos, que oferecem ao visitante a chance de criar sua própria figurinha ou tirar uma foto segurando uma versão virtual da taça. No centro, uma arquibancada acomoda o público para ver as partidas em um telão.

Mês do Futebol: confira a programação especial da #CulturaSP

Em junho, os museus, salas de concerto e bibliotecas da Secretaria da Cultura do Estado capricharam em atividades sobre dois temas: futebol e cultura russa. São jogos, exposições, oficinas e muito mais. Confira o que fazer quando o Brasil não estiver jogando a aproveite!

MUSEUS

 

O Museu do Futebol terá um mês repleto de atividades relacionadas ao campeonato. Já está em cartaz a exposição “A Primeira Estrela: o Brasil na Copa de 1958”, que conta a história da primeira conquista da seleção brasileira no mundial. Durante todo o mês, o museu também exibirá 39 jogos do campeonato em um espaço decorado especialmente para a competição. No dia 23 de junho, às 10h00, inicia-se a 1ª Feira Foot, evento gratuito que vai reunir uma feira retrô de itens de futebol, venda de memorabília, bate-papo sobre memórias do esporte e troca de artigos colecionáveis. Para fechar o mês, o 3º Arraial do Charles Miller, com entrada gratuita, vai juntar festa junina e futebol na Praça Charles Miller nos dias 30 de junho e 1º de julho (sábado e domingo).

No Museu Afro Brasil, está em cartaz a exposição “Isso É Coisa de Preto – 130 Anos da Abolição da Escravidão”, que ressalta a competência, o talento e a resistência negra nos esportes e em outros campos, como a arquitetura e as artes. Entre os jogadores homenageados na mostra estão alguns dos principais responsáveis pelas três primeiras conquistas mundiais do Brasil, como Pelé, Djalma Santos, Garrincha e Jairzinho. No acervo de longa duração, há esculturas, fotografias, ilustrações, bolas e outros objetos que contam a história do futebol brasileiro. Já na área externa, um grande painel reúne fotografias e ilustrações de Pelé, Leônidas, Chocolate, Didi, Djalma Santos, Zizinho, Garrincha, Paulo César Caju, Barbosa e Baltazar, além de uma série de caricaturas feitas pelo cartunista baiano Miécio Caffé.

O Museu de Arte Sacra vai celebrar o mundial com atividades para todas as idades no dia 16 de junho, à partir das 15h00. O público terá a oportunidade de participar de uma brincadeira sobre a relação entre os santos padroeiros e o futebol, jogar uma partida de futebol de botão ou de mini pebolim entre Brasil e Croácia e aprender o significado das camisas destes times. Para participar é necessário realizar inscrição no site http://museuartesacra.org.br.

No Museu da Imagem e do Som – MIS, a família toda vai poder aproveitar a “Maratona Infantil”, no dia 24, das 10h00 às 17h00, com atividades que envolvem o mundo do futebol e as festas juninas. Em “Intervenção Futebolando”, às 10h30, 12h30 e 14h00, dois palhaços futebolísticos vão convidar o público a praticar atividades físicas utilizando jargões do esporte. Das 10h00 às 16h00, as crianças também poderão expressar a paixão pelo esporte nas oficinas temáticas “Flipbook Bola no Gol”, para criação de livretos animados com o tema futebol, e “Compactor de Pintura”, na qual serão feitas pinturas temáticas do campeonato.

No Museu Índia Vanuíre, em Tupã, os visitantes vão curtir oficinas culturais gratuitas em todos os sábados e domingos de junho, das 9h00 às 16h00. Especialmente neste mês, as oficinas terão como tema o país sede do mundial, com a proposta de confeccionar um chaveiro em formato de matrioska, representando a colônia russa, que tem importante contribuição na identidade de Tupã.

bibliotecaS

 

Na Biblioteca Parque Villa-Lobos, em todas as sextas-feiras de junho, das 16h30 às 18h00, a atividade “Chute de Letra” oferece jogos e brincadeiras com o tema futebol. Nas sextas, sábados e domingos, de 1º de junho a 2 de julho, das 14h00 às 17h00, o espaço será ponto de troca de figurinhas para colecionadores. Nas sextas-feiras, de 1º a 22 de junho, o “Brincando e Aprendendo” terá brincadeiras temáticas. E nos dias 23 e 25 de junho, das 10h00 às 17h00, o “Festival de Jogos Antigos” disponibiliza pebolim e futebol de botão para o público. Todas as atividades são gratuitas e não é necessário realizar inscrição.

A Biblioteca de São Paulo também realiza a atividade “Chute de Letra” em todas as quintas-feiras de junho, das 16h00 às 17h30. A troca de figurinhas será nas sextas, sábados e domingos, de 1º de junho a 29 de julho, das 14h00 às 17h00, e o “Festival de Jogos Antigos” nos dias 15 e 16 de junho, das 10h00 às 17h00. No dia 17, a “Hora do Conto” será às 12h30, com a apresentação do conto russo “Formosa Vassilissa”, sobre uma menina que perdeu a mãe e ganhou uma boneca para ajudá-la a lidar com sua madrasta e irmãs postiças. No dia 20, das 15h00 às 16h00, todos poderão jogar o “Futebol de Cego”, e no dia 21, no mesmo horário, visitantes serão convidados a confeccionar bandeiras de diversos países. Todas as atividades são gratuitas e não é necessário realizar inscrição.

Quem gosta de ler encontrará nas bibliotecas diversas obras de autores russos, como “Os Demônios”, de Fiódor Dostoiévski, e livros sobre a história do futebol, como “O planeta Neymar: um perfil”, de Paulo Vinícius Coelho e “O Brasil nas Copas”, de Marcos Sérgio Silva. O catálogo e a programação das bibliotecas pode ser conferido nos sites: https://bsp.org.br e https://bvl.org.br/.

sala são paulo

 

Durante o mês, a Temporada 2018 da OSESP apresentará na Sala São Paulo diversas obras de compositores russos, como Prokofiev, Shostakovich e Tchaikovsky. Haverá Concertos Sinfônicos Osesp nos dias 21 e 22, às 20h30, e no dia 23, às 16h30, sob regência de Neil Thomson e Fabio Martino no piano. O programa inclui “Romeu e Julieta, Op.17: Romeu só – Grande Festa na Casa dos Capuletos”, de Hector Berlioz, “Peça de Concerto para Piano em fá menor, Op.79”, de Carl Maria von Weber, “Fantasia Brasileira nº 4”, de Francisco Mignone e “Romeu e Julieta – Abertura-fantasia”, de Pyotr Il’yich Tchaikovsky.

