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Museu Subterrâneo realiza visitas guiadas a obras de arte expostas nas estações do Metrô

De 29 de setembro a 16 de dezembro, os usuários do Metrô poderão embarcar em uma viagem cultural nos finais de semana, escolhendo entre quatro roteiros que compõem o programa Museu Subterrâneo – Levando cultura, transportando emoções, organização do Governo do Estado de São Paulo por meio da Secretaria da Cultura e do Metrô de São Paulo.

Semanalmente, serão duas visitas orientadas aos sábados e duas aos domingos, em que arte-educadores levarão os usuários a conhecer um pouco mais sobre as obras de arte produzidas  por renomados artistas plásticos espalhadas pelas instalações do Metrô, dentre eles Alex Flemming, Cláudio Tozzi, Cícero Dias e Emanoel Araújo.

São roteiros que saem das estações Ana Rosa, República e Sé, proporcionando aos usuários visitas orientadas a esculturas, painéis, pinturas e instalações que compõem o acervo público do Metrô de São Paulo e que se integram à arquitetura das estações.

As obras de arte estão localizadas nas áreas pagas do Metrô e, com apenas um bilhete, o visitante pode iniciar e terminar um dos quatro roteiros. 

 

Visitas orientadas

Todas as visitas serão acompanhadas por arte-educadores especialmente preparados, serão sempre em português, sem tradução, e cada grupo estará limitado a 15 inscritos. O tempo médio de cada roteiro é de 1h30m, já incluindo os traslados entre uma estação e outra.

Semanalmente, são quatro roteiros diferentes, sendo dois no sábado e dois no domingo, com saída às 10h. As inscrições se iniciam sempre às 8h das segundas-feiras para as visitas do próximo final de semana e se encerram às 15h da sexta-feira ou quando já houver 15 inscritos.  Crianças abaixo de 14 anos somente poderão participar das visitas se estiverem inscritas e acompanhadas pelos pais ou responsáveis, também inscritos. 

 

MAIS INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES AQUI.

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Com música, circo e teatro, Secretaria da Cultura do Estado e Metrô realizam projeto SP Cultura no Metrô – confira a programação

Iniciativa leva apresentações artísticas para estações do Metrô, além do projeto “Músicos de Rua”

 

Desde o dia 28 de junho, quem passa por estações do Metrô da capital paulista se surpreende com uma programação cultural especial. O projeto SP Cultura no Metrô leva atrações para estações das linhas 1-Azul, 2-Verde e 3-Vermelha do Metrô e agita o cotidiano da cidade mais populosa do Brasil.

 

Na próxima semana, as estações São Judas, Luz, Ana Rosa, Paraíso, Tatuapé, Brás, Sé, República e Marechal Deodoro receberão apresentações de música, circo e teatro. Confira a programação:

 

PROGRAMAÇÃO – 16 a 20 de julho

 

16 de julho, segunda-feira

 

Estação São Judas – Linha 1 Azul

17h00 – Yunei Rosa (MPB/Black) [música]

 

Estação Ana Rosa – Linha 2 Verde

12h00 – Paulo Neto canta Belchior [música]

 

Estação Tatuapé – Linha 3 Vermelha

17h00 – Suellen Luz (MPB) [música]

 

17 de julho, terça-feira

 

Estação Luz – Linha 1 Azul

17h00 – Nélio Henrique (Sertanejo) [música]

 

Estação Brás – Linha 3 Vermelha

12h00 – Trio Beijo de Moça (Forró) [música]

 

Estação República – Linha 3 Vermelha

17h00 – Paulo Neto canta Belchior [música]

 

18 de julho, quarta-feira

 

Estação Paraíso – Linha 2 Verde

12h00 – Fabiano Rodrigues (Sertanejo) [música]

 

Estação Sé – Linha 3 Vermelha

17h00 – Cia. Bubiô Ficô Lô apresenta “Tuingo e Bastião – Uma dupla de Baião” [circo]

Estação Marechal Deodoro – Linha 3 Vermelha

10h00 – Três cenas do espetáculo “Insones”, de Victor Nóvoa [teatro]

 

19 de julho, quinta-feira

 

Estação São Judas – Linha 1 Azul

17h00 – Trio Beijo de Moça (Forró) [música]

 

Estação Ana Rosa – Linha 2 Verde

12h00 – Suellen Luz (MPB) [música]

 

Estação Tatuapé – Linha 3 Vermelha

17h00 – Cia. Bubiô Ficô Lô apresenta “Tuingo e Bastião – Uma dupla de Baião” [circo]

 

20 de julho, sexta-feira

 

Estação Luz – Linha 1 Azul

12h00 – Trio Beijo de Moça (Forró) [música]

 

Estação Brás – Linha 3 Vermelha

12h00 – Suellen Luz (MPB) [música]

 

Estação Sé – Linha 3 Vermelha

17h00 – Banda Rarefeito 011 (Rock) [música]

 

As atividades vão até dezembro de 2018 e serão divididas em duas frentes:

 

Arte Cultura nas Estações – apresentações de teatro, música e dança em estações do Metrô. Até dezembro, serão realizadas 75 intervenções culturais.

 

Músicos de Rua – apresentações de músicos profissionais ou amadores nas estações do Metrô. Os interessados deverão se inscrever em chamamento disponível em breve no site da Secretaria da Cultura – www.cultura.sp.gov.br.

