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Orquestra Jovem do Estado

A Orquestra Jovem do Estado (OJE), ligada à EMESP Tom Jobim – Escola do Governo do Estado de São Paulo e da Secretaria da Cultura do Estado, gerida pela organização social Santa Marcelina Cultura, anuncia sua Temporada de Concertos. De março a dezembro, serão realizadas nove apresentações na Sala São Paulo, sempre aos domingos, às 16h00, com ingressos até R$ 40.

Boa parte dos programas serão regidos por Cláudio Cruz, maestro titular e diretor musical da orquestra formada por 90 bolsistas com idades entre 13 e 25 anos. O grupo também irá tocar sob a batuta de nomes importantes do cenário internacional e receber solistas de canto e de diferentes instrumentos como piano, violino, viola e violoncelo, além de harpa e trompete. Com repertório de obras essencialmente dos períodos clássico e romântico, a Temporada 2017 ainda vai ter peças modernas e contemporâneas, incluindo de compositores brasileiros vivos.

A temporada principal segue concentrada na Sala São Paulo e na abertura, a Orquestra Jovem recebe a violista Hsin-Yun Huang, da Juilliard School de Nova York, e a soprano brasileira Caroline di Carmo para interpretar obras de Oliver Toni, Schnittke e Brahms, em março. A regência será de Cláudio Cruz e o concerto integra o projeto de cooperação firmado em 2010, entre a Santa Marcelina Cultura e o conservatório norte-americano. Trata-se de uma parceria de intercâmbio já consolidada e que nos últimos anos registrou diversas atividades pedagógicas e concertos no Brasil e EUA, com músicos das duas instituições.

Em abril, a Orquestra Jovem toca sob a regência do diretor do Conservatório de Paris, Bruno Mantovani, com a solista Isabelle Moretti, na harpa. O maestro já esteve por aqui em 2014 para reger a Camerata Aberta, fruto de mais uma importante parceria internacional da Santa Marcelina Cultura com a tradicional escola francesa. Fechando o primeiro semestre, em junho a Orquestra Jovem do Estado grava seu terceiro CD.

O terceiro programa da Temporada traz uma novidade: a recém-firmada parceria com a instituição cultural Adam Mickiewicz, da Polônia, promove a estreia no Brasil do maestro Michał Klauza. Diretor artístico da Orquestra da Rádio da Polônia, que tem sede em Varsóvia, ele vai reger a Orquestra Jovem em concerto todo dedicado à música de seu país, com obras de Andrzej Panufnik, Szymanowski, Mieczysław Weinberg e Wojciech Kilar, com solos de Agata Szymczewska (violino) em algumas peças. Laureada em competições de violino na Alemanha, Áustria e Canadá, em 2006 Agata foi a grande vencedora do 13º Concurso Internacional Henryk Wieniawski, na Polônia.

Neste ano, a Orquestra Jovem do Estado também grava seu terceiro CD com um repertório que reflete o amadurecimento e evolução musical do grupo. Em junho, sob a regência de Cláudio Cruz o grupo de 90 bolsistas terá o desafio de executar uma obra contemporânea, do Flo Menezes, e peças tidas como modernas, que estão presentes nos trabalhos dos húngaros Bartók e Kódaly.

Em agosto, um grande concerto vai reunir no palco da Sala São Paulo a Orquestra Jovem e dezenas de vozes que integram o Coral Jovem do Estado e Coral Juvenil do Guri, ambos ligados aos programas geridos pela Santa Marcelina Cultura, a EMESP Tom Jobim e o Projeto Guri da capital e Grande São Paulo, respectivamente. Para interpretar Sinfonia nº2, de Mahler, se juntam duas talentosas cantoras líricas da atualidade, no Brasil: Camila Titinger (soprano), ex-aluna do Ópera Estúdio da EMESP Tom Jobim, e Ana Lucia Benedetti (mezzo-soprano).