E no dia 24, às 19h00, o Coro da Osesp se apresenta sob a regência de Valentina Peleggi, com “Crucifixus pro nobis, Op.38: Drop, drop, slow tears”, de Kenneth Leighton, “Concerto para Coro: Ó mestre de tudo o que vive”, de Alfred Schnittke, “Miserere Mei, Deus”, de Gregorio Allegri, “Miserere, Op.44: Miserere nobis” e “Totus Tuus, Op.60”, de Henryk Górecki e “Canção para Atena”, de John Tavener.

Os ingressos para os concertos estão à venda no site https://www.ingressorapido.com.br

Quem visitar a Sala São Paulo pode aproveitar para conferir os livros, CDs e DVDs de autores e artistas russos disponíveis na Loja Clássicos, localizada dentro do prédio da Sala. Entre os CDs, é possível encontrar a gravação da Osesp sob regência de Marin Alsop das Sinfonias de Serguei Prokofiev. Na seção de livros, encontram-se “Crime e castigo”, de Fiódor Dostoiévski e “Anna Karenina”, de Liev Tolstói. Nos DVDs, uma ampla seleção de filmes russos, como o clássico “Alexander Nevsky”, de Serguei Eisenstein, “Dersu Uzala”, de Akira Kurosawa, e “Arca Russa”, de Aleksándr Sokúrov.

fábricas de cultura

 

As Fábricas de Cultura Jaçanã e Vila Nova Cachoeirinha, na Zona Norte, realizam diversas atividades gratuitas sobre futebol e cultura russa no mês de junho.

No dia 27, às 15h00, na unidade do Jaçanã, acontece o bate-papo “O mundial e você: protagonismo negro e marcos históricos”, em que os participantes terão oportunidade de conhecer a história de jogadores e jogadoras de futebol negros – Marta, Formiga, Cafu, Pelé, entre outros. Em seguida, será proposta uma oficina de estêncil para produzir cartazes com a história desses esportistas.

Na Fábrica Vila Nova Cachoeirinha, a instalação “Bandeiras dos países participantes do mundial de 2018” reúne as bandeiras dos 32 países que participam da disputa, de 5 a 30 de junho. A exposição “Diversidade Futebol Clube – No nosso time joga todo mundo” fica em cartaz na unidade de 8 a 30 de junho. A mostra traz fotografias de Roberto Setton, que registrou entre 2008 e 2012 o “Futebol das Drags”, evento de aniversário da boate Blue Space com um jogo de futebol entre drag queens e funcionários nas ruas da Barra Funda (SP). Encerrando a programação, entre 16 e 30 de junho, será exibida a “Homenagem a Mário Américo”, uma mostra de fotografias do ex-massagista da Seleção Brasileira, que acompanhou sete campeonatos mundiais, entre 1950 e 1974.

oficinas culturais

 

A Oficina Cultural Oswald de Andrade vai unir o teatro e o futebol em uma programação gratuita especial. Entre os dias 14 de junho e 19 de julho, às terças e quintas-feiras, às 18h30, o público poderá participar da oficina “Lendo o Jogo” e criar uma cena dramática, ficcional ou informativa, envolvendo teatro e futebol. As inscrições para as atividades devem ser realizadas no site: http://www.oficinasculturais.org.br/oswald-de-andrade.

são paulo companhia de dança

 

A São Paulo Companhia de Dança realiza performance em meio a uma exposição com bonecas de 2,60 de altura por 1,35 de largura, pintadas por artistas brasileiros como Albertina Prates, Simone Michielin, Elisa Vieira Queiroz, Maramgoni, Thuany Kolbach e Wagner da Silva. As apresentações serão nos dias 15, às 12h00, e no dia 16, às 16h00 e às 19h00.

O repertório será formado por Fada do Amor (1993), de Márcia Haydée e Pivô (2016), de Fabiano Lima. Fada do Amor, de Marcia Haydée, une a energia e a delicadeza do amor da fada pelo ser humano. Já Pivô, de Fabiano Lima, faz referência ao basquete, ao hip hop e à dança contemporânea, e traz para a cena o ambiente brasileiro, por meio de sonoridades conhecidas.

A exposição fica em cartaz no Átrio do Shopping Morumbi, na zona sul de São Paulo, no período de 15 de junho a 15 de julho, e reúne réplicas das chamadas Matrioshkas Gigantes, símbolos da Rússia que representam família, felicidade e boa sorte.

Casa da Cultura de Ribeirão Preto recebe mostra “As Donas da Bola”

A Casa da Cultura Juscelino Kubitschek, em Ribeirão Preto, recebe a exposição “As Donas da Bola”, que fica em cartaz no mesmo local até 21/6. A realização é da ACAM Portinari e do Sistema Estadual de Museus (SISEM-SP), instância da Secretaria da Cultura do Estado. A entrada é gratuita.

A mostra é resultado da iniciativa de 11 fotógrafas, pioneiras no fotojornalismo brasileiro, que percorreram o País em busca de mulheres que jogam bola. Ela foi apresentada pela primeira vez no Centro Cultural São Paulo, em 2014, como um dos eventos paralelos do campeonato mundial de futebol – já foi exposta no Museu do Futebol e agora roda o Estado, já passando por cidades como São Pedro, Piracicaba, Paulínia e Santa Bárbara do Oeste.

“É o olhar de nós, fotógrafas, sobre a mulher no futebol – território até muito pouco tempo, e hoje em dia ainda para muitos, exclusivamente masculino”, explica Márcia Zoet, coordenadora e uma das profissionais participantes da mostra.

