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Exposição

Estação da Língua Portuguesa em Santos até maio!

Atenção, santistas e visitantes: a Estação da Língua Portuguesa fica no Museu do Café somente até o dia 6/5!

A exposição itinerante leva para cidades de todo o Estado parte do acervo do Museu da Língua Portuguesa, que atualmente está em reconstrução. “Ter acesso ao museu sem precisar ir até São Paulo é bem melhor e mais acessível”, declara Letícia Pinheiro, uma das visitantes que passava pelo espaço.

A itinerância traz na bagagem conteúdos inéditos, que conversam com a museologia contemporânea e com a rica expografia de sons e imagens do Museu da Língua Portuguesa, que apresenta a língua portuguesa como patrimônios imaterial, viva e dinâmica, além de conteúdos já conhecidos pelo público. “O português é uma língua bem difícil de aprender, e isso o torna muito interessante”, afirma Lucas de Oliveira, estudante.

“O Totem, com painéis que apresentam uma prévia do conteúdo, o segmento O que nos une e o espaço Mundo Lusófono foram especialmente pensados e produzidos para a itinerância”, explica o arquiteto e sócio da Arquiprom, Fernando Arouca. A exposição também conta com recursos de acessibilidade. “Temos aqui um mapa de países que falam a língua portuguesa em braille, para pessoas com deficiência visual, e também um painel em LIBRAS para quem tem limitações auditivas”, complementa Marina Sartori de Toledo, coordenadora da Estação da Língua Portuguesa.

A realização é do Ministério da Cultura, do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, e da Arquiprom, proponente e produtora do projeto. O patrocínio é da CCR, Instituto CCR, Vivo, Sabesp, EDENRED Brasil e Ticket marca do Grupo, todos por meio da Lei Rouanet. O apoio na segunda cidade da itinerância é da Prefeitura de Santos.

Entenda a exposição

 

Na área externa, a Torre Estação da Língua Portuguesa dá boas-vindas aos visitantes. Em As Origens, uma instalação cenográfica remete à ideia de estação ferroviária e de viagem de trem. Versos de Fernando Pessoa, Carlos Drummond de Andrade e Arnaldo Antunes, iluminados com LED em um painel metálico, convidam o público a entrar na exposição.

A viagem do idioma começa com um vídeo animação que mostra a formação da língua portuguesa e as rotas marítimas dos portugueses, que levaram o idioma para outras terras. Animação, narração e trilha sonora foram criadas especialmente para a mostra Estação da Língua Portuguesa. 

O vídeo “Sotaques”, com texto “O Paraíso são os outros”, de Valter Hugo Mãe, realizado pela Porto Editora e Miguel Gonçalves Mendes, com diferentes sotaques da língua portuguesa no mundo, abre o módulo O que nos une – ala composta por um painel interativo giratório, que apresenta dados dos países que fazem parte da CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa). São eles Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste.

O Desembarque reproduz a Linha do Tempo do Museu da Língua Portuguesa com a construção do idioma no Brasil, desde a chegada dos portugueses e o primeiro contato com as línguas indígenas, até os dias de hoje. Como novidade apresentada nessa viagem, ela está atualizada trazendo mais uma década em que relembra o novo acordo ortográfico e destaca novas palavras e expressões que surgiram com a influência da internet e das redes sociais.

Na ala Os trilhos três monitores touchscreen mostram palavras que vieram de outros povos e foram incorporadas ao português brasileiro. Espaço Lusófono, especialmente dedicado aos professores, é composto pelo vídeo “Raiz Lusa”, no qual especialistas falam sobre a construção da língua portuguesa.

O módulo Falares Paulista mostra em uma montagem lúdica um diálogo hipotético e poético entre pessoas com sotaques característicos de cinco cidades paulistas.

Trechos de 12 poemas são projetados e os versos ganham vida em um trabalho gráfico desenvolvido especialmente para a mostra.

Vídeos que compõem o acervo da Grande Galeria do Museu da Língua Portuguesa são apresentados no módulo O Mundo da Língua. Nele o visitante termina sua viagem assistindo aos vídeos “Culinária” e “Danças”, que mostram a relação entre língua e cultura.  

Visite!

Mostra “Tarja Preta” fica até maio no Museu da Diversidade Sexual

Foto: Vania Toledo - Exposição Tarja Preta

Inaugurada em 24 de janeiro,  a exposição “Tarja Preta” é um resumo dos trabalhos da fotógrafa Vania Toledo, com fotos clicadas entre os anos 70 a 90 e também registros produzidos especialmente para a exposição, de ícones da cultura e da diversidade.

A entrada é gratuita e está no Museu da Diversidade Sexual, da Secretaria da Cultura do Estado, administrado pela organização social de cultura APAA. 

“Tarja Preta”, que conta com a curadoria de Diógenes Moura, apresenta um registro de nossa efervescência cultural – da noite LGBT, do teatro, da música, das artes em geral. Os trabalhos exibidos no museu mostram como os questionamentos comportamentais – de sexo e expressão de gênero – têm forte presença na cultura e como essa chama se mantém viva.

Entre os trabalhos selecionados para a exposição, estão retratos de grandes ícones da cultura produzidos por Vania Toledo em vários momentos de sua carreira, como os da escritora Cassandra Rios, o cantor Ney Matogrosso e o estilista Clodovil. Também foram produzidos retratos especialmente para a mostra, com personalidades que atuam em diversas linguagens na área da cultura, como Laerte, Leo Moreira, Luana Hansen, João Silvério Trevisan, As Bahias e a Cozinha Mineira, Karina Dias e Jean Claude Bernadet.

Foto: Vania Toledo - Exposição Tarja Preta

“Meu vício é gente. Gente atuante, libertária, gente que produz e faz arte, que gosta de viver como eu. Por isso ou por aquilo, sempre fotografei pessoas assim, com esse perfil”, conta Vania. “Sou contra tudo o que é muito correto, muito confortável. Minha zona de conforto é a interrogação, é procura eterna pelo novo”

Vania Toledo

“A exposição ‘Tarja Preta’ enaltece a liberdade e infinidade de possibilidades de expressões artísticas, se opondo à caretice. A tarja preta, que tanto pode ser medicamento para controlar o que se diz loucura quanto um mecanismo de censura imagética, é a barreira a ser superada, escancarando o que está por trás, que no fim das contas nada mais é do que humano”, reflete Luis Sobral, diretor da APAA.