 

“Esta parceria permite o acesso de milhões de pessoas a múltiplas intervenções culturais. A produção cultural do estado multiplicada e compartilhada ao vivo e em cores. Atrações de qualidade e gratuitas para a população”, comemora Romildo Campello, secretário da Cultura do Estado de São Paulo.

 

“O Metrô é um sistema de transportes sempre aberto às manifestações culturais e artísticas. Já na década de 1970, obras de arte foram instaladas nas estações. Temos obras de renomados artistas, como Tomie Ohtake, Alex Flemming, Antonio Peticov, Claudio Tozzi e Francisco Brennand. Agora vamos abrir espaço para a música, dança e teatro, levando ainda mais opções para nossos usuários”, explica o secretário de Transportes Metropolitanos Clodoaldo Pelissioni.

 

O Metrô de São Paulo foi pioneiro em estimular os diferentes tipos de projetos na área cultural. A primeira é a escultura “Garatuja”, do artista Marcelo Nitsche, na estação Sé, desde 1978. Atualmente, o acervo do Metrô conta com 91 obras de arte dispostas em 37 estações do sistema. O programa Linha da Cultura, a partir de 1986, passou a disponibilizar gratuitamente espaços para manifestações artísticas das mais variadas formas – artes visuais, exposições fotográficas, performances, apresentações musicais e teatrais – nas estações.

 

O sistema metroviário paulista possui 89,7 quilômetros de extensão e 79 estações, transportando 4,5 milhões de usuários por dia. Pela quarta vez consecutiva, foi eleito como o melhor serviço de transporte da cidade de São Paulo em pesquisa realizada do Instituto Datafolha.

 

Mais informações à imprensa
Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo – Assessoria de Imprensa

Stephanie Gomes (11) 3339-8243 | stgomes@sp.gov.br

Bete Alina (11) 3339-8164 | betealina.culturasp@gmail.com

 

 

Ribeirão Preto recebe oficina “Conservação de Fitas de Áudio”; inscrições estão abertas

Ação, resultado de parceria do MIS-SP e SISEM-SP, ocorre dia 26 de julho

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Com música, dança e teatro, Secretaria da Cultura do Estado e Metrô lançam projeto SP Cultura no Metrô

Iniciativa levará apresentações artísticas para estações do Metrô, além do projeto “Músicos de Rua”
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Conheça os novos projetos culturais e a campanha ambiental do GovernoSP!

As secretarias de Estado da Cultura e do Meio Ambiente lançam, no dia 4/7, quarta-feira, às 10h, no auditório da Biblioteca de São Paulo, os projetos SP Cultura no Parque e SP Circo no Parque, e a campanha #SOMOSPRIMATAS.

Cultura – No evento serão assinadas as resoluções criando  dois programas culturais que terão inscrições abertas nas próximas semanas.  O objetivo das ações culturais é valorizar a apresentação cultural, artística e circense em espaços públicos, aproximando artistas e usuários dos parques urbanos, além de estimular a difusão das manifestações culturais. A SMA cederá os parques urbanos sob sua administração e a Cultura ficará responsável por credenciar artistas interessados em se apresentar nesses espaços. Estarão abertas inscrições para: circo, teatro, dança, música, manifestações folclóricas e da cultura popular, música, dança, literatura e poesia, lutas de exibição, inclusive capoeira, artes visuais e produção de artesanato.

Meio Ambiente – Para sensibilizar e educar a população quanto às dificuldades enfrentadas pelos primatas (a violência em razão da febre amarela é um exemplo) e propor ações para sua proteção e conservação será lançada a campanha #SOMOSPRIMATAS.  O foco da campanha são 10 espécies paulistas seriamente ameaçadas: Muriqui-do-sul, Bugio-ruivo, Mico-leão-preto, Mico-leão-da-cara-preta, Macaco-prego, Bugio-preto, Sauá ou Guigó, Sagui-da-serra-escuro, Sagui-de-tufos-pretos, Sagui-de-tufos-brancos. Na ocasião haverá também o lançamento do Guia de Observação de Primatas de São Paulo, que traz uma relação das Unidades de Conservação onde esses macacos podem ser avistados, e da 2ª edição do Passaporte Trilhas de São Paulo, com informações atualizadas sobre as trilhas nos parques do estado.

Apresentação musical – A artista Aidée Cristina e a BaseRegional fará uma apresentação no espaço. Nascida em São Paulo e vinda de família Pernambucana, Aidée Cristina, sempre esteve junto aos ritmos brasileiros como percussionista, compositora e integrante da banda Samba de Rainha. Em 2016 reuniu todas as suas influências musicais também abrangendo o baião, o carimbó, o maracatu, o xaxado, para dar corpo ao projeto intitulado AidéeCristina e aBaseRegional,  desta vez, apresentando-se como intérprete e cantora.

No repertório deste projeto, um passeio sobre o cancioneiro nacional visitando canções de ponta a ponta do país, ora cantando baiões de Luiz Gonzaga, forrós de Dominguinhos, ora trazendo canções do recôncavo baiano, de Jackson do Pandeiro, contemporâneos como Marisa Monte, Roberta Sá, Zeca Baleiro, Elba Ramalho, Carlinhos Brown e duas pinceladas de músicas autorais cheias de balanço, sempre com arranjos focados no ritmo esfuziante do Brasileiro Regional. Uma apresentação para se alegrar e dançar.