Além dela, “As Donas da Bola” traz trabalhos de Ana Araújo, Ana Carolina Fernandes, Bel Pedrosa, Eliária Andrade, Evelyn Ruman, Luciana Whitaker, Luludi Melo, Marlene Bergamo, Mônica Zarattini e Nair Benedicto. A expectativa é que todas estejam presentes no bate-papo.

Cada uma delas retratou a prática de diversas esportistas: freiras que jogam futebol; futlama no Amapá; futebol em comunidades de São Paulo e Rio de Janeiro; campeonato indígena no Mato Grosso do Sul; jovens que jogam bola na praia de Ipanema; entre outros temas.

“A exposição é resultado do trabalho de pioneiras do fotojornalismo brasileiro, que ao longo de suas jornadas profissionais enfrentaram uma série de preconceitos ao retratar o futebol. É o olhar feminino sobre um universo que hoje também, cada vez mais, vem sendo ocupado pelas mulheres”, observa o diretor do Grupo Técnico de Coordenação (GTC) do SISEM-SP, Davidson Kaseker.

 

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Museu do Futebol leva exposição itinerante ao Rio

Museu do Futebol na Área - Foto: Tom Cabral / Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo

Depois de ser vista por mais de 7 mil pessoas em Recife, a exposição itinerante do Museu do Futebol, instituição da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo, desembarca no Rio de Janeiro. O “Museu do Futebol na Área” ficará em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) até o dia 30 de julho, com entrada gratuita.

O projeto, que tem patrocínio da Motorola por meio da Lei Rouanet, integra a celebração do décimo aniversário do Museu do Futebol, um dos três equipamentos da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo que estão entre os dez melhores do Brasil segundo ranking do site “TripAdvisor”. A exposição já havia percorrido cidades paulistas entre 2015 e 2017, período em que recebeu mais de 70 mil visitantes, e neste ano vai passar por outras capitais brasileiras.

“O futebol é uma paixão nacional e expressão da nossa cultura. Acreditamos que, por ser democrático, ele tem o poder de conectar as pessoas. Por isso, estamos muito felizes em poder levar essa exposição itinerante a outros lugares do Brasil”, diz Bruno Couto, head de Marketing da Motorola Mobility.

A exposição é formada por oito módulos. Seis deles reproduzem conteúdos da mostra principal do Museu do Futebol e dois foram elaborados exclusivamente para o projeto, inclusive com detalhes específicos sobre as cidades que recebem a visita especial do museu. A Sala Números e Curiosidades, por exemplo, composta por placas ilustradas por frases famosas, regras e recordes do esporte, recebe no Rio uma vitrine especial com camisas históricas de Botafogo, Flamengo, Fluminense e Vasco, além da camisa da Seleção Brasileira. Ídolos dos clubes, bem como frases de personalidades da literatura e música, estarão representados na exposição a partir das suas relações com o futebol.

A instalação chamada Versus, criada especialmente para o projeto itinerante pelo artista multimídia Tadeu Jungle, permite ao visitante acompanhar uma partida inteira somente observando os torcedores, acompanhando reações e capturando a emoção contida em um jogo.

O Museu do Futebol é uma iniciativa do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, concebido pela Fundação Roberto Marinho. O IDBrasil Cultura, Educação e Esporte é a Organização Social responsável pela sua gestão.

 

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Limeira recebe mostra itinerante sobre futebol feminino

A cidade de Limeira recebe no mês de junho a exposição itinerante “Visibilidade para o Futebol Feminino”, criada pela equipe do Museu do Futebol, instituição da Secretaria da Cultura do Estado, com o objetivo de ampliar a visibilidade da trajetória feminina no esporte mais popular do Brasil.

A mostra ficará em cartaz no Museu Histórico e Pedagógico Major José Levy Sobrinho, instituição vinculada à Secretaria de Cultura do Município de Limeira. Dentre os conteúdos abordados, a mostra conta que o futebol feminino chegou até mesmo a ser proibido por lei no País, entre 1941 e 1979. Além disse, reflete o porquê de as mulheres futebolistas não terem nem sombra do mesmo reconhecimento que os homens  por parte de clubes, federações e mesmo da memória afetiva dos torcedores.

Situação no estádio do Pacaembu, em São Paulo, o Museu do Futebol tem hoje um vasto acervo sobre a modalidade, disponível para consulta na biblioteca em sua sede, no banco de dados online (http://dados.museudofutebol.org.br) e na exposição virtual de mesmo nome do projeto, disponível na plataforma Google Arts&Culture.

A mostra itinerante resulta de ação com o Sistema Estadual de Museus (SISEM-SP), instância ligada à Unidade de Preservação do Patrimônio Museológico da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, para a difusão de acervos e ampliação do acesso à cultura.

Em Limeira, curiosamente, o museu que recebe a mostra tem o mesmo nome do estádio, que leva o nome de José Levy Sobrinho, ex-prefeito e um dos responsáveis por implantar a citricultura na cidade. Limeira é uma das poucas cidades que ostenta o título de campeã paulista de futebol, com a conquista da Internacional, em 1986.

 

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No clima da Copa, Museu do Futebol celebra primeiro título do Brasil

Na esteira da Campeonato na Rússia, o Museu do Futebol, ligado à Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo, apresenta a exposição “A Primeira Estrela: o Brasil na Copa de 1958”, que celebra os 60 anos do primeiro título mundial conquistado pela Seleção Brasileira e conecta aquela campanha com o momento atual do futebol e do país.

“É essencial o resgate e a valorização da história da Copa, promovendo um encontro de gerações tanto na exposição quanto entre os visitantes. O Museu do Futebol é muito importante para oferecer ao público a experiência de vivenciar a trajetória da modalidade no Brasil”, diz Romildo Campello, secretário de Cultura do Estado.