Edição especial Dia das Mães do Mercado das Madalenas no MCB!

O Museu da Casa Brasileira receberá pela primeira vez, para uma edição especial de Dia das Mães, o Mercado das Madalenas, feira de produtos autorais e exclusivos feitos por produtores da economia criativa brasileira, nos dias 21 e 22 de abril, sábado e domingo, das 10h às 20h, com entrada gratuita.

O evento contará com mais de 100 expositores de diversos segmentos, como moda, joias, acessórios, arte, design, ilustração e artigos infantis. Além de variadas opções de gastronomia, música e entretenimento em ambiente agradável para pessoas de todas as idades.

Os participantes do Mercado das Madalenas, selecionados com a criteriosa curadoria das organizadoras Monica Isnard e Inara Prudente Corrêa, expõem prioritariamente a produção independente, com o intuito de torná-la conhecida e acessível ao público em geral. Embora realizado no contexto do Dia das Mães, a feira contempla também os interesses masculinos e das crianças.  A ideia central é proporcionar o contato direto com o consumidor final, propiciando uma oportunidade a quem garimpa novidades e produtos exclusivos e, ao mesmo tempo, incentivando a liberdade de criação.

“Sempre nos preocupamos em manter o clima e o astral descontraído, procurando seguir à risca a união do útil ao agradável, que já é marca registrada do Mercado das Madalenas. Criar um ambiente gostoso acaba gerando novas amizades e, acima de tudo, uma boa rede de relacionamentos, resultando numa conexão espontânea entre expositores e consumidores.”
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Inara Prudente Corrêa
“Não à toa, essa é uma característica que faz toda a diferença tanto para quem participa, quanto para quem visita. Agora que nosso Mercado foi para dentro do Museu da Casa Brasileira, o ambiente torna-se ainda mais perfeito para a união criatividade, entretenimento e gastronomia que fazem a diversidade que sempre quisemos trazer ao evento.”
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Monica Isnard

“O Museu da Casa Brasileira vem realizando uma séria de feiras com características diversas, com o intuito de propiciar o contato direto entre o pequeno produtor ou artesão e o consumidor final, na tentativa de garantir a sustentabilidade desta cadeia produtiva; nesse sentido, a realização desta primeira edição de Mercado das Madalenas procura a diversificação, no sentido de ampliar o alcance desta ação”, acrescenta Miriam Lerner, diretora geral do museu.

São Bernardo do Campo recebe mostra “Origem dos Nomes dos Municípios Paulistas”

Após passar por Santo André, o SISEM-SP leva a mostra gratuita e itinerante “Origem dos Nomes dos Municípios Paulistas” a São Bernardo do Campo. A abertura será no dia 12 de abril, às 19h00, na Pinacoteca de São Bernardo, e fica em cartaz até 12 de maio.

A exposição surgiu a partir do livro de mesmo nome escrito em 2004 pelo jornalista e artista plástico Enio Squeff, em coautoria com Helder Perri Ferreira, e explora seis temas principais: 1) o que é um município, como ele se forma e como se nomeia; 2) os topônimos: a grande influência das línguas indígenas; 3) a fé católica – os santos de devoção que viram nomes de cidades; 4) os personagens e as homenagens; 5) o nome dos municípios; 6) e “quem nasce aqui chama como?”.

A mostra conta com 70m², distribuídos em quatro contêineres/display, especialmente projetados para receber todo conteúdo expositivo. Um dos destaques é a tela touchscreen, na qual o público pode criar “cidades ideais” – decidindo se elas ficarão no campo ou na praia, qual será a base da economia, arquitetura, entre outras características. Além disso, conta com a versão digitalizada do livro de Squeff e Ferreira, com os 645 municípios paulistas catalogados com seus respectivos nomes.

Oficina Cultural Oswald de Andrade inaugura cinco exposições em abril

As mostras abordam diversos assuntos, com destaque para Badaróss, artista indígena da Cracolândia, e Eu, Josephine, exposição sobre a história das mulheres e seu reflexo na sociedade contemporânea

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Memorial abre a exposição “Latinas” em homenagem às mulheres

Antes que o mês dedicado às mulheres acabe, elas ganham mais uma homenagem: estreia nesta quinta, 29/3, na Galeria Marta Traba, a exposição de fotografias “Latinas”. A mostra, concebida e organizada pelo Diretor de Atividades Culturais do Memorial, Fernando Calvozo, integra a programação do aniversário de 29 anos do Memorial da América Latina.

Em um mesmo espaço, a iniciativa resgata e reúne alguns dos mais expressivos trabalhos de profissionais da fotografia do Brasil, da América Latina e de outros países, que participaram de exposições no Memorial desde sua inauguração em 18 de março de 1989.

Além de registros fotográficos que eternizaram grandes momentos no palco do Auditório Simón Bolívar, a mostra também destaca trabalhos de diversas exposições que retratam os costumes, a paisagem, as festas, a religiosidade e as manifestações artísticas dos povos latino-americanos.

Segundo Fernando Calvozo, foi revisitando a riqueza desse conjunto de obras que surgiu a ideia de montar a exposição: “Observando a representatividade feminina desse acervo, recortamos o contexto em que essas mulheres (que aqui chamamos de Latinas) estavam inseridas em toda sua força e plenitude”.

O formato da mostra é inédito, composto por renomados fotógrafos e/ou apaixonados pelo tema latino-americano. Estão reunidos nomes como: Sacha Dean Biyan/Canadá, Antônio Briceño/Venezuela, Jean Claude Vicky/Suiça, Lúcia Chiriboga/Equador, Sebastian Thomas Plubins/Chile, Lena Mucha/Espanha, Jaqueline Lacasa/Uruguai, David Gomez Monsalve/Colômbia, Emmanuel Salgueiro/Brasil, Vera Jursys/Brasil, Adriana Beretta/Brasil e Thiago Carvalho/Brasil.

