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Steve Jobs, o visionário

Sem Steve Jobs e suas invenções - e acima de tudo, sem a sua visão de mundo - provavelmente estaríamos hoje nos relacionando com a cultura e a informação de uma maneira bem diferente. E exatamente para mostrar essa trajetória que o Museu da Imagem e do Som (MIS) traz a São Paulo a exposição Steve Jobs, o visionário, que abre ao público de São Paulo a partir do dia 15 de junho. A mostra permanece no Museu até o dia 20 de agosto.
 

Na mostra, o público tem acesso ao rico universo de Steve Jobs. São fotos, objetos pessoais, filmes, reportagens e produtos históricos que mostram a forma como pensava e criava uma das maiores personalidades do século XX. 
 

“Steve Jobs defendeu a ideia de que pequenos gestos mudam o mundo. Espero que essa exposição traga um pouco dessa essência e inspire o público do MIS”, revela Isa Castro, diretora artística e de programação do MIS.
 

Sobre a exposição
Em Steve Jobs, o visionário, um percurso estruturado por células narrativas – Espiritualidade, Inovação, Competição, Fracasso, Negócios e Sonho – concebido pelo escritório Migliore + Servetto Architects traz uma experiência rica e profunda do universo de Jobs. Nela, o público terá acesso a 209 itens entre fotos, reportagens, objetos pessoais, filmes e produtos históricos que mostram a forma como o empresário pensava e criava.


Uma das facetas mais emblemáticas de Steve Jobs é sua espiritualidade. Na célula dedicada ao tema, a primeira da exposição, o público encontra itens ligados à sua relação com o budismo além de uma videoinstalação que ilustra a escolha pelo nome Apple.


“Só há verdadeira inovação, quando a tecnologia é acessível a todos”. Essa frase de Jobs inspira a coleção disponível na célula Inovação que exibe importantes produtos desenvolvidos por ele e que foram saltos evolutivos na tecnologia de informação. Centenas de pequenas e grandes inovações foram criadas por ele. Nesta seção, o público tem acesso a ícones como o Apple II, o Macintosh, iMac, e a primeira geração do iPod, IPhone e iPad, entre outros.


A exposição tem continuidade na célula Competição, outra característica marcante de Steve Jobs, na qual são destacados os embates com IBM e Bill Gates, entre outros. Em Fracasso, o público conhece a peça mais rara da exposição: o Apple 1, fabricado em 1976, que foi adquirido em um leilão da Christie’s por U$ 213,6 mil, em novembro de 2010, por Marco Boglione, fundador e presidente do Grupo BasicNet, multinacional italiana proprietárias de numerosas marcas de roupa e acessórios para esporte e tempo livre, entre as quais Superga, Kappa, Robe di Kappa e K-Way. Hoje, o computador já triplicou de valor. Outro destaque nesse tema é o Lisa, que, lançado em 1983, foi o primeiro computador pessoal a ter um mouse e uma interface gráfica - mas foi considerado como um dos maiores fracassos da Apple.

Já em Negócios, o público pode ver produtos revolucionários e que foram sucesso de vendas criados por Steve Jobs, como o MacBook, diversas gerações do iPod, o MacBook Pró e a Apple TV. Ao término da exposição, a célula Sonho apresenta parte do trabalho da Pixar (comprada por Jobs em 1986) com a exibição de 20 curtas desenvolvidos pelo estúdio, além de trechos de consagrados longas-metragens e peças de acervo.
 

O público verá ainda uma sala dedicada às imagens de autoria de Jean Pigozzi, francês radicado em Nova York, fotógrafo de confiança de Steve Jobs. Por mais de trinta anos, ele acompanhou Jobs em seus momentos mais íntimos e conseguiu captar a essência desse homem multifacetado. Dormindo, conversando, brincando com os amigos. São imagens inéditas de Jobs em sua vida cotidiana.
 

A exposição foi totalmente idealizada pela FullBrand, que reuniu um time de qualidade, dividido em conteúdo (Cecília Botta e Massimo Temporelli), cenografia (Ico Migliore), tecnologia (Giuseppe Accardi) e parte criativa da divulgação (Silvano Guidone & Associati). A inspiração surgiu a partir de uma mostra sobre o criador da Apple realizada na Itália, porém, o formato implantado no Brasil é totalmente original. Antes de São Paulo, a exposição passou pelo Rio de Janeiro, onde ficou em cartaz no Píer Mauá.

 
 

“Mais de 40 anos após o lançamento de seu primeiro produto, podemos dizer o que o Steve Jobs imaginou e desenvolveu foi uma revolução cultural surpreendente, causando impacto direto e mudanças em atividades humanas como economia, criatividade, informação, mobilidade e entretenimento”, explica a curadora Cecilia Botta, acrescentando o que pensa ser o verdadeiro exemplo deixado pelo gênio. “Este homem mostrou ao mundo que você precisa ser criativo, apaixonado e que você deve colocar toda a sua energia em suas ideias e projetos, mesmo quando as chances de sucesso não são tão altas”.
 