Montada no piso térreo do Museu, no estádio do Pacaembu, em um espaço com 220 metros quadrados, a instalação audiovisual e interativa proporcionará um mergulho no clima da Copa de 1958 e das transformações que ela causou. Registros da concentração da seleção em Poços de Caldas (MG) feitos pelo fotojornalista Antonio Lúcio, cenas das partidas e do cotidiano brasileiro e depoimentos de seis campeões mundiais (Pelé, Nilton Santos, Bellini, Joel, Didi e Vavá), décadas depois do ocorrido, dão o tom da narrativa. As entrevistas foram retiradas de material produzido pelos cineastas João Moreira Salles e Arthur Fontes, do final dos anos 1990, e alguns trechos ainda eram inéditos ao público.

Para trazer a emoção da primeira conquista brasileira em Copas, a partida final de 1958, entre Brasil e Suécia, será exibida em uma instalação audiovisual projetada no antigo túnel de acesso dos jogadores ao gramado do Pacaembu. O filme é uma montagem de vários trechos recolhidos por diferentes TVs europeias que transmitiram o torneio, mixados com trechos de locuções de rádio no Brasil. A montagem foi um trabalho de garimpo feito por Carlos Augusto Marconi, torcedor apaixonado pela seleção brasileira.

“Esse é o papel da tecnologia para as nossas exposições: criar sensações que reverberem na memória afetiva de quem viveu aquele momento e, ao mesmo tempo, encantar quem desconhece nosso passado no futebol”, explica Daniela Alfonsi, diretora de Conteúdo do Museu e co-curadora da mostra.

O visitante verá a Taça Jules Rimet em uma vitrine virtual e poderá interagir com uma cena de 1958, um modo de entrar virtualmente no contexto daquela Copa. Os 22 convocados e membros da comissão técnica serão homenageados e estamparão a fachada do Estádio, que recebe o nome do chefe da delegação daquela seleção: Paulo Machado de Carvalho.

Celebrando a Copa e conectando passado e presente, o museu também fará intervenções na sua exposição principal, tais como a inclusão da seleção de 2018 na Sala Anjos Barrocos, a exibição da camisa histórica de 1958 que foi do jogador Moacir, além de chuteiras que pertenceram a ídolos mais recentes: Daniel Alves, Kaká, Dida, Thiago Silva e Ronaldinho Gaúcho. Haverá também uma sala especialmente preparada para exibição dos jogos do Mundial da Rússia.

“A Copa de 1958 não foi transmitida pela televisão no Brasil. Então, esta exposição é uma chance de as pessoas verem o que o país só ouviu pelo rádio. É uma chance de conectar passado, presente e futuro, tendo como elos a beleza e a emoção que o futebol proporciona”, conclui Eric Klug, diretor-executivo do IDBrasil, organização social responsável pela gestão do Museu.

 

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Mundial 2018: assista os jogos no Museu do Futebol!

A exposição temporária “A Primeira Estrela: o Brasil na Copa de 1958” não vai ser a única iniciativa do Museu do Futebol para entrar no clima do mundial.  Além da mostra temporária, o equipamento da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo vai abrir ao público um espaço para assistir às transmissões dos jogos realizados na Rússia.

Localizado na Sala Jogo de Corpo, o telão do Museu do Futebol exibirá 39 jogos da primeira fase do campeonato a partir da abertura, em 14 de junho. Além disso, oferecerá aos visitantes uma programação especial de conteúdo.

Outro destaque do espaço é o conteúdo interativo. Além de atrações características da sala, como o Futebol Virtual e o Chute a Gol, o público que for ao Museu do Futebol poderá interagir com dispositivos especialmente pensados para o torneio mundial.

O ingresso do Museu do Futebol custa R$ 12, com meia-entrada a R$ 6. Há gratuidade para todos os públicos às terças-feiras.

 

Calendário de jogos

JOGO DE ABERTURA DA COPA

12h – Rússia x Arábia Saudita

9h – Egito x Uruguai

12h – Marrocos x Irã

15h – Portugal x Espanha

10h – Argentina x Islândia

13h – Peru x Dinamarca

16h – Croácia x Nigéria

9h – Costa Rica x Sérvia

12h – Alemanha x México

15h – Brasil x Suíça

9h – Colômbia x Japão

12h – Polônia x Senegal

15h – Rússia x Egito

9h – Portugal x Marrocos

12h – Uruguai x Arábia Saudita

15h – Irã x Espanha

9h – Dinamarca x Austrália

12h – França x Peru

15h – Argentina x Croácia

9h – Brasil x Costa Rica

12h – Nigéria x Islândia

15h – Sérvia x Suíça

9h – Bélgica x Tunísia

12h – Coréia do Sul x México

15h – Alemanha x Suécia

9h – Inglaterra x Panamá

12h – Japão x Senegal

15h – Polônia x Colômbia

11h – Austrália x Peru

11h – Dinamarca x França

15h – Nigéria x Argentina

15h – Islândia x Croácia

11h – Coréia do Sul x Alemanha

11h – México x Suécia

15h – Sérvia x Brasil 

11h – Senegal x Colômbia

11h – Japão x Polônia

15h – Inglaterra x Bélgica

15h – Panamá x Tunísia

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Debate sobre tecnologia e arbitragem no Museu do Futebol

O mundial de futebol de 2018 vai ser um marco para o uso de tecnologia no esporte. A edição disputada na Rússia será a primeira da história com uso do VAR (sigla em inglês para árbitro auxiliar de vídeo), aparato com 33 câmeras cujo propósito é tentar dirimir dúvidas sobre lances capitais do jogo. O advento do dispositivo é uma das premissas básicas do debate “Arbitragem: evolução, uso das tecnologias e o que esperar do campeonato mundial de futebol de 2018”, que o Museu do Futebol, instituição da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, vai realizar às 19h da próxima sexta-feira (8/6). O evento integra um ciclo de palestras sobre o mundial e tem entrada gratuita (a participação está condicionada à capacidade do auditório, que tem 174 lugares e quatro espaços para pessoas com deficiência).

O debate faz parte da programação de lançamento do livro “Grandes árbitros do futebol brasileiro – o desenvolvimento do futebol pelo olhar da arbitragem”, escrito por Daniel Destro. Além dele, a mesa será composta por Sálvio Spínola Fagundes Filho (ex-árbitro Fifa e atual comentarista dos canais “ESPN”), Ednilson Corona (ex-árbitro assistente Fifa – trabalhou na Copa do Mundo de 2006 – e atual chefe da comissão de arbitragem da Federação Paulista de Futebol), Regildênia de Moura (árbitra da CBF e da Fifa) e Zé Elias (ex-jogador e atual comentarista dos canais “ESPN”). A mediação será feita pelo jornalista Celso Unzelte.