 

Onde

Festa do Imigrante acontece em junho no Museu da Imigração!

Consolidada no calendário cultural da cidade de São Paulo, a Festa do Imigrante, promovida pelo Museu da Imigração, chega a sua 23ª edição e acontecerá nos dias 9, 10 e 16/6, reunindo tradições e heranças de mais de 50 nacionalidades. Em 2017, cerca de 20 mil pessoas participaram do evento e vivenciaram a gastronomia, a dança, a música e o artesanato de comunidades de imigrantes e descendentes.

Nesse ano, o público encontrará 49 expositores de alimentação, 29 de artesanato e 46 grupos de dança e música, além de diversas outras programações, que ocuparão todo o complexo histórico onde funcionava a antiga Hospedaria dos Imigrantes do Brás, no fim do século XIX e início do século XX.

“Ao conversar com outras pessoas, expositores ou público, vemos que todo mundo tem uma história de família e de vida pra contar”, comenta Marcia de Souza, representante da gastronomia italiana na Festa. Bart Vanderwalld, imigrante belga, complementa: “Quando jovem, viajei bastante para a Ásia, África e Europa. Aqui tenho a oportunidade de entrar em contato com as culturas das quais sinto falta.”

Entre os três dias de festa, os visitantes poderão prestigiar apresentações artísticas no palco localizado no jardim do Museu, além de participar de oficinas de artesanato, como a de pintura de ovos com técnica da Lituânia, a pintura em vidro do Senegal, pompons peruanos para decoração, entre outros. Os workshops de dança apresentarão diversos ritmos estrangeiros: entre eles, a polca do Paraguai, a marrabenta de Moçambique, as tradições madeirenses e o Flamenco, tão característico da Espanha.

O destaque dessa edição é o Empório, um novo espaço idealizado especialmente para oferecer produtos artesanais que poderão ser levados para casa. Nesse local, o público encontrará pães e doces italianos, cervejas japonesas exclusivas, vinhos portugueses, itens da charcutaria espanhola – como morcilla e chorizo – e potes de homus, coalhada e babaganuche, da Síria.

“Nós trazemos um pouco da nossa casa, do que aprendemos com os nossos avós. Estamos muito felizes por poder compartilhar”, declara Giovanna Topic, expositora.

Valorizando ainda mais a diversidade gastronômica de São Paulo, os interessados poderão participar de oficinas ministradas por cozinheiros de comunidades imigrantes. Entre as receitas, o público aprenderá a preparar, citando alguns exemplos, o spätzle com molho quatro queijos (Alemanha), o tandoori chicken (Índia), o missô lámen (Japão) e a torta mil hojas (Chile).

No espaço “Faz e Conta”, a criançada irá se divertir e aprender sobre outras culturas com as contações de histórias. Entre as narrativas, que abordarão temáticas ligadas à migração, estão os contos sobre Frida Kahlo, mitologia japonesa e sobre um menino que faz uma viagem com seu amigo Inca. As histórias são apresentadas pelos grupos “As Clês”, “Agrupamento Teatral” e “Teatro por um Triz” nos três dias do evento, sempre às 12h00 e às 15h00. Os pequenos poderão também brincar com piscina de bolinhas, amarelinha, jogos educativos e desenhos para colorir.

“É sempre bom poder visitar a Festa e o Museu, e ver o que nossos antepassados viveram na antiga Hospedaria”, comenta Vanessa Surita, que passou pela edição anterior da Festa. “Muito legal ver toda essa diversidade cultural por aqui. Nem vimos a hora passar, de tão divertido que foi!”, finaliza Manolo Amado, que também esteve no evento em 2017.

Acessibilidade

 

No dia 9/06 (sábado), a 23ª Festa do Imigrante contará com oficinas de artesanato, de culinária e workshops de dança com tradução em libras. Já no dia 10/06 (domingo), o evento disponibilizará recurso de audiodescrição para as apresentações artísticas, das 13h às 18h. Nos três dias de festa, estará disponível o folder com a programação transcrito em braille, assim como uma equipe dedicada ao atendimento de pessoas com deficiências auditiva e visual. Para agendamento de grupos, é preciso entrar em contato pelo e-mail: museudaimigracao@museudaimigracao.org.br.

Informações

 

A programação completa da 23ª Festa do Imigrante está disponível no site: www.museudaimigracao.org.br/festa-do-imigrante/. Os ingressos podem ser adquiridos nos dias de evento e custam R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia-entrada). A festa ocorre das 10h às 18h, sendo que a bilheteria encerra o seu funcionamento às 17h.

 

Visite

Dia do Turismo: Conheça alguns destinos cheios de cultura!

Hoje é celebrado o Dia Nacional do Turismo! A data é uma homenagem ao dia 8 de maio de 1916, quando o Estado do Paraná oficializou um pedido para que as terras próximas às Cataratas do Iguaçu fossem desapropriadas para criação de uma zona turística.

São Paulo é repleto de destinos turísticos para todos os gostos, e muitos deles contam com espaços da Secretaria da Cultura do Estado. Está pensando em viajar nos próximos dias? Então confira as dicas:

Santos

Santos é a maior cidade do litoral de São Paulo, com 7km de praias. O jardim da orla santista é o maior desse tipo em extensão do mundo, de acordo com o Livro dos Recordes. Além da flora, Santos também possui diversos pontos turísticos super conhecidos, entre eles, o Museu do Café!