Foto: Tlacolula, Mexico (2012) - "Latinas" - Emanuel Salgueiro

Chefes de povos tradicionais do Benim em visita à Secretaria

A Secretaria da Cultura do Estado recebeu a visita de chefes de povos tradicionais do Benim (antigo Daomé), país da África Ocidental. Os chefes vieram a São Paulo como convidados especiais do lançamento da 1ª Bienal Afro-Brasileira do Livro (BienAfro), no espaço Estação Cultura, onde foram homenageados com cantos e danças africanas:

O secretário de Estado da Cultura saudou os chefes africanos e ressaltou a importância da cerimônia, no momento em que se combate a intolerância religiosa no Brasil, especialmente em relação a religiões de matriz africana.

Os chefes também assistiram à inauguração da exposição “Elifas Andreato – A Arte Negra na Cultura Brasileira”. A mostra traz doze obras do artista e ressalta o Dia Internacional Contra a Discriminação Racial, comemorado em 21 de março, e os 130 anos da abolição da escravatura brasileira.

Ainda em São Paulo, os chefes visitaram e foram homenageados no Museu Afro Brasil.

Estação Cultura recebe exposição sobre arte negra de Elifas Andreato

O Estação Cultura inaugurou no dia 20/3 a exposição “Elifas Andreato – A Arte Negra na Cultura Brasileira”. A mostra traz doze obras do artista e reforça a importância do Dia Internacional Contra a Discriminação Racial (21/3). Ela fica em cartaz até o dia 29/3 e tem entrada gratuita.

A exposição, com curadoria do próprio artista e de seu filho, Bento Andreato, traz obras que representam o papel do negro na sociedade por meio da arte e da cultura. Além de “Menino e Bandeira”, uma de suas ilustrações mais icônicas, o público poderá conferir a visão de Andreato ao retratar personalidades como Adoniran Barbosa, Clementina de Jesus, Cartola, Martinho da Vila e Paulinho da Viola.

Com mais de 50 anos de carreira, Elifas Andreato se destacou como criador de capas de discos para os mais importantes nomes da MPB, produzindo em torno de 400 trabalhos ao longo de sua trajetória. Também participou da equipe de criação de inúmeras revistas, fascículos e coleções, além de elaborar programas televisivos dedicados ao resgate da memória do Brasil. Em 2011, pelo conjunto da obra, recebeu o Prêmio Especial Vladimir Herzog, concedido a pessoas que se destacam na defesa de valores éticos e democráticos e na luta pelos direitos humanos.

 

 

Exposição “Design Aerodinâmico – Metáfora do futuro” em abril no MCB

A exposição “Design Aerodinâmico – Metáfora do futuro” chega ao Museu da Casa Brasileira, instituição da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo, no dia 21 de abril, sábado, apresentando mais de 250 objetos significativos do estilo streamline, também conhecido como streamform ou streamlining. Os objetos pertencem às coleções de Giacomo Favretto, Renato Oliva, Gilberto Moscovich e da família Bosworth, e foram selecionados pelas curadoras Adélia Borges e Patrícia Fonseca.

 

Foto: Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo

 

Entre os mais de 50 designers com obras na exposição estão Raymond Loewy, Norman Bel Geddes, Walter DorwinTeague, Henry Dreyfuss, Isamu Noguchi, Gio Ponti, Buckminster Fuller e John Vassos. Em meio as empresas representadas teremos Black & Decker, Eastman Kodak, Electrolux, Gaggia, General Electric, Gillette, Osterizer, Philips, Polaroid, RCA Victor, Sears, Steam-O-Matic e Westinghouse. Dentre os objetos selecionados, alguns fazem parte também dos acervos de importantes museus tais como o Cooper Hewitt Design Museum (Nova York), Centre George Pompidou (Paris), Montréal Museum of Fine Arts e Victoria & Albert Museum (Londres).

 

“Trata-se de uma rara oportunidade para o público brasileiro conhecer ao vivo peças que estão nos compêndios de história do design”

comenta Adélia Borges, uma das curadoras

Os objetos expostos englobam vários segmentos, de meios de transporte a utensílios domésticos, incluindo artefatos de uso pessoal, ferramentas de trabalho, equipamentos audiovisuais, brinquedos e folhetos, entre muitas outras tipologias. A exposição ocupará cinco salas do Museu da Casa Brasileira, divididas por temas. Uma delas trará o impacto do estilo no Brasil, com produtos da Arno, Consul e Real, entre outras empresas, além de incluir trabalhos do californiano Charles Bosworth, que se estabeleceu em São Paulo em 1947 para implantar a sede do escritório de Raymond Loewy e viveu aqui até falecer, em 1999.

Contexto histórico

O Streamline surgiu nos Estados Unidos como uma resposta à crise econômica de 1929. Em 1933, em função da regulamentação dos preços dos bens de consumo, os industriais incorporaram designers nas linhas de produção das fábricas e isso fez com que os produtos tivessem um novo diferencial no mercado de consumo.  Pesquisas feitas desde o final do século 19, abrangendo a aplicação de princípios aerodinâmicos em veículos como os trens e aeronaves, passaram a se estender praticamente a todos os segmentos de produtos. Independente do uso a que se destinavam, os objetos ganharam formas arredondadas que remetem a velocidade e modernidade, representando a promessa de um mundo melhor, um futuro promissor em contraposição à devastadora crise, da qual o país começava a se recuperar.

Mostra Beleza Americana, em Guararema, abre a programação 2018 do projeto MIS Itinerante

Fotografias da artista Paula Clerman visam discutir os padrões de beleza e comportamento na sociedade norte-americana sob um olhar brasileiro

O projeto MIS Itinerante, em parceria com o SISEM-SP (Sistema Estadual de Museus), inicia sua programação 2018 no município de Guararema, com a mostra fotográfica Beleza Americana, de Paula Clerman. O programa, que leva as exposições de destaque do MIS a diversas cidades de São Paulo, também se une ao projeto Nova Fotografia que anualmente expõe seis mostras inéditas de jovens fotógrafos no Museu paulistano, selecionadas pela qualidade e inovação de seu trabalho.