Destro iniciou trajetória como árbitro em 2004, quando um amigo o convenceu a fazer curso da Federação Paulista de Futebol (FPF). Integrou o quadro da entidade estadual entre 2005 e 2016.

“Pela necessidade de manter meu trabalho principal [com tecnologia], uma carreira sólida e de crescimento, além de querer progredir como árbitro, fazia jornada dupla. Precisava treinar duro, viajar sempre, muitas vezes faltando em alguns dias de trabalho para apitar jogos pelo Estado de São Paulo.”
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Daniel Destro

Além da necessidade de organizar o calendário, a ideia de conciliar o trabalho como árbitro e a carreira em tecnologia acabou fazendo com que as duas coisas se misturassem na trajetória de Destro. Ele começou a desenvolver em 2007 um sistema de estatística para juízes e auxiliares e recentemente se tornou parceiro comercial de um aplicativo para relógios de árbitros.

Curiosamente, os projetos que misturam o futebol com tecnologia, com um olhar mais voltado para o futuro, também foram a porta de Destro para uma conexão com o passado. A partir do sistema de estatísticas, o ex-árbitro montou uma grande base de dados e começou a pensar em como criar algo que unisse os números e a paixão por história do futebol. Foi essa a gênese do livro.

“Aprendi sobre o passado do futebol e da arbitragem. Sempre quis achar um sentido filosófico na coisa, e daí surgiu a ideia de escrever. Não apenas falar do árbitro e das regras, mas mostrar como o futebol se desenvolveu por meio das regras e filosofia de jogo. É uma realização pessoal, mas mais do que isso eu quis homenagear, lembrar e eternizar nomes importantes da história do futebol”, completa o ex-árbitro.

 

Onde

Venha conhecer a Feira de Livros de Futebol!

O jogo inaugural do campeonato mundial de 2018 está agendado para 14 de junho, quando a Rússia enfrenta a Arábia Saudita. Mas os amantes do esporte não precisam esperar até essa data para entrar no clima. Para ajudar na contagem regressiva, o Museu do Futebol, instituição da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, em parceria com a Livraria Pontes, realiza a primeira edição da Feira de Livros de Futebol.

O evento gratuito será realizado no foyer do Museu do Futebol, nos dias 09 e 10/6, entre 10h e 17h. Haverá ponto de venda de títulos, e a comercialização será feita diretamente pela editora, que apresentará preços e condições especiais. A lista de obras tem novidades e relançamentos.

A Copa do Mundo será um dos temas abordados nos livros, mas o catálogo disponível no evento também conta com obras sobre clubes do Brasil e do exterior, biografias e outros tipos de literatura ligada ao universo futebolístico.

 

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Museu do Futebol entra no clima de Mundial com nova exposição!

Quando a bola começar a rolar na Copa do Mundo da Rússia, as atenções de todo o mundo estarão voltadas ao futebol. A seleção brasileira mais uma vez ingressa no torneio como favorita, status de quem é pentacampeã e participou de todas as edições. Contudo, nem sempre foi assim, e esse é o mote da exposição “A Primeira Estrela: o Brasil na Copa de 1958”, no Museu do Futebol a partir de 5/6. A instituição da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo vai celebrar o maior evento do planeta relembrando os feitos da primeira conquista do mundial, conectando-a com o momento atual.

Montada no piso térreo, em um espaço com 220 metros quadrados, a instalação audiovisual e interativa proporcionará um mergulho no clima da Copa de 1958 e das transformações que ela trouxe ao futebol e ao país. Registros da concentração da seleção em Poços de Caldas (MG) feitos pelo fotojornalista Antonio Lúcio, cenas das partidas e do cotidiano brasileiro e depoimentos de seis campeões mundiais (Pelé, Nilton Santos, Bellini, Joel, Didi e Vavá), décadas depois do ocorrido, dão o tom da narrativa. As entrevistas foram retiradas do material dos cineastas João Moreira Salles e Arthur Fontes, do final dos anos 1990, e alguns trechos são inéditos ao público.

“É essencial o resgate e a valorização da história da Copa, promovendo um encontro de gerações tanto na exposição quanto entre os visitantes. O Museu do Futebol é muito importante para oferecer ao público a experiência de vivenciar a trajetória da modalidade no Brasil, com atuação que vai além da expografia: conta também com o centro de referência do futebol brasileiro, essencial para a formação e atualização do acervo do museu.”
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Romildo Campello
Secretário da Cultura do Estado

Para trazer a emoção da primeira vitória brasileira em Copas, a partida final de 1958, entre Brasil e Suécia, será exibida em uma instalação audiovisual projetada no antigo túnel de acesso dos jogadores ao gramado do Estádio do Pacaembu. O filme é uma montagem de vários trechos recolhidos por diferentes TVs europeias que transmitiram o torneio, mixados com trechos de locuções de rádio no Brasil. A montagem foi um trabalho de garimpo feito por Carlos Augusto Marconi, apaixonado pela seleção brasileira.

“A Copa de 1958 não foi transmitida pela televisão no Brasil. Então, ‘A Primeira Estrela’ é uma chance de as pessoas verem o que o país só ouviu pelo rádio. É uma chance de conectar passado, presente e futuro, tendo como elos a beleza e a emoção que o futebol proporciona.”
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Eric Klug
Diretor Executivo do IDBrasil

O visitante verá a Taça Jules Rimet em uma vitrine virtual e poderá interagir com uma cena de 1958, um modo de entrar virtualmente no contexto daquela Copa. Os 22 convocados e membros da comissão técnica da seleção do futebol-arte, dentre os quais Pelé e Garrincha, dupla que começou naquela Copa sem ter perdido uma partida, serão homenageados e estamparão a fachada do Estádio, que recebe o nome do chefe da delegação daquela seleção: Paulo Machado de Carvalho.