Inaugurado em 1922, o espaço funcionava como Bolsa Oficial do Café, onde eram negociadas riquezas do mercado cafeeiro para o país. O Museu promove exposições e atividades sobre a história do produto ao longo dos anos, além de abrigar lindas obras do artista Benedito Calixto.

O Museu do Café fica no Centro Histórico de Santos e é parada obrigatória para quem quer conhecer a essência da cidade! Fica na Rua XV de Novembro e funciona de terça a sábado, das 9h às 17h, e aos domingos, das 10h às 17h.

Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo

Brodowski

Brodowski é uma das cidades que surgiram com a expansão da Companhia Mogiana de Estradas de Ferro no século XIX. Seu nome é uma homenagem ao engenheiro polonês Alexandre Brodowski, responsável pelo encaminhamento do pedido e pela construção da estação que deu início ao município.

Apesar disso, Brodowski é conhecida como “Terra de Portinari” por ser o local de nascimento do famoso pintor Cândido Portinari. A casa do artista é um dos maiores pontos turísticos da cidade. Preserva em seu interior diversas obras, incluindo murais nas parede e em uma capela nos jardins da residência, além de toda a história de Cândido. 

Vai passar por Brodowski? Não deixe de visitar a Casa de Portinari! O Museu fica na Praça que também leva o nome do pintor, e funciona de terça a domingo, das 9h às 18h, inclusive em feriados. O ingresso é voluntário, ou seja, pague o quanto – e se – puder.

Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo

Campos do Jordão

Com o inverno e o friozinho se aproximando, Campos do Jordão se torna destino certo de muitas famílias! A subida da Serra da Mantiqueira e as baixas temperaturas características do município tem suas vantagens: além da gastronomia, as paisagens são de tirar o fôlego. E o céu de Campos do Jordão? Eternizado por muitos fotógrafos e apaixonados em cartões postais, é show garantido!

Entre os encantos da cidade, uma das quinze consideradas estâncias climáticas pelo Governo do Estado, está o Museu Felícia Leirner! Mesclando natureza e arte, o espaço abriga um conjunto de 85 obras de Felícia Leirner, de bronze, cimento branco e granito, está distribuído ao ar livre. Esse conjunto revela a paixão da artista pela natureza e pelo local, que foi considerado um dos mais importantes do gênero no mundo pela Revista Sculpture, do International Sculpture Center, de Washington D.C. (EUA), em 1987.

O Museu Felícia Leirner fica na Av. Dr. Luís Arrobas Martins, 1880, e funciona de terça a domingo, das 9h às 18h. Visite!

Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo

Tupã

De origem indígena, o nome Tupã –  do Tupi-Guarani, Deus – faz uma homenagem aos nativos locais, os índios, que ainda hoje, habitam reservas na cidade. A cidade, fundada em 1929, atualmente é considerada estância turística. Seu crescimento se deve ao avanço da Companhia Paulista de Estradas de Ferro, que durante muitos anos levou a produção de café para outras partes do Brasil.

Para preservar e propagar a cultura indígena, tão forte na região, foi criado o Museu Índia Vanuíre. Seu nome é uma homenagem à Índia, considerada uma heroína pelo povo Kaingang, que ainda abriga a região. De acordo com a lenda, Vanuíre subia em um jequitibá de dez metros de altura, onde permanecia do nascer do dia ao cair da tarde entoando cânticos de paz.

Além das exposições permanentes e temporárias, o Museu Índia Vanuíre promove atividades de conscientização para aproximar o público das tradições indígenas de diversas tribos que ainda habitam o interior paulista. O espaço fica na Rua Coroados, 521, no centro da cidade, e funciona de terça a domingo, das 9h às 17h, inclusive em feriados. Assim como o Museu Casa de Portinari, também trabalha com o sistema de ingresso voluntário.

Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo

Araras

Fundada pelo Barão de Araras e seu irmão, Barão de Itatiba, na década de 1860, fazia parte da Fazenda São Joaquim (no Município de Limeira) – propriedade que pertence até hoje a seus descendentes. Seu nome foi escolhido em referência ao nome do rio que corta a cidade, e também devido ao grande número dessa ave que havia na região. Assim como aconteceu com tantos outros municípios paulistas, Arara se expandiu por causa do cultivo do café e pela grande chegada de imigrantes italianos.

Para promover a cultura na cidade, o Governo do Estado possui o Teatro Estadual de Araras. Ao longo do ano, o espaço realiza programação diversificada, recebendo diversos espetáculos de dança, música, circo e muito mais. Inaugurado em 1991, o teatro foi projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer e leva o nome do maestro italiano Francisco Paulo Russo, que escolheu Araras para residir e lá inaugurou cursos, dirigiu corporações musicais, e muito mais.

O Teatro Estadual de Araras fica na Av. Dona Renata, 401, e a programação pode ser acessada aqui. Vai passar pela cidade? Adquira seu ingresso na bilheteria e aproveite o espetáculo!

13/04 é Dia dos Jovens: conheça iniciativas da #CulturaSP para esse público!

Okinosmov / Núcleo Luz - Foto: Gasbox Studio

Para celebrar o Dia do Jovem (13/4), reunimos aqui algumas atividades realizadas por espaços da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo que são voltadas para esse público!

