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Para cada categoria foi criada uma Comissão Julgadora formada por pessoas de notório saber e atuação em sua respectiva sua área.

As categorias Instituição Cultural e Fomento não têm Comissões Julgadoras específicas. Seus finalistas serão selecionados pelos membros de todas as demais Comissões deste concurso.

Artes Visuais

  • José Augusto Ribeiro. Curador da Pinacoteca do Estado de São Paulo.
  • Leda Catunda. Artista plástica.
  • Maria Cecília França Lourenço. Professora de História da Arte FAUUSP.
  • Regina Silveira. Artista plástica.
  • Thais Rivitti. Diretora do Ateliê 397, espaço independente de arte na cidade de São Paulo.

Vencedor

O júri decidiu entregar o prêmio Governador do Estado para o artista José Resende considerando o conjunto de seu trabalho, desde a década de 1960 até hoje. Sua trajetória tem relevância internacional e suas obras, de forte caráter experimental, integram os principais acervos dos museus brasileiros, além de inserirem-se no espaço urbano de várias cidades do Brasil e do exterior. Gostaríamos também de sublinhar a atividade docente do artista, a importância de sua obra para gerações posteriores e a sua contribuição constante ao debate público sobre as artes visuais no país.

Cinema

  • Helena Ignez. Atriz e Diretora.
  • Sergio Rizzo. Jornalista, professor e crítico de cinema.
  • André Sturm. Cineasta e Diretor Executivo do MIS-SP.
  • Inácio Araujo. Crítico de cinema do jornal Folha de São Paulo.
  • Amir Labaki. Crítico de cinema, diretor do É Tudo Verdade.

Vencedor

Com o longa-metragem "Mataram Meu Irmão", o diretor e professor de cinema Cristiano Burlan empreende um corajoso exercício de pesquisa autobiográfica, em sintonia com a produção documental contemporânea que explora, de modo ensaístico, as fronteiras entre o documentário e a ficção a partir de personagens e eventos relacionados ao próprio realizador do filme -- transformado, ele também, em protagonista da experiência visceral proposta ao espectador.

Circo

  • Lu Lopes. Palhaça, Escritora e Compositora.
  • Veronica Tamaoki. Artista e pesquisadora circense.
  • Alessandra Thomazini. Circense, atriz e diretora do Circo Burlesco
  • Hugo Possolo. Palhaço, dramaturgo e diretor do grupo Parlapatões.
  • Erica Stoppel. Artista circense e docente.

Vencedor

A Comissão de Circo do Prêmio Governador do Estado 2013 procurou destacar o significado histórico de personalidades que têm contribuído para a difusão das artes circenses, em sua relação direta com o público, em formar novos artistas e na atuação de preservação e inovação da linguagem. Assim, entre os indicados estão representantes da tradição da arte, artistas contemporâneos e de famílias tradicionais; empreendedores e pesquisadores que dedicaram sua vida a transmitir a novas gerações o saber circense e artistas que se aplicaram na união da categoria visando efetivar políticas públicas mais efetivas para o Circo.

Dança

  • Ana Francisca Ponzio. Jornalista cultural, crítica e curadora na área de dança.
  • Inês Bogéa. Diretora de arte, bailarina, professora, escritora e documentarista.
  • João Carlos Couto. Consultor, programador e produtor cultural.
  • Joubert Arrais. Artista-pesquisador, crítico de dança, professor universitário, jornalista cultural.
  • Monica Bammann. Bailarina, produtora e programadora cultural.

Vencedor

Bailarina, coreógrafa, professora e acordeonista, com 60 anos de carreira trilhados na dança, Janice Vieira foi uma das pioneiras na incorporação do conceito de dança-teatro no Brasil. Nascida em Lutécia (SP), criou sua própria escola de dança aos 18 anos. Em 1960, incluiu a dança moderna em sua metodologia. Na década seguinte, junto com Denilto Gomes, criou o grupo Pró-Posição, com montagens históricas, como Boiação e Silêncio dos Pássaros. No espetáculo “Vis-à-Vis”, Janice dança com sua filha, a bailarina Andréia Nuhr, evidenciando contextos políticos e culturais distintos, suas memórias e outras perspectivas da arte da dança.

DANÇA SE MOVE – MENÇÃO HONROSA

Movimento de caráter inédito, histórico e referencial na dança paulista, revelou-se vital para o fortalecimento da área, na busca de políticas públicas efetivas para criar condições amplas de produção artística e reflexão.

Música

  • Pena Schmidt. Curador, pesquisador, consultor.
  • Zuza Homem de Mello. Jornalista e produtor musical.
  • Jamil Maluf. Maestro.
  • Lauro Lisboa Garcia. Jornalista, pesquisador, consultor e fotógrafo.
  • Luiz Tatit. Compositor e Professor.