No mês seguinte, o maestro Luis Otavio Santos, considerado um dos grandes especialistas em música barroca no país, é o convidado para reger a OJE. Com o intuito de proporcionar aos bolsistas um olhar diferente de execução do repertório escolhido com peças do classicismo, o violinista e coordenador pedagógico do Núcleo de Música Antiga da EMESP vai trabalhar visando o resgate à interpretação original em que as obras de Beethoven e Haydn eram tocadas na época que foram compostas. Neste programa, participa também a premiada violoncelista francesa Ophelie Gaillard.

Em outubro, a Orquestra recebe o trompetista Pacho Flores, do bem-sucedido projeto venezuelano El Sistema; o pianista Ricardo Castro, diretor fundador do NEOJIBA, será o solista do penúltimo programa do ano. Fechando a temporada em dezembro, a Orquestra Jovem do Estado toca obras de Mozart e Stravinsky, em tarde que será marcada também pela entrega do Prêmio Ernani de Almeida Machado, que chega à sua sexta edição e agracia os cinco melhores bolsistas da orquestra com valores em dinheiro para bolsa de estudo no exterior e aquisição de novos instrumentos.

Concertos extras
Durante o ano, a Orquestra Jovem do Estado também irá se apresentar em Jundiaí, em unidade do CEU (Centro de Educação Unificado) e no Auditório Ibirapuera, quando irá dividir o palco com a YOA – Orquestra das Américas em um concerto open air, além de participações em festivais de música no interior e litoral de São Paulo – todos com entrada gratuita.

Agenda 2017 da Santa Marcelina Cultura
A programação da Orquestra Jovem do Estado está inserida em uma extensa agenda da Organização Social para este ano, que terá dezenas de concertos gratuitos e a preços acessíveis, em diversos espaços culturais da capital e do interior do Estado. Somam-se as temporadas do Coral e Banda Sinfônica Jovem do Estado e da Orquestra Jovem Tom Jobim.

A Escola de Música do Estado também realiza a 6ª edição do Encontro Internacional de Música Antiga, iniciativa que propõe a difusão de práticas interpretativas históricas no Brasil e o despertar pelo repertório dos séculos 17 e 18; e mais uma temporada da Revirada Musical, evento que promove uma centena de apresentações de grupos de alunos na sede da escola e em espaços públicos. Do Projeto Guri, os dez grupos infanto-juvenis farão 60 concertos até dezembro.

Seguindo com as parcerias internacionais, em 2017 alunos e professores da EMESP Tom Jobim e do Projeto Guri participam de concertos e atividades pedagógicas com músicos de importantes conservatórios e instituições culturais de EUA, França e Polônia.

A Santa Marcelina Cultura também desenvolve projetos especiais que não estão atrelados às temporadas dos grupos jovens e que transcendem os teatros e as salas de concertos. É a série Música nos Hospitais, iniciativa lançada em 2014 com a premissa de promover a democratização do acesso à música, o bem-estar e a qualidade de vida às pessoas e ao ambiente hospitalar, levando às unidades parceiras da rede de saúde da capital e Grande São Paulo intervenções de grupos de alunos da EMESP Tom Jobim. Além de ampliar a formação dos alunos e potencializar as relações humanas, tem por objetivo tornar o ambiente hospitalar mais descontraído e acolhedor. As intervenções ocorrem nos corredores, brinquedotecas, quartos e saguões dos hospitais.

A Santa Marcelina Cultura conta com o patrocínio de parceiros que acreditam no poder transformador da música para a formação dos jovens brasileiros, como o Bank Of America Merrill Lynch, Grupo Verzani & Sandrini, Sabesp, escritório de advocacia Machado Meyer, Bank New York Mellon e Metlife, todos por meio da Lei de Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura.