MÚSICA

Conservatório de Tatuí

Oferece cursos nas áreas de música, luteria e artes cênicas, de formação continuada com duração média de seis anos. A escola está localizada no município de Tatuí, a 131 quilômetros da capital paulista, e recebe estudantes de todas as regiões brasileiras e também de fora do país.

Mais informações: http://www.conservatoriodetatui.org.br

Escola de Música do Estado de São Paulo (EMESP)

Localizada no centro da capital paulista, oferece cursos de iniciação musical e prática de instrumentos desde 1989. Seu primeiro reitor e presidentefoi o maestro Antonio Carlos Jobim. Todas as atividades são gratuitas.

Mais informações: http://www.emesp.org.br

Projeto Guri

Programa de formação cultural que oferece cursos de teoria musical, coral, instrumentos de cordas, madeiras, sopro e percussão para jovens até 18 anos. Possui vários polos, distribuídos na capital, no litoral e no interior do Estado.

Mais informações: http://gurisantamarcelina.org.br/ (para polos da capital e região metropolitana) e http://www.projetoguri.org.br/ (para polos do interior e litoral)

Conservatório de Tatuí - Foto: Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo

DANÇA

Núcleo Luz

O projeto oferece a jovens de baixa renda a oportunidade de vivenciarem a linguagem da dança de maneira mais aprofundada. A participação é gratuita mediante inscrição e processo seletivo.

Mais informações: http://fabricasdecultura.org.br/nucleo-luz/

São Paulo Companhia de Dança

Criada em 2008, a Cia faz espetáculos no Estado de São Paulo, no Brasil e no exterior. De tempos em tempos, a SPCD promove workshops, palestras, oficinas e audições.

Mais informações: http://www.spcd.com.br/

São Paulo Cia. de Dança - Conservatório de Tatuí - Foto: João Caldas/Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo

TEATRO

SP Escola de Teatro

Oferece cursos gratuitos de formação em teatro abrangendo as mais diversas áreas das artes cênicas, dentre elas Atuação, Cenografia e Figurino, Direção, Dramaturgia, Humor, Iluminação, Sonoplastia e Técnicas de Palco. Além disso, a Escola mantém o Programa Kairós, que distribui bolsas de estudos e estágios para parte dos aprendizes, além de intercâmbios culturais.

Mais informações: www.spescoladeteatro.org.br

SP Escola de Teatro - Foto: Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo

LITERATURA

Bibliotecas de São Paulo e do Parque Villa-Lobos

As bibliotecas-modelo do Governo do Estado de São Paulo – uma, localizada no Parque da Juventude, e a outra, no Parque Villa-Lobos – oferecem diversas atividades voltadas para o público jovem, além do seu acervo de livros e jogos. Entre elas, oficinas de escrita criativa, de fotografia e de literatura. Há também o Luau, atividade regular que apresenta aos jovens temas relacionados à música, literatura e poesia, e oferece um espaço para apresentações musicais. Todas as atividades são gratuitas.

Mais informações: https://bsp.org.br/ e https://bvl.org.br/

Biblioteca do Parque Villa-Lobos - Foto: Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo

FORMAÇÃO E DIFUSÃO CULTURAL

Fábricas de Cultura

Programa de difusão e formação cultural que oferece cursos gratuitos e atividades de difusão cultural para toda a comunidade. O programa conta com 10 unidades espalhadas pelas zonas norte, sul e leste, e suas atividades contemplam diversas linguagens, como teatro, dança, música, circo, artes visuais, literatura e multimeios.

Mais informações: http://fabricasdecultura.org.br/

Oficinas Culturais

As quatro unidades do programa realizam atividades gratuitas de formação e difusão cultural em diferentes linguagens artísticas, como artes visuais, circo, dança, fotografia, literatura, música, teatro, entre outras.

Mais informações: http://www.oficinasculturais.org.br/

Saiba quem são os vencedores do Prêmio Governador do Estado para a Cultura 2018!

Aconteceu na noite do dia 26/3 a cerimônia do Prêmio Governador do Estado para a Cultura 2018! Os finalistas concorreram em nove categorias: arte para crianças, artes visuais, cinema, circo, dança, música, teatro, territórios culturais e instituições culturais. 

Os vencedores escolhidos pelo júri especializado receberam, no total, R$ 580 mil em prêmios, o que faz da premiação uma das maiores do país no segmento cultural. Além da premiação em dinheiro, no valor individual de R$ 60 mil, os vencedores escolhidos tanto pelo júri quanto pelo voto popular receberam um troféu exclusivo confeccionado pela artista Edith Derdyk.

A votação popular foi realizada no site www.premiogovernador.sp.gov.br e contou com mais de 95,5 mil votos, 25% a mais que na edição anterior, que contabilizou 71,3 mil.

Quer saber quem foram os grandes vencedores da noite? Acompanhe a matéria:

Destaque Cultural

A categoria homenageou o gestor cultural Eduardo Saron. Mestre em Administração e gestor cultural há 16 anos, Saron é diretor superintendente do Instituto Itaú Cultural e diretor da Associação Nacional de Entidades Culturais Não Lucrativas (ANEC). É também conselheiro do Museu de Arte de São Paulo (MASP), da São Paulo Companhia de Dança e membro do Conselho Nacional de Política Cultural (CNPC) do Ministério da Cultura, além de vice-presidente executivo da Fundação Bienal de São Paulo. O prêmio foi um reconhecimento à sua trajetória profissional e por sua contribuição para a democratização do acesso, incentivo, difusão e valorização da arte e da cultura. O troféu foi entregue pelo secretário da Cultura do Estado, José Luiz Penna, que celebrou a escolha e destacou a importância do evento. “Estamos em um dia de festa, mas também de resistência. A cultura é fundamental para enfrentar, com uma onda de alegria e criatividade, a situação atual do país”, declarou Penna.

