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São Paulo Companhia de Dança estréia suas apresentações 2017

A São Paulo Companhia de Dança (SPCD), mantida pela Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, sob direção de Inês Bogéa, realiza seu primeiro espetáculo do ano na Fábrica de Cultura de Sapopemba (rua Augustin Luberti, 300), no dia 17 de fevereiro, às 14h30. A apresentação é gratuita.

Durante o espetáculo, o público poderá conferir a pré-estreia de Primavera Fria (2016), criação de Clébio Oliveira para a SPCD. “A obra examina a anatomia de uma ruptura inesperada. É uma jornada do corpo pela perda do objeto amoroso enquanto experiência psíquica e neurológica. Desejo, narcisismo, inadequação corporal, vulnerabilidade. Primavera fria propõe um mapeamento afetivo-sensorial do corpo em nosso cérebro”, explica o coreógrafo.

Mamihlapinatapai (2012), de Jomar Mesquita com colaboração de Rodrigo de Castro, sobre o desejo compartilhado entre um homem e uma mulher, onde ambos esperam que o outro dê o primeiro passo, e Grand Pas de Deux de O Corsário (2015), da SPCD a partir do original de 1858 de Marius Petipa (1818-1910), que traz o virtuosismo técnico dos intérpretes aliado à uma dramaticidade lírica na qual se revelam os sentimentos compartilhados entre os personagens da obra, completam o programa.

”No ano passado pré-estreamos Pivô, de Fabiano Lima, - coreografia que ficou em terceiro lugar na escolha do júri como Melhor Espetáculo de Dança de 2016 em enquete promovida pelo Guia da Folha - aqui na Fábrica de Cultura de Sapopemba. É muito gratificante começarmos o ano aqui novamente com uma nova obra”, fala Inês Bogéa, diretora artística da São Paulo Companhia de Dança.

SAIBA MAIS SOBRE AS OBRAS ABAIXO:

PRÉ-ESTREIA | PRIMAVERA FRIA (2016)
Coreografia: Clébio Oliveira
Música original:  Matresanch
Iluminação: Mirella Brandi

A perda do objeto amoroso é um tema que há séculos inquieta e inspira poetas, pensadores e artistas. Mas, longe de constituir uma experiência metafísica, essa perda é vivenciada no corpo por meio de um intrincado encadeamento bioquímico sofrido e produzido pelo cérebro humano. Percepção, cognição e resposta. Estudiosos da psique, e seus dispositivos neurológicos também se renderam a este tema, trazendo para o campo da ciência o que já florescia na filosofia e na arte. Primavera Fria examina a anatomia de uma ruptura inesperada. É uma jornada do corpo pela perda do objeto amoroso enquanto experiência psíquica e neurológica. A obra propõe um mapeamento afetivo-sensorial do corpo em nosso cérebro.

GRAND PAS DE DEUX DE O CORSÁRIO (2015)
Coreografia: SPCD a partir do original de 1858 de Marius Petipa (1818-1910), baseado em O Corsário, de Lord Byron
Música: Adolphe Adam (1803-1856)
Figurinos: Tânia Agra
Iluminação: Wagner Freire
Duração: 10 minutos com 2 bailarinos

O Grand Pas de Deux de O Corsário dançado pela SPCD está presente no segundo ato da obra e revela a cumplicidade entre Medora e Ali. Essa coreografia apresenta o virtuosismo técnico dos intérpretes aliado à uma dramaticidade lírica que deixa ver os sentimentos de pessoas que partilham de uma visão de mundo em busca da liberdade.

MAMIHLAPINATAPAI (2012)
Coreografia: Jomar Mesquita com colaboração de Rodrigo de Castro
Músicas: Marina de la Riva, composição de Silvio Rodrígues (Te Amaré y Después); Rodrigo Leão (No Se Nada); Cris Scabello (Tema final); Cartola e Grupo Planetangos (As rosas não falam)
Figurino: Cláudia Schapira
Iluminação: Joyce Drummond

Mamihlapinatapai trata da relação de desejo entre homem e mulher. Um olhar compartilhado entre duas pessoas, cada uma desejando que o outro tome uma iniciativa para que algo aconteça, porém, nenhuma delas age. Este é o significado de mamihlapinatapai, palavra indígena originária da língua yaghan, de uma tribo da Terra do Fogo. O coreógrafo utiliza elementos descontruídos da dança de salão para criar a obra.

SÃO PAULO COMPANHIA DE DANÇA
direção artística |  Inês Bogéa

Criada em janeiro de 2008 pelo Governo do Estado de São Paulo, a São Paulo Companhia de Dança (SPCD) - gerida pela Associação Pró-Dança - é dirigida por Inês Bogéa, doutora em Artes, bailarina, documentarista e escritora. A São Paulo é uma Companhia de repertório, ou seja, realiza montagens de excelência artística, que incluem trabalhos dos séculos XIX, XX e XXI de grandes peças clássicas e modernas a obras contemporâneas especialmente criadas por coreógrafos nacionais e internacionais. A difusão da dança, produção e circulação de espetáculos é o núcleo principal de seu trabalho. A SPCD apresenta espetáculos de dança no Estado de São Paulo, no Brasil e no exterior e é hoje considerada uma das mais importantes companhias de dança da América Latina pela crítica especializada. Desde sua criação já foi assistida por um público superior a 520 mil pessoas em 15 diferentes países, passando por mais 110 cidades, em mais de 580 apresentações.