Vencedor

A comissão elegeu Ná Ozzetti, considerando especialmente o disco “Embalar”, lançado em 2013. Com mais de 30 anos de carreira, a cantora vem produzindo discos altamente elaborados ao longo desses anos, como compositora e intérprete, mantendo-se fiel à história da música brasileira e ao mesmo tempo sintonizada com a modernidade.

Teatro

  • Maria Eugênia de Menezes. Jornalista, pesquisadora e crítica de teatro do Jornal O Estado de São Paulo.
  • Valmir Santos. Jornalista, pesquisador e crítico.
  • Welington Andrade . Professor, pesquisador e crítico.
  • Antônio Rogério Toscano. Dramaturgo, pesquisador e professor de teoria e prática teatrais na EAD/USP e na PUC-SP.
  • Ruy Filho. Dramaturgo, diretor, pesquisado, crítico e editor da revista Antro Positivo.

Vencedor

Nascido há treze anos, o Núcleo Bartolomeu de Depoimentos tem por proposta fazer dialogar a cultura hip-hop com o teatro épico. A estreia dessa mistura tão genuína se deu em 2000 com o espetáculo Bartolomeu, o que será que nele deu?, inspirado na novela Bartleby, o escriturário, de Herman Melville. Seguiram-se Acordei que sonhava (livre adaptação de A vida é sonho, de Calderón de la Barca), em 2003; Frátria amada Brasil: pequeno compêndio de lendas urbanas (inspirado na Odisseia), em 2006; e Orfeu mestiço, uma hip-hópera brasileira, em 2012, criado a partir do mito grego de Orfeu e Eurídice. Além de espetáculos regulares, o Núcleo desenvolve também ações permanentes no espaço que administra no bairro da Pompeia: o poetry slam (campeonato de poesia) ZAP! Zona Autônoma da Palavra e o encontro de dramaturgia DCC – Dramaturgia Concisa e Contemporânea, dedicado à criação e análise de textos curtos e inéditos.

O vencedor – discurso oral

Ampliando a aproximação entre teatro e rua, sem exercer olhares prioritários e julgamentos simplistas óbvios, o grupo consolida, em 2013, a importância de sua proposta original, oferecendo ares novos à construção da narrativa cênica. Durante sua trajetória, espetáculos regulares, que se tornaram permanentes na história recente do teatro brasileiro, se uniram a atividades especiais, cujo objetivo maior evidencia a potência de uma poética urgente. Seja pela palavra dita e rimada, seja pela escrita provocada ao presente, o grupo problematiza a dinâmica da construção teatral, ao demonstrar ser relevante toda forma de aproximação com a realidade e suas questões. Estética e conceito se fundem aos princípios da observação e aceitação do outro, gerando novas estruturas que já se colocam essenciais para a arte. Surge uma linguagem única e dinâmica sobre as relações contemporâneas. E o teatro retorna ao centro do debate sobre a sociedade e seus caminhos. Por isso, e por tudo o que certamente há de vir, o escolhido de 2013 é o Núcleo Bartolomeu de Depoimentos.

Inclusão Social

Vencedor

Desde 2005, o Espaço Clariô é a sede do Grupo Clariô de Teatro em Taboão da Serra, na Grande São Paulo. Hoje, funciona como um pólo cultural de referência na região, articulando uma grande diversidade de ações, criando acesso em dinâmicas culturais inclusivas. Os eventos buscam estabelecer um caminho de estética própria de arte produzida pela periferia, na periferia e para a periferia. O Sarau do Binho, o Quintasoito e a Mostra Teatro do Gueto são exemplos de eventos periódicos que mobilizam outros grupos de periferia para o compartilhamento e reflexão coletiva sobre sua produção.

Instituição Cultural

  • Adriano Mauriz. Ator do Grupo Pombas Urbanas.
  • Antônio Eleilson Leite. Historiador, programador cultural e coordenador de cultura da ONG Ação Educativa.
  • Milene Chiovatto. Educadora e artista.
  • Renata Bittencourt. Gestora cultural, educadora e coordenadora da Unidade de Formação da Secretaria de Cultura.
  • José Magnani. Antropólogo, professor da Universidade de São Paulo e coordenador do Núcleo de Antropologia Urbana da USP.

Destaque Cultural

  • Celso Lafer. Professor emérito do Instituto de Relações Internacionais da USP e Presidente da FAPESP - Fundação de Amparo.
  • Danilo Santos de Miranda. Especialista em ação cultural, diretor do SESC – Serviço Social do Comércio no Estado de São Paulo.
  • Fabio Colletti Barbosa. Presidente da Abril S.A.
  • José Armênio de Brito Cruz. Presidente do Instituto de Arquitetos do Brasil e Vice-Presidente Extraordinário do Instituto de Arquitetos do Brasil.
  • Jorge Schwartz. Autor e Professor titular em Literatura Hispano-Americana da Universidade de São Paulo.
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