A mostra Beleza Americana é o resultado de uma pesquisa que visa discutir os padrões de beleza e comportamento na sociedade norte-americana sob um olhar brasileiro. Paula Clerman escolheu como locação do ensaio fotográfico a praia, lugar no qual se delimitam espaços temporários de extensão da casa das pessoas, onde parte da intimidade e da cultura de cada um é revelada através da construção desses microespaços.

   Sobre a artista

Paula Clerman é formada em administração de empresas pela FAAP. Trabalhou com moda a maior parte de sua carreira, e desde 2009 se dedica à fotografia como prática artística e reflexão. Através do seu trabalho, visa captar a sutileza das situações inusitadas, contrastes ou incongruências da realidade. Em 2015, foi vencedora do 4th International Exhibition of Photography Photo Emotion, na Bósnia e Herzegovina.

Com entrada gratuita, a mostra abre no dia 20 de março, às 15h00, na Estação Literária, e segue em cartaz até 28 de abril.

Pinacoteca de São Paulo abre quatro exposições em 24 de março

A proposta é destacar obras específicas pouco ou nunca antes mostradas (mais…)

Museu de Arte Sacra inaugura “Santo Sudário”

O Museu de Arte Sacra de São Paulo exibe “Santo Sudário: Entre a Fé, a Arte e a Ciência“. Por meio de cerca de 40 obras do acervo do Museu, entre esculturas, pinturas, objetos arqueológicos, além de plotagens de obras existentes em outros museus e igrejas, a mostra busca levar os visitantes a construir sua própria história do Sudário de Turim, a partir da união entre arte, ciência e fé.

"O Santo Sudário é considerado uma comprovação sagrada da passagem de Cristo para a eternidade."
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José Carlos Marçal de Barros
Diretor executivo do Museu de Arte Sacra de São Parulo

Para esta nova mostra, o curador Jack Brandão, professor, mestre e doutor em Literatura, presenteia o público com uma verdadeira aula sobre o tema, baseado em considerações artísticas, místicas e científicas acerca do tecido que teria envolvido o corpo de Jesus após ser crucificado. “Procuraremos demonstrar como a relíquia transcende o religioso ao influenciar o artístico ao longo dos séculos, definindo, por exemplo, o rosto de Jesus; o histórico, ao nos fornecer preciosos dados arqueológicos sobre uma pena capital de séculos; o científico, de modo especial após sua primeira fotografia, quando passou a ser um dos objetos mais estudados no século XX, por diversas especialidades científicas”, comenta.

Inserida em um vasto campo artístico, a mostra apresenta estilos e técnicas de épocas variadas, trazendo esculturas e pinturas do acervo do MAS/SP, bem como objetos arqueológicos e reproduções de obras sacras datadas a partir do século XIV. Nas palavras do diretor executivo do MAS/SP: “Temos certeza de que o visitante apreciará, sobremodo, mais esta comemoração da Páscoa do ano 2018 de Nosso Senhor Jesus Cristo”.

A exposição “Santo Sudário: Entre a Fé, a Arte e a Ciência” poderá ser visitada a entre os dias 25/3 a 6/5/2018 no Museu de Arte Sacra de São Paulo.

Indivdual de Cesare Pergola no Museu de Arte Sacra

O Museu de Arte Sacra de São Paulo exibe Deposizioni – Arqueologia do Desenho, de Pontormo a Caravaggio, do artista multidisciplinar italiano radicado no Brasil Cesare Pergola. A individual exibe oito obras – em técnicas de modelação digital tridimensional, desenho a tinta sobre papel e vídeo instalação espacial – e propõe uma reflexão sobre os clássicos italianos do Renascimento e do Barroco, através de uma grafia contemporânea: a linguagem wireframe da computação digital.

Ao reconstruir obras bidimensionais em modelos digitais tridimensionais, o resultado que Cesare Pergola obtém é como uma arqueologia do desenho da peça original. Nesta nova mostra temporária do MAS, o artista reinterpreta o espaço da obra e sua composição, desde a perspectiva que existe no quadro. Para isso, foram escolhidas duas telas clássicas sobre uma cena comum: Cristo morto, deposto da cruz – história bem conhecida no mundo cristão ocidental. A primeira “tela-referência” é de Jacopo Pontormo, pintura a óleo sobre madeira, datada de 1526-1528, preservada na igreja de Santa Felicita em Florença. A segunda é de Michelangelo Merisi (Caravaggio), pintado em óleo sobre tela, feito entre 1602-1604 e mantido na Pinacoteca do Vaticano.


“O primeiro é um grande desenhista, temos vários estudos preparatórios da pintura. O segundo é conhecido por desenhar pouco, quase como se ele criasse o trabalho diretamente na tela. Caravaggio usa uma composição realista de seis caracteres, apoiando-se naquele grande paralelepípedo de pedra. O Pontormo, em vez disso, compõe uma cena maneirista e completamente irreal, são onze caracteres pendurados no espaço, quase sem gravidade”
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Cesare Pergola
Artista

A expografia de Deposizioni – Arqueologia do Desenho, de Pontormo a Caravaggio apresenta três momentos distintos. No primeiro, os visitantes encontram réplicas das obras de Caravaggio e de Pontormo, em tamanho original. “No segundo momento, as duas obras são transformadas em modelos digitais tridimensionais gerados por um programa de computador que os reproduz através de uma rede de pontos. As superfícies criadas desta forma, graças a outros programas, podem receber sombreados, cores e texturas digitais e ser transformados em modelos plásticos convencionais com o uso de uma impressora 3D”, explica Luciano Migliaccio, curador da exposição.  Por fim, são expostos os desenhos feitos por Cesare Pergola, em tinta preta sobre papel, sempre em escada 1:1. “São cinco anos que trabalho sobre essa pesquisa da reconstrução digital da realidade. Os objetos da pesquisa podem mudar, mas a linguagem permanece idêntica”, comenta o artista.