"A gente vem pontuando por muitos anos uma coisa que é importante e fundamental: a democratização do acesso à arte e cultura do Brasil."
Eduardo Saron
Gestor do Instituto Itaú Cultural

Arte para Crianças

Lizette Negreiros

Escolhida pelo júri. É responsável pela programação de teatro do Centro Cultural São Paulo, onde desenvolve projetos para o teatro infantojuvenil, recebe e coordena temporadas de grupos e artistas há mais de trinta anos. Foi presidente da Associação Paulista de Teatro para a infância e juventude – APTIJ, jurada de vários festivais de teatro e do Prêmio Femsa. No cinema, participou, entre outros, dos filmes “Eles não usam black-tie”, “Vera” e “A Hora da Estrela”.

Trupe Banana's

Escolhida por votação popular. O grupo foi fundado em 2010 na cidade de Atibaia, interior de São Paulo. Com foco no público infantil, o grupo busca levar diversão e reflexão não só para as crianças, mas também aos adultos que as acompanham. Os espetáculos da Trupe são interativos e dinâmicos, quebrando a barreira entre palco para levar cultura e risadas para todo o país e todas as classes sociais.

"Arte para crianças é o que a gente carrega, que transforma e que queremos que elas vivenciem."
Lizette Negreiros
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Artes Visuais

Tomoshige Kusuno

Escolhido pelo júri e pelo voto popular. Desenhista, pintor, artista visual, professor e gravador, foi parte do Núcleo de Arte de Vanguarda, em Tóquio, Japão, na década de 1950. Imigrou para o Brasil em 1960, onde trabalhou como orientador de atividades artísticas na Comunidade Yuba, além de participar ativamente de exposições que deram ao movimento artístico nacional e internacional condições de se desenvolverem. Já realizou 36 exposições individuais em diversos países e participou de diversas coletivas e salões.

Cinema

Cinemateca

Escolhida pelo júri. Criada em 1946, possui o maior acervo audiovisual da América do Sul e é responsável pela preservação da produção audiovisual brasileira, além de documentação não fílmica da área, do acesso e da difusão deste acervo. Abriga 240 mil rolos de filme – cerca de 42 mil títulos – de obras de ficção, documentários, cinejornais, filmes publicitários e registros familiares produzidos desde 1913. O acervo não fílmico começou a ser constituído também em 1946 e reúne mais de um milhão de documentos.

Mostra Ecofalante de

Cinema Ambiental

Escolhida pelo voto popular. A Mostra é conhecida por fomentar discussões sobre os assuntos mais urgentes da atualidade, e promove exibições gratuitas em salas de cinema, espaços públicos, além de instituições culturais e de ensino. Desde sua primeira edição, em 2012, a Mostra Ecofalante e as atividades educativas da ONG já atingiram diretamente mais de 190 mil pessoas. Foram exibidos 424 filmes, de todos os continentes, em 26 cidades paulistas.

"Essa é maior mostra gratuita de cinema de São Paulo que, há 7 anos, promove o debate com a sociedade. No ano passado conquistamos um público de 77 mil pessoas."
Chico Guariba - representante da Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental
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Circo

Grupo La Mínima

Escolhido pelo júri. A companhia de circo e teatro foi fundada por Domingos Montagner e Fernando Sampaio em 1997. O circo e a arte do palhaço de picadeiro conduzem o trabalho do grupo com um repertório de 14 espetáculos, sendo o último “Pagliacci”, de 2017, em comemoração aos seus 20 anos de história. Ao longo de sua trajetória já passou pelos mais renomados festivais nacionais e internacionais, como Festival Paulista de Circo, Festival de Curitiba, Festival Mundial de Circo de Demain, Teatralia e Festclown, e recebeu alguns dos mais importantes prêmios da categoria.

Circo Escola de Diadema

Escolhido pelo voto popular. Fundado em 2008 por um grupo de artistas circenses, técnicos e arte educadores, atualmente é o carro chefe da Associação Cultural e Educacional Circense Tápias Voadores. O resultado do trabalho pode ser visto no atendimento a 1800 pessoas nas faixas etárias de três a 80 anos, garantindo a perpetuação da arte circense nas suas diversas modalidades, por meio das suas nuances e estética. O Circo Escola de Diadema é uma referência desde as suas estruturas, qualificação técnica e parcerias com o poder público, colaboradores e sociedade civil.

"O La Mínima tem o pé fincado na tradição - Stankovich e Circo dos Sonhos que estão aqui presentes - temos o maior respeito por todos. Estar aqui hoje só aumenta a nossa dívida com o Circo."
Fernando Sampaio - representante do Grupo La Mínima
Destaque na categoria "Circo"

Dança

Companhia de Danças de Diadema

Escolhido pelo júri. Criada em 1995 por Ivonice Satie, realiza espetáculos, oficinas, mostras e projetos de dança por todo o país. Desenvolve um programa que proporciona o acesso à linguagem da dança e das artes em geral, valorizando a inclusão cultural, incentivando a produção artística e fomentando o interesse de novas plateias, sempre com o apoio da Prefeitura do Município de Diadema e outros colaboradores. Os profissionais da Companhia, além de bailarinos, são também artistas orientadores, ministrando oficinas de danças de diversos estilos para os integrantes da comunidade local.