Os Programas Educativos e de Formação de Plateia para a Dança, outra vertente de ação da SPCD, vem no movimento da Companhia a cada cidade por onde nos apresentamos encontramos pessoas que apreciam e praticam a arte da dança. Na Palestra Para os Educadores temos a oportunidade de diálogo sobre os bastidores dessa arte; nas Oficinas de Dança, um encontro para vivenciar o cotidiano dos bailarinos da SPCD e os Espetáculos Gratuitos Para Estudantes e Terceira Idade a proposta é de ver, ouvir e perceber o mundo da dança e por meio do Dança em Rede, uma enciclopédia de dança online e colaborativa disponível no site da Companhia, mapeamos a dança de cada cidade por onde a SPCD passa. A Companhia também promove espaços onde interessados na arte da dança possam compartilhar experiências. Assim criou o Seminário Internacional de Dança, que visa abordar a prática da dança em diferentes perspectivas e o Ateliê Internacional São Paulo Companhia de Dança, evento que proporciona um ambiente de arte, permitindo um estudo teórico-prático de técnicas de dança.

A dança tem muitas histórias, e para revelar um pouco delas a Companhia criou a série de documentários Figuras da Dança, que traz para você essa arte contada por quem a viveu e pode ser vista nos canais Arte 1 e Canal Curta!. A série conta hoje com 33 episódios: Ismael Guiser (1927-2008), Ivonice Satie (1950- 2008), Ady Addor, Marilena Ansaldi, Penha de Souza, Ruth Rachou, Luis Arrieta, Hulda Bittencourt, Tatiana Leskova, Angel Vianna, Antonio Carlos Cardoso, Carlos Moraes, Décio Otero, Márcia Haydé, Sônia Mota, Ana Botafogo, Célia Gouvêa, Lia Robatto, Marilene Martins, Ismael Ivo, Edson Claro (1949-2013), Hugo Travers, J.C Violla, Cecília Kerche, Eva Schul, Janice Vieira, Eliana Caminada, Mara Borba, Jair Moraes, Paulo Pederneiras, Maria Pia Finnóchio, Nora Esteves e José Possi Neto. A SPCD também publicou seis livros de ensaios, além de documentários para professores e outros que registram os bastidores da sua ação.
A temporada 2017 da São Paulo Companhia de Dança ganhou o título de Pássaro de Fogo. “O Pássaro de Fogo simboliza a luz. É uma ave lendária, mítica e imortal, capaz de se regenerar, de encontrar potência para sua existência pelo encorajamento e superação. Este tema vem ao encontro das observações, reflexões e transformações do Brasil dos dias atuais ”, fala Inês Bogéa, diretora artística da SPCD.

Com três programas e nove coreografias, o programa 2017 contará com quatro estreias: Pássaro de Fogo Pas de Deux (2010), de Marco Goecke, com música original de Igor Stravinski (1882-1971), remontada por Giovanni Di Palma, Primavera Fria (2017), de Clébio Oliveira, 14’20‘’ (2007), de Jirí Kylián remontada por Nina Botkay, e Suíte de Raymonda (2017), remontada por Guivalde de Almeida a partir do original de Marius Petipa (1818-1910) para o Ateliê de Coreógrafos Brasileiros.

Ngali... (2016), de Jomar Mesquita com colaboração de Rodrigo de Castro, sobre diferentes relações amorosas que incluem um terceiro; Pivô (2016), de Fabiano Lima, coreografia que se vale das referências do basquete, do hip-hop e da dança contemporânea; Suíte para Dois Pianos (1987), de Uwe Scholz (1958-2004) remontada por Giovanni Di Palma, coreografada em diálogo com a arte de Walissy Kandinsky (1866-1944); Indigo Rose (1998), de Jirí Kylián, que explora a vivacidade dos intérpretes para falar sobre a transição da juventude e as relações humanas; e La Sylphide (2014), de Mario Galizzi a partir do original de Marius Petipa (1818-1910), obra marcante do balé romântico; completam o programa 2017 da São Paulo Companhia de Dança.

A Companhia é um lugar de encontro dos mais diversos artistas para que se possa pensar em um projeto brasileiro de dança.

SERVIÇO
SÃO PAULO COMPANHIA DE DANÇA | FÁBRICA DE CULTURA SAPOPEMBA

Primavera Fria, de Clébio Oliveira; Grand Pas de Deux de O Corsário, da SPCD a partir do original de 1858 de Marius Petipa; e Mamihlapinatapai, de Jomar Mesquita com colaboração de Rodrigo de Castro.

Dia 17 de fevereiro | sexta-feira e sábado, às 14h30
Fábrica de Cultura Sapopemba
Endereço: Rua Agustin Luberti, 300 – Sapopembra – São Paulo/SP
Telefone: (11) 2012-5803
Duração: 90 min
Ingressos: A entrada é gratuita. Capacidade: 298| Classificação Indicativa: Livre

Fonte: Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo
Data: 17/02/2017
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