Temporada principal na Sala São Paulo (aos domingos, 16h00)

19 de março
Regente: Cláudio Cruz
Solistas: Hsin-Yun Huang, viola (Juilliard School, EUA); Caroline di Carmo, soprano

9 de abril
Regente: Bruno Mantovani
Solista: Isabelle Moretti, harpa

7 de maio
Regente: Michał Klauza (diretor artístico da Orquestra da Rádio da Polônia)
Solista: Agata Szymczewska, violino

11 de junho
Regente: Cláudio Cruz
Gravação do CD

13 de agosto
Regente: Cláudio Cruz
Solista: Camila Titinger, soprano; Ana Lucia Benedetti, mezzo-soprano

10 de setembro
Regente: Luis Otavio Santos
Solista: Ophelie Gaillard, violoncelo

15 de outubro
Regente: Cláudio Cruz
Solista: Pacho Flores, trompete

19 de novembro
Regente: Cláudio Cruz
Solista: Ricardo Castro, piano

17 de dezembro | 6ª edição Prêmio Ernani de Almeida Machado
Regente: Cláudio Cruz
Solista: bolsista da Orquestra (a definir)

Serviço:
ORQUESTRA JOVEM DO ESTADO abre temporada com solista da Juilliard School (EUA)
Regente titular e diretor musical: Cláudio Cruz
Solistas: Hsin-Yun Huang, viola; e Carolina de Comi, soprano

Jundiaí
Data: 18 de março, sábado
Horário: 19h30
Local: Teatro Polytheama
Endereço: R. Barão de Jundiaí, 176 - Centro, Jundiaí
Ingressos: entrada gratuita
Duração: 90 minutos (aproximadamente)
Classificação indicativa: Livre
Capacidade: 1.124 lugares
Acessibilidade: Sim

São Paulo
Data: 19 de março, domingo
Horário: 16h
Local: Sala São Paulo
Endereço: Praça Júlio Prestes, 16, Luz, São Paulo-SP
Ingressos: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia-entrada)
Mais informações: (11) 4003-1212 – www.ingressorapido.com.br
Duração: 90 minutos (aproximadamente)
Classificação indicativa: Livre
Capacidade: 1.484 lugares
Acessibilidade: Sim

Programa:
OLIVIER TONI O Navio Negreiro
SCHNITTKE Concerto para Viola (1985)
BRAHMS Sinfonia nº 4 em mim menor, opus 98

Hsin-Yun Huang, viola
Professora da Juilliard School (EUA), a violista taiwanesa Hsin-Yun Huang já se apresentou em concertos como solista da Orquestra da Rádio de Berlim, a Filarmônica de Tóquio, a London Sinfonia, entre muitos outros. Gravou o CD Viola Viola em 2012, com peças de Elliott Carter, Poul Ruders e George Benjamin.

Caroline De Comi, soprano
Natural de São Paulo graduou-se em Canto e Arte Lírica pela ECA-USP, onde estudou canto com o tenor Benito. Atualmente aperfeiçoa-se com a professora Isabel Maresca. Participou de montagens de ópera como O Rouxinol (no papel título), Rigoletto (como Gilda), L'enfant et les sortilèges (como o Fogo, a Princesa e o Rouxinol), Il Matrimonio Segreto (como Elisetta) e Der Schauspieldirektor (como Madame Herz), sob direção de Lívia Sabag.

Cláudio Cruz – regente titular
Iniciou-se na música com seu pai, o luthier João Cruz. Foi premiado pela Associação Paulista de Críticos de Artes, Prêmio Carlos Gomes, Prêmio Bravo e Grammy Awards. Atuou como spalla da Osesp (1990 a 2012), foi diretor musical da Orquestra de Câmara Villa-Lobos e regente titular das Sinfônicas de Ribeirão Preto e Campinas. Regeu a New Japan Philharmonic, Hiroshima Symphony (Japão) Orquestra de Câmara de Toulouse, Northern Sinfonia (Inglaterra), a Sinfonia Varsovia, Svogtland Philharmonie (Alemanha), Jerusalem Symphony Orchestra. É regente titular e diretor musical da Orquestra Jovem do Estado, diretor artístico da Oficina de Música de Curitiba e primeiro violino do Quarteto de Cordas Carlos Gomes.