“Esse é o papel da tecnologia para as nossas exposições: criar sensações que reverberem na memória afetiva de quem viveu aquele momento e, ao mesmo tempo, encantar quem desconhece nosso passado no futebol.”
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Daniela Alfonsi
Diretora de Conteúdo do Museu e co-curadora da mostra

Celebrando a Copa e conectando passado e presente, o museu também fará intervenções na sua exposição principal, tais como a inclusão da seleção de 2018 na Sala Anjos Barrocos, a exibição da camisa histórica de 1958 que foi do jogador Moacir, além de chuteiras que pertenceram a ídolos de seleções mais recentes, como Daniel Alves, Kaká, Dida, Thiago Silva e Ronaldinho Gaúcho. Haverá também uma sala especialmente preparada para exibição dos jogos do mundial, com novas interatividades.

 

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Tem figurinhas para trocar? Vem para o Panini Day!

Em contagem regressiva para o maior campeonato de futebol do mundo, a Panini realiza evento com atrações imperdíveis para incentivar os colecionadores a completarem o álbum de figurinhas oficial da Copa do Mundo da FIFA Rússia 2018. O Panini Day acontece no próximo dia 26 de maio, das 10 às 17 horas, na área externa do Museu do Futebol.

Os objetivos da ação são proporcionar a maior troca de figurinhas do mundo e oferecer entretenimento ao público. O dia será repleto de experiências, como um Turbilhão de Figurinhas, onde os colecionadores poderão pegar, em um determinado tempo, cromos que estarão por todo lado dentro de uma cabine; o MyPanini, para os interessados fazerem sua própria figurinha; molduras de figurinhas da Seleção Brasileira para fotos; campeonato de bafo; desafio de cards e totem interativo com exposição de todas as capas dos livros ilustrados das Copas do Mundo da FIFA já produzidos pela Panini, desde 1970.

O presidente da Panini Brasil, José Eduardo Martins, explica que a empresa incentiva e promove eventos para ajudar os colecionadores a completarem o álbum e também a gerar novas amizades, já que o produto possibilita interação, socialização, aproximação entre famílias e encontros de grupos de amigos e conhecidos. “Enxergamos essas iniciativas como oportunidades de conhecer pessoas, oferecer diversão para todos e desconectar um pouco o público do mundo digital, além do objetivo principal de preencher o álbum. Os visitantes terão ainda a chance de pegar figurinhas dos jogadores e as brilhantes em uma cabine que vai desafiar as habilidades dos colecionadores”, explica José Eduardo Martins.

Os colecionadores também poderão trazer figurinhas de livros ilustrados antigos e de outras coleções da Panini, não só da Copa do Mundo, para tentar completar todos os álbuns.

 

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Que tal passar uma noite em quarto exclusivo no Museu do Futebol?

Copa do Mundo chegando, e as celebrações já começam a acontecer! O Museu do Futebol, em parceria com a Booking.Com, irá receber uma acomodação inspirada na Rússia, e os fãs brasileiros desse esporte tão amado poderão visitar o espaço de 31/5 a 3/6. Ao entrar neste quarto todo decorado com ícones e cores da cultura russa, os visitantes também poderão visitar o país em uma ação interativa com óculos de realidade virtual. No passeio, o turista verá marcos e monumentos como a Praça Vermelha, em Moscou.

“Estamos animados com essa novidade. É uma oportunidade de proporcionar ao público uma experiência inusitada no Museu, além de enfatizar que a paixão pelo futebol atravessa fronteiras e estimula o intercâmbio entre culturas.”
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Eric Klug
Diretor Executivo do Museu do Futebol
“Essa iniciativa inédita é mais uma ação que mostra a incrível diversidade das ofertas da Booking.com. No espaço criado por nós no Museu, os visitantes poderão ter uma ideia de como é ter uma experiência inesquecível de viagem aliada ao futebol.”
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Nelson Benavides
Gerente Regional da Booking.com no Brasil

Como participar

 

Uma pessoa terá a oportunidade de passar “Uma Noite no Museu do Futebol”, dentro da acomodação montada pela Booking.com, e desfrutar, com um acompanhante, de uma típica noite russa, com jantar temático criado pela chef Dayse Paparoto, vencedora da primeira edição do Masterchef Profissionais. Para concorrer, é preciso acessar o site www.booking.com/win/museudofutebol e contar, em até 150 palavras, sobre sua paixão por viagens e futebol e por que você merece passar uma noite no Museu do Futebol com a Booking.com. O concurso está sendo realizado em todo o território brasileiro e as inscrições devem ser feitas até às 23h59 (horário de Brasília) do dia 22 de maio.

O autor da frase mais criativa e mais um acompanhante vão ganhar uma estadia de uma noite, no sábado 2 de junho, na acomodação criada pela Booking.com, além de um tour VIP exclusivo pelo Museu do Futebol, que será guiado pelo jogador campeão Juliano Belletti, astro da bola com passagens por equipes no Brasil e no exterior. Belletti também acompanhará os ganhadores no jantar russo que será oferecido como parte da premiação. No dia seguinte, antes de deixar a acomodação, o vencedor e acompanhante terão um café da manhã especial.

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Vai ter oficina gratuita de animação no Museu do Futebol – Participe!

O futebol vai virar cinema animado. Essa é a proposta de uma oficina que a Matiz Filmes e o cineasta Ralph Friedericks promoverão no Museu do Futebol no dia 19/5, sábado, a partir das 11h. Na atividade, gratuita e direcionada a crianças a partir dos cinco anos, o público aprenderá a desenvolver personagens com massinha de modelar e transformar essas figuras em filme usando técnica de animação quadro a quadro.

A oficina terá cerca de duas horas de duração. Depois desse período, os participantes poderão levar para casa os bonecos e os filmes produzidos. Há apenas 30 vagas, e por isso o evento terá distribuição de senhas na bilheteria do Museu do Futebol, a partir das 10h.