Cia. Discípulos do Ritmo

Escolhido pelo voto popular. A companhia de danças urbanas foi criada em 1999 pelo diretor por Frank Ejara e é o primeiro grupo brasileiro a trabalhar danças urbanas nas artes cênicas de forma híbrida e profissional. A intenção da companhia desde o princípio não foram os festivais competitivos e as batalhas de dança, mas a defesa das danças urbanas em prol das artes cênicas. A Cia. Discípulos do Ritmo tem em seu repertório espetáculos como “Tá Limpo”, “Fresta”, "Urbanóides 2.0", “O Som do Movimento”, “Caixa Preta” e “Lemniscata”.

"Essa trajetória não seria traçada sem a equipe que acompanha a Companhia, criada por Ivonice Satie, saudosa bailarina que teve uma ideia a frente do seu tempo."
Ana Bottosso - representante do Companhia de Danças de Diadema
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Instituição Cultural

Instituto Alfa de Cultura

Única categoria eleita somente por voto popular. A instituição privada e sem fins lucrativos, que administra o Teatro Alfa, tem 20 anos de existência. O teatro foi pioneiro na oferta de espetáculos culturais diversificados e de alta qualidade. Além de produzir e receber espetáculos de dança, teatro infantil, música e teatro musical, o instituto desenvolve amplo trabalho com as escolas e ONGs do entorno. As crianças e jovens são convidados a assistir e participar de programas que visam aproximá-los das artes cênicas, tanto do ponto de vista técnico quanto artístico.

"Recebemos, ao longo desses anos, 3,5 milhões de pessoas em mais de 7,5 mil espetáculos. O prêmio é um incentivo para que continuemos desenvolvendo um trabalho de grande importância social para todos."
Fernando Guimarães - representante do Instituto Alfa de Cultura
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Música

Jonnata Doll &

Os Garotos Solventes

Escolhido pelo júri. Surgida em 2009 em Fortaleza e residindo em São Paulo, a banda traz uma música baseada na subcultura punk e na biografia dos excluídos, mostrando rock em estado bruto. Seja nos palcos pelo Brasil – ou mesmo no teatro ou nas telas de cinema – a performance do quinteto é intensa e visceral, de quem desnuda a alma. Jonnata Doll andrógino, canta, dança, cai, arrasta-se no palco. Suas letras são ecos de literatura beat e de filmes de terror, amores perdidos, misturados a uma biografia de excessos.

Thereza Alves

Escolhido pelo voto popular. Cresceu no bairro da Vila Rezende em Piracicaba e aprendeu a cantar junto da mãe, ouvindo os programas de rádio da Mayrink Veiga, Tupi e da Rádio Nacional. Com 15 anos, iniciou sua carreira artística na Rádio Difusora de Piracicaba, cantando em programas de calouro. Cantou na Rádio e TV Record de São Paulo, nos programas de Geraldo Blota e Iani Junior. Gravou o LP “Roda de Violeiros” em 1961 e um 78 rotações pela gravadora RCA Camden como prêmio musical da Rádio Bandeirantes. Apresentou-se ao lado de grandes nomes da música popular no Brasil e no exterior.

"Quero dedicar esse prêmio à galera que dorme no chão, às mulheres, ao movimento negro, ao movimento LGBT e a todo o rock 'n' roll de São Paulo, que ainda tem muito a dizer sobre as diferenças."
Jonnata - representante da banda Jonnata Doll & Os Garotos Solventes
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Teatro

Lenise Pinheiro

Fotógrafa paulistana especializada em teatro, vem retratando, desde 1983, o que há de mais expressivo nos palcos brasileiros. Já trabalhou para José Celso Martinez Corrêa, Antunes Filho, Daniela Thomas, Antônio Araújo, Fauzi Arap, Enrique Díaz, Mário Bortolotto, Deborah Colker, Marco Antonio Rodrigues, José Possi Neto, Miguel Falabella, Marco Antonio Braz, Gabriel Villela, Marcelo Drummond, Gerald Thomas e muitos outros. Em suas exposições, manteve o foco no teatro, participando ao todo de 38 mostras, sendo oito coletivas e 30 individuais.

Grupo Caixa Preta de Teatro

Fundado por Fernando Barbosa e Fabiano Muniz há 24 anos, o grupo produz atividades que potencializam e desenvolvem a educação e a cultura na Região do Vale do Ribeira, promovendo ações independentes de caráter sociocultural. O grupo já produziu cerca de 25 espetáculos e se apresentou por diversos estados do Brasil, tendo sido convidado em novembro de 2017 a produzir e dirigir o espetáculo “Romeu Ma Julieta – Uma Tragédia Crioula”, na cidade de Mindelo, Cabo Verde, para a abertura do 23º Mindelact – Festival Internacional de Teatro do Mindelo.