Movido por um forte interesse pelas grandes obras clássicas e suas narrativas, o artista relaciona sua criação com o panorama da arte contemporânea através de uma linguagem original advinda da pesquisa constante, pelo uso de ferramentas modernas – como o computador e a videoinstalação -, além da restituição do trabalho final em seus desenhos à mão livre. Nas palavras do diretor executivo do MAS/SP, José Carlos Marçal de Barros: “Graças a essa tecnologia e ao talento de Cesare Pergola, é possível a contemplação dessas obras-primas que, como poucas, tornam real e, mais do que nunca, presente o sacrifício daquele que veio ao mundo para nos salvar”.

A exposição “Deposizioni – Arqueologia do desenho, de Pontormo a Catavaggio” fica em cartaz no Museu de Arte Sacra de 25/3 a 06/5/2018.

Exposição: Quando o cinema se desfaz, de Solon Ribeiro no MIS

Reconfigurações de fotogramas do cinema clássico, do acervo do artista cearense Solon Ribeiro, estarão presentes no MIS – Instituição da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo -, durante a exposição Quando o cinema se desfaz. Com curadoria de Ricardo Resende (Museu Bispo do Rosário/RJ), a mostra traz um recorte da produção de Solon por meio de Instalações, vídeos e fotografias – incluindo uma área com dezenas de monóculos com fotogramas de seu acervo original. A exposição fica em cartaz de 3 março até 8 de abril e ocupa todo o segundo andar do Museu.

Nos anos de 1990, Solon Ribeiro herdou de seu pai uma coleção de mais de 20 mil fotogramas mostrando, em geral, protagonistas de filmes clássicos de Hollywood. A coleção foi iniciada nos anos 50 por seu avô, Ubaldo Uberaba Solon. Os fotogramas eram cuidadosamente guardados em álbuns feitos especialmente para esse fim, contendo o nome e o ano de cada filme, bem como uma legenda com os nomes dos atores.

A mostra no MIS é composta do deslocamento desses fotogramas em vídeos e novas imagens fotográficas, demonstrando o desejo do artista de exorcizar essa herança que carrega ao longo de sua vida. Em suas mãos, os fotogramas são reconfigurados, ganhando um novo sentido na forma de instalações e projeções performáticas criando, assim, novos filmes e novos contextos para as cenas originais.

“Trabalhando com um acervo constituído fundamentalmente por fotogramas originários do cinema clássico, eu venho deslocando esses objetos em diversas configurações para desprogramar o dispositivo clássico e ativá-lo para outras possibilidades de fruição, estimulando a atuação imaginativa do espectador”, afirma Solon.

 

Sobre Solon Ribeiro

Artista visual, fotógrafo, professor e curador, Solon é formado em comunicação e arte pela L’école Superieure des Artes Décoratifs, París-France. É também autor dos livros “Lambe- Lambe Pequena História da Fotografia Popular” e “O Golpe do Corte”. Em 2016, o artista foi contemplado com o projeto O Golpe do Corte, no Rumos Itaú Cultural, em que propunha a preservação, a digitalização, a catalogação e a publicação desse acervo de fotogramas (www.ogolpedocorte.com.br). Como muitos artistas contemporâneos, seu trabalho se volta para a problematização das imagens clichês, tendo em vista o fenômeno contemporâneo (já ecológico) da saturação de imagens.

Ícone italiano do design e da arquitetura Gio Ponti ganha exposição no MCB

O Museu da Casa Brasileira (MCB) e o Istituto Italiano di Cultura trazem para São Paulo a exposição ‘Vivere alla Ponti – maneiras de morar e trabalhar de Gio Ponti’ (mais…)

Pinacoteca de São Paulo inaugura exposição da sueca Hilma af Klint

A Pinacoteca de São Paulo, abre dia 03 de março “Hilma af Klint: Mundos Possíveis”, mostra individual da pintora sueca Hilma af Klint (1862-1944), cujo trabalho vem sendo reconhecido como pioneiro no campo da arte abstrata e que passou despercebido durante grande parte do século XX.

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“Hilma af Klint: Mundos Possíveis” na Pinacoteca

Foto: Hilma Klint

Com patrocínio de Banco Bradesco e Ultra, chega pela primeira vez na América Latina uma mostra individual da pintora sueca Hilma af Klint (1862-1944), cujo trabalho vem sendo reconhecido como pioneiro no campo da arte abstrata e que passou despercebido durante grande parte do século XX.

Hilma af Klint frequentou a Real Academia de Belas Artes, principal centro de educação artística da capital sueca, mas logo se distanciou do seu treino acadêmico para pintar mundos invisíveis, influenciada por movimentos espirituais como o Rosa-cruz, a Teosofia e, mais tarde, a Antroposofia. Ela integrou o As cinco”, grupo artístico composto por artistas mulheres que acreditavam ser conduzidas por espíritos elevados que desejavam se comunicar por meio de imagens e já experimentavam desde o final do século 19 a escrita e o desenho automático, antecipando as estratégias surrealistas em mais de 30 anos.

A exposição inclui 130 obras. Destaque para a série intitulada “As dez maiores”, realizada em 1907 e considerada hoje uma das primeiras e maiores obras de arte abstrata no mundo ocidental, já que antecede as composições não figurativas de artistas contemporâneos a af Klint como Kandinsky, Mondrian e Malevich. Além deste conjunto, a exposição em São Paulo contará com algumas séries de obras que nunca foram apresentadas ao público.

 

A mostra da Pina tem curadoria de Jochen Volz, diretor geral da instituição, em colaboração com Daniel Birnbaum, diretor do Moderna Museet e da Hilma af Klint Foundation. “O trabalho de Hilma af Klint dialoga de certa forma com o sincretismo e a pluralidade de cosmovisões tão presente na cultura do Brasil. A serialidade encontrada em sua obra também aparece na arte brasileira, em especial no concretismo e neoconcretismo”, explica Volz.