A técnica de animação quadro a quadro, escolhida por eles para a oficina no Museu do Futebol, utiliza personagens estáticos e cria roteiros a partir de sequências de fotos. Também conhecido como stop motion, esse processo foi a base de filmes como “O estranho mundo de Jack” (dirigido por Tim Burton em 1993), “A fuga das galinhas” (dirigido por Peter Lord e Nick Park em 2000) e “O fantástico senhor Raposo” (dirigido por Wes Anderson em 2009), por exemplo.

O uso do stop motion como recurso cinematográfico, contudo, é bem mais antigo. Em 1902, o francês George Mélies já havia usado a técnica para produzir o curta “Viagem à Lua”, que narra a trajetória de um foguete com tripulação humana.

 

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Museu do Futebol abre ciclo de palestras sobre Copa do Mundo

O Museu do Futebol, instituição da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, irá promover, a partir do dia 26 de abril, um ciclo de palestras chamado “A História das Copas do Mundo”. A abertura do evento terá a apresentação inaugural do francês Clement Astruc, da Sorbonne Nouvelle Paris 3, que tem como pesquisa de doutorado a participação da seleção brasileira no Mundial de 1970.

O objetivo do historiador é mostrar a percepção dos estrangeiros sobre o impacto da seleção que teve nomes como Gérson, Jairzinho, Rivellino, Tostão e Pelé depois de quarenta e sete anos. A pesquisa de Astruc está baseada em jornais europeus e fontes diplomáticas brasileiras (arquivos do Itamaraty), impulsionando o entendimento sobre a seleção que conquistou o tricampeonato mundial como um fenômeno além do esporte. Os dados questionam o uso da “equipe canarinho” como ferramenta de política externa dos militares durante a ditadura vivida naquela época.

O futebol brasileiro entre os anos 1950 e 1970 é analisado do trabalho de forma mais ampla em sua projeção internacional. “Existem muitos e bons trabalhos sobre aquela Copa, tanto na questão de instrumentalização política quanto na construção de uma narrativa nacional em torno do futebol. A maioria privilegia uma perspectiva interna, seja para analisar como o governo [do general Emílio Garrastazu] Médici [presidente do Brasil entre 1969 e 1974] tentou explorar o evento para estabelecer uma retórica nacionalista e ufanista, seja para analisar o discurso de jornalistas e intelectuais em torno da questão do chamado ‘futebol arte’. Partindo dessa constatação, achei relevante analisar o tema a partir de uma perspectiva externa”, explica Astruc.

A ligação do autor com o Brasil é antiga. Nascido em Lyon, ele se apaixonou por futebol em 1998, ano em que a Copa do Mundo foi realizada na França. Na ocasião, o país venceu a competição em um jogo de final justamente contra o Brasil. Depois disso, Astruc veio para o Brasil em um sistema de intercâmbio na Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) e, quando voltou à França, decidiu iniciar pesquisa de doutorado sobre o futebol brasileiro entre 1950 e 1970, no qual originou o estudo que tem a seleção de 1970 como foco.

“Durante o mestrado, trabalhei com depoimentos de jogadores da seleção dessa época numa perspectiva de história social. Já tinha um interesse muito grande pela história das Copas do Mundo, mas fiquei também curioso pelas excursões internacionais que os times faziam. Aí escolhi tratar mais da dimensão internacional do futebol brasileiro, do futebol brasileiro visto desde o exterior e em particular desde a Europa. Essa perspectiva me pareceu ainda pouco estudada e correspondia também ao meu posicionamento com relação ao meu objeto de pesquisa, ou seja, ao fato de ser um estudante francês pesquisando sobre o Brasil”, diz Astruc.

Com capacidade para 174 pessoas, a palestra de Clement Astruc será realizada no auditório do Museu do Futebol, às 14h00, com entrada gratuita. “Estudar o período me permitiu perceber melhor o contexto político, tanto nacional quanto internacional, no qual o tricampeonato ocorreu. Antes de entrar na universidade e de estudar o Brasil e o futebol brasileiro, só tinha em mente imagens do que aconteceu no gramado, fragmentos da difusão televisiva da época e em particular da final contra a Itália, complementa.

O Museu do Futebol é uma iniciativa do Governo e da Prefeitura de São Paulo com concepção e realização da Fundação Roberto Marinho. Pertence à rede de museus da Secretaria de Estado da Cultura e é gerido pelo IDBrasil Cultura, Educação e Esporte, Organização Social de Cultura. O museu conta com patrocínio máster da Motorola e patrocínio do Grupo Globo, e seu Programa Educativo conta com o patrocínio do Pontofrio/Fundação Via Varejo, todos por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

 

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Itinerância do Museu do Futebol chega à Recife!

O Museu do Futebol rompe as barreiras interestaduais e, em 2018, leva seu programa de itinerâncias pelo Brasil afora! A primeira parada da exposição “Museu do Futebol na Área” é Recife. Até o dia 20/5, o público recifense poderá conhecer um pouco mais sobre a história do esporte através de parte do acervo do museu paulista.

“É de extrema importância para a Secretaria levar parte do conteúdo e o conhecimento do Museu do Futebol para outros estados do Brasil, celebrando os dez anos desta instituição essencial na preservação e no resgate da história do país por meio do esporte.”
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Romildo Campello
Secretário da Cultura do Estado de São Paulo

A capital pernambucana receberá uma exposição composta por oito módulos. Seis deles reproduzem conteúdos da mostra principal do Museu do Futebol e dois foram elaborados exclusivamente para o projeto. Integrantes do time que desenvolveu o projeto original do museu, como os cenógrafos Daniela Thomas e Felipe Tassara, o designer Jair de Souza e o artista multimídia Tadeu Jungle, participaram da concepção da itinerância, que em sua primeira etapa acumulou mais de 70 mil visitantes em cidades do interior paulista.

Mas a representação do futebol em Pernambuco não fica restrita somente ao Recife. A exposição estará abrigada no Centro Cultural Cais do Sertão, cujo Museu, inaugurado em 2014, trabalha com o imaginário do sertão na cultura brasileira. Assim, a equipe do Museu do Futebol foi buscar referências do esporte também no interior do Estado.