"Dei início aos meus trabalhos aqui, no Teatro Sérgio Cardoso. Receber um prêmio dessa magnitude faz com que nossos ânimos se renovem!"
Lenise Pinheiro
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Territórios Culturais

Coletivo Cultural Cenário Urbano

O grupo atua há 17 anos, realizando grandes e pequenos eventos, além de manifestações culturais como Consciência Negra e Aniversário do Bairro. Desde 2014 vem focando na reeducação ambiental, tendo a cultura como valorização do espaço. A grande mídia, prefeituras e até uma empresa de lixo urbano deram apoio, tendo visto no projeto um grande potencial de reunir famílias para falar de arte, de consciência ambiental e de como o lixo pode nos prejudicar. Os eventos realizados pelo Coletivo Cultural Cenário Urbano contam sempre com a participação de todos os presentes.

Hangar 110

Foi inaugurado em outubro de 1998, com o intuito de abrir espaço para o cenário artístico underground. Além de shows de música alternativa, o espaço sediou palestras, exposições de fotos e feiras de gravadoras independentes, entre outros eventos. O Hangar tornou-se uma referência do rock nacional e internacional – passaram por seu palco nomes como Ratos de Porão, Inocentes, Cólera, Titãs, Raimundos, CPM 22, NX Zero, Dead Fish, Marky Ramone, CJ Ramone e Ritchie Ramone, Shelter, Toy Dolls e New York Dolls. Foram mais de 9000 shows em 19 anos de atividades.

"Através do diálogo, o Cenário Urbano conseguiu fazer com que um ponto de lixo virasse espaço para a cultura, para a poesia, para o hip hop, para o graffitti, para a arte de rua."
Coletivo Cultural Cenário Urbano
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Pesquisa mostra hábitos culturais dos moradores do Grande ABC

Foto: Logo J.Leiva Cultura & Esporte

 

A consultoria J.Leiva Cultura & Esporte entrevistou 1.595 pessoas, com 12 anos ou mais, de sete cidades da Região do Grande ABC em busca de informações sobre os hábitos culturais e de lazer na região. Entre junho e julho de 2017, os entrevistados responderam a mais de 50 perguntas sobre diferentes aspectos da vida cultural, levadas a campo pelo Instituto Datafolha. Nas sete cidades pesquisadas – Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra – vivem cerca de 2,8 milhões de habitantes, aproximadamente 6% da população do estado de São Paulo.

O estudo “Cultura no Grande ABC”, realizado pela JLeiva Cultura & Esporte, pelo Ministério da Cultura e pela Secretaria de Estado da Cultura, foi viabilizado por meio das Leis Rouanet e ProAC ICMS. Teve o patrocínio da Braskem e do Instituto CCR e contou com o apoio do Consórcio Intermunicipal Grande ABC e do Sesc-SP.

O lançamento da pesquisa será em 6 de março, no Sesc Santo André, onde os principais resultados do estudo serão divulgados em evento aberto ao público e gratuito.

 

 

Entre os resultados obtidos a partir do questionário baseado nos parâmetros do IBGE e do Critério Brasil, 30% dos entrevistados declararam espontaneamente preferir realizar atividades culturais no tempo livre, como ler, assistir a filmes e séries e ir ao cinema. Esse percentual representa cerca de 640 mil pessoas da região, considerando os dados do Censo de 2010. A pesquisa mostra também que o cinema é a atividade cultural mais realizada fora de casa e que, entre as cidades pesquisadas, São Caetano do Sul tem os maiores índices de acesso à cultura.  

 

Foto: Atividade realizada no Sesc Santo André – créditos: Guilherme Luiz de Carvalho

 

A pesquisa pergunta sobre o grau de conhecimento de 19 equipamentos culturais da região e os mais lembrados são Sesc Santo André (74%), Teatro Lauro Gomes, em São Bernardo do Campo (65%), e Teatro Municipal de Santo André (60%).  

Na pergunta sobre os estilos de música mais ouvidos, o sertanejo ficou em primeiro lugar (50%), seguido pelo rock (27%) e pela MPB (25%). Entre os jovens, na faixa de 12 a 15 anos, o funk e o pop lideram, nessa ordem.  

 

 

Quando analisados a partir dos tradicionais recortes de escolaridade e renda, os dados revelam que a educação reduz a exclusão cultural e que a renda influencia o acesso a atividades culturais e de lazer. Outros dados relevantes da pesquisa serão divulgados durante o seu lançamento.

Este é o segundo levantamento realizado pela JLeiva Cultura & Esporte para conhecer melhor o comportamento, interesses e conhecimento cultural dos moradores da Região do ABC paulista.

“O objetivo é gerar informações capazes de alimentar o trabalho do poder público, pesquisadores, produtores e patrocinadores para desenvolver ações que levem em consideração as características, os desejos e as necessidades da população”,  afirma João Leiva, sócio-diretor da JLeiva Cultura & Esporte e idealizador do estudo.  

Programação de lançamento da pesquisa

 

Sesc Santo André – Terça-feira (06.03)  

Endereço: R. Tamarutaca, 302 – Vila Guiomar, Santo André

Evento aberto ao público e gratuito

As inscrições deverão ser feitas no portal do Sesc Santo André a partir do dia 22 de fevereiro.

 

 

Resoluções de Ano Novo: um 2018 com mais cultura!

A chegada de um novo ano é o momento ideal para estabelecer metas em diversas áreas da vida. Já pensou no que fazer para ter um 2018 com mais cultura? (mais…)