O trabalho de af Klint foi exposto pela primeira vez em 1986 na mostra “The Spiritual in Art: Abstract Paintings 1890–1985”, realizada no Los Angeles County Museum of Art, mas apenas a grande retrospectiva organizada pelo Moderna Museet de Estocolmo em 2013 e, consequentemente, a sua itinerância pela Alemanha, Espanha, Dinamarca, Noruega e Estônia permitiu que o trabalho de af Klint fosse reconhecido internacionalmente. Há 10 anos suas obras participam de exposições realizadas na Europa e Estados Unidos.

Hilma af Klint: Mundos Possíveis” permanece em cartaz até 16 de julho de 2018, no primeiro andar da Pina Luz – Praça da Luz, 02. A visitação é aberta de quarta a segunda-feira, das 10h00 às 17h30 – com permanência até às 18h00 – os ingressos custam R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia). Crianças com menos de 10 anos e adultos com mais de 60 não pagam. Aos sábados, a entrada é gratuita para todos os visitantes. A Pina Luz fica próxima à estação Luz da CPTM. 

Pinacoteca apresenta obra de Tunga no Octógono

Foto: "Tríade Trindade", obra de Tunga / Reprodução

Pela primeira vez, a Pinacoteca de São Paulo, apresenta “Tríade Trindade” (2001), do artista pernambucano Tunga, obra adquirida em 2016 pelo Programa de Patronos da Pinacoteca. Ela será exposta no Octógono a partir de 24 de fevereiro e a sua montagem baseia-se na primeira apresentação do trabalho, realizada durante uma retrospectiva do artista ocorrida no museu Jeu de Paume, de Paris (França), em 2001, onde luzes vermelhas coloriam a peça. A mostra tem patrocínio do Iguatemi São Paulo.

“Tríade Trindade” contém as cargas simbólica e energética que particularizam a produção de Tunga. Tanto por sua constituição física, de uma estrutura composta de metais e imãs com cinco metros de altura e quatro toneladas de peso, como pelas representações de trança, cabelereira, sinos, caldeirão, tacape, jarras, taças e outros objetos recipientes. Partes que têm em comum as formas orgânicas e, mais que isso, alusivas ao corpo humano; partes que se “ligam”, conectam-se por magnetismo, entrelaçamento, encaixe, e se dispersam, espalham-se pelo espaço”, explica José Augusto Ribeiro, curador da mostra.

A exposição representa também uma homenagem do museu ao artista, às vésperas completar dois anos de sua morte, em 6 junho de 2016. “Tríade Trindade” permanece em cartaz até 04 de junho de 2018, no primeiro andar da Pina Luz – Praça da Luz, 02. A visitação é aberta de quarta a segunda-feira, das 10h00 às 17h30 – com permanência até às 18h00 – os ingressos custam R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia). Crianças com menos de 10 anos e adultos com mais de 60 não pagam. Aos sábados, a entrada é gratuita para todos os visitantes. A Pina Luz fica próxima à estação Luz da CPTM. 

 

Mostra virtual do Casa de Portinari apresenta murais de Brodowski

 

Uma das mais tradicionais programações da Semana de Portinari, realizada pelo Museu Casa de Portinari, é a Pintura Mural. Buscando uma democratização ainda maior destes trabalhos, já está online no site do museu a exposição virtual “Galeria a Céu Aberto”, com fotos de todos os murais realizados durante a edição de 2017.

 

Foto: Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo

 

Dezenas de artistas locais, regionais, e de outras partes do país e do exterior usam os muros de Brodowski como suporte para suas produções em diferentes técnicas e temas. Os trabalhos foram produzidos na Praça dos Maçons, no Recanto Rebechi e na Secretaria de Turismo. O conteúdo, além das imagens, reúne informações sobre Portinari e depoimentos de artistas que participaram do projeto.

De acordo com a gerente da instituição, Cristiane Maria Patrici, a pintura Mural é o momento em que a cidade se transforma num grande ateliê a céu aberto, tornando-se uma galeria na rua, onde as pessoas circulam livremente, fortalecendo o caráter social da arte. “Nossa missão, além de cultivar a memória de Candido Portinari e difundir o seu legado, também tem um forte compromisso em exercitar talentos e descobrir vocações. Dessa forma, nossas ações estimulam a formação e a projeção de novos artistas, o fazer artístico e a sua apreciação e fruição”, explica.

Museu Catavento e Museu de Zoologia da USP realizam atividades para o mês Darwin

Os visitantes poderão conferir atividades em homenagem a um dos mais importantes cientistas dos últimos séculos (mais…)

Exposição ‘Passagens’ estreia em fevereiro no MCB com temática de mobilidade urbana

A mostra desperta o olhar para acessos e barreiras na cidade contemporânea

De 17 de fevereiro a 8 de abril, o Museu da Casa Brasileira (MCB) recebe a exposição ‘Passagens – Espaço de Transição para a Cidade do Século XXI’, mostra internacional do Instituto Cidade em Movimento (IVM), que trata das passagens – pequenos espaços da mobilidade como túneis, escadarias, passarelas e pontes, determinantes na qualidade dos deslocamentos a pé pelas metrópoles.  

“O Museu da Casa Brasileira incentiva o debate sobre as formas de ocupação e apropriação do espaço urbano; assim sendo, uma exposição que apresenta as barreiras, e também as passagens das cidades, está diretamente ligada à nossa vocação. A iniciativa busca reforçar o debate sobre a mobilidade, que se tornou primordial na reflexão acerca dos centros urbanos”, afirma Miriam Lerner, diretora geral do MCB.

Foto: Estúdio+1
Foto: Estúdio +1

‘Passagens’, que já esteve em Paris, Pequim, Barcelona e Buenos Aires, é apresentada em quatro áreas, cada uma tratando de diferentes aspectos, seu conceito e evolução histórica. São destaques as barreiras de infraestrutura que dificultam ou impedem a locomoção; as características dos locais de passagem como ligação, lugar e transição; e os resultados dos concursos de projetos de arquitetura promovidos pelo IVM ao redor do mundo nos últimos quatro anos.

Por meio de uma instalação na parede, o visitante poderá “experimentar” a mobilidade em vários contextos urbanos. Um mapa pontuará os projetos e ações concretas do IVM em diferentes partes do mundo.