Nesse contexto, há na mostra “Museu do Futebol Na Área” um espaço dedicado ao Museu do Futebol criado na comunidade indígena-quilombola de “Tiririca dos Crioulos”, na zona rural de Carnaubeira da Penha, na Serra do Arapuá.

Conheça a exposição

 

A mostra “Museu do Futebol na Área”, com 440m², aborda o esporte como parte da história e da memória de cada brasileiro. Para isso, alguns ambientes contam com informações sobre o futebol vivido em cada cidade da itinerância. A Sala das Origens, por exemplo, tem um vídeo e cerca de 80 imagens do período em que o esporte chegou ao Brasil e se profissionalizou, entre o final do século XIX e as primeiras décadas do século XX. No Recife, 16 dessas imagens recontarão o início na capital pernambucana.

Já a Sala Números e Curiosidades, composta por placas ilustradas por frases famosas, regras e recordes do esporte, recebe nessa edição do projeto uma vitrine especial com três camisas dos grandes clubes de Recife, além dos frevos criados para cada um deles. Ídolos dos clubes, bem como frases de personalidades da literatura e música estarão representados na exposição a partir das suas relações com o futebol.

A Sala das Copas do Mundo reconta todos os mundiais, de 1930 ao fatídico 7 a 1 sofrido pela seleção brasileira em 2014. Tal como ocorre na sede do museu, a história dos mundiais entrelaça-se ao contexto político e cultural de cada período.

A Sala dos Gols e do Rádio relembra dezenas de gols e locuções que marcaram época. Interativa, o visitante escolhe o narrador ou o radialista e assiste a vídeos presentes nas salas de mesmo nome no Museu do Futebol.

A exposição ainda conta com uma instalação chamada Versus, criada especialmente para esse projeto pelo artista multimídia Tadeu Jungle. A experiência consiste em acompanhar uma partida inteira somente observando os torcedores, acompanhando reações e capturando a emoção contida em um jogo.

Em “Museu do Futebol na Área”, o público também terá a chance de experimentar algumas das atrações interativas propostas pelo museu, como mesas de futebol de botão, totó (pebolim) e um campo com uma bola virtual.

Interatividade

 

A interação dos visitantes com a exposição será reforçada pelos Moto Snaps, tecnologia exclusiva da Motorola, que permite transformar os smartphones da família Moto Z naquilo que você mais precisa, como uma câmera 360 graus, um projetor ou auto-falante.

Quem visitar a mostra poderá usar o smartphone, por exemplo, para registrar a experiência com o Moto 360 Camera e baixar sua imagem no site do Museu do Futebol. Além disso, poderá experimentar o Moto Gamepad, um módulo que transforma o smartphone em um console portátil com joystick completo. A tecnologia será oferecida ao público pelos educadores da exposição, responsáveis também por visitas monitoradas de grupos previamente agendados.

“O futebol é uma paixão nacional e expressão da nossa cultura. Acreditamos que por ser democrático ele tem o poder de conectar as pessoas. Por isso, estamos muito felizes em poder levar essa exposição itinerante a outros lugares do Brasil, principalmente por estar em cidades que fazem parte da nossa plataforma de marca #hellocidades”, disse Bruno Couto, head de Marketing da Motorola Mobility. 

 

Futebol em Pernambuco

Uma característica marcante no projeto é a inclusão de conteúdo especialmente pensado para representar o futebol local. No Recife, por exemplo, a “Museu do Futebol na Área” teve consultoria do jornalista Cassio Zirpoli. Autor do livro “1987 – De fato, de direito e de cabeça”, ele contribuiu com um levantamento sobre a cultura e o futebol local, com foco nos times mais populares do Estado.

“Sabemos que os pernambucanos sentem grande orgulho por suas tradições, e o futebol não está fora disso. Buscamos conversar com os times da capital e contamos com a colaboração de um especialista para que todos se sentissem em casa ao percorrer a exposição. Para nós é um desafio e um crescimento sair de São Paulo e sentir a paixão pelo futebol em outras localidades”, afirma Daniela Alfonsi, diretora de conteúdo do Museu do Futebol.

Além de uma vitrine com camisas dos times de Recife, a mostra frases de escritores renomados, como Ariano Suassuna e João Cabral de Mello Neto, xilogravura de J. Borges e frevos de Nelson Ferreira, ressaltando a conexão entre o esporte, a cultura e as artes brasileiras.

 

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Experiência sensorial inédita no Pacaembu!

Foto: Reprodução

No mês em que o Pacaembu completa 78 anos de fundação, o Museu do Futebol apresenta a seus visitantes um ambiente que estava escondido nas estruturas do estádio. Trata-se de um túnel que parte da primeira sala do museu, onde funcionava um dos vestiários originais, e vai até o gramado. O local ficará aberto a visitação entre os dias 6 e 29 de abril.

No percurso, um som ambiente reproduz o que jogadores vivenciam antes de partidas – os áudios contêm momentos como preleção, concentração e reação da torcida à entrada em campo.

A sala que dá acesso ao túnel fica no piso térreo, espaço que foi adaptado para a instalação do Museu do Futebol. Desde a inauguração, em 2008, o túnel de acesso ao gramado nunca havia sido aberto ao público.

“O museu valorizou a arquitetura e engenharia de construção do estádio, que é um patrimônio da cidade. Abrir o túnel é um complemento à proposta original, um modo de unir, sensorialmente, a história do edifício e a emoção do futebol."
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Daniela Alfonsi
Diretora de Conteúdo do Museu do Futebol

Nos fins de semana, durante o período em que o túnel ficar aberto, as visitas guiadas promovidas pelos educadores no Museu do Futebol incluirão também passagens por esse ambiente. Além disso, haverá tours especiais nos dias 28 e 29 de abril, às 11h00 e às 14h00, quando o historiador Sérgio Paz vai se caracterizar como Charles Miller e acompanhar o público em uma viagem especial pelo túnel e pela história.

No dia 27 de abril, o condutor da visita será Roberto Sambi Colotto, arquiteto e guia de turismo com experiência em tours sobre história e arquitetura de São Paulo. A passagem dele pelo túnel será focada na estrutura arquitetônica do próprio estádio.

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