Aplicativo meCult  
Na entrada da exposição, o público pode fazer o download do aplicativo gratuito meCult, desenvolvido pela Fullbrand. O aplicativo, que usa a tecnologia Beacon, funciona como portal para acessar os conteúdos extras da mostra, e também como áudio guia e mapa das atrações. O app pode ser usado pelo público logo no início da exposição, na Linha do Tempo. Nela, as datas ativam conteúdos exclusivos de cada período permitindo ter uma visão completa da vida do Steve Jobs e também do contexto histórico da época em que Steve Jobs viveu.
 

Steve Jobs, o visionário é a primeira exposição a ser hospedada no meCult que, no futuro, poderá conter mais exposições e eventos se tornando ponto de referência no acesso à cultura.


Sobre Steve Jobs
Nascido em 1955 em São Francisco, no Estado da Califórnia (EUA), Steve Jobs foi dado para adoção pelos seus pais, que não tinham condição de criá-lo. Desde jovem demonstrou interesse e habilidade para inovar e, em 1976, fundou a Apple, empresa consagrada seguidas vezes como a mais valiosa do mundo. Jobs revolucionou o universo da tecnologia ao lançar produtos como o Macintosh, o iPod, o iPhone e o iPad. Em 1984, demitiu-se da Apple e fundou a NeXT, companhia especializada em desenvolvimento de softwares. Anos mais tarde, em 1996, a Apple comprou a NeXT e Jobs assumiu o cargo de CEO da gigante da tecnologia, onde permaneceu até 2011, quando renunciou ao cargo em função de um câncer. Morreu ainda em 2011, aos 56 anos, em decorrência da doença.


Curiosidades em números:
 
• 620 quilos – peso do acervo da exposição Steve Jobs, o visionário

• Apple 1 tinha apenas 8 bytes de memória. Dados extras eram armazenados em fitas K-7

• O número cabalístico de US$ 666,66 foi o valor da primeira nota fiscal da Apple

• Unidades de Apple II vendidas
1977: 2.500 unidades
1981: 210.000 unidades
Total: 6 milhões de unidades

• O filme Toy Story lucrou US$ 30 milhões no primeiro final de semana de sua exibição. O lucro total nos EUA foi de US$ 192 milhões. No mundo, foi de US$ 362 milhões

• A Apple valia US$ 5.309 em 1977. Três anos depois, o valor era de US$ 1,79 bilhão

• Com apenas 25 anos, Steve Jobs já recebia dividendos da Apple no valor de US$ 256 milhões

• Steve Jobs deixou Bill Gates esperando por 30 minutos antes de recebê-lo em seu novo escritório na Next

• 90 milhões de iPhones foram vendidos em 2010

• Estes são os lucros brutos dos mais importantes filmes da Pixar no mundo inteiro:
Vida de Inseto: US$ 363 milhões
Toy Story 2: US$ 485 milhões
Monstros S.A.: US$ 525 milhões
Procurando Nemo: US$ 868 milhões

• Músicas vendidas no iTunes
70 milhões (2003)
1 bilhão (2006)
10 bilhões (2010)

• 800 mil iMacs foram vendidos em 1998

• A primeira edição do iTunes tinha 200 mil (músicas ou álbuns) e foram vendidas 1 milhão de canções nos primeiros seis dias

• O valor de mercado da Pixar no primeiro dia de venda de ações na Bolsa de Valores chegou a US$ 45 milhões em apenas 30 minutos.

Steve Jobs, o visionário
Data: 15 de junho a 20 de agosto
Horário: terças a sábados, das 12h às 21h; domingos e feriados, das 11h às 20h
Local: Espaço Expositivo 1º andar e Espaço Redondo
Ingresso: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia)
Classificação etária: livre
Museu da Imagem e do Som – MIS
Avenida Europa, 158, Jardim Europa, São Paulo | (11) 2117 4777 | www.mis-sp.org.br
Estacionamento conveniado: R$ 18
Acesso e elevador para cadeirantes. Ar condicionado.


Ficha Técnica:
Apresentação: Ministério da Cultura e Bradesco
Realização: FullBrand
Co-realização: Museu da Imagem e do Som (MIS)
Idealização: Marco Boglione - Fundador e Presidente do Grupo BasicNet
Curadoria: Cecilia Botta e Massimo Temporelli
Conceito da Exposição e Direção de Arte: Ico Migliore e Mara Servetto – Migliore+Servetto Architects
Cenografia: MǀChecon
Tecnologia: LBR Equipamentos e Serviços


Sobre o Bradesco Cultura
Com mais de 350 projetos patrocinados anualmente, o Bradesco acredita que a cultura é um agente transformador da sociedade. O Banco apoia iniciativas que contribuem para a sustentabilidade de manifestações culturais que acontecem de norte a sul do país, reforçando o seu compromisso com a democratização da arte. Com apoio a eventos regionais, museus, feiras, exposições, centros culturais, orquestras, musicais e muitos outros, a instituição possui, ainda, uma plataforma de naming rights com o Teatro Bradesco, que conta com unidades em São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro. A temporada cultural de 2017 inicia com o patrocínio para exposições que narram a trajetória da artista Anita Malfatti e do executivo Steve Jobs.

Fonte: Museu da Imagem e do Som- MIS
Data: 15/06/2017
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