“A exposição traz projetos e estudos sobre os pequenos articuladores da mobilidade que determinam a qualidade de nossos percursos pela cidade”, comenta Luiza de Andrada e Silva, diretora-executiva do IVM Brasil.

Estão programadas atividades educativas, como debates e apresentações, além da exibição de cinco curta-metragens sobre ‘passagens’ na África dentro da exposição.

Quem publicar uma foto de passagens ou barreiras urbanas que encontram no dia a dia usando a hashtag #mostrapassagens no Facebook, Instagram ou Twitter poderá ter sua imagem selecionada pelo IVM para fazer parte da exposição.

Concursos

O desafio proposto nos diferentes concursos do IVM dentro do programa Passagens foi o de estabelecer ligação onde não havia, integrando a cidade fragmentada e atendendo aos pedestres, com atenção especial aos mais vulneráveis. No Brasil, o IVM desenvolveu estudos sobre a estrutura e padrões de uso das passagens do Jardim Ângela sob diversos aspectos da mobilidade, culminando com o concurso de projetos no início de 2017. O vencedor também estará na exposição em cartaz no MCB.

Oficina Cultural Oswald de Andrade realiza individual de Iván Cáceres

A mostra é composta por cinco vídeos instalações e uma escultura com quatro metros de altura

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Museu da Diversidade Sexual abre exposição “Tarja Preta”, com retratos produzidos por Vania Toledo

Com curadoria de Diógenes Moura, mostra apresenta fotografias de personalidades como Ney Matogrosso, Clodovil, Laerte e Luana Hansen, destacando os questionamentos comportamentais do universo LGBT (mais…)

Estação Cultura recebe exposição do Ministério Público de São Paulo

“Retratos da Cidadania” contará com 17 obras de arte inspiradas em casos emblemáticos (mais…)

Museu de Arte Sacra de São Paulo destaca a arte plumária indígena em sua primeira mostra de 2018

“Urubu Ka’apor” exibe adornos e objetos litúrgicos e cerimoniais de várias etnias brasileiras.

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Exposição “Desafio Exploradores Nat Geo Kids” apresenta fotografias clicadas por crianças

Mostra ficará em cartaz na área externa do Museu Catavento até o dia 13 de fevereiro e tem visitação gratuita (mais…)

Exposição do 31º Prêmio Design MCB entra na reta final

As peças ganhadoras e selecionadas pelo júri ficarão expostas até o dia 21 de janeiro

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Exposição de Robinho Santana resgata a ancestralidade afro-brasileira

Depois de passar pelo Centro Cultural Ação Educativa, o artista expõe obras inéditas na Oficina Alfredo Volpi

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Exposição resgata a tradição de cartões natalinos na Casa Guilherme de Almeida

Na mostra estão expostos 25 cartões, entre eles, um do pintor Alberto Guignard (mais…)

Museu Catavento inaugura “Mundo das Abelhas”

Espaço interativo e sensorial integra o Complexo de Polinizadores do museu e convida o visitante a descobrir curiosidades sobre o mundo das abelhas

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Museu Histórico e Pedagógico Francisco Blasi reabre após 16 anos com mostras especiais

O Museu Histórico e Pedagógico (MuHP) Francisco Blasi, em Botucatu, reabriu em 2017 depois de 16 anos fechado à visitação pública

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Mostra Arquipélago é a última exposição do Nova Fotografia 2017

Série de Zico Farina é um trabalho sobre o isolamento, que usa o espaço da exposição como metáfora para criar um mapa imaginário (mais…)

Museu Casa de Portinari promove exposição na Antiga Estação Ferroviária

Mostra gratuita apresenta detalhes sobre a cidade, a ferrovia, a imigração e Portinari

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Pinacoteca apresenta retrospectiva de Rodrigo Andrade

Com mais de 100 trabalhos, incluindo uma obra feita exclusivamente para a Pina Estação, Rodrigo Andrade ganha individual a partir de 9 de dezembro

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SISEM-SP leva exposição “Origem dos Nomes dos Municípios Paulistas” a Santo André

Abertura ocorre dia 01 de dezembro, às 19h00, no Museu de Santo André

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MCB traz exposições em parceria com CAPS e CIAM para a Virada Inclusiva

Mostras ‘Emoção de Dúvida’ e ‘Cadeira Firmeza’ fazem homenagem ao Dia Internacional da Pessoa com Deficiência e incentivam o movimento pela inclusão – dias 01, 02 e 03 de dezembro (mais…)

Exposição aborda a relação entre acessórios de vestuário e o tema das migrações

“Da cabeça aos pés” propõe uma reflexão sobre objetos utilizados por homens e mulheres migrantes de diversas culturas

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Museu do Café inaugura exposição sobre modos de preparo da bebida

A partir do dia 30 de novembro, visitantes poderão conhecer diversas maneiras de fazer café (mais…)

Concrescer: poesia concreta de Augusto de Campos e Décio Pignatari inspiram instalações

Trabalhos transformam poemas em instalações

A Casa das Rosas – Espaço Haroldo de Campos apresenta, a partir do dia 15 de novembro, sua nova exposição de curta duração. (mais…)

Bate-papo com a equipe MIS no lançamento do catálogo da exposição Renato Russo

Com entrada gratuita, o MIS, instituição da Secretaria da Cultura do Estado De São Paulo, lança, no dia 29 de outubro, às 15h00, catálogo especial da exposição Renato Russo. A publicação, com capa dura e 180 páginas, além de complementar a experiência da visita à exposição, traz novas leituras para o legado deixado por Renato Russo a partir de textos de convidados e outros presentes na exposição. O ingresso para visitar a exposição será gratuito para quem comprar o catálogo no dia do lançamento.

Para marcar seu lançamento, o público poderá conferir um bate-papo gratuito com o curador André Sturm, a cocuradora Fabiana Ribeiro e os três convidados que contribuíram com seus textos para o catálogo, Zeca Camargo (jornalista e apresentador), Ricardo Alexandre (jornalista e autor de Dias de luta: o rock e o Brasil dos anos 80) e Carlos Marcelo (jornalista, escritor e autor da biografia Renato Russo – o filho da revolução).