Orquestra Jovem do Estado de São Paulo
Fundada em 1979, a Orquestra Jovem do Estado tem como principal objetivo contribuir para o aprimoramento técnico e artístico dos estudantes de música que a integram, ajudando-os a se preparar para a vida profissional. Teve como regentes titulares o maestro John Neschling, Diogo Pacheco, Bernardo Fedorowsky, Juan Serrano e João Maurício Galindo. Em 2012, integrada ao inovador projeto pedagógico da EMESP Tom Jobim, a Orquestra passou por uma total reformulação para transformá-la num projeto de excelência em formação de jovens músicos, estimulando-os a aprofundar e intensificar seus estudos e evitando a profissionalização precoce. Cláudio Cruz passa a ser o diretor musical e regente titular. Pelo novo projeto, as atividades dos 90 bolsistas incluem aulas e master classes com renomados professores e uma intensa agenda de ensaios e concertos. De 2012 para cá realizou quatro turnês internacionais, sendo que por dois anos consecutivos esteve na Alemanha e participou dos festivais MDR Musiksommer, na região da Saxônia, e do Young Euro Classic, em Berlim, onde tocou na histórica sala Konzerthaus. Em 2014 esteve em Amsterdã, na Holanda, e se apresentou na moderna sala Muziekgebouw e na França, encantou o público do Festival Berlioz, realizado em La Côte Saint-André, cidade terra natal do compositor Hector Berlioz. No mesmo ano, a Orquestra Jovem do Estado ganhou o Prêmio CONCERTO na categoria Jovem Talento, uma iniciativa da Revista CONCERTO – principal publicação especializada em música clássica no país. Em março de 2015, sob a batuta de Cláudio Cruz, a Orquestra Jovem esteve nos Estados Unidos para duas apresentações. Em Washington, tocou no Kennedy Center, e em Nova York, foi recebida pela Juilliard School – escola nova-iorquina que está entre os três principais conservatórios de música do mundo – e se apresentou na prestigiada Alice Tully Hall. Os concertos foram um sucesso de público e da crítica especializada. A performance no Lincoln Center, inclusive, foi destaque no jornal The New York Times.

Escola de Música do Estado de São Paulo – Tom Jobim
Com mais de 20 anos de atuação, a Escola de Música do Estado de São Paulo (EMESP Tom Jobim) tem como objetivo a formação dos futuros profissionais da música erudita e popular. Com um corpo docente altamente qualificado, a EMESP vem construindo um projeto pedagógico inovador, com foco no ensino de instrumento, no convívio dos alunos com grandes mestres e nas práticas coletivas (música de câmara e prática de conjunto), além de disciplinas teóricas de apoio. Em constante diálogo com as principais instituições de formação musical do Brasil e do mundo, a EMESP oferece a cada ano centenas de shows, concertos, workshops e master classes. A EMESP Tom Jobim tem em sua estrutura pedagógica a Orquestra Jovem do Estado, Banda Sinfônica Jovem do Estado, Coral Jovem do Estado e Orquestra Jovem Tom Jobim, que oferecem bolsas para alunos da Escola em fase de pré-profissionalização. Outros cursos avançados como o Ópera Estúdio e o Núcleo de Música Antiga são referência nacional. A EMESP Tom Jobim é uma escola do Governo de São Paulo gerida em parceria com a Santa Marcelina Cultura, Organização Social ligada à Secretaria de Estado da Cultura.

Santa Marcelina Cultura
Criada em 2008, a Santa Marcelina Cultura é uma associação sem fins lucrativos, qualificada como Organização Social de Cultura pelo Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Estado da Cultura. É responsável pela gestão do Projeto Guri da capital e região Metropolitana de São Paulo e da Escola de Música do Estado de São Paulo – Tom Jobim (EMESP Tom Jobim). O objetivo da Santa Marcelina Cultura é desenvolver um ciclo completo de formação musical integrado a um projeto de inclusão sociocultural, promovendo a formação de pessoas para a vida e para a sociedade.

Fonte: Secretaria da Cultura -SEC
Data: 19/03/2017
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