O texto curatorial, de André Sturm, apresenta o histórico da exposição, que teve início em 2014 com a proposta de Giuliano Manfredini, filho de Renato Russo, para que o MIS realizasse uma exposição sobre seu pai a partir do rico acervo que se encontrava no apartamento em Ipanema, no qual Renato passou os últimos anos de sua vida. O texto de Fabiana Ribeiro, cocuradora da exposição, e Patricia Lira, supervisora do Centro de Memória e Informação do MIS, aponta para a importância do trabalho de preservação que o CEMIS realizou ao longo de dois anos nos mais de três mil itens que hoje compõem o Acervo Renato Russo, dentre os quais mil foram selecionados para integrar a maior exposição já concebida pelo Museu. (mais…)

Casa das Rosas inaugura exposição “Livros de pedra”

Esculturas expostas ao longo da Avenida Paulista propõe uma reflexão sobre a existência física da escrita na época das tecnologias digitais

A Casa das Rosas – Espaço Haroldo de Campos, em parceria com o Espaço Cultural Conjunto Nacional, inaugura no dia 29 de outubro, às 15h00, a exposição Livros de Pedra: Materialidades e Dialogias Poéticas, com cerca de dez esculturas da escritora e artista plástica Graça Lopes, que trazem ao jardim do Museu poemas executados num suporte que se integra de modo harmonioso ao ambiente. A mostra é gratuita e ficará em cartaz até o dia 17 de novembro.

A série, que une literatura e escultura, é composta por poemas inéditos criados pela escritora e artista plástica, inspirados em poetas como Augusto de Campos, um dos criadores da Poesia Concreta, Fernando Pessoa, Hilda Hilst, Cecília Meireles e Carlos Drummond de Andrade, referências da literatura nacional e universal. A Casa das Rosas, que integra a Rede de Museus-Casa Literários da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo gerenciados pela Poiesis, tem uma exposição permanente de um desses grandes nomes do Concretismo, Haroldo de Campos. (mais…)

SISEM-SP leva exposição “Origem dos Nomes dos Municípios Paulistas” a São Caetano do Sul

Abertura ocorre dia 26 de outubro, às 20h00, no Salão Nobre da Câmara Municipal

Depois de Itápolis, a mostra gratuita e itinerante “Origem dos Nomes dos Municípios Paulistas” segue viagem e chega a São Caetano do Sul. A abertura será no dia 26 de outubro, às 20h00, no Salão Nobre da Câmara Municipal. A realização é do Sistema Estadual de Museus (SISEM-SP), ACAM Portinari e Arquiprom, com parceria da IDBrasil e apoio da Prefeitura de São Caetano do Sul.

A exposição surgiu a partir do livro de mesmo nome escrito em 2004 pelo jornalista e artista plástico Enio Squeff, em coautoria com Helder Perri Ferreira. “Desvendar a origem dos topônimos não exprime os mistérios das cidades, mas indica a poética possível da sua existência, o que inclui sua história e geografia”, argumenta Squeff – responsável pelo levantamento do nome dos 645 municípios e também curador da mostra. (mais…)

Memorial da Resistência abre exposição sobre as ditaduras na América Latina

“Hiatus” aponta para os dias de hoje, numa memória continuamente atualizada pelo esquecimento.

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Banda Uó e Bruce Gomlevsky realizam show gratuito na área externa do MIS

 

Programação do feriado conta com shows da Banda Uó e Bruce Gomlevsky e Banda Arte Profana, apresentado pela Forever 21, além de lounge da Cabify, flash tattoos, uma banca de tarô, food trucks exclusivos e drinks especiais do Cubq Bar

Para aproveitar o fim de semana do feriado prolongado, o MIS, instituição da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo oferece programação especial. Na sexta-feira, 13, às 16h00, a Banda Uó se apresentará gratuitamente na área externa do MIS em uma edição especial de aniversário de seis anos do Estéreo MIS, projeto que visa criar um espaço fixo dedicado ao estímulo da música independente nacional.

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Museu da Diversidade Sexual inaugura mostra em São Paulo com artistas do Grande ABC

No dia 10 de outubro, terça-feira, o Museu da Diversidade Sexual, localizado no Metrô República, na capital, inaugura sua nova mostra: “Solidão”. A exposição traz obras de 17 artistas a respeito do tema, abordando, por exemplo, a solidão na era digital, em relacionamentos por meio de aplicativos. Os artistas Daniel Melim, natural de São Bernardo do Campo e Guilherme Gafi, de Santo André, irão expor suas obras no Museu. “Solidão” fica em cartaz até 13 de janeiro de 2018 no Museu, que fica no Metrô República (Rua do Arouche, 24, República – São Paulo-SP). A entrada é gratuita.

São José dos Campos recebe mostra do Museu do Futebol em outubro

A mostra “Visibilidade para o Futebol Feminino”, realizada pelo Museu do Futebol, chega a São José dos Campos no dia 10 de outubro, no Museu de Esportes (Rua Ana Gonçalves da Cunha, 340, Jardim Jussara – Estádio Martins Pereira – Portão 2). Com o objetivo de ampliar a visibilidade da trajetória feminina no esporte, a exposição é composta por nove placas que contam a história e as dificuldades enfrentadas pelo futebol feminino no Brasil.  Realizada em parceria com o Sistema Estadual de Museus (SISEM-SP), a mostra fica em cartaz até o dia 15 de dezembro, com entrada gratuita. O Museu de Esportes funciona de segunda a sexta-feira, das 9h00 às 12h00 e das 13h00 às 16h00.

Museu Índia Vanuíre terá programação especial em comemoração ao Dia das Crianças

Nos dias 14 e 15, sábado e domingo, das 9h00 às 16h00, o espaço terá oficinas culturais como forma de integrar as famílias e o Museu. (mais…)

‘Rá-Tim-Bum, o Castelo’ fica até fevereiro no Memorial

Ingressos para a terceira temporada começam a ser vendidos na terça, dia 26/9, em www.ratimbumocastelo.com.br e na bilheteria do Memorial (mais…)